Fotos que exprimem a beleza a partir da estética geométrica e surrealista

A beleza está nos olhos de quem a vê e, é exatamente isso que a fotógrafa Evelyn Bencicova, baseada na Eslováquia quer nos mostrar. Com apenas 26 anos ela possui uma capacidade única de misturar realidade com ficção, criando um todo um universo particular em suas fotografias.

A jovem começou a tirar fotos depois de uma cirurgia ocular que ela precisou fazer em decorrência de um grava acidente. Apesar de possuir um estilo muito característico e inovador, ela ainda não se considera fotógrafa e diz que usa sua arte como meio de expressão.

Cores, formas geométricas e alguns efeitos fazem parte da realidade de Evelyn, que ao site Cultura Inquieta, afirmou que desde criança sempre gostou de transformar as coisas a partir de sua alta criatividade.

Com uma estética conceitual, que une o clássico com o surreal, suas fotos são altamente hipnóticas e, um verdadeiro convite à imaginação!

Apesar da fotógrafa realizar diversos trabalhos para marcas de moda e publicidade, ela não abre mão se seu estilo que segundo ela, “reflete exatamente como eu sou”.

Fotos: Evelyn Bencicova  /fonte via

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Com 73 mil anos, desenho encontrado na África do Sul, pode ser o mais antigo da história

A descoberta feita por arqueólogos do que pode ser o desenho mais antigo da história reafirma a constatação de que a África é o berço da humanidade. De acordo com a revista Nature, um grupo de pesquisadores encontraram em um sítio arqueológico da África do Sul rabiscos feitos há pelo menos 73 mil anos.

A peça possui padrões vermelhos com traços cruzados e estava depositada na Caverna de Blombos, cerca de 300 km distante da Cidade do Cabo. Os autores acreditam que o desenho demonstra a capacidade dos primeiros Homo Sapiens da região de fazerem desenhos em superfícies diversas. Para isso eram utilizadas diferentes técnicas.

A Caverna de Blombos chama a atenção de arqueólogos há décadas. Em 1991, o local foi alvo das primeiras escavações e desde então revelou inúmeras evidências do pioneirismo cultural da humanidade, como artefatos primitivos com 70 e 100 mil anos de história. São contas de conha, peças gravadas em tons de ocre e até ferramentas fabricadas a partir de uma forma cimentada de areia fina e cascalho.

O feito foi realizado por Christopher Henshilwood, pesquisador membro da Universidade de Bergen, na Noruega. Até então, os desenhos rupestres mais antigos vinham do sítios de Chauvet, na França, El Castillo, Espanha, Apollo 11, na Namíbia e Maros, que fica Indonésia. Todos eram 30 mil anos mais jovens do que a pedra encontrada na África do Sul.

O Brasil também possuía um dos registros mais antigos da humanidade. O Museu Nacional, completamente destruído por um incêndio no Rio de Janeiro, abrigava o crânio de Luzia – a humana mais antiga a ter vivido no Brasil.

Com características similares aos habitantes do continente africano, ela morou no país sul-americano entre 11 e 12 mil anos. A ossada foi encontrada na década de 1970, em uma gruta no sítio arqueológico de Lapa Vermelha, na região de Lagoa Santa, em Minas Gerais.

Foto: Reprodução /fonte via