Este idoso de 80 anos faz cinco aulas de balé por dia

Aos 80 anos, Hélio Haus faz horas e horas de balé todos os dias e mostra que nunca é tarde para fazer o que se gosta.

Sua paixão pela dança começou aos 75 anos, quando se matriculou no Centro de Movimento Deborah Collker, no Rio de Janeiro. A história de dedicação do idoso viralizou após ser compartilhada no Facebook pela professora de dança Camile Salles.

Segundo ela conta em uma publicação, Hélio chega a fazer cinco aulas em alguns dias, incluindo exercícios de balé e de alongamento. O idoso faz em média quinze horas de aula por semana.

Recentemente, ele teve sua estreia nos palcos no Teatro Carlos Gomes, no Rio, sendo ovacionado pela plateia.

Segundo uma reportagem veiculada pelo Bom Dia Rio, o balé era uma paixão antiga de Seu Hélio, que precisou ser adiada até a terceira idade graças às dificuldades enfrentadas durante a vida. O idoso perdeu seus pais ainda jovem e, com isso, passou a infância e a adolescência em um colégio interno, mas nunca desistiu do sonho de se tornar bailarino.

Com a aposentadoria, ele finalmente teve o tempo necessário para transformar o projeto em realidade. Vem ver mais fotos desse vovô que prova todos os dias que felicidade não tem idade!

Fotos: Camila Salles Photo/Reprodução /fonte:via

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Cowboy negro: Django da vida real prendeu 3 mil foras da lei no Velho Oeste dos EUA

Bass Reeves, o Django da vida real, prendeu mais de 3 mil criminosos em sua carreira com um dos primeiros delegados negros dos Estados Unidos. Em conflito, Reeves matou 14 pessoas e jamais levou um tiro sequer, falecendo de causas naturais em 1910, aos 72 anos.

Se o diretor de cinema Quentin Tarantino costuma utilizar a ficção para realizar vinganças históricas que não aconteceram na vida real – como no caso de Bastardos Inglórios e o assassinato de Adolf Hitler e a cúpula nazista no filme – , em Django Livre, a força negra se afirmando contra uma sociedade escravocrata talvez não fosse totalmente ficcional. O personagem vivido por Jamie Foxx nas telas traz muitas semelhanças com a incrível história de Bass Reeves, que em 1875 se tornou um dos primeiros delegados negros dos EUA.

Bass Reeves

Reeves nasceu escravo em 1838 no estado de Arkansas, e quando fugiu de seu “dono” foi viver entre os índios norte-americanos das tribos Creek e Seminole, onde aprendeu bastante do conhecimento nativo, como tornou-se fluente na língua das tribos – esse conhecimento seria determinante para que fosse selecionado como delegado, a fim de que pudesse negociar e se comunicar com os nativos.

Acima, a turma de delegados eleita com Bass (o primeiro à esquerda da primeira fila, com uma bengala)

Sua reputação como um delegado destemido, persistente e dono de uma inteligência capaz de ludibriar até mesmo os mais temidos bandidos tornou-se lenda, ao ponto que criminosos chegaram a se entregar simplesmente ao saberem que estavam sendo perseguidos por Reeves.

Estátua para Bass Reeves no Arkansas

© fotos: divulgação/fonte:via