Veja a reação das pessoas ao saberem que vão adotar animais resgatados

A cidade de São Paulo tem aproximadamente 2 milhões de animais vagando abandonados pelas ruas. No Brasil são mais 30 milhões sem um lar. O caso é grave e entre outros fatores, é causado pela insistência de algumas pessoas em adotar apenas cães e gatos de raça.

Uma organização brasileira especializada em resgate, Quatro Patinhas, resolveu fazer uma ação inovadora para atenuar os problemas. Secretamente, a ONG substituiu os animais de uma PetShop por seus bichinhos.

Para mostrar a reação das pessoas ao saberem que os cães eram fruto de resgate e que ainda por cima poderiam ser adotados de graça, a ONG instalou uma câmera escondida no estabelecimento.

“Não há diferença entre uma animal de raça ou não. O que realmente importa é amor que vai surgir”. A fala Christianne Duarte Gariou, presidente da Quatro Patinhas, se confirma com a abundância de amor das pessoas. Surpresos com a notícia, todos fizeram questão de seguir em frente com o processo de adoção.

O trabalho a ONG é elogiável, entretanto, é necessário um envolvimento maior do poder público e da sociedade. Diferente de outros países, o Brasil não possui leis efetivas para defender os animais, especialmente de maus-tratos. Com intuito de virar este jogo, Florianópolis anunciou que vai punir quem manter cachorros amarrados em coleiras ou presos por longos períodos.

Foto: Reprodução/fonte:via

Conheça Kate Grant, a 1ª modelo com síndrome de Down a vencer um concurso internacional de beleza

Se os concursos de beleza historicamente acabaram por sublinhar padrões de beleza e de corpo, hoje eles também podem se adaptar e se transformar em um espaço para a inclusão e a desconstrução de tais lógicas irreais e excludentes – e uma pioneira em tal processo definitivamente é a jovem modelo irlandesa Kate Grant. Aos 19 anos, Kate acaba de ganhar o concurso internacional Teen Ultimate Beauty Of The World, que justamente celebra a diversidade. O importante detalhe que faz da vitória de Kate um marco é o fato dela possuir síndrome de Down.

Quarenta candidatas disputaram o concurso, com Kate como representante da Irlanda do Norte. Como nos concursos tradicionais, a modelo passou por uma rodada de entrevistas dos jurados, e depois desfilou pela passarela com diversos modelos.

Acima, Kate desfilando; abaixo, já coroada

Seu sonho de ser uma modelo começou quando ela tinha 13 anos, e desde então ela já trabalhou algumas vezes, sempre tendo de enfrentar o preconceito como sua principal barreira. O convite para o concurso nasceu de um post feito por sua mãe contando do sonho da filha – que acabou viralizando e compartilhado mais de 26 mil vezes.

A conquista foi não só uma vitória simbólica importante, mas também uma vitória pessoal: quando nasceu os médicos disseram que ela teria um futuro muito difícil, que não conseguiria ler e escrever e mal conseguiria falar. A mãe de Kate, Deirdre, disse que pensou nos médicos quando viu a filha discursando após a vitória sobre sua esperança por uma sociedade mais inclusiva e igualitária. “Eu quero que a próxima geração que tenha necessidades especiais saiba o verdadeiro significado de que beleza é que você é, e não sua aparência”, disse Kate. “Bondade, compaixão e sua luz interna, essa é a verdadeira beleza. Se os juízes viram isso em mim, então estou feliz”.

© fotos: reprodução/

Tatuador coreano imortaliza seus desenhos favoritos dos anos 1990 na pele

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Fã dos desenhos animados dos anos 90? Agora você já pode ter eles tatuados na pele.

Na Coreia do Sul, o tatuador que responde apenas pelo codinome log_tattoo é especializado neste tipo de desenho.

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Suas criações vão desde clássicos como Sailor Moon até animações mais recentes, como Frozen. Apesar disso, o foco é a mais pura nostalgia dos anos 90, como essa tattoo maravilhosa do Aladdin.

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Outras animações também são contempladas pelo artista, que possui um traço fino e delicado ao mesmo tempo em que consegue transmitir toda a essência de cada personagem.

Log faz parte do time de tatuadores do Sol Art Studio, localizado em Seul.

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Para ter um trabalho destes na pele, é preciso contatar o artista com antecedência através deste link, informando qual a ideia para a tatuagem. E, claro, começar a pesquisar passagens para a Coreia do Sul!

Respira só um pouco dessa nostalgia!

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Fotógrafo usa luzes de LED para registrar os movimentos dos músicos

FOTOGRAFIA DE STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃOSe a música é feita de elementos invisíveis como ondas sonoras, intervalos em sons e tempo, para que ela exista se fazem necessárias uma porção de ações e gestos – esses sim, completamente visíveis. Cada músico em execução de seu instrumento realiza uma verdadeira dança com movimentos precisos para que a música aconteça – e foi esse gestual musical que o fotógrafo canadense Stephen Orlando registrou, como um meio de, em certa forma, fotografar a música usando uma técnica chamada de light painting.Ele prendeu luzes de LED ao arco de instrumentos como violino, viola e violoncelo, fotografados em longa exposição enquanto os músicos tocavam. O resultado não só é graficamente belo e impactante, como a dança das luzes parece realmente reproduzir graficamente as ondas sonoras de uma música.

IMAGENS CAPTURADAS PELO FOTÓGRAFO STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO
IMAGENS CAPTURADAS PELO FOTÓGRAFO STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO
IMAGENS CAPTADAS PELO FOTÓGRAFO STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO
IMAGENS CAPTADAS PELO FOTÓGRAFO STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO
FOTOGRAFIA DE STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO
FOTOGRAFIA DE STEPHEN ORLANDO / REPRODUÇÃO

 Além disso, no entanto, era preciso que um movimento maior acontecesse para que a luz também se movesse pelo quadro. “Um movimento relativo entre o músico e a câmera precisa existir para que o rastro de luz se mova pela foto”, diz Orlando. “Eu achei mais fácil mover a câmera em vez de mover o músico”, explica. “Os LEDs estavam programados para mudar de cor, a fim de passar a impressão da passagem de tempo”, explicou o fotógrafo, que realizou o trabalho com somente uma exposição simples por foto, e sem manipular de forma alguma os rastros de luz após o registro das fotos.

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Menino de 9 anos comete suicídio depois de bullying homofóbico

Muito se fala sobre os efeitos da homofobia em adultos. Entretanto, os tentáculos desta manifestação preconceituosa afetam também as crianças. O pequeno Jamel Myles, de 9 anos, cometeu suicídio depois de ser vítima de abusos e intimidações recorrentes de colegas.

O garoto estudava na Escola Fundamental Joe Shoemaker, em Denver, nos Estados Unidos. Para sua mãe, Leia Pierce, Jamel começou a ser discriminado pelos colegas a partir do momento em que se assumiu gay.

Falando ao jornal Denver Post, ela contou em que o filho havia dito ser gay durante as férias de verão. Leia relata ter dado todo o apoio e afeto ao pequeno, porém não foi o cenário encontrado por Myles na instituição de ensino.

“Ele parecia tão assustado quando me contou. Ele disse, ‘mamãe, eu sou gay’. Eu pensei que ele estava brincando, então olhei para trás, porque estava dirigindo, e ele estava tão assustado. Eu disse, ‘e eu continuo amando você’”, encerrou.  

Bastaram quatro dias de agressões para que Jamel sucumbisse. O jovem tomou a atitude drástica pois, segundo a filha mais velha, os colegas “disseram para ele se matar”.

“É tão triste que ele não tenha me procurado. Eu não consigo imaginar o que disseram pra ele”, declarou.   

A escola de Denver instaurou uma comissão para analisar o caso de Jamel. Professores da Escola Fundamental dizem que um espaço para estudantes compartilharem sentimentos e processarem suas emoções foi criado.

Desde a notícia, diversas manifestações de apoio foram enviadas aos familiares do garoto de 9 anos. “Devemos ter responsabilidade pelo bullying. As crianças sabem que é errado. As crianças não gostariam de ser tratadas dessa forma. Eu acho que os pais devem ser punidos porque, obviamente, eles estão ensinando as crianças a agirem assim ou estão as tratando dessa forma”, pontuou a mãe do garoto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que entre 2002 e 2012, houve um aumento de 40% na taxa de suicídio entre crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A cada 40 segundos uma morte deste tipo é registrada.

Foto: Reprodução/Facebook/fonte:via

Príncipe William leva o filho George, de 5 anos, para caçar aves

A caça é, historicamente, um hábito da família real britânica. Experts em assuntos envolvendo a realeza garantem que a rainha gosta de comer algo que tenha vindo dos jardins ou propriedade do castelo. Por isso faisões, galo silvestre e perdizes, devem fazer parte do menu.

Quem assistiu o seriado exibido pelo Netflix The Crown, certamente viu Elizabeth e outros membros da família real britânica caçando aves e outros bichos em paisagens interioranas da Inglaterra.

Os tempos mudaram e a relação do seres humanos com os animais vem sendo fortemente questionada. Por exemplo, os cantores Paul McCartney e Morrissey, são dois que utilizam sua fama para criticar o consumo de alimentos de origem animal.

Porém, no Palácio de Buckingham as coisas seguem uma tradição e isso envolve inclusive as crianças. Caso do príncipe George, que aos cinco anos foi levado pelos pais, William e Kate para sua primeira experiência caçando.

De acordo com Emily Andrews, correspondente de realeza do tabloide britânico The Sun, o garoto assistiu seu pai abatendo perdizes – aves encontradas na Ásia e em partes da Europa. George estava acompanhado também por sua bisavó, a rainha Elizabeth II e avô, príncipe Charles.

A notícia dividiu opiniões e colocou de um lado os defensores das tradições e do outro, pessoas que exigem o fim das caças. Inclusive, circula na internet uma petição, já com mais de 100 mil assinaturas, pedindo que o assunto seja debatido no parlamento britânico.

Recentemente, o príncipe William foi chamado de ‘hipócrita’ pelo músico Morrissey. Em carta aberta, o cantor acusou William e seu irmão, Harry, de cinismo por integrarem uma campanha contra a caça ilegal de animais, mesmo enxergando a prática como esporte.

“Um dia antes de fazer um apelo público pelo bem-estar animal (!), o príncipe William podia ser encontrado na Espanha (acompanhado do príncipe Harry), acertando e matando o maior número de veados e javalis que podiam!. Embora o discurso de William (sem dúvida escrito por seus relações públicas na Clarence House) deva se concentrar em espécies ameaçadas de extinção, é estúpido da parte do príncipe ignorar que animais como tigres e rinocerontes estão perto de desaparecer graças a pessoas como ele e seu irmão, que atiram neles fora do mapa — tudo em nome do esporte e abate”, finalizou.

Foto: Reprodução/fonte:via

A maravilhosa campanha LGBT das forças armadas da Suécia

As cidades suecas Gotemburgo e Estocolmo receberam a edição 2018 do EuroPride, um evento internacional europeu com debates, apresentações artísticas e uma grande parada para chamar atenção para a causa LGBT e a luta por seus direitos.

Para demonstrar que estão alinhadas com a importância do respeito à diversidade, as Forças Armadas da Suécia promoveram uma campanha publicitária em jornais, outdoors e redes sociais.

Foram criadas duas imagens, com uma soldada e um soldado, ambos fardados, com o rosto pintado com as cores do arco-íris e os dizeres “We Don’t Always Walk Straight” (“Nem Sempre Andamos Straight”) – trocadilho com Straight, que pode significar tanto andar em linha reta quanto se referir à heterossexualidade.

Embaixo, segue a frase “Mas não importa onde ou como marchemos, sempre nos posicionamos pelo seu direito de viver da forma como quiser com quem você quiser. Leia mais sobre como trabalhamos para proteger a liberdade e o direito de escolher como viver em nosso site”.

Imagens: Divulgação/Forças Armadas Suecas/fonte:via