Ela adotou um cão idoso por parecer o cãozinho de sua infância e descobriu que ele era o próprio

Nada pode ser mais emocionante do que uma história de separação e reencontro – se a história envolver ainda um cachorro, as lágrimas estarão garantidas com justiça. O que a jovem estadunidense Nicole Grimes, se fosse contada em um filme, pareceria mentira rasteira – mas é real, e relata um amor entre cão e humana que superou décadas de separação em um reencontro que o acaso promoveu com elegância emocionante. Depois de alegremente adotar a cadelinha Chloe quando criança e viver amorosamente a relação, 4 anos depois Nicole precisou doar a bichana, por conta de uma mudança de endereço familiar. Com a palavra, a própria Nicole em seu post original.

Nicole quando criança, com sua cadelinha Chloe

“Foi muito difícil. Nos a doamos para a Washington Humane Society e nunca mais soubemos o que havia acontecido com ela. Saltemos para alguns dias atrás, eu vi um post no Facebook de uma amiga precisando doar uma cadelinha idosa. Ela se parecia muito com minha antiga cachorrinha, e ainda tinha o mesmo nome”, escreveu Nicole, que decidiu adotar a “nova” Chloe, e seguir o sentimento que lhe invadiu quando viu o post da amiga.

Assim que recebeu a cadela, tudo foi se encaixando: ela agia exatamente como sua antiga pet, e abraçava a “nova” dona com todo amor. “Eu sabia em meu coração que era a Chloe. A garota de quem adotei, que havia cuidado dela pelos últimos dois anos depois que os antigos tutores morreram, disse que havia falado com a sobrinha desses donos e que eles a adotaram anos atrás da Washington Humane Society”, contou, confirmando que a cadela já se chamava Chloe na ocasião.

Chloe atualmente

E a inacreditável história segue: “Minha mãe ligou para a Humane Society e eles deram um número. Essa manha, eu a levei ao veterinário e o número era exatamente o mesmo”, disse. Em suma, anos depois, o reencontro improvável aconteceu. “Eu nunca em meus sonhos mais loucos pensei que iria encontra-la de novo, e aqui ela está”, concluiu Nicole, feliz por ver Chloe literalmente de volta à sua casa.

Enfim o reencontro

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© fotos: reprodução/fonte:via

Após 12 anos internada jovem de 14 anos tem alta e vai para casa pela primeira vez

Uma emocionante história de superação aconteceu no Amazonas. Após doze anos internada com uma doença degenerativa, Letícia Kerollen de Souza Oliveira, de 14 anos, finalmente recebeu alta do hospital e voltou para casa.

Letícia finalmente voltou para casa depois de 12 anos de tratamento no hospital

Letícia sofre de AME (Atrofia Muscular Espinhal) desde que tem 1 ano de idade. O tratamento intensivo com médicos surtiu efeito e, ao contrário do que muitos esperavam, ela finalmente voltou para casa, em Manaus, onde receberá cuidados. Este, aliás, era o sonho da adolescente.

Durante os 12 anos que passou no Hospital e Pronto Socorro da Zona Oeste da na capital do Amazonas, Lele – como é chamada pelos familiares – enfrentou muitas dificuldades. Depois de oito anos na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), exibiu melhoras e finalmente conseguiu sair do hospital. A doença degenerativa de Letícia é rara, mas não impede seu desempenho cognitivo.

“Ela estuda, tem aulas no quarto e faz provas. Ela é muito inteligente e extremamente vaidosa. Ama pintar as unhas, passar maquiagem, fazer ‘chapinha’ e usar lacinhos. É uma menina normal, só não tem os movimentos”.

Letícia ainda não poderá ir a escola, mas finalmente vai poder viver em casa.“A gente nunca pensou que esse dia fosse chegar. Eu trabalhei com ela desde quando chegou na UTI. Para mim, ela é como uma filha”, contou Núbia Beffort, enfermeira de Letícia.

“Ela disse estava alegre, mas triste ao mesmo tempo. Ela falou: aqui é a minha família!”, disse a diretora da Unidade de Saúde, Júlia Marques. “É um acontecimento! Desde que ela se entende por gente, ela tá aqui dentro. Então todos profissionais são a família dela”, acrescentou.

Apesar da abandonar a família dela do hospital, Letícia finalmente vai poder passar o seu primeiro Natal em família.

“Vai ser nosso primeiro Natal. É um sonho realizado, trazer a Letícia pra casa e poder conviver com ela”, disse Thiago Santos, padrasto da jovem, ao G1.

Fotos: Carolina Diniz/G1/Reprodução/fonte:via