Como os indígenas dos EUA ajudaram os bisões a escaparem da extinção

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As fotografias possuem um certo poder de capturar um momento e eternizar períodos históricos. Sem elas, dificilmente saberíamos como eram líderes políticos, celebridades e lugares que já não existem mais. Por isso a importância de preservarmos alguns periódicos que há tempos não existem mais, como as fotos publicadas na década de 1960 na extinta revista japonesa Provoke, símbolo de vanguarda e movimento contra cultura pós-guerra, que agora você terá a chance de conferir.

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Durando apenas três edições, sua rápida existência não diminui em nada a importância histórica desta revista, criada por um grupo de escritores e fotógrafos subversivos, que lutavam contra a ocidentalização da cultura japonesa, impulsionada pelo governo neoliberal. Defendendo o pensamento e a estética independente, o objetivo da Provoke era ir contra o status quo, a mídia e o esperado pela sociedade naquele momento.

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Com imagens em PB e, propositalmente granuladas, a revista negava a precisão comercial e até a do fotojornalismo em voga no período. Se o objetivo era causar estranhamento, podemos dizer que ele foi conquistado. Uma forma alternativa de protestar contra o establishment, a revista é fundamental para quem quer compreender a história da fotografia e do jornalismo mundial.

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Fotos: Provoke/fonte:via

Corredores competem na corrida mais fria do mundo a -52ºC!

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Desafiando o corpo humano, dezesseis corredores corajosos reuniram-se na cidade de Oymyakon, na Rússia para competir na corrida mais fria da história, a torturantes -52ºC. A cidade é conhecida por ser o lugar mais frio da Terra e as temperaturas no inverno ultrapassam facilmente os 50 graus negativos. Se o lugar mal pode ser chamado de habitável, seria ele apropriado para uma maratona?

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O mais impressionante é que a idade dos competidores variou entre 21 e 71 anos, que disputaram corridas de 5, 10, 20, 30 e 42km. Quem chegou o mais próximo de completar a maratona de 42km foi Ilya Pesterev, que acabou parando quando bateu os 39km. O mais jovem participante, Innokentiy Olesov, de 21 anos, correu 10km em uma hora e 8 minutos, enquanto o corredor mais velho – Yegor Permyakov, de 71 anos, conquistou 15km em duas horas e meia.

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O desafio foi organizado por Alexander Krylov, chefe da agência Turuu Tour, que diz que pretende repetir todos os anos e transformá-la em destino popular de inverno, tanto para maratonistas sem medo do frio, quanto para turistas curiosos.

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Fotos: The Siberian Times