Frio é pouco: fotógrafa registra o incrível festival em um lago congelado na Mongólia

Existem diversas maneiras de se contar uma história. Se algumas pessoas possuem facilidade para encontrar as palavras certas e construir uma narrativa, outras possuem o dom de comunicar através das imagens, como a fotógrafa francesa Céline Jentzsch. Viajando o mundo com o objetivo de conhecer novas culturas e pessoas diferentes, a fotógrafa enxerga o mundo com os olhos de um boa contadora de histórias e, suas imagens transparecem isso.

Seu trabalho funciona como se fosse um documentário e, sua última série foi realizada em um festival de gelo em um lago congelado, na Mongólia. O festival, que já existe há bastante tempo, foi criado com o intuito de incentivar o turismo na região, mostrando as pessoas que mesmo no frio é possível se reunir com os amigos, sair de casa e se divertir.

O frio é grande, mas não é impedimento para que as pessoas participem de atividades ancestrais, como luta livre mongol, arco e flecha e shuffleboard. Apaixonada pela região e pela naturalidade das pessoas que lá habitam, Céline também organiza viagens para o país, através de uma parceria com a Photographers of the World.

Fotos: Céline Jentzsch /fonte:via

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Este garotinho fundou seu próprio banco com 7 anos de idade e hoje o negócio prospera

Vivemos em um mundo cheio de possibilidades e, talvez por isso, algumas pessoas têm tanta dificuldade em escolher suas profissões. Não é fácil decidir o que fazer pelo resto da vida diante de tanta oferta e tantos questionamentos, porém, este não é o caso de Jose Adolfo Quisocala Condori, um garoto peruano, de 13 anos de idade.

Quando tinha apenas 7 anos, teve uma ideia que mudou completamente sua vida e das crianças de sua comunidade, criando um banco de poupança, que hoje já atende mais de 2000 crianças. A ideia surgiu quando ele percebeu que seus colegas gastavam toda a mesada em doces e brinquedos, sem guardar nada para compras mais significativas ou, simplesmente por guardar. Seguindo o exemplo de sua família, que sempre poupou dinheiro para as horas mais difíceis, Jose encontrou a fórmula perfeita para o seu empreendimento, na reciclagem.

O Bartselana Student Bank, foi fundado em 2012, em sua cidade natal – Arequipa – no Peru e, funciona com uma mentalidade de troca. Sua instituição só atende crianças, que podem se tornar clientes quando entregam pelo menos 5 kg de lixo reciclável. Para continuar sendo membro do banco, é preciso entregar, no mínimo, 1 kg de lixo todos os meses.

Ao abrir a conta, o banco e a criança estipulam uma meta de poupança e o dinheiro só poderá ser retirado quando a meta for atingida. Para garantir que somente as crianças se beneficiem deste dinheiro, somente elas podem fazer saques, nem mesmo os pais estão autorizados.

Entre 2012 e 2013, o Bartselana Student Bank coletou 1 tonelada de material reciclável e gerou economia para 200 crianças na escola de Jose. O sucesso é tanto, que hoje diversos bancos procuram o jovem para fecharem parcerias e, seu banco oferece cada vez mais serviços, como seguros, empréstimos e investimentos. O que o inspira é que as pessoas saibam administrar seu dinheiro desde a infância, para que no futuro não tenham maiores problemas.