Pilares de Lena: a imponente floresta de pedra do leste da Rússia

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Por mais abundante e onipresente que sejam as belezas naturais do planeta, muitas vezes algumas joias a natureza nos esconde, e exige especial dedicação para que possamos aprecia-las. É o caso da incrível floresta de pedra de Lena, em Yakutsk, na Sibéria, uma das mais espetaculares maravilhas naturais da Rússia, onde os Pilares de Lena se estendem por dezenas de quilômetros à beira de um rio: para alcançar o local é preciso viajar por horas de avião até a região, e atravessar um passeio de barco por quatro dias.

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E o esforço definitivamente vale a pena: as formações de pedra de cerca de 500 milhões de anos crescem à alturas de até 150 metros rumo ao céu. As extremas temperaturas no Parque Natural Pilares de Lena – mais de 40 graus no verão, e cerca de -60 graus no inverno – provocam um processo criogênico nos pilares que fragmenta as pedras, criando os vãos entre elas feito fosse um bosque de pedras.

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O local foi decretado como Patrimônio Mundial em 2006, também por ser reduto de centenas de tipos de fósseis primitivos, como de mamutes, bisões e rinocerontes, assim como de milhares de outros registros ancestrais da vida na Terra. Acima de tudo, porém, a beleza estonteante e quase assombrosa do lugar nos lembra de como a criatividade e o impacto da natureza é efetivamente insuperável.

© fotos: reprodução/fonte:via

Alguém notou que as botas espaciais de Louis Armstrong não batem com pegadas na Lua

A primeira missão tripulada à Lua vai completar cinco décadas no ano que vem, e, junto com o aniversário, serão cinquenta anos de teorias conspiratórias que duvidam que Louis Armstrong e Buzz Aldrin (e dez outros astronautas) realmente pisaram no satélite.

E, mesmo após tanto tempo de debates com argumentos dos dois lados, ainda é possível que surjam novos fatos para dar suporte à tese de que tudo não passou de uma grande fraude. Mas talvez eles não sejam tão factuais assim.

A teoria, que tem circulado na internet, compara uma foto das botas de Neil Armstrong, que foram exibidas junto de outras partes do traje no Museu do Ar e Espaço, em Washington, às famosas imagens das pegadas de Neil e Buzz na Lua.

As imagens são claras: não é possível que as botas de solas lisas de Armstrong tenham deixado marcas com listras, como são as pegadas (que, diga-se, estão na Lua há quase 50 anos e só sairão de lá caso outra pessoa mexa nelas, já que não há vento para mover o material da superfície lunar).

Mas há mais sobre essa história do que as duas fotos indicam: na verdade, o traje espacial exibido no museu não está completo. Para voltar à Terra, os astronautas deixaram para trás alguns objetos que significariam um peso desnecessário na nave espacial.

Foram mais de cem itens deixados, incluindo lentes de câmeras (usadas para transmitir a chegada à Lua na Terra), fluídos corporais (isso mesmo que você está pensando) e… um complemento das botas, chamado Overboot.

Se trata de nada mais que uma bota usada sobre outra bota para dar mais proteção contra o risco de rasgos ou a entrada de poeira da superfície lunar no traje espacial. Tudo devidamente documentado por relatórios da NASA desde a década de 60.

Fotos via NASA/fonte:via