Vida e arte de Basquiat vão se transformar em um musical na Broadway

Apesar de muita gente torcer o nariz para musicais, temos de admitir que eles podem ser excelentes maneiras de nos mostrar mais sobre a vida de um artista, de maneira lúdica e simples. Foi pensando nisso que o músico e premiado diretor de espetáculos musicais – John Doyle, decidiu transformar a vida de Jean-Michel Basquiat em musical da Broadway.

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A vida do artista foi rápida, intensa e marcada por altos e baixos. Hoje, 30 anos após sua morte, ela ainda é forte influência para artistas, grafiteiros ou simples mortais, como nós. Quando morreu – em 1988, de overdose, ele já era uma estrela no pulsante cenário artístico de Nova York e, hoje suas obras costumam ser adquiridas por altíssimos preços em leiloes de arte pelo mundo inteiro.

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Basquiat deixou 2 irmãs, que afirmam terem recebido diversas propostas para apresentar a vida de seu irmão nos palcos, mas somente a ideia de Dolye que as encantou: Ao longo dos anos, muitas pessoas nos abordaram sobre contar a história de nosso irmão no palco. Nosso interesse foi despertado quando entendemos que sua abordagem de contar a história de nosso irmão trata sua vida, sua arte e seu legado com respeito e paixão“, disseram ao site It’s Nice That.

https://i2.wp.com/ranieririzza.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Basquiat-imagem-livro.jpgA estreia ainda não tem data para acontecer, mas uma coisa já podemos adiantar: este provavelmente será o musical mais disputado dos últimos tempos!

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Fotos: Reprodução/fonte:via

Refugiado sírio abre 2 restaurantes em São Paulo e fatura R$ 1 milhão

eyad, sírio (Foto: Arquivo Pessoal)

Eyad Abou Harb tem apenas 24 anos e muita história para contar. Em 2011, o jovem sírio teve que deixar o seu país e família para trás, em busca de uma nova vida longe da guerra e da triste realidade que ele vivia. Passou 2 anos na Jordânia, onde trabalhou em um restaurante e, em 2013, quando soube que o Brasil estava aceitando refugiados, decidiu atravessar o mundo para viver no ocidente.

Chegou em São Paulo sem conhecer a língua e ninguém, porém foi aconselhado a viver no bairro do Brás, lar de uma grande comunidade árabe. Conseguiu emprego em um restaurante árabe e passou um ano morando na casa de uma família brasileira, que o ensinou português e o ajudou a economizar o suficiente para que ele conseguisse abrir o seu próprio restaurante.

Sua especialidade é o shawarma, lanche típico do oriente médio, que faz sucesso nas movimentadas ruas da maior cidade do Brasil. Na icônica Avenida São João, bem em frente ao monumento da Mãe Preta, Eyad prepara diariamente o suculento  shawarma, que fez tanto sucesso, que ele precisou abrir uma outra unidade para dar conta do recado, no bairro da Penha, zona leste de São Paulo.

Hoje, ele vende cerca de 200 unidades por dia, por 10 reais cada, faturando 1 milhão ao ano. Uma história que começou mal, porém após muita força de vontade, determinação e generosidade daqueles que cruzaram seu caminho, é um verdadeiro relato de superação.

Fotos: arquivo pessoal/fonte:via