Aos 11 anos, ele já arrecadou milhares de dólares para ajudar órfãos fazendo crochê

Jonah Larson parece um garoto de 11 anos comum, mas, não se engane. Verdadeiro prodígio autodidata em crochê, ele usa seu talento para inspirar o mundo e ajudar os outros. Famoso por suas habilidades manuais, ele recentemente levantou fundos para construir uma biblioteca em sua cidade natal – na Etiópia, para os amigos que ele deixou para trás no orfanato onde foi adotado.

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Até hoje, Jonah já arrecadou quase 20 mil dólares, sendo que metade será destinado à organização sem fins lucrativos Roots Ethiopia, que fornece recursos básicos, como carteiras, cadeiras, lousas, livros e materiais científico para órfãos.

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“Quero dar às crianças na Etiópia a chance de liberar sua própria paixão e potencial. O talento e o amor que vieram desse presente agora podem se espalhar pelo mundo e voltar para o belo país que tanto amo”, explicou ele em sua página de angariação de fundos.

Se hoje sua dedicação inspira muita gente, isto é fruto de uma história de vida que não começou fácil. Seu primeiro projeto foi iniciado quando ele tinha apenas 5 anos usando materiais doados. Depois de fazer um pano de prato simples assistindo a um tutorial do YouTube, ele simplesmente não conseguiu mais parar.

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Dono do canal ‘Jonah’s Hands‘, ele já possui quase 60 mil seguidores e está na capa da revista “Crochet World”. O garoto também já deu entrevistas à televisão e, recentemente fez uma parceria com o estilista norte americano Daniel Sheehan – de Atlanta.

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No entanto, além das habilidades com o crochê e da fama mais do que merecida, este garoto vem transformando a vida de milhares de crianças órfãs, que assim como ele, não tinham um lar para viver. Seus planos para o futuro? Além de expandir seus negócios com o crochê, ele diz que quer ser cirurgião.

Fotos: reprodução/fonte:via

Projeto dedica-se a recuperar a saúde física e mental de galos explorados em rinhas

A prática de se utilizar galos em rinhas de briga provocam marcas indeléveis nos animais que vão muito além dos ferimentos e cicatrizes deixadas por essa verdadeira prática de tortura. É praxe que, mesmo após serem libertados, os galos de rinhas acabem mortos, seja pelo estado de suas saúdes, seja pelo comportamento agressivo do animal. O Ministério Público de Minas Gerais, na cidade de Formiga, criou um projeto para tentar dar fim a esse horror que não se encerra quando as rinhas são fechadas – e recuperar os animais.

O projeto busca resolver o complicado dilema do destino dos galos após serem encontrados e as rinhas serem devidamente encerradas. Segundo a promotora de justiça Luciana Imaculada de Paula, responsável pela Coordenadoria Estadual de Defesa da Fauna (Cedef), esse é um dos grandes desafios dos órgãos públicos no processo de combater essa prática, quando abate muitas vezes se mostra a única opção. A partir do projeto, os animais passam por uma triagem, e um processo de readaptação e ressocialização, para então serem devolvidos ao campo.

Cada animal participante do projeto recebe um chip e um anel com suas informações, para o reconhecimento posterior. Quando recuperados, os galos são doados para proprietários rurais selecionados, e seguem sendo monitorados por um ano, a fim de confirmar a eficácia do protocolo de recuperação. O projeto também inclui um programa de educação ambiental e de preservação da espécie, assim como contra o abuso de animais e o uso de galos para combate – que são criados desde cedo em estado de tortura e estresse para aumentar sua agressividade, refletida nas mutilações encontradas nos galos de rinha resgatados.

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