Beluga brincando com bola em vídeo viral pode ser “baleia espiã russa”

Você brinca de jogar bolinha com o seu cachorro? Isso é coisa do passado. A moda agora é brincar com baleias-brancas.

Bom, pelo menos uma sabe fazer isso: Hvaldimir, uma beluga macho que tem sido avistada diversas vezes nas águas da Noruega interagindo com humanos.

A filmagem abaixo se tornou viral nas redes sociais e não está claro quem foi a primeira pessoa a compartilhá-la. Nela, você pode ver claramente uma baleia-branca buscando uma bola de rúgbi lançada por uma pessoa a bordo de um barco:

Hvaldimir

O primeiro avistamento da baleia ocorreu próximo a Hammerfest, na Noruega. Um pescador percebeu que a beluga usava um cinto apertado com um suporte de câmera no qual se liam as palavras “Equipment St. Petersburg” (em português, “Equipamento de São Petersburgo”).

Isso levou a especulações de que o animal era utilizado como espiã pelos russos. Foi daí que o animal recebeu seu nome: “Hval” é a palavra norueguesa para baleia, em junção com o nome do presidente russo, Vladimir Putin.

É improvável que Hvaldimir fosse mesmo um fugitivo da Marinha Russa, no entanto. Em abril, mês em que o animal foi “descoberto”, o coronel russo aposentado Viktor Baranets explicou que o país treinava “golfinhos militares”, não baleias, e que esse programa não era segredo.

E acrescentou: “se estávamos usando este animal para espionagem, você realmente acha que anexaríamos um número de celular com a mensagem ‘ligue para este número’ a ele?”.

Cativa

Parte ou não de algum programa militar ou governamental, a beluga deveria ser um animal de cativeiro, uma vez que demonstrava uma certa dependência humana – tanto que estava malnutrida quando foi primeiramente encontrada.

Segundo a Fundação Hvaldimir, uma iniciativa sem fins lucrativos dedicada a monitorar a famosa beluga, o objetivo final é torná-la capaz de caçar e permanecer na natureza sem nenhuma interação humana. Felizmente, a beluga atualmente “mostra sinais de que está caçando por si própria”.

Os pesquisadores continuam a acompanhar seus avistamentos. A organização pediu, através da plataforma Facebook, que qualquer pessoa que encontrasse Hvaldimir “respeitasse seu espaço”. Isso porque incentivá-lo a se aproximar demais de seres humanos pode “estragar os esforços” para ajudá-lo a se reintegrar à natureza.

“Estamos felizes em informar que ele demonstra uma tendência positiva no ganho de peso e sua atitude e comportamento parecem indicar uma confiança aumentada à medida que ele navega pelos fiordes da Noruega”, escreveu a Fundação em uma postagem no final de outubro.

fonte:via[HuffPost]

Espécie “perdida” de cervo-rato é registrada no Vietnã depois de 30 anos

Um esforço liderado pela Conservação Global da Vida Selvagem (EUA) e pelo Instituto Leibniz de Pesquisa em Zoologia e Vida Selvagem (Alemanha) conseguiu capturar imagens de uma espécie “perdida” de cervo-rato no Vietnã, depois de trinta anos sem ter certeza se ela estava extinta ou não.

O Tragulus versicolor é um mamífero ungulado minúsculo (possui cerca de 45 centímetros) parecido com um cervo que não tinha sido observado desde 1990, quando um desses animais foi morto por um caçador.

“Tínhamos tão pouca informação sobre a espécie que não tínhamos uma ideia pré-formada sobre se ela ainda estava lá fora ou se ainda existia, quão difícil seria encontrá-la”, explicou um dos autores do estudo, Andrew Tilker, estudante de doutorado do Instituto Leibniz, ao portal Gizmodo.

Armadilhas fotográficas

Primeiro, os pesquisadores entrevistaram locais em três províncias vietnamitas da região de Annamites, uma área densamente florestada na qual a caça é comum.

Baseados em registros de avistamentos de criaturas que poderiam ser a espécie procurada, os cientistas então distribuíram 29 armadilhas fotográficas ativadas por movimento pela região.

Ao longo de seis meses, 15 das armadilhas fizeram 208 detecções independentes de cervos-ratos Tragulus versicolor. Os animais foram vistos principalmente durante o dia, 97% do tempo sozinhos e 3% com um parceiro.

“Em uma era de extinções em massa, confirmar a sobrevivência de espécies perdidas oferece raras segundas chances para a conservação da biodiversidade”, disseram os cientistas responsáveis pelo estudo em um artigo publicado na revista Nature Ecology & Evolution.

Mais informações

A partir desses registros, os cientistas não puderam determinar o tamanho total da população, embora a espécie pareça abundante na única área pesquisada.

“Claro, isso é muito encorajador. No entanto, devemos ter cuidado para não tirar conclusões precipitadas – porque a espécie parece ser abundante localmente em uma área não significa necessariamente que seja abundante em outras partes de seu alcance. Para avaliar o status de conservação das espécies, precisamos de mais informações”, esclareceu Tilker.

O pesquisador afirmou ainda que o cervo-rato é provavelmente impactado por armadilhas para a caça comumente utilizadas na região, e que controlar esse fenômeno é importante para garantir sua sobrevivência. Isso pode incluir, entre outras coisas, a redução da demanda por produtos da vida selvagem, o fortalecimento da fiscalização em áreas protegidas e a conscientização do público.

Perder o Tragulus versicolor sem dúvida afetaria negativamente o meio ambiente. Como outros ungulados, a espécie provavelmente ajuda a distribuir sementes, o que contribui para a saúde geral da floresta.

fonte:via[Gizmodo]

“A Tumba”: depósito de lixo nuclear está começando a se romper e afundar nas Ilhas Marshall

Antes de lançar a primeira bomba atômica do mundo, os EUA fizeram vários testes de detonações em locais remotos. O problema é que toda a radiação está até hoje nesses lugares, sendo que um desses lixos nucleares agora corre risco de se romper e afundar.

Estamos falando do “Runit Dome”, chamado pelos locais de “A Tumba”. O depósito de resíduos radioativos fica na Runit Island, uma das 40 ilhas do Atol Enewetak nas Ilhas Marshall, no Oceano Pacífico.

O depósito

Testes nucleares foram realizados na região nas décadas de 1940 e 1950. Na época, os residentes do Atol Enewetak foram exilados e transferidos para ilhas próximas.

De 1977 a 1980, cerca de 4.000 militares americanos foram enviados à Runit Island para limpar os resíduos radioativos.

Eles reuniram solo contaminado, equipamento militar, sucata de metal e enterraram todo esse lixo sob o Runit Dome, cobrindo-o com concreto. A cratera contém material suficiente para encher 35 piscinas olímpicas.

Hoje em dia, apenas três das 40 ilhas são consideradas seguras para habitação humana, e abrigam cerca de 650 residentes.

Subida no nível do mar

O problema é que o nível do mar tem aumentado. Desde 1993, a água subiu cerca de 7 milímetros por ano, começando a infiltrar-se no solo sob a cratera.

Como o fundo do poço não foi revestido com concreto, as marés crescentes podem submergir a tumba, ou até mesmo rompê-la.

A maior parte do lixo nuclear contém plutônio, um isótopo que pode causar câncer de pulmão se inalado.

O Departamento de Energia dos EUA informou já em 2013 que materiais radioativos poderiam estar vazando do depósito para o ambiente marinho, embora tenha declarado que isso “não necessariamente levaria a uma mudança significativa na dose de radiação entregue à população local”.

Perigos

Estima-se que o nível do mar aumente entre 3 a 16 centímetros nas Ilhas Marshall até 2030, resultando em mais tempestades e inundações costeiras. Até 2100, a “Tumba” pode estar totalmente submersa.

Os moradores da região temem que danos crescentes à estrutura possam apresentar riscos à saúde ou forçá-los a deixar as ilhas novamente. “Se rachar, a maioria das pessoas daqui não estará mais. Isso é como um cemitério para nós, esperando que o pior aconteça”, disse Christina Aningi, professora no Atol Enewetak, ao Australian Broadcasting Corporation.

O radioquímico marinho Ken Buesseler, contudo, afirmou que a preocupação com a radiação na área pode ser exagerada. “Há césio em tudo que você come, plutônio em tudo que você come e bebe”, explicou ao Insider.

Ele não descarta os perigos da inalação de plutônio vazado ou da exposição a água contaminada por abrasão, no entanto. O cientista planeja colher amostras do solo próximo ao depósito de lixo em breve.

“Você não pode experimentar o gosto, cheirar, tocar ou sentir”, disse Buesseler. “Então é o tipo de coisa invisível que pode prejudicá-lo, e ninguém quer isso”.

fonte:via [ScienceAlert]

Este homem inventou a arma mais mortífera do século XX, e pode ter ficado arrasado de culpa no final de sua vida

Enquanto o século XX viu cerca de 200.000 mortes por conta de apenas duas bombas atômicas lançadas pelos EUA no Japão, isso não é nada perto da arma mais mortífera desse período: o AK-47, também chamado de fuzil de Kalashnikov, responsável por tirar milhões de vidas.

Como o nome já sugere, o inventor desse instrumento letal foi o russo Mikhail Kalashnikov. AK-47 significa “Automat Kalashnikova 1947”, o ano em que o primeiro deles foi produzido.

O nascimento de uma arma icônica

Kalashnikov nasceu em 10 de novembro de 1919. Nos anos 1940, era mecânico de tanques das forças armadas soviéticas. Ele foi ferido durante a invasão alemã da URSS em 1941.

Ao observar o estrago feito por armas mal projetadas durante a Segunda Guerra Mundial, o mecânico decidiu criar sua própria arma, com um design melhor. E conseguiu: o AK-47 é tão popular porque é relativamente barato de se produzir, pequeno, leve, fácil de se transportar e fácil de se usar, com pouco recuo.

Também possui uma “confiabilidade lendária” sob condições adversas, funcionando bem tanto em florestas e pântanos quanto em tempestades de areia, no frio ou no calor.

Por fim, requer pouca manutenção, o que se deve principalmente a seu grande pistão a gás e aos espaços entre suas partes móveis, que ajudam a evitar que a arma “atole” e falhe. O fuzil possui uma vida útil de 20 a 40 anos.

Por todo o mundo

Em 1949, o AK-47 se tornou o fuzil oficial do exército soviético. Depois do Pacto de Varsóvia, a arma se espalhou pelo mundo, tornando-se inclusive um símbolo de revolução em países como Vietnã, Afeganistão, Colômbia e Moçambique (neste último, a arma figura na bandeira).

As próprias forças armadas dos EUA já distribuíram o fuzil em conflitos no Afeganistão e no Iraque.

Tantas vantagens tornam o AK-47 atraente não somente para a defesa de nações, mas para criminosos e terroristas também. Foi a arma escolhida pelos sequestradores que invadiram a Vila Olímpica de Munique em 1972, por exemplo, bem como já foi utilizada em mais de uma ocasião por atiradores em massa nos EUA.

De acordo com o portal Science Alert, cerca de 100 milhões de AK-47 e suas variantes já foram produzidas até hoje. A arma agora é encontrada em todo o mundo, inclusive nas mãos de muitos civis americanos – em 2012, eles compraram tantos AK-47 quanto a polícia e as forças armadas russas.

E Kalashnikov, dormia bem à noite?

Kalashnikov recebeu vários prêmios por sua invenção, incluindo o Prêmio Stalin, a Estrela Vermelha e a Ordem de Lenin. Ele morreu em 2013, com 94 anos.

Durante a maior parte de sua vida, o criador do AK-47 se eximiu de qualquer culpa pelas mortes causadas por sua arma, dizendo que ela foi projetada para defesa, não ataque. Em 2007, ao responder como podia dormir à noite, disse que “dormia bem” e que eram “os políticos os culpados por não terem chegado a um acordo e recorrido à violência”.

Apesar disso, é improvável que o peso de tanta destruição não tenha tido um impacto no psicológico de Kalashnikov. No seu último ano de vida, ele escreveu uma carta ao líder da Igreja Ortodoxa Russa dizendo que “a dor em seu peito” era “insuportável”. “Eu continuo me perguntando a mesma questão solucionável: se meu fuzil tirou tantas vidas, isso significa que sou responsável por suas mortes”.

Kalashnikov não apertou o gatilho milhões de vezes – e sabe-se quantas milhões mais enquanto ainda existirem AK-47s -, mas possibilitou que isso acontecesse. Deveria mesmo sentir culpa?

fonte:via [ScienceAlert]

Esse cara usou um Fusca para criar duas motocicletas muito fofas

Eu sou um desastre para identificar modelos de carro, mas até mesmo alguém como eu sabe reconhecer um Fusca.

O veículo icônico da Volkswagen foi comercializado pela primeira vez em 1938. A ideia é de que fosse um carro barato e popular. Lendário, se tornou um exemplar venerado até hoje, frequentemente alvo de colecionadores e exposto em shows.

Agora, além do próprio Fusca, temos uma nova invenção para amar: o criador Brent Walter resolveu construir motocicletas personalizadas usando para-lamas originais desse carro, e o resultado é incrivelmente adorável.

Volkspod

Em seu emprego normal, Walter gerencia a fabricação de dispositivos médicos. Em seu tempo livre, no entanto, gosta de construir coisas legais como scooters.

Seu mais novo invento é chamado de “Volkspod”. Por enquanto, ele fabricou duas dessas motocicletas, nas cores verde e azul. Além dos para-lamas e motores Volkswagen, elas vêm com um guidão de bicicleta retrô, assento e lanternas.

“O original (verde) tem um motor de 79cc e é mais visual do que prático. O segundo (azul) tem um motor de 212cc e é mais confiável para andar pela estrada”, explicou ao Bored Panda.

A inspiração de Walter foi possuir um modelo interessante para feiras de automóveis: “Eu queria uma scooter para levar aos shows da VW. Eu também queria praticar a soldagem de painéis finos de chapa metálica”, afirmou.

Passo a passo

Se você achou interessante, Walter documentou todo o processo de criação do Volkspod em sua página do Instagram.

As postagens fornecem uma descrição detalhada de como as motocicletas foram arquitetadas e fabricadas.

fonte:via [TheBoredPanda]

Esse é o primeiro anticoncepcional injetável masculino do mundo

Pesquisadores indianos concluíram seus testes clínicos do primeiro anticoncepcional masculino injetável do mundo e agora estão aguardando aprovação do Controlador Geral de Drogas da Índia, órgão nacional que regula a venda de substâncias farmacêuticas no país, para poder comercializá-lo.

RISUG

O anticoncepcional é chamado de RISUG, sigla em inglês para “reversible inhibition of sperm under guidance” ou “inibição reversível do esperma sob orientação”.

O produto é injetado em uma região próxima aos testículos usando anestesia e seus efeitos inibidores da gravidez duram até 13 anos. De acordo com os cientistas, os testes do anticoncepcional envolveram cerca de 300 homens e tiveram uma taxa de sucesso de mais de 97%.

“O produto está pronto, com apenas aprovações regulatórias pendentes”, disse um dos autores da pesquisa, o Dr. R. S. Sharma do Conselho Indiano de Pesquisa Médica, ao Hindustan Times.

Funcionários do governo indiano já adiantaram que a aprovação levará pelo menos seis a sete meses, no entanto.

Vantagens

O RISUG é um método de controle de natalidade basicamente permanente, por sua grande duração, mas bem melhor que a vasectomia, por exemplo, que não é reversível.

A nova injeção indiana implanta um polímero no ducto deferente masculino, o canal muscular que conduz os espermatozoides do local onde são armazenados, efetivamente bloqueando o esperma de sair desse canal. Caso um homem não queira mais bloquear seu esperma, uma segunda injeção pode quebrar esse polímero.

Por outro lado, a vasectomia envolve uma cirurgia complicada com a cauterização do ducto deferente, sendo que sua reversão nem sempre é eficaz.

fonte:via [LiveScience]

Esqueletos de bebês usando “capacetes” feitos de crânios de outras crianças choca arqueólogos

Arqueólogos descobriram esqueletos de bebês de 100 aC “adornados” com capacetes feitos dos crânios de outras crianças no sítio arqueológico Salango, no centro do Equador.

O macabro ritual fúnebre é o primeiro de seu tipo a ser observado.

A descoberta

Os túmulos tinham cerca de 2.100 anos e pertenciam ao povo Guangala. A escavação de 11 indivíduos ocorreu entre 2014 e 2016, dentre eles os dois bebês usando “capacetes cranianos” de outras crianças.

Mais pedaços de crânio também foram colocados ao redor da cabeça dos bebês recém-nascidos mortos.

Uma vez que os pesquisadores notaram que se tratavam de duas camadas de crânio, decidiram remover todo o solo e terminar a escavação em laboratório, para ajudar na preservação dos esqueletos.

“Quando analisei os restos mortais em 2017, na verdade terminamos de escavá-los em laboratório, o que levou a descobertas mais detalhadas sobre a idade dos indivíduos primários e dos crânios extras”, disse a principal autora do estudo, a antropóloga Sara Juengst da Universidade da Carolina do Norte (EUA).

Capacetes estranhos

Os cortes nos crânios utilizados como “capacete” indicam que eles foram propositalmente removidos de outros corpos e posicionados ali.

O primeiro bebê tinha 18 meses de idade e usava o crânio de uma criança de 4 a 12 anos. O segundo tinha entre 6 e 9 meses e usava o crânio de uma criança entre 2 e 12 anos. Nenhum dos esqueletos exibia sinais de trauma.

Também não haviam indicações de que as crianças haviam sido sacrificadas.

O fato de os dois crânios externos serem provenientes de crianças foi considerado “particularmente estranho”, porém, uma vez que é muito mais comum que crânios de adultos fossem manipulados nos Andes pré-hispânicos.

Por quê?

Os pesquisadores não sabem dizer qual o motivo por trás de tal ritual funerário. Além do “capacete” e dos pedaços de crânio em volta dos dois bebês, haviam também outros objetos como figuras de pedra.

Uma das hipóteses é de que o “capacete” serviria como proteção ou empoderamento das crianças na vida após a morte – na cultura local, as almas das crianças eram consideradas “pré-sociais” ou “selvagens”.

Segundo Juengst, os túmulos foram encontrados em cima de uma camada de cinza vulcânica, o que pode estar ligado a uma erupção na região e uma consequente falta de alimentos. Por enquanto, no entanto, os cientistas precisam de mais evidências para estabelecer conexões entre esses eventos.

Pode até parecer grotesco, mas…

Embora a colocação de crânios como capacetes na cabeça de bebês pareça algo simplesmente bárbaro para nós, Juengst lembra que é preciso deixar preconceitos modernos de lado ao examinar culturas diferentes e antigas.

“Nossa concepção de morte se baseia em nossas visões médicas, religiosas e filosóficas modernas. O povo Guangala tinha sua própria concepção do cosmos, do que acontece após a morte e do significado dos corpos humanos. Embora as pessoas sejam geralmente avessas a lidar com cadáveres, há muitos precedentes em todo o mundo de culturas que não têm essa aversão – precisamos pensar nas coisas em seu próprio contexto e tentar manter nossos próprios preconceitos ou ideias sobre ‘certo/errado’ fora da análise”, explicou ao portal Gizmodo.

Em outras palavras, as razões por trás deste tipo de enterro são provavelmente mais complexas do que imaginamos.

Um artigo sobre a descoberta foi publicado na revista científica Latin American Antiquity.

fonte via [Gizmodo]