Mãe diz que filho não arruma ‘dates’ por conta do feminismo e acusações de assédio; internet não perdoa

Apesar das boas intenções, a ingenuidade de uma mãe, temperada com pitadas de conservadorismo e uma boa porção de desconhecimento a respeito do que é o movimento #MeToo nos EUA e a afirmação feminina em denúncia contra os abusos sexuais fez de um post que visava “divulgar” as qualidades de seu filho solteiro uma isca perfeita para a fábrica de memes que é a internet. A mãe claramente também não sabia como a internet funcionava, e seu post original se transformou na matéria prima para uma hilária onda de memes.

No post, a mãe compartilhou uma foto do filho em um uniforme da marinha, com a seguinte legenda: “Esse é meu filho. Ele se formou em primeiro, ganhou um prêmio na United Service Organization, foi o primeiro na escola. Ele é um cavalheiro e respeita as mulheres. Ele não sai para encontros pelo atual clima de falsas acusações sexuais por feministas radicais com um machado prontas para destruir”. EU VOTO #HimToo” e, no lugar da hashtag #MeToo, que no movimento significa “eu também”, como alguém que também sofreu abusos, ela criou uma nova: #HimToo, ou Ele também. Ao invés de responder com agressividade, a internet percebeu a ingenuidade da mãe, e respondeu com humor, replicando o mesmo texto escrito pela mãe, com imagens diversas e bem humoradas.

Ao fim, o próprio Pieter Hanson, o marinheiro em questão, respondeu da melhor maneira possível – e a história se completou bem sucedida, com o deboche peculiar ao mundo virtual resolvendo o hilário dilema original. “Essa é minha mãe. Às vezes pessoas que amamos fazem coisas que nos machucam sem perceber. Vamos contornar isso. Eu respeito e acredito nas mulheres, e nunca apoiaria um movimento #EleTambém. Eu sou um orgulhoso veterano da marinha, e Twitter, seu jogo de memes foi perfeito”, respondeu – para alegria da internet, que concluiu com precisão e carinho: “Agora você é NOSSO filho”, disse um post.

© fotos: reprodução/fonte:via

Projeto dá novos e positivos usos para gaiolas apreendidas da caça ilegal

 

Você provavelmente concorda que a caça ilegal de animais deve ser combatida e que é importante libertar os animais enclausurados para prazer humano, certo? Mas já parou para pensar no que fazer com as gaiolas que (ainda bem) ficam vazias depois disso?

A questão foi levantada no Grupo de Escoteiros de Treviso, uma cidade de Santa Catarina. Foi assim que nasceu o projeto “Quem ama deixa voar”, em parceria com a Polícia Militar Ambiental do estado e com o Instituto do Meio Ambiente.

Em conjunto com o ateliê Maria Lamparina, os escoteiros pegam as gaiolas, que antes estavam abandonadas em depósitos, e as transformam em luminárias, porta-velas, floreiras, comedouros para animais, jardins suspensos ou o que mais a imaginação permitir.

As gaiolas reformadas serão expostas na praça da cidade e posteriormente distribuídas em estabelecimentos comerciais de Treviso, para que sua utilidade seja permanente.

Além do aspecto lúdico da transformação dos materiais, é uma ação de conscientização ambiental importante para as crianças e adolescentes do Grupo de Escoteiros, que, antes de colocar a mão na massa, recebem explicações sobre as origens das gaiolas apreendidas e a importância de preservar a vida silvestre.

Fotos via Maria Lamparina /fonte:via