Conheça o Scribit, o ‘robô grafiteiro’ que faz desenhos e decora paredes

É preciso muita convicção do que se quer fazer para pintar ou desenhar uma imagem ou um texto na parede de sua casa ou de seu negócio. E, uma vez que se começa, voltar atrás é praticamente impossível.

Quer dizer… mais ou menos por aí.

Para quem não quer passar apuros, basta utilizar o Scribit, e todos esses riscos e exigências desaparecem, e o que aparece é uma incrível ilustração feita em sua parede à perfeição e, melhor, que pode ser apagada e substituída.

O aparelho é um “robô grafiteiro”, capaz de reproduzir imagens a partir de um aplicativo em praticamente qualquer superfície vertical.

O Scribit foi inventado pelo professor da MIT Carlo Ratti, e oferece uma solução tão engenhosa e eficaz que seu projeto de financiamento coletivo no Kickstarter alcançou a meta em somente duas horas.

O Scribit é a solução perfeita para, por exemplo, um restaurante que precisa anunciar os pratos do dia, para quem quer escrever frases inspiradoras, decorar o quarto com um desenho do Van Gogh – ou um original criado por você mesmo. O robô permite apagar ou atualizar o desenho quando se quiser.

Sua tecnologia opera ao mesmo tempo com até quatro cores, e basta um par de pregos presos à parede, uma tomada e uma conexão à internet para a mágica acontecer. As superfícies mais indicadas são paredes comuns e vidros, mas o Scribit em princípio imprime sobre qualquer superfície vertical, e o robô vem com 24 cores diferentes para serem utilizadas. Para apagar ele usa o calor – fazendo a tinta simplesmente evaporar.

Não só o resultado final é incrível, mas como mostram as imagens, o próprio robô realizado o desenho já é uma atração e tanto.

A Claro tem vantagens do pré ao pós-pago. Uma rede novinha, com o 4.5G até 10x mais rápido e WhatsApp e ligações Ilimitados. E ainda Passaportes Américas Europa para navegar e falar no exterior como se estivesse no Brasil. E aí, tá dentro?

© fotos: reprodução/fonte:via

Chocante: Hóspedes racistas abandonam piscina de hotel após menina negra entrar na água

O caso de racismo envolvendo uma criança de 4 anos – vítima de discriminação em um hotel de luxo em São Paulo, é o exemplo perfeito da forma de agir deste preconceito no Brasil.

Ser negro neste país é conviver com o risco de ser ofendido por causa da cor de sua pele a qualquer momento. Não importa, seja em uma simples ida até o supermercado ou para entrar no prédio onde mora, invariavelmente olhares e cochichos emergirão.

Um relato publicado no Universa, mostra outra característica da discriminação. Algumas vezes o racismo sequer pede licença. O caso aconteceu em uma tarde do domingo ensolarada no Hotel Fasano, em Porto Feliz, cerca de 100 km da capital paulista. Ava, de 4 anos, estava acompanhada pelos pais, quando toda sorridente foi para a piscina querendo fazer amigos.

Logo de cara, foi rejeitada pelas crianças brancas. “Você não está vendo que eu estou aqui?”, indagou uma delas, mostrando que desde cedo o racismo faz parte do, digamos, plano educacional de muitas crianças caucasianas do país.  

Luzinete da Silva Leandro, de 41 anos, é uma mulher negra, que trabalha como babá com a família. Calejada e possivelmente vítima de uma imensidão de preconceitos raciais, ela logo sacou o que se passava e pediu para a garota se afastar dos pequenos racistas.

Comprovando a tese que racismo vem de berço, as mães das crianças não repreenderam seus filhos, pelo contrário, insinuaram que Ava teria ‘micose’ ou algum outro tipo de ‘doença contagiosa’. Para completar, as madames se referiram a criança como ‘esse tipo de gente’.

Uma amiga de Maria – mãe da criança, ficou com Ava na piscina. Pasmem, as outras mães pegaram seus filhos e deixaram o espaço.

“Me deu raiva, vontade de chorar, me senti humilhada. Porque é como se não fôssemos gente. Como se negros só existissem para servir seus palacetes. Jamais para dividir a piscina”, disse Luzinete.

O Fasano emitiu uma nota lamentando o ocorrido. O hotel disse ainda que ‘“repudia qualquer ato de discriminação” e “reafirma seu compromisso em defesa do respeito humano e da diversidade e se coloca à disposição das autoridades para auxiliar na elucidação dos fatos”.

É importante ser dito que o Hotel Fasano Boa Vista é um point frequentado pela elite paulista. O espaço está localizado dentro de um condomínio de alto padrão onde a amiga de Maria tem uma casa. Racismo não existe?

Fotos: Reprodução/fonte:via