Corante azul pode ser a chave para aproveitar energia renovável no futuro

A busca por fontes de energia renovável são uma prioridade para vários cientistas pelo mundo. Um grupo de pesquisadores da Universidade de Buffalo, nos EUA, podem ter feito uma descoberta capaz de revolucionar o armazenamento de energia e também aliviar os impactos ambientais da indústria têxtil.

Fabricantes de tecidos usam muito azul de metileno como corante. O problema é que, em média, só 5% do produto é absorvido pelas roupas. O resto é dissolvido na água e acaba sendo descartado durante os processos de produção, podendo causar danos severos ao meio ambiente.

O que o estudo indica é que o azul de metileno tem propriedades elétricas que poderiam ser muito bem aproveitadas ao usar o composto na produção de baterias, em vez de simplesmente jogar fora a água em que ele é dissolvido.

De acordo com a pesquisa, as moléculas do azul de metileno mudam de forma – na verdade, reduzem – quando uma voltagem é aplicada ao material. Cada uma ganha dois prótons e dois elétrons, se tornando o que os cientistas chamam de leucometileno.

O que faz o azul de metileno ter potencial como componente de baterias é a reversibilidade desse processo. Grandes quantidades do composto podem ser transformadas em leucometileno usando fontes de energia como a solar, e então, à noite, seria possível reverter o processo, gerando energia novamente.

De acordo com Anjula Kosswattaarachchi, uma das cientistas por trás do projeto, o próximo passo é fazer testes com a água descartada pela indústria para conferir se os resultados são parecidos com os de laboratório.

Há muita pesquisa sendo feita para descobrir como remover esses compostos da água, mas sem sucesso em grande escala. O lado bom é que podemos ressignificar a água descartada e criar uma tecnologia de armazenamento de energia limpa”, disse.

Fotos via Pixabay (Creative Commons CC0) /fonte via

Instagram X realidade: artista alemã brinca com a verdade por trás das fotos ‘perfeitas’

Quase todo mundo já se pegou insatisfeito com alguma coisa em sua vida e decidiu pegar o celular para dar uma distraída. Uma rolagem rápida pelo feed do Instagram e logo o dia a dia de todo mundo parece muito melhor que o seu. Familiar?

A artista alemã Geraldine West não gosta dessa ideia, e usou a própria rede social para brincar com a ilusão de vida (alheia) perfeita que o Instagram ajuda a construir.

Para isso, ela criou uma série simples em que publica a versão “Instagramizada” de momentos corriqueiros ao lado de registros de como a mesma situação se passaria com pessoas normais, que pouco têm a ver com as produções caprichadas que tomam o Instagram.

Fotos via Geraldine West  /fonte via