Este apartamento disponível no AirBnb é uma verdadeira cápsula do tempo

Quantas histórias já se passaram dentro de um apartamento que foi construído no fim do século XVIII? Se ele pudesse falar, certamente ouviríamos coisas inimagináveis, porém é possível se aproximar mais de tudo que aconteceu lá dentro, já que ele está disponível no Airbnb. Localizado em plena fervura da cidade de Nova Iorque, no bairro Hudson Square, a James Brown House nos transporta para outro século.

Listado no Registro Nacional de Lugares Históricos, ele é um verdadeiro marco e, recebeu este nome porque pertenceu originalmente ao soldado James Brown, veterano afro-americano que lutou na Revolução americana de 1776. Na época, ele também inaugurou a primeira tabacaria da Nova Iorque, localizada no subsolo do prédio.

Em 1890 um imigrante irlandês o comprou e transformou em uma das primeiras tabernas da cidade e, depois disso, ele viveu mais de um século de histórias. Com quadros centenários, banheiro com pastilha azul clara e móveis que já viram muita coisa, você também pode voltar ao tempo, por pouco mais de 500 reais a noite.

Fotos: Airbnb /fonte:via

A mulher que já ajudou a identificar mais de 500 criminosos com sua arte

A norte americana Lois Gibson passou mais de 30 anos trabalhando como artista forense no Departamento de Polícia de Houston – no Texas, dos quais ela ajudou a polícia a identificar mais de 500 criminosos, através de sua sensibilidade. A maioria de suas ilustrações foram feitas sem nunca ter visto a pessoa, apenas com as descrições informadas pelas vítimas.

Ela, que recentemente entrou para o Guinness – livro dos recordes, no ano passado, por ter sido a artista forense que mais ajudou a polícia a identificar criminosos, em todo o mundo, diz que não foi coincidência que tenha decidido dedicar sua arte para solucionar crimes. Quando tinha 21 anos, Lois sofreu um assalto à mão armada em que quase morreu, em Los Angeles.

Estima-se que ela tenha ajudado a desvendar mais de 1260 casos e, hoje seus retratos estampam paredes de edifícios públicos em todo o estado. Formada em arte, pela Universidade do Texas – em Austin, ela explica ao site Colors Magazine porque sua arte não precisa ser, necessariamente, bela: Minha arte é o único tipo que não precisa ser bonito. É feia, desleixada e incompleta – mas, se salvar vidas, fica bonita e perfeita”.

Fotos: Colors Magazine /fonte:via