Desenvolvida terapia genética para Distrofia Muscular de Duchenne que preserva a musculatura com segurança

Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) é uma doença genética degenerativa, que acomete principalmente meninos. Ela é causada por mutação em um gene ligado ao sexo, que para a produção de distrofina, proteína ligada à construção muscular. Com isso, os músculos se deterioram. Aos 12 anos, a maioria dos pacientes já não pode andar e costumam morrer em consequência de problemas cardíacos ou respiratórios quando chegam aos 30 anos. No entanto, aparelhos respiratórios ajudam alguns a viver mais tempo.

Diante desse quadro, um time multidisciplinar da Universidade da Pensilvânia usou os vetores do adenovírus para levarem uma proteína “substituta”, com o objetivo de manter os músculos intactos. O teste em ratos e cachorros recém-nascidos teve sucesso, com o uso de uma proteína sintética para substituição daquela que falta no organismo. Ela foi produzida com base em uma proteína natural chamada utrofina.

A busca por substituir a distrofina no corpo humano tem passado por exame minucioso, por causa da reação adversa a substâncias que o sistema imunológico considera como sendo estranhas. E assim pode ser considerada a distrofina, uma vez que os pacientes tem pouca ou nenhuma quantidade dela no organismo. Por isso os cientistas escolheram a utrofina, uma prima distante da distrofina, encontrada em outras partes do corpo. Dessa forma, o organismo pode considerá-la uma substância familiar e, portanto, não ver sua presença como uma ameaça.

Esse é o primeiro grande estudo realizado com animais para comprovar que o uso da utrofina é efetivo e não causa resposta imunológica. As descobertas apontam essa terapia genética com utrofina como um possível caminho para a cura da DMD. fonte:via[ Medical Xpress, Penn Medicine]

O gavião-real é um pássaro tão grande que as pessoas acham que é um humano em uma fantasia

A harpia, mais conhecida no Brasil como gavião-real, é uma ave de rapina muito grande e poderosa – a maior encontrada em florestas tropicais pelo mundo.

De que tamanho estamos falando? Do suficiente para esses pássaros parecerem pessoas usando uma fantasia de águia. De acordo com o portal The Bored Panda, a envergadura da asa da harpia pode atingir mais de 2,24 metros, embora ela pese em média apenas 3,8 a 9 kg e alcance até 1,05 metro de altura.

Essa dimensão toda deve lhe dar uma ideia do que as harpias comem. Certamente não se contentam com ratinhos e coelhinhos. O Fact Zoo explica que suas presas são geralmente maiores do que as de outras aves de rapina, incluindo macacos, porcos-espinhos, bichos-preguiças, quatis, cobras, lagartos etc.

Tais animais geralmente vivem na camada superior das árvores de florestas tropicais. Devido à destruição de seu habitat, estão quase erradicados na América Central. Por aqui, segundo o Aves de Rapina Brasil, podem ser encontrados na região amazônica e em alguns trechos de Mata Atlântica da região sudeste, especialmente no sul da Bahia e norte do Espírito Santo.

Aparentemente, restam menos de 50.000 harpias em todo o mundo, o que é uma pena para um pássaro tão majestoso – ainda que pareça sério e bobo ao mesmo tempo. fonte:via[TheBoredPanda, AvesdeRapinaBR]