Concurso de miss e mister albinismo celebra a diversidade no Quênia

Ser diferente da maioria nunca é fácil: a população albina que habita o oeste da África está sujeita a preconceito, perseguições e até sequestros por seitas de feitiçaria. As pessoas com albinismo estão sendo melhor representadas por modelos e fotógrafos, e agora contam com um concurso de beleza para chamar de seu.

A iniciativa acontece no Quênia desde 2016, onde as pessoas albinas podem ser perseguidas ou até abandonadas pelos pais durante a infância. Organizado pela Sociedade do Quênia para o Albinismo, o concurso tem como missão gerar consciência sobre os direitos civis aos quais a população precisa ter acesso.

Lara e Mara Bawar (Foto © Vinicius Terranova)

Vale lembrar que o albinismo é uma condição genética que afeta a produção de melanina, pigmento que dá cor a alguns órgãos, incluindo a pele, e não afeta de forma alguma o desenvolvimento cerebral. Os olhos também são afetados, com pessoas albinas enfrentando dificuldades para enxergar e precisando de cuidados especiais para se proteger da luz do sol.

Fotos sem crédito por Patricia Willocq fonte:via

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