Pra poder ter mais foco, ele largou tudo e foi morar numa barraca na floresta

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Thomas Backlund é empreendedor, programador e pediu demissão do seu emprego para viver em uma barraca, mudando duas vezes por semana sua localização em alguma floresta em Estocolmo, Suécia.

Ele fez essa opção para poder escrever em tempo integral os códigos do projeto de sua startup, dizendo que optou por morar em uma barraca para dedicar mais tempo e também para ter mais paz de espírito. “Computador, floresta, baterias… Nada prático? Será que não seria mais lógico continuar no meu apartamento e apenas cortar meus gastos? Bom, o racional e o certo nem sempre andam juntos”. Ele tem dois painéis solares portáteis Brunton de 62 Watts para carregar seu notebook, celular e bateria externa, e junta tudo em uma mochila, desde o fogão a barraca e os acessórios, que somam 35 kg. Thomas conta que foi difícil largar tudo, inclusive pela falta de apoio da família, mas que juntava forças olhando para uma foto de uma linda floresta para onde ele queria ir.

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A startup ainda não havia sido revelada, e três meses após estar morando na barraca, revelou seu projeto: chama-se Blockie.io e, segundo a descrição da página, é uma plataforma para não programadores para criar serviços de back-end realmente de forma fácil. Não há codificação, você pode construir serviços através da combinação de blocos de funcionalidade.

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Se sua startup vai dar certo ou não, só o tempo vai dizer, mas uma coisa é certa: sua experiência inusitada chamou a atenção de muita gente, inclusive investidores, e com certeza ele vai levar muito aprendizado em sua vida, que cabe toda numa mochila.

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todas as imagens @Thomas Backlund.

Arqueólogos encontram templo de esfolamento dedicado ao deus Xipe Totec no México

Arqueólogos encontraram o primeiro templo dedicado à divindade pré-hispânica Xipe Totec, um deus da fertilidade e da guerra adorado por sacrificar e esfolar prisioneiros.

De acordo com um comunicado do Instituto Nacional de Antropologia e História do México, as evidências indicam que sacerdotes sacrificavam ritualmente suas vítimas em um altar circular no templo, depois as esfolavam em um segundo altar. Por fim, usavam a pele dos sacrificados.

Xipe Totec

Os historiadores sabem há muito tempo que Xipe Totec, também conhecido como “o deus esfolado”, era adorado por numerosos povos no que é hoje o México central e ocidental e a costa do Golfo.

Mas a descoberta, feita entre as ruínas do sítio arqueológico Ndachjian-Tehuacan, no estado central mexicano de Puebla, marca a primeira vez que um templo dedicado a essa divindade é encontrado.

Entre os artefatos localizados no templo estão três esculturas de pedra de Xipe Totec: duas cabeças esfoladas e um torso (na imagem acima), cujas costas estão cobertas de gravuras que representam as peles de sacrifício usadas pelo deus.

“É uma peça muito bonita. Mede aproximadamente 80 centímetros de altura e tem um buraco na barriga que, de acordo com fontes históricas, é onde uma pedra verde era colocada para ‘trazê-lo à vida’ durante cerimônias”, explica Noemi Castillo Tejero, principal arqueóloga do projeto.

As cabeças, por sua vez, medem cerca de 70 centímetros de altura e pesam cerca de 200 quilos.

O ritual

O templo teria sido usado por volta do ano 1000 até cerca de 1260. A conquista espanhola do México começou em 1519.

Segundo informações do Instituto, Xipe Totec era um dos deuses mais importantes do México pré-hispânico e adorado em uma cerimônia chamada Tlacaxipehualiztli, que na língua indígena náuatle significa “usar a pele do esfolado”.

Vítimas sacrificiais eram mortas através de combates de gladiadores ou por flechas, e depois esfoladas para glorificar Xipe Totec. Suas peles eram então enterradas ao pé dos altares.

Dentro da expectativa, dois buracos preenchidos com terra foram encontrados na frente dos altares circulares em Ndachjian-Tehuacan. fonte:via[Phys]