Esta cabana foi especialmente pensada para te ajudar a desconectar

Quer se desconectar da vida moderna e se conectar com a natureza? Então você precisa conhecer esta cabana localizada em Adelaide, na Austrália.

A cerca de 1 hora de distância da cidade, a CABN é uma acomodação sustentável para quem busca um retiro em meio à natureza. Mais especificamente, em uma área de 180 acres repleta de paisagens naturais.

O espaço foi inspirado em conceitos de minimalismo e no movimento de tiny houses. Com interior em madeira e paredes de vidro, tudo contribui para o relaxamento.

Apesar de estarem afastadas das comodidades modernas, as cabanas não deixam o conforto de lado e os hóspedes podem descansar em uma espaçosa cama king-size. O espaço conta ainda com banheiro seco e chuveiro, para ninguém se contagiar demais com o clima e ficar com cheirinho de natureza…

A cozinha da cabine também conta com o equipamento básico para preparar algumas refeições no local. O retiro, no entanto, tem um preço: 190 dólares australianos por noite por casal.

A estadia mínima é de duas noites, tempo suficiente para se desconectar da vida moderna. Para saber mais ou reservar o espaço, clica aqui.

Fotos: Reprodução /fonte via

Dispositivo de limpeza do inventor de 24 anos deve remover 80 mil toneladas de plástico do Pacífico

Foram necessários apenas cinco anos para que o jovem Boyan Slat, de 24 anos, desenvolvesse um dispositivo de limpeza capaz de remover 80 mil toneladas de plástico do Oceano Pacífico.

O System 001 vai atuar entre a costa do Haiti e da Califórnia, considerada uma das áreas mais sensíveis na luta contra a poluição causada pelo despejo de objetos de plástico. O desastre ambiental se deu por causa do movimento provocado pelas correntezas, resultando em um acúmulo superior a 1 trilhão de pedaços de plástico.

A máquina criada pelo jovem holandês possui 600 metros de extensão e opera por meio de movimentos circulares – aproveitando os movimentos da correnteza para formar uma espécie de filtro capaz de concentrar e depois coletar os itens, que são levados por uma embarcação. O equipamento conta ainda com uma tela sólida em sua base, que vai concentrar os detritos.

Se der certo, a ideia é fabricá-lo em grande escala e se concentrar neste ponto do Oceano Pacífico pelos próximos cinco anos. Apesar do otimismo, oceanógrafos estão preocupados com os possíveis impactos na vida marinha. O receio é que os animais possam se prender em alguma parte do filtro.

Por isso, o System 001, em um primeiro momento, vai passar por uma fase de testes de duas semanas próximo da costa de São Francisco, antes de receber sinal verde para atuar no ponto pretendido no Oceano Pacífico.  

Boyan Slat está animado com as possibilidades de sucesso e por isso já criou a The Ocean Cleanup Foundation, organização sem fins lucrativos responsável pelo desenvolvimento das tecnologias. A expectativa é que a invenção auxilie no salvamento de centenas de milhares de animais aquáticos, além de diminuir os poluentes que se integram na cadeia alimentar.

Fotos: Reprodução /fonte via

A partir de agora o idioma Iorubá é patrimônio imaterial do Rio

O Rio de Janeiro deu um grande passo na afirmação da influência da cultura africana na constituição do Brasil. A partir de agora, o Iorubá foi oficializado como patrimônio imaterial.

O Projeto de Lei, aprovado pela Assembleia Legislativa (Alerj), reforça a importância da preservação da cultura africana como elemento fundamental para a luta contra discriminação racial.

No caso do Rio de Janeiro, isso se dá de forma ainda mais intensa. Segundo dados apresentados pelo IBGE, o estado é dono de uma das maiores concentrações de descendentes e praticantes de religiões negras, especialmente as com elementos das culturas Nagô e Iorubá.

Aliás, os terreiros de Candomblé atuam como verdadeiros guardiões destas expressões culturais. Dentro dos barracões, é muito comum as pessoas se comunicarem utilizando palavras da língua do continente africano. No Candomblé ketu e efon, licença vira àgò e comida se transforma de ajeun e por aí vai.

Daí o significado de manter viva a memória ancestral, especialmente se tratando de um país como o Brasil, fundado por meio da escravidão e que até os dias de hoje insiste em não se reconhecer como uma nação negra da diáspora africana. Ou seja, a eleição do Iorubá como patrimônio imaterial atua em consonância com as ações afirmativas, além de impedir o crescimento do preconceito religioso que persegue o Candomblé, por exemplo.

Historicamente, os iorubás habitavam o reino de Ketu (atual Benim) e o Império de Oyo, na África Ocidental. Até meados de 1815, eles foram trazidos ao Brasil como escravizados, durante o que ficou conhecido como Ciclo da Costa da Mina.

No Brasil, a cultura está presente em todo o território nacional, mas pode ser percebida com mais intensidade na Bahia, sobretudo na capital Salvador. Estima-se que existam 45 milhões de iorubás no mundo, sendo que 40 milhões deles vivem na Nigéria.

Fotos: foto 1: Reprodução/foto 2: João Ramos/Bahiatursa /fonte via

Estas 20 fotos disputam prêmio de melhor clique para o Instagram

Estima-se que 60 milhões de fotos sejam publicadas no Instagram diariamente – já são mais de 20 bilhões desde que o aplicativo foi criado. Pensando na quantidade de ótimas imagens que podem se perder em meio ao feed sempre se atualizado, uma empresa britânica resolveu criar o primeiro Prêmio de Fotografia do Instagram.

De acordo com a Photobox, que organiza o concurso, foram mais de 180 mil fotos inscritas desde julho. O processo é gratuito e obedeceu regras simples, como as imagens terem sido publicadas nos últimos 12 meses. São dez categorias diferentes, com cada vencedor embolsando 500 libras como prêmio (cerca de R$2,7 mil), além de 5 mil libras (cerca de R$27 mil) para o ganhador geral.

Os ganhadores serão anunciados no dia 3 de outubro. Enquanto isso, a organização divulgou uma https://www.pipa2018.com/shortlist/lista de finalistas, com cerca de 15 por categoria, para aguçar a curiosidade do público. Confira algumas das mais legais:

Viagem

Animais

Moda

Amor

Paisagem

Festivais

#NoFilter

Arte, Cultura e Estilo

Esporte

Família

Fotos: Divulgação/Photobox /fonte via

Eles descobriram que compostar para os outros é uma forma de ganhar dinheiro e ajudar o planeta

Como mais da metade do lixo que produzimos em casa é orgânico, muita gente hoje em dia reaproveita esses resíduos orgânicos domésticos em composteiras, colocando em suas próprias casas as cascas de frutas e sobras de comida em uma terra com minhocas que transformam esses restos em adubo. O que a empresa brasileira VideVerde faz é aplicar essa lógica em grande escala – compostando e transformando em adubo, por exemplo, os restos orgânicos dos mais de 60 restaurantes do Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro.

Conduzida pelos sócios Márcio Santos e Marcos Rangel, a compostagem em escala industrial da VideVerde atende não só ao aeroporto, mas a hospitais, empresas, redes de supermercados, shoppings e até uma siderúrgica em Itaguaí, no Rio de Janeiro.

Assim, a empresa realiza em 60 dias e fechando todo o ciclo da sustentabilidade o que, em aterros convencionais (que simplesmente amontoa os materiais recicláveis e produz uma quantidade imensa de gás metano) levaria um século para ser solucionado. A empresa hoje trabalha com 35 funcionários, 10 caminhões para mais de 60 clientes em 80 pontos de coleta no Rio.

A VideVerde hoje tem capacidade para processar 1500 toneladas de resíduos orgânicos por mês, realizando justamente o ciclo completo – desde a coleta do lixo até a compostagem, produção de composto e alimentos orgânicos.

Cobrando um valor médio de R$ 400 por tonelada coletada, a empresa, sediada em Cachoeira de Macacu, no estado do Rio, é hoje uma das poucas no Brasil a realizar compostagem em escala industrial.

Diante de um problema ancestral e imenso, trata-se de uma solução ecológica, viável e até mesmo lucrativa – sem precisar, para isso, destruir o planeta.

© fotos: reprodução /fonte via

Corante azul pode ser a chave para aproveitar energia renovável no futuro

A busca por fontes de energia renovável são uma prioridade para vários cientistas pelo mundo. Um grupo de pesquisadores da Universidade de Buffalo, nos EUA, podem ter feito uma descoberta capaz de revolucionar o armazenamento de energia e também aliviar os impactos ambientais da indústria têxtil.

Fabricantes de tecidos usam muito azul de metileno como corante. O problema é que, em média, só 5% do produto é absorvido pelas roupas. O resto é dissolvido na água e acaba sendo descartado durante os processos de produção, podendo causar danos severos ao meio ambiente.

O que o estudo indica é que o azul de metileno tem propriedades elétricas que poderiam ser muito bem aproveitadas ao usar o composto na produção de baterias, em vez de simplesmente jogar fora a água em que ele é dissolvido.

De acordo com a pesquisa, as moléculas do azul de metileno mudam de forma – na verdade, reduzem – quando uma voltagem é aplicada ao material. Cada uma ganha dois prótons e dois elétrons, se tornando o que os cientistas chamam de leucometileno.

O que faz o azul de metileno ter potencial como componente de baterias é a reversibilidade desse processo. Grandes quantidades do composto podem ser transformadas em leucometileno usando fontes de energia como a solar, e então, à noite, seria possível reverter o processo, gerando energia novamente.

De acordo com Anjula Kosswattaarachchi, uma das cientistas por trás do projeto, o próximo passo é fazer testes com a água descartada pela indústria para conferir se os resultados são parecidos com os de laboratório.

Há muita pesquisa sendo feita para descobrir como remover esses compostos da água, mas sem sucesso em grande escala. O lado bom é que podemos ressignificar a água descartada e criar uma tecnologia de armazenamento de energia limpa”, disse.

Fotos via Pixabay (Creative Commons CC0) /fonte via

Instagram X realidade: artista alemã brinca com a verdade por trás das fotos ‘perfeitas’

Quase todo mundo já se pegou insatisfeito com alguma coisa em sua vida e decidiu pegar o celular para dar uma distraída. Uma rolagem rápida pelo feed do Instagram e logo o dia a dia de todo mundo parece muito melhor que o seu. Familiar?

A artista alemã Geraldine West não gosta dessa ideia, e usou a própria rede social para brincar com a ilusão de vida (alheia) perfeita que o Instagram ajuda a construir.

Para isso, ela criou uma série simples em que publica a versão “Instagramizada” de momentos corriqueiros ao lado de registros de como a mesma situação se passaria com pessoas normais, que pouco têm a ver com as produções caprichadas que tomam o Instagram.

Fotos via Geraldine West  /fonte via