Casal viaja o mundo transformando os lugares que conhece em incríveis bordados

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Uma das melhores coisas da vida é poder viajar e conhecer o mundo com o amor da nossa vida, mas e se juntos, conseguíssemos converter todos os lugares que conhecemos em arte? É exatamente isso que o casal Charles Henry e Elin Petronella faz. Ele – francês e, ela – sueca, viajam pela Europa transformando as paisagens que costumam ver em lindos bordados.

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Inspirados na diversidade da arquitetura europeia, o casal apaixonado encontrou uma maneira criativa e inovadora de eternizar as memórias que vivem junto pelo velho continente. Cada um exerce um papel fundamental na composição dos bordados: enquanto Elin concentra-se nos detalhes dos edifícios e nos elementos urbanos, seu marido escolhe as cores e texturas.

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O famoso bonde amarelo de Lisboa, as românticas ruas de Paris e os icônicos canais de Copenhague são apenas três exemplos de lugares que foram eternizados pelas mãos desse casal único. Em tempos de selfies, eles criaram uma maneira muito mais original de fabricar memórias de viagem.

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fonte:via Fotos: Elin Petronella

Fotos do lendário Les Skuse, fundador de um dos primeiros clubes de tatuagens do mundo

As tatuagens têm ganhado cada vez mais adeptos nos últimos tempos, transformando a pele em arte ou grito de guerra, e é sempre bom lembrar da velha guarda e do caminho que tatuadores percorreram até ter seu trabalho reconhecido.

Um dos mais importantes de que se pode falar é o inglês Les Skuse, que nasceu em 1912 e aprendeu a tatuar com 16 anos. Morador de Bristol, ele aprendeu a arte com Joseph Hartley, provavelmente o único tatuador da região até que Skuse apareceu.

Ele abriu o próprio estúdio antes de completar a maioridade e, ao longo da carreira, se firmou como uma das maiores referências em tattoos da Europa, tendo fundado o Grêmio Britânico de Tatuagem e o Clube de Tatuagem de Bristol, onde muitos jovens tatuadores foram formados.

Durante a Segunda Guerra, Skuse lutou pelo exército britânico e tatuou vários de seus companheiros. Ele chegou a ser escolhido campeão do concurso Artista de Tatuagem da Inglaterra, em 1955, como reconhecimento pelos avanços que ele capitaneou em termos artísticos e técnicos.

O inglês era ávido por aprender e voou várias vezes para os Estados Unidos para trocar experiências com tatuadores locais, que também o visitavam na Inglaterra. Les Skuse tatuou até 1973, quando faleceu, mas deixou como herança uma família ligada à tatuagem: seus dois filhos e o neto seguiram os passos do patriarca e também ganham a vida com as agulhas.

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