Essas fotos pessimamente tiradas da vida selvagem são tão ruins que são boas

Fotografias da vida selvagem são normalmente imagens deslumbrantes que nos fazem sentir pequenos diante da magnitude e do encantamento da natureza.

Essa devia ser uma boa dica para percebermos que nem sempre é possível registrar tamanha beleza em um clique perfeito.

Essa é (mais) uma daquelas situações nas quais é melhor lançar mão de um profissional. Já é difícil dominar a técnica fotográfica de uma maneira geral, mas quando se trata de capturar animais em movimento durante um clima instável usando uma mão pouco firme segurando uma câmera nada ideal, o resultado certamente passa longe do esperado.

Inclusive, algumas “tentativas” de fotografias da vida selvagem são tão ruins que vão parar em um grupo chamado “Crap Wildlife Photography” (em tradução literal, “Fotografia Péssima da Vida Selvagem”) na rede social Facebook. Veja algumas das melhores piores fotos naturais reunidas neste grupo:

(Projeto de imagem de) abelha

Aranha debaixo de tecla de computador

Cronometria perfeita para uma foto de bundas selvagens

Veado no modo The Sims

É um pássaro? É um peixe voador? Não, é uma péssima foto da vida selvagem

Esperando as asas se abrirem

Coruja

Momento em que você percebe que tirar essa foto não foi uma boa ideia

Aquela chance de uma foto perfeita de um predador raro: Photobombed por um pássaro

Corujinha almoçando

Bela águi… não, árvore

Delivery de pizza (roída)

Poste voador

Não ficou muito boa essa pose

Pássaro amigável

Gafanhoto

Careta

Sapos

O que você quer, meu filho?

Aqui, uma resolução mais baixa seria preferível

Pombo

Águia-americana em toda a sua majestade

No episódio de terror de hoje: ovelhas no escuro

Garça

Melhores ângulos da vida selvagem

Mais rápido, cara!

Um giro tranquilo

Louva-a-deus fora de foco

De perder a cabeça

Guaxinim (juro)

Uma ode aos grandes fotógrafos da natureza

Os cliques acima são engraçados, mas também uma prova de que fazer fotos incríveis da natureza não é tão fácil assim.

Sem muita paciência, prática, silêncio e observação, uma imagem perfeita é quase impossível. Alan McFadyen, por exemplo, precisou de 4.200 horas e 720.000 tentativas para tirar a fotografia ideal do mergulho de um martim-pescador:

Já a imagem premiada de uma águia abaixo veio depois de três anos de esforço do fotógrafo norueguês Audun Rikardsen:

É, meus amigos. Vamos valorizar esses heróis da lente que nos trazem esses belos presentes! [BoredPanda]

Rara e impressionante filmagem de um leopardo-das-neves “rugindo”

Você sabe como um leopardo-das-neves soa?

Seu “rugido” não é tanto como o de um tigre ou leão, e sim parece mais um grito levemente desesperado, como você pode conferir na rara filmagem link do vídeo AQUI

O chamado

O vídeo é especial porque o leopardo-das-neves é um animal solitário que habita poucos locais do mundo, o que o torna uma espécie elusiva de se observar na natureza.

A gravação acima foi capturada por uma câmera remota nas montanhas ao norte do Paquistão, graças a um esforço da organização de caridade britânica dedicada à vida selvagem “The White Lion Foundation”.

Curiosamente, a morfologia deste animal o impede de rugir como outros grandes felinos, mas ele é capaz de emitir sons para sinalizar uma variedade de coisas.

No caso da filmagem acima, “o macho adulto está exercitando suas chamadas vocais para estabelecer território e informar às fêmeas de que ele está na área”, disse John Knight, membro da fundação White Lion, em um comunicado.

Ameaçados

Categorizados como “vulneráveis” na Lista Vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla original), estima-se que existam entre 4.000 e 7.500 leopardos-das-neves na natureza.

As maiores ameaças para esse felino são, atualmente, caçadores e confrontos com criadores de gado.

Pensando nisso, a White Lion Foundation fez uma parceria com a Organização para Conservação e Desenvolvimento da Vida Selvagem do Baltistão no Paquistão para monitorar e proteger a população desses animais, incluindo o trabalho junto às comunidades locais para construir currais à prova de leopardo para o gado.

Mais curiosidades

O leopardo-das-neves é um dos mais importantes predadores das montanhas da Ásia Central, e se destaca pelo fato de poder caçar presas que pesam quatro vezes mais do que ele.

Menor do que outros grandes predadores, normalmente pesa entre 30 e 60 quilos e tem um corpo mais robusto e curto. Também tem uma das caudas mais longas entre todas as espécies felinas – tal comprimento permite ao leopardo muita estabilidade nas falésias por onde passa.

Habitats inóspitos e isolados não são um problema para este felino emblemático, temido e admirado por culturas tibetanas e seus pastores – ele pode viver em locais de até 6.000 metros de altitude.

Esse fato, aliado à sua timidez e pelagem, tornam o leopardo-das-neves um dos carnívoros mais desconhecidos de nosso planeta. [CnetMeusAnimais]

Vírus gigantes carregam código genético que pode controlar o metabolismo dos seres vivos

Pesquisadores do Instituto Politécnico e Universidade Estadual da Virgínia (EUA) descobriram semelhanças genéticas intrigantes entre vírus gigantes e vida celular.

Aparentemente, estes vírus possuem genes que controlam processos metabólicos e podem exercer grande influência em células vivas.

“Quanto mais aprendemos, mais eles [vírus gigantes e vida celular] se sobrepõem. Em termos de repertório genético, eles têm muito mais em comum do que esperaríamos”, explicou o ecologista microbial Frank Aylward ao Science Alert.

Vivo ou não vivo, eis a questão

A maioria dos vírus é muito pequena. Chamamos de vírus gigantes as cepas tão grandes que atingem os tamanhos de bactérias.

Estes organismos, descobertos neste século, possuem genomas complexos que vêm intrigando os cientistas há um bom tempo. Diversas descobertas recentes desafiaram a nossa concepção sobre vírus, incluindo se eles deveriam ser considerados seres vivos ou não.

Isso porque alguns desses vírus gigantes parecem criar seus próprios genes, enquanto outros possuem códigos genéticos jamais observados em qualquer outra criatura.

O achado recente

No novo estudo, os pesquisadores analisaram um banco de dados metagenômicos a partir do qual reuniram genomas putativos de 501 tipos diferentes de vírus gigantes classificados como “vírus de grandes nucleocitoplasmáticos de DNA”. Eles são encontrados principalmente em ambientes aquáticos, onde infectam coisas como algas.

Ao analisar essas informações genéticas, os cientistas de fato acharam coisas que já esperavam, como genes que processam a construção do capsídeo (a camada externa de proteínas que envolve a partícula viral) e infecciosidade viral.

No entanto, também descobriram que os vírus gigantes possuem uma diversidade enorme de genes que envolvem aspectos do metabolismo celular, incluindo processos como absorção de nutrientes e metabolismo de nitrogênio.

Milhões e milhões de anos

Essa descoberta é diferente de achados anteriores nos quais pesquisadores identificaram genes adquiridos em vírus gigantes através de transferência lateral. Isso significa que material genético foi passado entre organismos, ao invés de transferido de pai para filho.

Ou seja, é possível que vírus gigantes adquiram genes sem querer ao infectar organismos vivos.

A nova pesquisa, por outro lado, descobriu linhagens de genes metabólicos virais muito antigas, o que sugere relações duradouras entre patógenos e hospedeiros cujo significado ainda não podemos compreender totalmente.

“Isso implica que os vírus possuem esses genes há milhões de anos, até bilhões de anos, e são genes metabólicos específicos de vírus. Uma vez que os vírus infectam uma célula, não podemos mais pensar nela como sua própria entidade autônoma. Os aspectos fundamentais da fisiologia celular estão sendo reconfigurados por esses vírus após a infecção”, afirma Aylward.

Repensando a forma como olhamos para os vírus

Em outras palavras, há uma possibilidade de que vírus gigantes e seus ancestrais possam ter vivido ao longo de organismos celulares por eras, replicando-se dentro das células destas criaturas vivas e exercendo uma influência invisível em seus processos metabólicos durante todo o tempo.

De acordo com os pesquisadores, os vírus têm sido historicamente vistos como “acessórios” para a vida celular, e sua influência nos ciclos biogeoquímicos observada somente através das lentes de seu impacto na mortalidade do hospedeiro.

Agora, talvez precisemos analisar essas criaturas pela perspectiva de quaisquer atividades metabólicas diretas.

“O grande número de genes metabólicos celulares codificados nos genomas de vírus de grandes nucleocitoplasmáticos revelado neste estudo traz à luz uma visão alternativa na qual enzimas específicas de vírus têm um papel direto na formação da fisiologia das virocélulas”, escrevem os cientistas em seu artigo.

Próximos passos

Os pesquisadores agora querem conduzir estudos experimentais para explorar como metabolismos hospedeiros são afetados por vírus gigantes e sua carga viral capaz de “reconfigurar” processos metabólicos.

As últimas descobertas foram publicadas na revista científica Nature Communication. [ScienceAlert]

Artefatos “espetaculares” são encontrados devido ao derretimento de gelo na Noruega

Arqueólogos descobriram uma miríade de artefatos especulares na região montanhosa de Lendbreen, na Noruega, devido ao derretimento do gelo que revelou uma antiga passagem. A maioria pertence a era viking.

O derretimento começou em 2011, revelando inicialmente uma túnica de lã datada do século III ou IV dC. Desde então, o gelo tem recuado cada vez mais, expondo uma riqueza de artefatos, incluindo luvas tricotadas, sapatos de couro e flechas com penas.

Enquanto os achados são valiosos para a arqueologia glacial, também servem como um lembrete sombrio do efeito das mudanças climáticas.

“Estamos falando de artefatos que foram congelados há mil anos, e mais tarde (porém mais cedo do que deveriam) retirados quando os encontramos. Assim, um tecido fica quase perfeitamente preservado, pode-se encontrar flechas com penas perfeitamente preservadas. Essas são descobertas bastante notáveis”, disse James Barrett, arqueólogo medieval e ambiental da Universidade de Cambridge (Reino Unido).

Espetaculares

A datação por carbono revelou que a passagem na montanha foi usada por fazendeiros e viajantes durante aproximadamente mil anos, da Idade do Ferro nórdica, por volta de 200 a 300 dC, até cair em desuso após a peste negra no século XIV. A maior parte das descobertas data de cerca de 1000 dC, durante a era viking, quando o comércio e a mobilidade na região estavam em seu auge.

Algumas das descobertas são estruturais, como marcações de pedra que serviam para guiar os viajantes através da neblina, ou restos de pequenos abrigos.

Outras consistem em produtos transportados por fazendeiros de e para suas pastagens, como laticínios e forragens, ou por comerciantes que poderiam levá-los muito mais longe, incluindo peles de rena e chifres.

Dentre os objetos espetaculares encontrados pelos cientistas estão freios de madeira para cordeiros ou cabras, rocas para fiação de lã, um esqui da Idade do Bronze e raquetes de neve para cavalos.

Histórias antigas

De acordo com Barrett, os objetos são em si extraordinários, mas o que é realmente importante sobre eles, arqueologicamente falando, são as histórias que contam sobre a passagem e as pessoas que viajaram por ela.

Devido a um grande derretimento em 2019, a maioria do gelo em Lendbreen já recuou. Em pouco tempo, não haverá mais nada na região a ser descoberto. Quem sabe então teremos uma imagem completa do que ficou eternizado no frio da montanha.

Os achados foram publicados na revista científica Antiquity. [TheGuardian]

O coronavírus veio de laboratório? BBC compila tudo que sabemos

Desde que a pandemia de COVID-19 se tornou um problema mundial, surgiram teorias da conspiração e hipóteses de que o vírus que causa a condição foi criado em ou liberado de um laboratório.

Apesar de todas essas especulações, não existe nenhuma evidência de que o Sars-CoV-2 tenha sido liberado propositalmente de um laboratório.

Já a possibilidade de ele ter “escapado” sem querer de um laboratório, devido a brechas na segurança, é menos improvável. Existem relatórios americanos sobre instalações chinesas que apontam para irregularidades.

Confira abaixo o que sabemos sobre todas essas teorias até agora.

Uma certeza: não é um vírus projetado em laboratório

Um rumor que se tornou viral em janeiro sugeria que o vírus havia sido projetado em laboratório, como uma bioarma.

Essa alegação já foi refutada por diversos cientistas em diferentes estudos. Estes provam que o vírus não é um feito de engenharia genética, mas sim originou-se em animais, provavelmente morcegos.

Por exemplo, uma pesquisa publicada em março na revista Nature mostrou que o vírus não possui sinais de ter sido projetado.

“Ao comparar os dados disponíveis da sequência do genoma a cepas conhecidas de coronavírus, podemos determinar firmemente que o SARS-CoV-2 se originou através de processos naturais”, disse um dos autores do estudo, Kristian Andersen, do Instituto de Pesquisa Scripps (Califórnia, EUA).

Acidente?

Ok, não é uma bioarma malevolamente liberada sobre a população. Mas a suposição de que essa foi uma liberação acidental de um vírus natural por um laboratório chinês?

A proximidade de dois institutos que faziam pesquisa sobre doenças infecciosas do mercado de animais de Wuhan – de onde pensa-se que o surto se iniciou – certamente “esquenta” essa teoria.

Diplomatas americanos e o Instituto de Virologia de Wuhan

Uma matéria do The Washington Post divulgou que diplomatas americanos visitaram instalações de pesquisa chinesas em 2018, enviando dois alertas sobre “segurança inadequada” ao governo dos EUA.

Segundo o jornal, os oficiais estavam preocupados com a segurança e fraquezas de gerenciamento no Instituto de Virologia de Wuhan, e solicitavam mais ajuda – o local já havia recebido financiamento dos EUA, juntamente com assistência de institutos de pesquisa americanos.

O artigo ainda alega que os diplomatas estavam receosos de que a pesquisa com coronavírus de morcegos pudesse levar a uma nova pandemia como a de SARS em 2002-2003.

Procedimentos de segurança

Laboratórios que estudam vírus e bactérias seguem um sistema conhecido como “normas BSL”, sendo que BSL significa “Biosafety Level” ou “Nível de Segurança”. São quatro níveis, que dependem dos tipos de agente biológicos sendo estudados e das precauções necessárias para isolá-los.

O nível um (BSL-1) é o menor, utilizado para o estudo de agentes biológicos bem conhecidos que não representam uma ameaça para seres humanos.

As medidas de precaução aumentam conforme os níveis aumentam, sendo 4 o mais alto, reservado a laboratórios que estudam patógenos perigosos para os quais não existem muitos tratamentos ou vacinas, como o ebola, o vírus de Marburg e, no caso de apenas dois institutos nos EUA e na Rússia, a varíola.

Essas normas são utilizadas no mundo todo, com poucas diferenças (por exemplo, na Rússia, o nível mais alto é 1 e o mais baixo é 4). Apesar da Organização Mundial da Saúde (OMS) ter publicado um manual sobre os níveis, não existe nenhum acordo ou tratado sobre o BSL, de forma que não existem regras que devam ser obrigatoriamente aplicadas em todos ou certos países.

Dito isto, se você deseja fazer projetos com parceiros internacionais, certos padrões são exigidos. O mesmo vale para quem quiser vender produtos ou serviços, como testes, no mercado.

Tendo em vista que o Instituto de Virologia de Wuhan trabalhava em conjunto com os EUA, os diplomatas recomendaram mais atenção e auxílio ao laboratório. Porém, não fica claro que tipo de ajuda era necessária.

Existem várias maneiras pelas quais as medidas de segurança podem ser violadas em laboratórios que lidam com agentes biológicos, incluindo acesso ao laboratório, treinamento de cientistas e técnicos, procedimentos para manutenção de registros, inventário de patógenos, práticas de notificação de acidentes, procedimentos de emergência e muito mais. Simplesmente não sabemos o que havia de “errado” com o instituto de Wuhan.

Conclusões

É de registro público que o Instituto de Virologia de Wuhan conduzia pesquisa em coronavírus que afetam morcegos. Esse trabalho é legítimo e foi publicado em revistas científicas internacionais. Levando-se em conta a experiência chinesa com o surto de SARS anos atrás, esse tipo de estudo não é nenhuma surpresa.

A questão da origem do Sars-CoV-2 é “muito difícil”, de acordo com a Dra. Filippa Lentzos, especialista em biossegurança do King’s College London (Reino Unido).

“Houve discussões silenciosas nos bastidores na comunidade de especialistas em biossegurança, questionando a origem do mercado de frutos do mar que é uma mensagem forte na China”, disse.

Essas discussões são “silenciosas” justamente porque não há evidências de que qualquer instituto de pesquisa em Wuhan tenha sido a fonte do vírus.

Por outro lado, o presidente americano Donald Trump informou que seu governo iria investigar a tal teoria da liberação de laboratório. Contra a China existe o fato de que o país repetidamente escondeu ou omitiu informações cruciais sobre a pandemia, tendo um forte histórico de falta de transparência.

A briga política entre as nações não importa para a ciência, contudo. Os pesquisadores continuarão fazendo seu trabalho duro para traçar a origem do vírus com rigor. [BBC]

10 vezes em que pessoas fotografaram animais fazendo distanciamento social

Os gatos parecem ter talento inato para manter distância dos outros animais e humanos, mas até mesmo cães, pavões, alces e íbis-brancos foram flagrados posicionados de forma espaçada. 

10. Alces

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9. Cada gato no seu banco

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8. Cão na fila

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7. Pavões

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6. Cada um no seu quadrado

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5. Na fila do mercado

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4.  Gaivotas

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3. Gato que segue orientações

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2. Pombo

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1. Fila felina

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Claro que essas imagens foram feitas no lugar certo e na hora certa ­– talvez até com um ajuste de posicionamento pelos humanos – mas há alguns animais que têm o comportamento natural de excluir indivíduos doentes do grupo, como chimpanzés e abelhas.

Quando o grupo de chimpanzés percebe que um deles está doente, todos se afastam e evitam contato físico. Depois de um tempo acabam permitindo que o indivíduo recuperado volte a se integrar ao grupo.

Já as larvas de abelhas doentes emitem um cheiro característico que é captado pelos insetos adultos. Essas larvas são jogadas para fora da colmeia imediatamente. fonte:via [Bored Panda]

Homem encontra rocha do início do sistema solar em seu quintal

Cientistas analisaram uma rocha que caiu no quintal do alemão Erik Due-Hansen e descobriram que se trata de um meteorito do tipo condrito carbonáceo, que contém material do início do sistema solar.

Bola de fogo

Em 12 de setembro de 2019, mais de 500 pessoas na Europa (Holanda, Alemanha, Bélgica, Dinamarca e Reino Unido) relataram ter observado uma bola de fogo no céu.

No dia seguinte, Erik, que mora em Flensburg, na Alemanha, encontrou um pedaço liso e preto remanescente desse bólido – que impactou a Terra com uma energia de 0,48 quilotons de TNT – em seu quintal.

O alemão contatou as autoridades, que levaram o meteorito de 24,5 gramas para o Instituto de Planetologia da Universidade de Münster, na Alemanha, onde a rocha foi analisada pelo professor Addi Bischoff e seu aluno de doutorado Markus Patzek.

Análise

A dupla examinou a rocha usando um microscópio eletrônico e concluiu que ela continha esferas de 0,05 a 1 milímetro chamadas de côndrulos.

Esses côndrulos eram abundantes em minerais filossilicatos e carbonatos, que requerem água para se formar.

Por fim, os cientistas classificaram o meteorito como um condrito carbonáceo, um tipo de rocha antiga que pode ser composta do mesmo material que os corpos rochosos chamados de planetesimais – são eles que formaram planetas como o nosso, e provavelmente levaram água à Terra.

Condritos carbonáceos

Esse tipo de achado é raro; os condritos carbonáceos representam apenas 3% de todos os meteoritos encontrados na Terra.

Apesar disso, estão entre os mais importantes para a ciência, uma vez que contêm registros do material que pode ter existido no início do sistema solar, 4,5 bilhões de anos atrás.

Para examinar tais meteoritos, os pesquisadores podem comparar informações dos condritos com observações de rochas do espaço, como o asteroide Ryugu. A sonda japonesa Hayabusa2, por exemplo, visitou Ryugu e coletou amostras em sua superfície que se pareciam muito com um condrito carbonáceo.

Os cientistas pensam que rochas como a recém-descoberta em Flensburg se pareciam com asteroides como o Ryugu antes de passar pela atmosfera da Terra, embora mais estudos sejam necessários para esclarecer a ligação entre os meteoritos que caem por aqui e os corpos planetários que supostamente os produziram. [Gizmodo]