Criada por 2 surfistas, empresa já retirou mais de 900 toneladas de plástico dos oceanos

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Se tem uma coisa de que o mundo está precisando é de mais leveza. Sabendo disto, um fotógrafo francês decidiu inovar, fazendo a série fotográfica ‘Hakuna Matata’, que significa “não se preocupe” em suaíli. Qualquer semelhança com o filme ‘O Rei Leão’ não é mera coincidência, já que Thomas Subtil se inspirou em um dos maiores sucessos da Disney para criar cenas totalmente inusitadas com animais usando photoshop.

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O interesse em fotografar animais começou a partir de uma viagem ao Quênia, em 2013. Após anos de experimentações, ele decidiu que queria inovar e criou uma atmosfera completamente irreal, porém divertida, com a ajuda do programa de edição de imagens. Girafas que penduram roupas, elefantes se equilibrando em uma corda bamba e zebras na fila do banheiro químico são apenas alguns exemplos que nos mostram como é importante sair da zona de conforto e abraçar a criatividade.

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O francês descreveu sua série como ‘a vida real dos animais selvagens africanos‘, pois imagina que eles devem fazer coisas inusitadas quando não existe nenhum ser humano por perto. Talvez ele tenha exagerado um pouco, mas o que importa é se divertir!

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Fotos:  Thomas Sudtil / fonte:via

Padaria anarco-comunista de Paris serve café grátis, orgânicos e dá desconto aos mais pobres

O primeiro governo operário da história, formando uma república proletária através de um regime comunal de caráter socialista, aconteceu em 1871, em Paris. A famosa Comuna de Paris durou somente 72 dias, tendo sido esmagado com violência extrema. A capital francesa, portanto, gosta de se colocar na vanguarda de levantes de esquerda. Mas ela é também famosa por seus espetaculares pães – e uma padaria parisiense reuniu essas duas tendências, criando a primeira padaria anarco-comunista da história.

La Conquête du pain, ou A Conquista do Pão, é gerida, segundo seu co-fundador Pierre Pawin, em total comunhão entre todos, para que possam progredir juntos e não em competição. “Isso é ser anti-capitalismo”, ele diz. Lá você pode provar um sanduíche Karl Marx ou Angela Davis, enquanto toma um café Zapatista, oferecido gratuitamente, lendo livros revolucionários à disposição. Os produtos da padaria são todos orgânicos.

Seus proprietários sabem que a padaria está inserida no capitalismo, e não negam tal situação – a ideia é lidar com ela de forma diferente, através de decisões políticas internas diferenciadas. Preços, salários – todos ganham a mesma coisa -, a ausência de hierarquias na equipe, as decisões em assembleia, tudo é pensado pelo coletivo.

A Conquista do Pão também se posiciona contratando jovens menos privilegiados para se tornarem padeiros, e não há descriminação: ainda que sejam ateus militantes, a maioria dos empregados é muçulmana. Ainda que vendam uma das baguetes mais baratas de Paris, há um preço especial para quem não pode pagar: 75 centavos. Quando estão para fechar, as sobras são todas distribuídas para quem precisa – e volta e meia os proprietários oferecem gratuitamente seus pães para refugiados e pessoas em situação de rua.

Seja o leitor de esquerda ou de direita, é difícil não se comover e abrir um sorriso com tal iniciativa. Dentro ou fora do capitalismo, esteja de que lado se esteja, é possível ser consciente e agir positivamente pelo social em cada gesto – inclusive quando se faz um pão.

© fotos: Facebook/divulgação