Tutora cria um cama-carrinho para poder passear com sua cadelinha de 14 anos

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Acessibilidade é amor, é oferecer possibilidades para o convívio e o afeto – seja para pessoas com deficiências ou dificuldades, seja para animais. É isso que a história cadelinha capixaba Lilly, de 14 anos, e de seu tutora, Gabriele Gripp, nos mostra: portadora de uma doença genética chamada displaxia coxofemoral, Lilly sofria com tanta dor em suas articulações que já não conseguia mais sair de casa. Para espantar a tristeza de sua cachorrinha, Gabriele fez uma um carrinho especial para que ela pudesse passear.

Gabriele viu na internet a ideia, e decidiu copiar. Ela então pediu a seu pai que desenvolvesse um carrinho para Lilly. Com um pedaço de tábua, um puxador de gaveta e rodinhas, o carrinho estava pronto – e a felicidade parece ter voltado para a vida da cadelinha. A casa foi toda preparada, com tapetes antiaderentes e caminhas especiais para ela ter mais facilidade para levantar.

E se antes, por conta da dor, Lilly não permitia mais que ninguém a pegasse no colo, agora, com a engenhoca que permite que ela volte a passear, ela voltou a ser dócil como sempre foi, e parece saber a hora de dar sua voltinha – e de poder ser feliz de novo.

© fotos: reprodução

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E se personagens das pinturas clássicas frequentassem festivais de música?

'Mona Lisa', de Leonardo Da Vinci (1503-19) / Reprodução / Facebook
Você certamente já viu os personagens retratados em importantes pinturas sendo retirados de seus contextos originais e reposicionados em outros insólitos locais. No mundo dos memes, isso acontece toda hora. Mas o fotojornalista húngaro Márton Neméni foi além. Aficcionado por festivais de música e frequentador assíduo do Sziget Festival, que ele chama de “o Burning Man europeu”, ele resolveu, através de montagens digitais, colocar esses tais personagens dentro da festa húngara da música.
Assim, a entediada Mona Lisa pode ser vista colada na grade do palco principal, a “Liberdade” de Eugène Delacroix nos ombros de alguém no meio da galera, e o casal mais famoso de fazendeiros da história da pintura um tanto impactados pelo som do Artic Monkeys em meio ao público do festival. O resultado é interessante e hilário – seria uma edição realmente especial do festival.
'O Nascimento de Vênus', de Botticelli (Século XV) / Reprodução / Facebook
‘O Nascimento de Vênus’, de Botticelli (Século XV) / Reprodução / Facebook
'O Beijo', de Francesco Hayez (1859) / Reprodução / Facebook
‘O Beijo’, de Francesco Hayez (1859) / Reprodução / Facebook
'A Liberdade guiando o povo', de Eugène Delacroix (1830) / Reprodução / Facebook
‘A Liberdade guiando o povo’, de Eugène Delacroix (1830) / Reprodução / Facebook
'Perseus Freeing Andromeda', de Peter Paul Rubens (1638) / Reprodução / Facebook
‘Perseus Freeing Andromeda’, de Peter Paul Rubens (1638) / Reprodução / Facebook
'Mona Lisa', de Leonardo Da Vinci (1503-19) / Reprodução / Facebook
‘Mona Lisa’, de Leonardo Da Vinci (1503-19) / Reprodução / Facebook
'The Fortune Telling', de Julio Romero De Torres (1922) / Reprodução / Facebook
‘The Fortune Telling’, de Julio Romero De Torres (1922) / Reprodução / Facebook
'A Criação de Adão', de Michelangelo (1505-12) / Reprodução / Facebook
‘A Criação de Adão’, de Michelangelo (1505-12) / Reprodução / Facebook
'Young Girl Carrying A Pumpkin', de Fausto Zonaro (1889) / Reprodução / Facebook
‘Young Girl Carrying A Pumpkin’, de Fausto Zonaro (1889) / Reprodução / Facebook
'Countess D'haussonville', de Jean Auguste Dominique Ingres (1845) / Reprodução / Facebook
‘Countess D’haussonville’, de Jean Auguste Dominique Ingres (1845) / Reprodução / Facebook
'American Gothic', de Grant Wood (1930) / Reprodução / Facebook
‘American Gothic’, de Grant Wood (1930) / Reprodução / Facebook
'Dancers', de Edgar Degas (1884–85) / Reprodução / Facebook
‘Dancers’, de Edgar Degas (1884–85) / Reprodução / Facebook
'Bridget Holmes', de John Riley (1685) / Reprodução / Facebook
‘Bridget Holmes’, de John Riley (1685) / Reprodução / Facebook/fonte:via