Gorilas posam para selfie com cuidadores e protetores em parque nacional no Congo

Todo dia a internet nos oferece uma imagem inusitada ou mesmo incrível que percorre o mundo e viraliza superando qualquer bolha – e a foto que desde o final de semana recebeu esse título como viral do momento veio diretamente da República Democrática do Congo, e em princípio não passa de uma simples selfie.

Seu grande diferencial, no entanto, são os modelos que posam junto de Mathieu Shamavu, que tirou a foto: dois charmosos gorilas. A imagem, originalmente postada por um grupo anti-caça, rapidamente passou a ser compartilhada aos milhares.

A foto de Mathieu e seus amigos que viralizou

Mathieu trabalha como guarda florestal no Parque Nacional Virunga, e a legenda define perfeitamente o espírito de seu trabalho: “outro dia no escritório” – enquanto, na imagem, os dois gorilas se exibem orgulhosamente, fazendo suas melhores poses para saírem bem na foto. O parque fica em uma região montanhosa ao leste do Congo, e foi o primeiro nacional criado dentro do continente africano, com o propósito justamente de proteger os gorilas locais.

Os gorilas do Congo sofrem intensa ameaça de extinção, com somente mil animais ainda vivendo em estado selvagem. O principal inimigo é mesmo a caça, e por isso cerca de 600 guardas trabalham no parque. Os animais da foto são criados em uma unidade especial no local, para que consigam sobreviver, e por isso estão acostumados com o contato humano – como a garbosa fotografia claramente comprova.

Mathieu adora tirar fotos com seus amigos gorilas

© fotos: reprodução/fonte:via

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Garota pré histórica teve pais de diferentes espécies humanas – e isso muda tudo

Mesmo quando um conjunto enorme de evidências científicas apontam para um lado, não se pode descartar a possibilidade de novas descobertas mudarem o que se acredita saber. E isso foi colocado a prova por um recente achado arqueológico.

Uma mulher que viveu há 90 mil anos tinha metade do DNA Neandertal, e a outra metade Denisova (uma possível espécie de hominídeo que teria vivido na Sibéria). A descoberta foi feita através de uma análise de genoma de um osso encontrado em uma caverna siberiana e divulgada na revista científica Nature.

É a primeira vez que cientistas identificam um indivíduo cujos pais pertenciam a grupos humanos diferentes, o que pode mudar muita coisa sobre o que se acredita a respeito da evolução humana.

A variação genética em humanos modernos e antigos já sugeria a alguns cientistas que cruzamentos entre Neandertais e Denisovos (e até Homo sapiens) poderia ter acontecido, mas nenhuma evidência científica jamais havia sido descoberta.

40% do DNA de Denny, como a mulher foi apelidada, correspondia ao material genético Neandertal, e outros 40% ao material genético Denisovo. O sequenciamento também permitiu afirmar que se trata de uma mulher, que morreu com ao menos 13 anos de idade.

Por um momento, os cientistas não sabiam dizer se Denny era propriamente filha de um membro de cada espécie, ou se seus pais faziam parte de uma população formada por híbridos entre Neandertais e Denisovos, mas, durante os estudos, eles tiveram a certeza de que ela era mesmo filha de um membro de cada linhagem.

Foto da caverna: Bence Viola/Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology/fonte:via

Este artista pintou meticulosamente 100 mil réplicas perfeitas de Van Gogh

Van Gogh é um dos pintores mais conhecidos e icônicos da história da arte. Se seu último quadro foi leiloado por mais de 8 milhões de dólares, o artista não conheceu o sucesso em vida, tendo morrido pobre e incompreendido, com apenas 37 anos. Hoje as coisas são bem diferentes e obras clássicas como ‘A noite estrelada’ estampam souvenirs em lojas do mundo inteiro, principalmente na Holanda, país onde ele nasceu.

Do outro lado do mundo, o chinês Zhao Xiaoyong ganha a vida pintando réplicas perfeitas dele, que depois costumam ser vendidas em uma loja de souvenirs de Amsterdã, cidade que abriga o incrível Museu Van Gogh. Hoje, ele já pintou mais de 100 mil réplicas, sem nunca ter estudado ou feito qualquer curso de arte e, muito menos ter visto uma obra original do pintor holandês.

Nascido em uma casa muito pobre na província de Shenzhen – China, Zhao é autodidata e, recentemente teve a oportunidade de viajar até Amsterdã para conhecer o museu que abriga a maior quantidade de obras de Van Gogh no mundo. A viagem aconteceu a convite de seu mais antigo e fiel cliente, aquele que costuma comprar praticamente todas as suas réplicas.

O problema é que ele ficou um pouco decepcionado quando descobriu que seus quadros eram vendidos por 9 vezes a mais em uma minúscula loja de souvenirs de Amsterdã, já que ele tinha certeza que estampavam as paredes de uma galeria de arte. É esta a história que o documentário “The man who’s painted 100,000 Van Goghs” (o homem que pintou 100 mil Van Gogh’s) conta.

Fotos: reprodução Youtube /fonte:via