Museu da Lua: Artista cria réplica gigante e perfeita da Lua que vai rodar o mundo

E se você pudesse ver a Lua de pertinho?

É o que propõe este museu incrível, que exibe uma réplica de nosso satélite natural com sete metros de diâmetro.

O Museu da Lua foi criado pelo artista britânico Luke Jerram e já foi exibido tanto em áreas internas quanto em ambientes externos. Cada localidade cria seus próprios eventos em torno da exposição, que já passou por diversas cidades na Europa, além de ser exibida nos Estados Unidos, Austrália e na China.

A obra expressa todos os detalhes do satélite, recriados através de imagens do Centro de Ciências Astrológicas da NASA. Cada centímetro da réplica representa cerca de 5 km da superfície lunar.

Em um vídeo de apresentação do projeto, Luke conta que seu fascínio pela Lua vem do fato de que cada cultura possui diferentes histórias e lendas a respeito dela. Dá o play para ver!

Para saber os próximos lugares em que a exposição irá acontecer, clica aqui e confira a agenda do Museu da Lua.

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A árvore que é literalmente dona de si e a importância de sua condição jurídica surreal

Na cidade de Athens, na Georgia (EUA), uma árvore é completamente dona de si – e ela provavelmente tem mais posses do que você.

A história dela começa por volta de 1800, quando William H. Jackson decidiu honrar a árvore que foi testemunha de muitas de suas aventuras de infância.

Dessa forma, ele colocou uma placa próximo à planta, onde pode ser lido: “Em consideração ao grande amor que carrego por esta árvore e pelo grande desejo que tenho por sua proteção, por todos os tempos, transmito a ela toda a possessão de si mesma e de toda a terra a oito pés da árvore por todos os lados”.

Embora a escritura das terras não tenha sido encontrada, a população da cidade reconheceu como legítimos os direitos do carvalho-branco sobre si e sobre a terra em que está plantado.

Porém, o destino tinha outros planos para ele… A árvore adoeceu e foi derrubada durante uma tempestade em 1942, mas sua história não terminou: alguém plantou uma das bolotas do carvalho e uma nova planta cresceu a partir daí.

Chamado desde então de “O filho da árvore que é dona de si”, o novo carvalho herdou também o patrimônio da família – os oito pés (cerca de 2,4 m) ao seu redor em todas as direções e, mais importante, o reconhecimento de ser seu único dono. Como legalmente ainda não é possível que uma árvore tenha propriedades em seu nome, a cidade e seus habitantes são os verdadeiros responsáveis em dar continuidade a este legado.

Fotos: Domínio Público/fonte:via