Epidemia de cigarros eletrônicos entre jovens já é realidade nos EUA

Infelizmente, são muitas as pessoas que pensam que cigarros eletrônicos não fazem mal à saúde ou que podem ajudar as pessoas a largarem o vício. Existe uma ideia um tanto romantizada que permeia este tipo de cigarro e que está fazendo milhares de jovens norte americanos aderirem a essa ‘moda’ nada saudável.

Já são mais de 2 milhões de jovens em idade escolar que fazem uso deste aparelho. O caso vem sendo tratado como uma questão de saúde pública pelas autoridades e, nesta semana, a FDA (Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos) declarou que, nos últimos anos o aumento foi tanto, que já é tratado como uma epidemia.

A única diferença entre o cigarro eletrônico e o convencional é que eles utilizam baterias para aquecer nicotina líquida até transformá-la em vapor inalável, o que não deixa de ser nicotina, de fazer mal e viciar: “Não podemos permitir que uma nova geração seja viciada em nicotina”, afirmou ressaltou Scott Gottlieb, diretor da FDA, em comunicado oficial.

A agência deu 60 dias para os cinco principais produtores de cigarros eletrônicos apresentarem propostas para prevenir o uso entre jovens, mas se nada mudar, disse que irá proibir a venda deste tipo de cigarro nos Estados Unidos.

Nos últimos anos o mundo inteiro diminuiu consideravelmente o uso de cigarros, porém o surgimento dos modelos eletrônicos aumentou o consumo, que é preocupante e deve ser evitado.

Fotos: We Heart It /fonte via

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Seca em rios europeus revela ‘pedra da fome’ com alertas para tempos difíceis

“Se você me vir, chore”. “Nós choramos antes, choramos agora e você vai chorar”. “Quem me viu, chorou. Quem me vê agora, vai chorar”. Essas mensagens nada animadoras estão sendo vistas em pedras na Europa Central nas últimas semanas, e remontam a tempos difíceis.

Chamadas de “hunger stones”, ou “pedras da fome”, essas rochas que ficam sob rios só ficam visíveis quando a seca baixa consideravelmente seu nível de água. Segundo historiadores, elas se tornaram uma tradição em países de tradição germânica, e servem para avisar que tempos difíceis estão por vir.

A falta de água tende a refletir em colheitas ruins. Com menos alimento disponível, os preços sobem e a fome pode assolar famílias e regiões inteiras. O rio com maior incidência de pedras da fome é o Elba, que passa pela Tchéquia e Alemanha.

No Elba, pedras que não era vistas desde 2003 já estão bem acima do nível d’água. De acordo com os relatos da imprensa local, mais de uma dúzia de pedras da fome podem ser vistas no curso do rio.

Algumas acompanham a marcação dos anos em que estavam visíveis, e as mais antigas apontam para o século 17. Há relatos de pedras ainda mais antigas, com marcações do século 12, mas suas localizações não são conhecidas para confirmar o fato.

O Rio Elba está com o nível de água mais baixo em mais de 50 anos, e a seca tem revelado outros segredos submersos: ao menos 22 granadas, minas e outros explosivos produzidos durante a Segunda Guerra Mundial já foram encontrados.

Todas as fotos via Wikimedia Commons /fonte via