Artista emociona pessoas de todo mundo com seus quadrinhos sobre animais

A morte é certa para todos os seres vivos. E embora tenhamos certeza de que deixaremos este mundo, é uma realidade difícil de imaginar. Explorando as possibilidades da vida após a morte, a artista Jenny Jinya criou alguns quadrinhos comoventes para conscientizar as pessoas da responsabilidade que os proprietários possuem sobre a vida de um animal de estimação.

Embora esses trabalhos tratem de um assunto difícil, Jenny encontrou uma maneira delicada de apresentar a morte:

“Existem dezenas de pôsteres e infográficos com várias estatísticas sobre animais abandonados ou abusados. Muitos conhecem os problemas, mas essas informações são rapidamente esquecidas ”, disse Jenny ao site Bored Panda . “Eu tento dar voz às vítimas com meus quadrinhos. Quero que os animais afetados possam contar suas próprias histórias. Espero poder aumentar a conscientização dessa maneira. ”

A artista também explicou sua escolha de representação da morte:

“Gosto de imaginar a morte como uma pessoa que está apenas fazendo seu trabalho. As pessoas a odeiam mas no final, alguém precisa fazer isso. Eu gosto de imaginar a morte como um ser gentil e perspicaz.”

Quando abandonamos um ser indefeso que ama e confia em nós, a responsabilidade do destino desta criatura também nos pertence.

Via: Bored Panda

Fotos de cachorros dormindo em uma creche viralizaram no mundo todo (23 fotos)

Dá para imaginar uma creche superfofa de cachorros? E essa história ainda pode ficar ainda mais adorável: os integrantes desta creche canina possuem a hora da soneca e dormem todos comportados na Puppy Spring em Gyeonggi-do, Coréia do Sul. A creche publica regularmente fotos de suas adoráveis ​​criaturinhas cochilando e as imagens estão conquistando corações em em vários países do mundo.

A creche cuida de cães para donos que passam o dia fora de casa. Essas pessoas não gostam de deixar os amigos peludos sozinhos, então os matriculam nesta creche para receber cuidados de humanos e companhia de outros caninos.

“Há reservas para 30 cães por dia”, disse um porta-voz do Puppy Spring ao site Bored Panda . “Também operamos como um centro de recreação, onde os cães podem relaxar.”

O centro possui uma série de jogos e exercícios planejados para seus filhotes, a fim de melhorar sua obediência e sociabilidade. No entanto, todas essas atividades esgotam os pequenos bichos e, de vez em quando, eles precisam recarregar as baterias. O que significa soneca!

“Os filhotes dormem das 14:00 às 15:30. O custo de nossos serviços varia e depende de alguns fatores diferentes, incluindo o tempo que os cães passam nas instalações. ”

Veja essas lindas bolinhas de pelo sonolentas:

Fonte

Isso é um organismo unicelular gigante

O que você vê na foto acima, por incrível que pareça, é um ser vivo de uma única célula.

Conhecido como olho-de-marinheiro, é um tipo de alga que vive escondida em corais nos oceanos tropicais do mundo.

A espécie, Valonia ventricose, varia em tamanho, mas é sem dúvida um dos maiores organismos unicelulares que existem – como você pode ver, pode chegar ao tamanho de um olho, ou 5 centímetros de diâmetro.

Truque

É muito incomum que uma única célula atinja tais dimensões, mas essa alga verde tem um truque que a permite alcançar o feito.

O olho-de-marinheiro contêm vários domínios citoplasmáticos, cada um com seu próprio núcleo e cloroplastos. Isso significa que, se você tentar “estourar” um deles, não irá rasgar como um balão e vazar todas as suas organelas.

Na verdade, ele pode se multiplicar: com um núcleo, podem crescer um novo olho-de-marinheiro.

fonte:via [ScienceAlert, NaturezaTerraquea]

Esse homem ficou com maconha presa no nariz por 18 anos

Em um hospital de Sydney, na Austrália, médicos retiraram um pacote de maconha calcificado do nariz de um homem, sendo que a droga tinha ficado escondida ali por nada menos do que 18 anos.

O caso

O homem de 48 anos chegou ao hospital reclamando de uma dor de cabeça muito forte. Uma tomografia computadorizada mostrou que havia uma massa estranha em seu nariz. O paciente admitiu sofrer com infecções nasais e obstruções da narina frequentemente.

Tecnicamente, essa massa é chamada de “rinólito” ou “pedra de nariz”, uma ocasião em que cálcio e outros minerais se acumulam em torno de um corpo estranho.

Os médicos então realizaram um procedimento para remover a massa e descobriram o que parecia ser uma “cápsula de borracha contendo matéria vegetal degenerada”. Mais precisamente, maconha.

O incidente

Foi então que o homem revelou a verdadeira história por trás do incidente. 18 anos atrás, quando estava preso, sua namorada tentou contrabandear maconha para dentro da cadeia durante uma visita passando o pacote a ele, que então o enfiou no nariz.

Mais tarde, o homem deve ter empurrado o pacote acidentalmente mais fundo em seu rosto, pensando erroneamente que o havia engolido. Lá a maconha ficou por todo esse tempo. Os médicos não sabem dizer o que teria acontecido se o pacote tivesse estourado.

A questão que fica é: por que esse imbecil não engoliu o pacote de maconha, como todo mundo faz? Ainda teria sido uma má ideia, só que menos pior do que essa.

O estudo de caso foi publicado na revista científic BMJ Case Reports. [LiveScience]

Pombo constrói ninho depois de roubar papoulas do túmulo de um soldado desconhecido em memorial de guerra australiano

Funcionários do Memorial de Guerra Australiano em Canberra têm tentado resolver um mistério desde outubro: o do desaparecimento de papoulas do túmulo de um soldado desconhecido.

A resposta é melhor do que você poderia imaginar: um pombo tem roubado as flores para construir um ninho em um vitral do memorial. E, por acaso, o vitral escolhido pelo pássaro comemora exatamente o soldado ferido.

Segundo o pessoal do memorial, esse evento funciona como um “lembrete do vínculo poderoso entre homem e animal no campo de batalha”. Não sei se você sabia, mas essas aves – ainda que hoje sejam frequentemente desprezadas – já atuaram diversas vezes em guerras, principalmente entregando mensagens quando nenhum outro meio de comunicação era possível.

Inclusive, um pombo chamado “White Vision” (em português, “Visão Branca”) recebeu uma medalha por “entregar uma mensagem em condições excepcionalmente difíceis e, assim, contribuir para o resgate de uma tripulação enquanto servia na Força Aérea Real (RAF) britânica em outubro de 1943”.

Poético, não? fonte:via[TheBoredPanda]

Inseto descoberto no Brasil é o primeiro encontrado na América do Sul que emite luz azul

Pesquisadores brasileiros descobriram uma larva de mosquito capaz de emitir luz azul. A nova espécie, nomeada Neoceroplatus betaryiensis, foi encontrada em uma área particular de Mata Atlântica, a Reserva Betary, no sul do Estado de São Paulo. A espécie foi descrita na revista Scientific Reports.

São conhecidos outros insetos e fungos bioluminescentes no continente, mas eles emitem luz nas cores verde, amarelo, ou vermelho. Portanto, a cor da luz torna essa é uma descoberta inédita.

O coordenador do trabalho é o professor do Instituto de Química (IQ) da USP, Cassius Stevani. A pesquisa integra o Projeto Temático “Quimiexcitação eletrônica em sistemas biológicos: bioluminescência e ‘foto’química no escuro”, coordenado por Etelvino José Henrique Bechara, professor do IQ.

Características identificadas

Embora inédita no continente sul-americano, espécies emissoras de luz azul, de acordo com Stevani, foram identificadas na América do Norte, Nova Zelândia e Ásia.

Quando tocam nas larvas elas podem parar sua luminescência, que volta quando elas não são mais agitadas. Apenas as larvas emitem luz, os indivíduos adultos não. Elas têm uma lanterna na cauda e duas próximas aos olhos. No entanto, entre os exemplares coletados, um emitia luz de vários pontos do corpo.

Essa larva diferente das demais foi levada ao laboratório e se tornou uma pupa bioluminescente. No entanto, ela não deu origem a um mosquito, como esperado, e sim a uma vespa. A conclusão dos pesquisadores foi de que a vespa também pertence a uma nova espécie da família Ichneumonidae, que deposita ovos dentro de larvas de outros insetos.

A dúvida é em relação aos padrões de luz identificados. Não se sabe se ocorreram devido à infecção causada pela vespa, se indica uma nova espécie de mosquito, ou se está relacionado com características morfológicas que diferenciam fêmeas e machos da espécie N. betaryiensis.

Essa nova espécie gera luz a partir da reação de um substrato (luciferina) e uma enzima que a catalisa (Luciferase).

Consequências da descoberta

O conhecimento da biodiversidade é o primeiro ponto importante dessa descoberta considerada rara entre esses organismos. Além disso, há a possibilidade de desvendar um novo sistema de bioluminescência. Isso poderia dar origem a novas aplicações analíticas ou biotecnológicas, como marcação de células ou genes específicos em estudos biológicos ou biossensores de poluição.

Também está envolvido na pesquisa o professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em Sorocaba, Vadim Viviani, que coordena o Projeto Temático Bioluminescência de Artrópodes, financiado pela Fapespe. Ele lidera o grupo de pesquisa Bioluminescência e Biofotônica, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Recentemente o grupo coordenado por Viviani descobriu uma espécie do gênero Neoditomyia em cavernas do parque Intervales, no sul do Estado de São Paulo. Essa espécie também possui luciferina e sua proteína de ligação (SBF), mas não emite luz. Quando o substrato foi misturado com a luciferase de O. fultoni (espécie americana), como fizeram com o da nova espécie, gerou luz azul.

Análises mostram que a nova espécie é próxima da Neoditomyia e de O. fultoni, do ponto de vista genético. Com base no conhecimento sobre as outras espécies, os pesquisadores planejam isolar e investigar a luciferase e a luciferina da N. betaryiensis, mais rara e não tão facilmente encontrada como a espécie norte-americana.

Depois de terem sido isoladas as substâncias serão clonadas para determinar a estrutura. A da luciferase pelo grupo da UFSCar e a da luciferina pelo do IQ.

fonte:via [EurekAlert, Scientific Reports, Jornal da USP, Agência FAPESP]

O misterioso “Monstro Tully” acaba de ficar ainda mais esquisito

Um fóssil de 300 mil anos descoberto na década de 1950 no estado de Illinois (EUA) tem gerado muitas discussões entre cientistas. Batizado de Tullimonstrum, ou Monstro Tully, ele se parece com uma lesma. Mas ao invés de ter uma abertura bucal ele tem um apêndice com duas garras, e seus olhos são saltados.

Vertebrado ou não?

Tully é tão estranho que os especialistas nem conseguem entrar em consenso se ele é um vertebrado ou um invertebrado. Em 2016, um grupo de cientistas afirmou ter resolvido o mistério de Tully, fornecendo a evidência mais forte até então de que ele era um vertebrado.

Mas um segundo estudo de outra equipe de pesquisadores questiona esses resultados. O estudo de 2016 defende que o fóssil é de vertebrado porque seus olhos contêm pigmentos granulados chamados melanosomas, que são organizados por formato e tamanho da mesma forma que acontece nos olhos dos vertebrados.

Já o segundo estudo  mostrou que os olhos de alguns invertebrados como o polvo e a lula também contém melanosomas com formato e tamanho semelhantes aos encontrados nos olhos de Tully.

Zinco dá pistas

“Analisamos então a composição química dos olhos de Tully e a proporção de zinco para cobre era mais parecida com aquela de invertebrados do que vertebrados. Isso sugere que o animal pode não ter sido um vertebrado, contradizendo esforços anteriores de classificação”, diz o autor do estudo mais recente, Chris Rogers, em relato publicado no The Conversarion.

Os pesquisadores também identificaram o cobre dos olhos do fóssil como de um tipo diferente do encontrado nos olhos dos vertebrados. Mas o cobre também não era idêntico aos invertebrados estudados.

Para responder de uma vez por todas que tipo de grupo de animais pertence Tully, os pesquisadores propõem que uma análise mais extensa das substâncias químicas dos melanosomas e outros pigmentos nos olhos de invertebrados.

O Monstro Tully tem este nome porque foi descoberto pelo colecionador de fósseis Francis Tully. O fóssil é tão popular na região que foi eleito o fóssil-símbolo do estado de Illinois.

fonte:via[Phys.org]