Em laboratório indonésio, cientista é comida viva por crocodilo

A cientista Deasy Tuwo, de 44 anos, foi aparentemente comida viva por um crocodilo de mais de 5 metros depois de cair no recinto do animal em uma instalação de pesquisa na Indonésia.

Seu corpo foi encontrado na manhã de sexta-feira (25) em uma piscina externa no Laboratório CV Yosiki, no norte de Sulawesi.

Os detalhes do caso ainda são escassos. Por enquanto, a polícia afirmou que o crocodilo pulou contra a parede do recinto durante o horário de alimentação e agarrou a pesquisadora, puxando-a para dentro da piscina e comendo partes de seu corpo.

Investigação

Deasy era a chefe do laboratório. De acordo com relatos da mídia local, seus colegas estão confusos sobre como essa tragédia pode ter acontecido.

O destino do crocodilo é incerto. A imprensa indonésia reportou que o animal estava sendo transportado para um centro de vida selvagem no distrito de Bitung, onde seriam realizados testes em seu conteúdo estomacal.

A polícia está agora em busca do dono do laboratório, que se acredita ser um empresário japonês. “O dono deve reconhecer este incidente horrível. Mas não o vimos nem sabemos onde ele está”, disse Raswin Sirait, oficial de Tomohon.

Sirait acrescentou que a investigação precisa saber se o empresário tem permissão legal para possuir crocodilos e outros produtos aquáticos caros em seu laboratório. “Se não houver permissão, ele será detido”, explicou.

Ataques de crocodilo

Ataques de crocodilos são frequentemente fatais. Em todo o mundo, estima-se que esses répteis matem cerca de 1.000 humanos por ano.

A maioria das mortes é causada pelo crocodilo-do-nilo e pelo crocodilo-de-água-salgada, porque populações selvagens vivem perto de populações humanas. [IFLS, TheMirror]fonte:via

Islândia replanta florestas arrasadas pelos vikings há mil anos

A Islândia está cada vez mais em alta como destino turístico. Apesar de suas paisagens incríveis, o país esconde uma verdade desconcertante: um alto índice de desmatamento.

Isso nem sequer é novidade por lá, já que grande parte das florestas que cobriam o país 

desapareceram há mais de mil anos, quando os vikings chegaram à região. Nos últimos anos, mais de 3 milhões de árvores já foram replantadas no território, mas a recuperação ainda é lenta.

Hoje, cerca de 40% do país é deserto, mas o Icelandic Forest Service está trabalhando para reduzir o efeito causado por séculos de desmatamento. Ainda assim, estima-se que, apesar dos esforços, o crescimento das florestas tenha sido de apenas 0,5%.

Atualmente, o objetivo da Islândia é recuperar sua área florestal dos atuais 2% para 12% até 2100. Para isso, eles contam com a ajuda de plantas não-nativas capazes de auxiliar na recuperação dos solos, pois a única espécie de árvore autóctone na região, a Betula pubescens, não está se adaptando ao replantio.

Fotos via Unsplash fonte:via