A internet não soube lidar com o vídeo do CEO da Tesla fumando maconha ao vivo

Elon Musk atacou novamente. O polêmico CEO da Tesla, aquele mesmo que fez milhões de dólares com o lançamento de um lança chamas sem função aparente, provocou um intenso debate nas redes sociais por ter fumado maconha em um programa de rádio.

Durante entrevista ao apresentador Joe Rogan, o executivo sacou um cigarro de maconha. Os dois passaram mais de duas horas discutindo sobre inteligência artificial e seu impactos para a humanidade, mídias sociais e revelou inclusive que pretende construir um avião elétrico.

Daí que Musk resolveu acender um baseado tamanho família. “Isso é legal, né?”, questionou. “Totalmente legal”, respondeu Rogan. O apresentador aproveitou para perguntar se o CEO da Telsa já havia fumado maconha antes. “Eu acho que já fumei uma vez”.

A fala causou surpresa, já que em recente entrevista ao jornal The New York Times, Tusk admitiu não gostar de fumar a erva por causar sensações estranhas. Em todo o caso, o momento gerou uma enxurrada de GIFs e memes e um enorme debate no Photoshop Battle do Reddit. Mostrando, claro, que a internet não tem limites.

A atitude de Tusk não foi recebida com alegria pelo mercado financeiro. Depois do chefão ter fumado maconha ao vivo, as ações de Tesla caíram 10% na bolsa de Nova York.

Fotos: Reprodução /fonte via

Justiça condena escola que impediu garoto de dreads de assistir aulas

Resultado de imagem para Justiça condena escola que impediu garoto de dreads de assistir aulas

Chikayzea Flanders, de 12 anos, foi proíbido de assistir aulas na Fulham Boys School em Londres por causa de seu penteado. Adivinhem, o jovem negro estava impedido de entrar na escola por usar dreadlocks. Racismo, a gente vê por aqui.

A discriminação racial aconteceu em setembro de 2017. Ao chegar para o primeiro dia de aula, o pequeno britânico foi informado por representantes da instituição de ensino que se não cortasse o cabelo, receberia uma suspensão.

Sua mãe, Tuesday Flandres, ficou indignada com o racismo da escola e entrou na Justiça contra a medida absurda. Ela argumentou que a exigência, além de racista, poderia ser caracterizada como um ataque à religião da família, que é rastafári. No rastafarianismo, os seguidores tradicionalmente usam dreads. Tuesday tirou o filho da Fulham Boys School.

Resultado de imagem para Justiça condena escola que impediu garoto de dreads de assistir aulas

Como se racismo fosse defensável, o diretor da escola, Alun Ebenezer, disse que a política de aparência continuaria valendo, pois “protege o modo de atuação a instituição”.

Ele relatou também que  “20% de nossos alunas vêm de escolas privadas e convivem com 40% de alunos de classes menos favorecidas”. Segundo ele, “a política de uniforme serve para que não haja diferenciação entre os alunos”.

David Isaac, diretor da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos ajudou a família e manifestou contentamento com a decisão judicial. “A escola reconheceu suas falhas nessa questão e concordou em revisar suas políticas”, finalizou.  

A Justiça ordenou que a Fulham Boys School pague uma indenização à Tuesday e seu filho, além de cobrir os gastos com o processo.

“Como pais, nós confiamos nas escolas e nos professores para ajudar a moldar a vida das crianças através da educação, mas eles jamais deveriam restringir expressões da sua identidade ou de suas crenças religiosas”, declarou à BBC.

Fotos: Reproduçãov /fonte via