The Weather Channel se supera novamente com efeitos artificiais aterrorizantes

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Não faz muito tempo que o The Weather Channel surpreendeu aos espectadores ao mostrar os efeitos de um furacão recriados em 3D e em tempo real na tela.

Agora, o canal ousa novamente e mostra os riscos de incêndios em áreas naturais, um problema que vem crescendo e já acomete uma área duas vezes maior do que em 1970.

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Embora o clima tenha um papel fundamental neste tipo de desastre, a apresentadora Stephanie Abrams indica que 80% dos incêndios florestais começam devido à atividade humana. Pode ser uma fogueira esquecida que manteve sua brasa ou aquele cigarro que foi jogado no lugar errado (e ainda aceso).

Em pouco tempo, o fogo pode se espalhar e tornar-se quase indetível, destruindo áreas de tamanho equivalente a um campo de futebol a cada segundo.

A produção demonstra os impactos deste tipo de incêndio e mostram como as chamas podem facilmente se propagar a cidades próximas. Ao final, a apresentadora faz um alerta a pessoas que vivem em áreas propensas a desastres ambientais: é importante ter um plano de fuga, pois residentes nessas regiões podem ter apenas algumas horas ou minutos para escapar.

Fotos: Reprodução The Weather Channel/fonte:via

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Sem querer, estudante encontra minério presente em apenas seis crateras na Terra

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Apesar da pouca idade, Morgan Cox é responsável por uma das maiores descobertas da ciência nos últimos tempos. A estudante da Escola de Geologia e Ciências Planetárias da Universidade de Curtin, na Austrália, encontrou um mineral extremamente raro na Terra.

Cox estava à frente de um projeto sem grandes ambições. Durante expedição no oeste australiano, a jovem ficou intrigada com amostras retiradas da caverna Woodleigh. Eis que é surpreendida.

Megan Cox acabara de descobrir o reidite, material formado como um mineral comum, o zircão, e que se transforma por causa da pressão gerada pelo impacto das rochas espaciais. De tão raro, antes do feito de Cox, apenas seis crateras em todo o planeta Terra dispunham do artefato.

“Esta é uma grande história, porque Morgan Cox não é uma pesquisadora graduada, mas uma estudante conduzindo um projeto especial”, afirmou Aaron Cavosie, responsável por supervisionar a pesquisa universitária.

A façanha deixou pesquisadores experientes espantados. O reidite é tão difícil de ser achado, que é mais raro que ouro e diamante. Ou seja, o valor é imensurável e ele só se forma em rochas que sofrem um grande pressão.

“Morgan termina seu projeto conosco neste ano e quer fazer um doutorado em Ciências Planetárias. Não posso imaginar um começo melhor para sua carreira”, concluiu Aaron.

Foto: Reprodução/fonte:via