Artista japonesa leva 2 meses para criar este polvo 3D de papel

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Os orientais são conhecidos mundialmente por sua impecabilidade em trabalhos manuais, como por exemplo o origami, arte tradicional e secular japonesa de fazer dobraduras incríveis com o papel. Porém, Masayo Fukuda transborda habilidade ao criar um polvo 3D de papel. O trabalho, que levou cerca de 2 meses para ficar pronto celebra o ápice da carreira da artista, que este ano completa 25 anos.

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Utilizando apenas um papel especial para dobraduras, estilete e uma fonte de luz, seu trabalho transparece tranquilidade, equilíbrio e muita experiência. No entanto, a artista afirma que sua arte é a maneira que encontrou de dissipar o estresse da vida diária.

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A perfeição do polvo é tanta que, à primeira vista chegamos a acreditar que ele foi desenhado e, não recortado. Um pequeno erro poderia arruinar sua peça por inteiro, por isso ela deixa claro que, paciência é fundamental. A técnica de arte japonesa através do corte de papel é chamada de Kirigami e começou a ser desenvolvida por volta do ano 700.

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Fotos: Masayo Fukuda

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Essa é uma lição de casa do Egito Antigo

A vida infantil no Egito Antigo não era só mergulhar no rio Nilo e brincar com gatos; aparentemente, envolvia lição de casa também.

Pelo menos se você fosse do sexo masculino e bem-nascido. Naquela época, a educação formal era quase exclusivamente o reino dos homens de famílias ricas.

Um tablete de cera de 1.800 anos que remonta ao Egito do século II dC, na época sob o controle do Império Romano, revela que tipo de ensino era oferecido a crianças em idade escolar.

A identidade do aluno é desconhecida.

Leitura, matemática e conselhos de vida

O tablete revela uma lição em grego antigo, incluindo um exercício de leitura e escrita e uma tabela de multiplicação. As linhas foram presumivelmente feitas por um professor.

De acordo com Peter Toth, curador da exposição na qual o tablete será mostrado, as frases não eram apenas destinadas à prática do alfabeto, mas também transmitiam lições morais.

“Não são apenas as mãos e os dedos, mas também a mente que está sendo instruída aqui”, disse Toth ao portal Live Science.

Algumas das sábias recomendações incluíam “Você deve aceitar conselho apenas de um homem sábio” e “Você não pode confiar em todos os seus amigos”.

Escola antiga

A cera é escurecida para mostrar melhor as palavras, como uma precursora dos quadros-negros.

Ela teria sido derretida, despejada em uma moldura de madeira e deixada para secar, permitindo que alguém com uma ferramenta afiada a riscasse.

Acredita-se que esses tipos de tabletes eram usados com uma espécie de estilete, um objeto com uma ponta afiada (para deixar marcas) e outra plana (capaz de remover erros na cera quando aquecida).

Este tablete é mais ou menos do tamanho de um livro de bolso ou (profeticamente) de seu tablet eletrônico moderno.

Exibição

O fato de que o tablete tenha sobrevivido por quase 2.000 anos é impressionante. Cera normalmente se decompõe na umidade, de modo que o clima seco do Antigo Egito teria ajudado a preservá-la.

O objeto, adquirido pela Biblioteca Britânica de Londres em 1892, não entra em exibição desde a década de 1970.

Agora, estrelará a mostra “Writing: Making Your Mark”, que explora 5.000 anos de escritas de civilizações antigas até os dias modernos, a partir de abril de 2019.

fonte:via [IFLS]