A artista-mergulhadora que cria pinturas incríveis debaixo d’água

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Para pintar um quadro, um artista não precisa estar necessariamente dentro de um ateliê. O movimento de transformar qualquer lugar em estúdio, começou com os pintores impressionistas, porém Olga Belka transcende esta prática. Instrutora de mergulho e pintora profissional, a artista sediada na Tailândia, pinta seus quadros enquanto está mergulhando, criando a representação perfeita do fundo do mar.

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Cada obra leva cerca de 2 a 6 mergulhos para ficar pronta e, ela faz isso porque, segundo ela, fotografias e vídeos não são capazes de recriar a intensa beleza que existe quando estamos submersos. Apaixonada pela vida marinha, Olga não somente se sente em casa quando está mergulhando, como fez do fundo do mar seu estúdio particular.

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O segredo para que seus quadros permaneçam intactos nunca foram revelados, porém ela garante que usa técnicas ecologicamente corretas, que não agridem o habitat dos animais marinhos. Seu objetivo? Compartilhar com o mundo sua visão do reino subaquático!

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Fotos: Olga Belka

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Pai solo adota garotinha recusada por sete famílias por ter Síndrome de Down

Com apenas 7 dias de vida, Alba já havia sido rejeitada por 7 famílias. O motivo? Ela tinha síndrome de Down.

Os potenciais adotantes não conseguiam enxergar além de seu número de cromossomos. No entanto, Luca Trapanese quis adotar a menina e entendia que a síndrome nunca poderia impedi-la de se tornar uma modelo de destaque, trabalhar em um café fantástico, ou virar uma empreendedora. Resumindo: de ser quem ela quisesse.

Luca segura Alba no colo em frente a um quadro abstrato

O italiano já havia trabalhado em diversas instituições de apoio a pessoas com deficiência, atuando como voluntário desde os 14 anos de idade. Natural de Nápoles, ele decidiu adotar uma criança deficiente ao lado de seu antigo parceiro, com o qual não mantém mais um relacionamento.

Luca e Alba posam para a foto vestidos elegantemente

Embora o amor tivesse acabado, a ideia de adotar um bebê permaneceu. Foi assim que Luca entrou com um processo especial na Itália para realizar a adoção como pai solo. O país oferece um registro que permite que solteiros também adotem crianças com condições especiais de saúde.

Alba aparece de costas com a mão sobre o rosto de Luca

Foi assim que sua vida e a de Alba se cruzaram. Em entrevista ao Corriere del Mezzogiorno, o pai descreveu a primeira vez que viu a menina como uma “emoção enorme”. A história da adoção é contada por Luca no livro “Nata per Me“, lançado recentemente na Itália e ainda sem tradução para o português.

Luca beija a bochecha direita de Alba

Alba brinca com um livro infantil

fonte:via Fotos: Reprodução Facebook/Luca Trapanese