Ela decidiu fazer as tortas mais estilosas do mundo em seu tempo livre

Aos 30 anos, Lauren Ko é uma assistente executiva bem-sucedida na Universidade de Seattle, Washington, mas é suas horas vagas que sua grande paixão vem à tona. Com uma veia artística aflorada unida a um imenso talento culinário, a jovem vem conquistando seguidores em seu Instagram devido à confecção de tortas maravilhosas.

No perfil @LokoKitchen ela já possui quase 60 mil seguidores impressionados com suas criações artísticas dignas das paredes dos mais renomados museus do mundo. Alguns de seus trabalhos incluem uma bela torta de batata doce com tons dourados e alaranjados enfeitada com uma rosa de maçã com nozes ao molho de açúcar.

Uma outra foto mostra uma torta de mirtilo com uma crosta de treliça pouco cozida para o jantar de Ação de Graças. Também são comuns tortas inspiradas em obras de mestres como uma feita em homenagem a Vincent Van Gogh.

Inspiração na obra Starry Night de Van Gogh;

Confira abaixo e resista se puder…

Imagens: Instagram/fonte:via

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Os melhores ambulantes do Rio ou 9 motivos para ir além do mate e biscoito globo

No Rio de Janeiro, todo dia é assim: cerca de 3 mil ambulantes percorrem mais de 80 quilômetros de praias oferecendo toda a sorte de comidinhas, bebidas e petiscos.<!–more–> Se você só está familiarizado com os icônicos bordões ‘Olha o mate’ ou ‘Olha o biscoito Globo’, veja a  lista abaixo alguns motivos para se aventurar mais a fundo na gastronomia praiana carioca. Você não vai se arrepender!

1. “Olha o Malte!”

Os melhores ambulantes do Rio ou 9 motivos para ir além do mate e biscoito globo

(Foto: Divulgação)

Já não é de hoje que a oferta etílica na praia vai muito além do latão e da caipirinha feita com refresco em pó. O chope artesanal da Irada! é pedida obrigatória para quem passa o dia no Leblon. A bebida é vendida em mochilas pressurizadas. Para dar conta da demanda, foi feita uma parceria com as barracas, que servem como uma espécie de “entreposto” para reabastecimento dos vendedores. Deu tão certo, que a marca é presença certa nos principais eventos cervejeiros da cidade.

2. Picolé de cerveja

Os melhores ambulantes do Rio ou 9 motivos para ir além do mate e biscoito globo

(Foto: Divulgação)

Na esteira do sucesso da Irada!, a Craft Beer Ice Cream circula pelas praias de Copacabana, Ipanema, Leblon e Barra vendendo picolé de cerveja com teor alcoólico de 3,5%. São cinco opções bastante inusitadas: damasco com pilsen, doce de leite com IPA (India Pale Ale), laranja com weissbier, chocolate belga com dunkel e gianduia com bock.

3. Hambúrgueres Intergaláticos

Os melhores ambulantes do Rio ou 9 motivos para ir além do mate e biscoito globo

(Foto: Divulgação)

“Cheddar alucinante, tomates psicodélicos psicotrônicos, alface crocante sinestésico, especiarias transcendentais e amor”. A receita de sucesso do Hareburger deu tão certo na praia que já resultou em dez lanchonetes em solo carioca e agora uma em São Paulo. Vale dar uma espiada nessa matéria que fizemos.

4. O cachorro-quente do Rio

Os melhores ambulantes do Rio ou 9 motivos para ir além do mate e biscoito globo

(Foto: Divulgação)

Com mais de 50 anos de estrada, a Geneal é um dos maiores símbolos da gastronomia praiana carioca. Além do tradicional cachorro-quente feito com pão, salsicha e molho de mostarda, os vendedores ambulantes vendem também dois lanches conhecidos como Tico e Teco, feitos de pasta de ovo e pasta de presunto, além de dois refrescos nos sabores Laranjinha e Uvinha.

5. “Quem quiser o sucolé do Claudinho, é só levantar o dedinho!”

Os melhores ambulantes do Rio ou 9 motivos para ir além do mate e biscoito globo

(Foto: Marcos Pinto)

Claudinho e sua equipe de vendedores rodam pelas areias de Ipanema e Leblon há mais de duas décadas vendendo sucolé. O nome surgiu porque o sacolé dele é de uma cremosidade imbatível – em vez de água, leite; em vez de polpa, fruta mesmo. Chega a vender, em 3 horas, mais de três mil!!!! Fala sério, quem não provou não sabe o que está perdendo.

6. O árabe do Marquinhos

Os melhores ambulantes do Rio ou 9 motivos para ir além do mate e biscoito globo

(Foto: Ana Rezende)

Quem circula pela Praia do Pepê, na Barra, avista de longe quando o Marquinhos chega com suas esfihas. Fazendo pouco do calor de 30 ou 40 graus, ele chega sempre paramentado de túnica e turbante em cima de um camelo cenográfico de dois metros de altura puxado por dois garotos na areia, ladeado por duas mulatas-odaliscas. Carne, berinjela, queijo minas com orégano, queijo com espinafre e frango são os sabores mais pedidos.

7. Um autêntico choripan

Os melhores ambulantes do Rio ou 9 motivos para ir além do mate e biscoito globo

(Foto: Paulo Moura)

Bem em frente ao Posto 9, em Ipanema, procure pela bandeira do Uruguai. Se acomode, curta o dia e, quando bater a larica, caia de boca no choripan, sanduíche de linguiça com chimichurri e cebola. O autor da obra é o uruguaio Milton Gonzales, que chegou ao Brasil há 37 anos, exilado. Sindicalista ligado ao Partido Comunista, era procurado pela ditadura de seu país e passou três anos na prisão, até desembarcar no Rio e abrir a Barraca do Uruguai.

8. A salada de frutas do Val

Os melhores ambulantes do Rio ou 9 motivos para ir além do mate e biscoito globo

(Foto: Marcos Pinto)

Val é um pernambucano que mudou-se para o Rio há 20 anos atrás. Fã de Carmem Miranda, Marylin Monroe e afins, ele colore o trecho em frente à famosa Farme de Amoedo, vendendo uma deliciosa salada de frutas, versão “light” ou versão “gordinha”.

9. Não podia faltar a empada

Os melhores ambulantes do Rio ou 9 motivos para ir além do mate e biscoito globo

(Foto: Divulgação)

Nascida na Região dos Lagos há mais de 25 anos, a Empada Praiana é um clássico das praias cariocas, de Cabo Frio a Ipanema. Seus vendedores, vestidos com uniforme vermelho e amarelo, percorrem as areias com uma caixa térmica cheia de delícias. As de galinha com palmito e queijo com cebola são as mais pedidas.fonte:via

A horta urbana mais alta do mundo que fica no topo de um prédio em Nova York

As hortas urbanas estão ganhando espaço e mostram que é possível ser sustentável e cultivar produtos orgânicos em meio ao concreto e a selva de prédios. A Bromley Caldari Architects criou a maior horta urbana em altura do mundo, no bairro do Brooklyn, em Nova York (EUA). A horta está em cima de um armazém de seis andares, ocupa 40 mil metros quadrados e é administrada pela equipe da Brooklyn Grange Farm.

Ben Flanner, engenheiro industrial, é o presidente da Brooklyn Grange Farm, formada por uma equipe de agricultores, ativistas e voluntários que trabalham duro para construírem uma cidade mais sustentável. A horta já produziu tomate, alface, cenoura, beterraba, feijão, rabanete, pimenta, rúcula, e o melhor de tudo: todos eles são alimentos livres de agrotóxicos.

O projeto mostra que é possível utilizar espaços públicos vazios para cultivar alimentos orgânicos, mesmo em grandes centros urbanos como Nova York. A iniciativa contribui para uma economia sustentável e pretende alcançar outras telhados na cidade.

Abaixo o vídeo que mostra a evolução da horta ao longo das estações do ano em Nova York e a apresentação do projeto New York Farm City, que pretende transformar a cidade em um lugar mais sustentável:

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Todas as fotos © Brooklyn Grange Farm/fonte:via

Contra desperdício e desmatamento, startup alemã cria hambúrguer de larvas

De acordo com o documentário Cowspiracy, que tem produção do ator Leonardo DiCaprio, um hambúrguer de 114 gramas feito com carne bovina requer quase 2.500 litros de água para ser produzido. Isso é o equivalente a praticamente dois meses de banho.

Pouco se fala sobre, mas a indústria da carne tem um enorme impacto na saúde do planeta, com questões que envolvem desde a fome em países subdesenvolvidos até o desmatamento da Floresta Amazônica, por exemplo.

E para tentar ajudar a combater essa verdadeira epidemia, a empresa alemã Bugfoundation desenvolveu um hambúrguer onde a base é feita de larvas. Isso mesmo, de larvas. O Bux Burger, como é chamado, é feito de vermes e já está à venda na Holanda e na Bélgica.

Além de ser muito mais sustentável que hambúrgueres de carne, esse ingrediente peculiar também faz bem para a saúde, uma vez que é rico em proteína, vitaminas e minerais. E aí, você encararia essa iguaria?!

Imagens © Reprodução Facebook/fonte:via

Não deixe seus olhos te enganarem: isso não é uma foto

Tá vendo essa foto aí em cima e essas aqui embaixo? Não são fotos. É isso mesmo. São pinturas muito, muito realistas. O artista sul-coreano Young-Sung Kim possui um talento incomum: ele consegue pintar fotografias. Isso pode parecer um exagero, mas apenas dê uma olhada no que ele pode produzir com um pincel, alguns acrílicos e muito talento e paciência.

A arte de Youn-Sung Kim é desafiadora para os olhos. É possível olhar suas pinturas incrivelmente detalhadas por horas e ainda não conseguir diferenciá-las de fotografias digitais de alta resolução. Kim é tão bom no que faz que, às vezes, ele mesmo tem problemas para separar suas pinturas hiper-realistas das fotos que as inspiraram. Uma vez, ele erroneamente enviou à imprensa o arquivo de uma foto que ele tirou, em vez da pintura que ele fez, porque elas pareciam virtualmente idênticas a olho nu.

O artista de 43 anos, que nasceu em Seul, na Coréia do Sul, mas atualmente mora em Nova York, disse recentemente que quase todas as pessoas que viram suas pinturas, em algum momento, perguntaram se ele apenas imprimia fotos na tela. Tendo problemas ele mesmo para diferenciar suas obras de arte das fotos, ele toma isso como um elogio, não um insulto.

A maioria das pinturas de Kim é de pequenos animais que interagem com objetos artificiais, e o artista admite que ele era fascinado por insetos, répteis e anfíbio desde que era uma criança. Ele conta que os mantinha em seu quarto e os pintava. Naquela época, o resultado de seu trabalho árduo não estava perto do nível de suas obras mais recentes, mas isso só o fazia querer se tornar um pintor melhor.

“Não era fácil pintar bem a sua estrutura e sua cor. Era muito mais difícil do que eu esperava. Eu prometi a mim mesmo que iria treinar na escola de arte quando crescesse e pintá-los perfeitamente”, conta o artista.

 

Infelizmente, seus pais não aprovavam sua decisão de concentrar seus estudos na arte, temendo que ele não fosse capaz de conseguir um bom trabalho. No ensino médio, a oposição deles apenas fez Kim se rebelar ainda mais, desafiando seus pais, entrando em brigas e, basicamente, desperdiçando seu tempo. Dois anos depois disso, sua família finalmente cedeu e permitiu que ele fosse atrás do seu sonho.

“Meus pais perceberam que eu não estava apenas protestando e que eu simplesmente não posso viver sem pintar”, explica Young-Sung Kim.

Kim acabou convencendo seus pais de que eles tomaram a decisão certa. Não só ele ganha a vida fazendo o que mais ama, mas ele se tornou um dos pintores hiper-realistas mais admirados do mundo, ganhando entre 10.000 e 130.000 dólares por cada obra de arte.

Além da qualidade da arte de Kim, o preço condiz também com o tempo do trabalho. Youn-Sung Kim pinta por mais de 12 horas por dia, mesmo nos fins de semana, mas, mesmo assim, ele às vezes gasta até um ano em suas obras-primas de grande escala.

“Mesmo que eu trabalhe das 9 da manhã até a meia-noite, demora um ano para terminar algumas pinturas”, conta o talentoso artista. “Como eu quero pintar da maneira mais realista possível, leva uma eternidade para completar uma peça com a qual eu esteja satisfeito”.

Apesar do impressionante realismo de suas pinturas, Young-Sung Kim nunca está completamente feliz com seu trabalho. Ele classifica suas obras de arte em uma escala de 100 pontos, e nenhuma de suas dezenas de pinturas já marcou acima de 90 pontos. Kim espera melhorar e obter o máximo possível dessa marca de 100 pontos.

“Se você ampliar uma foto para observá-la, você perceberá que não é muito realista”, diz ele. “A tecnologia avança a uma velocidade excelente e é difícil acompanhar, mas meu objetivo é superar uma TV de alta definição ou um monitor de computador”. Esse é um objetivo bastante ambicioso, mas olhando para suas incríveis obras de arte hiper-realistas, se alguém pode chegar lá, é esse cara.

Fonte:[ via ][Oddity Central]

Uma cidade inteira na Inglaterra que pode ser comida de graça

Em Todmorden, a alimentação saudável é mais do que barata, ela pode ser gratuita. Mas isso nem sempre foi assim.

Localizada na região de West Yorkshire, Inglaterra, a cidade é exemplo de como a iniciativa de um pequeno grupo de pessoas pode transformar completamente a vida de toda uma comunidade. Essa mudança começa com duas mulheres que souberam transformar um sonho em realidade: Pamela Warhurst e Mary Clear.

Pamela, ou Pam, participava de uma conferência sobre as mudanças climáticas em 2007 quando o palestrante, o professor Tim Lang, sugeriu que a humanidade deveria começar a plantar mais comida pelo bem do planeta. A ideia criou raízes na cabeça de Pam, que passou a refletir sobre como cultivar mais alimentos poderia ser um gatilho para a mudança social.

A semente para a criação de uma cidade comestível foi a primeira a ser plantada.

Após conversar com sua amiga Mary, a ideia se espalhou. Mary plantou alguns vegetais em seu jardim e colocou uma placa: “Sirva-se“. Em uma cidade com apenas 17 mil habitantes, esse pequeno gesto foi suficiente para que as pessoas começassem a falar – e refletir – sobre o assunto. Logo novas plantações começaram a surgir em diferentes áreas de Todmorden.

Quando começou, nós não tínhamos ideia de onde nossos sonhos iriam nos levar. Isso prova que qualquer pessoa com energia e paixão pode contribuir para um mundo melhor. Ligando os pontos e com o poder das pequenas ações, nós conquistamos em 10 anos o que muitos pensariam que é impossível e temos pesquisas para provar isso.“, contou Mary ao Hypeness.

A semente que mais cresceu durante esse tempo foi a do projeto Incredible Edible Todmorden (ou a “Incrivelmente Comestível Todmorden“). Não se trata apenas de oferecer comida gratuitamente a qualquer pessoa, mas de transformar isso em um motor de questionamento e participação popular.

Hoje quem caminha pela cidade encontra um cenário completamente transformado. Há plantações comunitárias em centros de saúde com apoio de médicos e enfermeiros. Há jardins comestíveis na área da estação policial. Até mesmo residências sociais convidaram o grupo para plantar em seus terrenos, trazendo benefícios aos inquilinos. As escolas também ganharam suas próprias hortas, além de aulas de educação ambiental. Tudo isso contando apenas com o trabalho de voluntários.

Para chegar a esse ponto, o projeto se baseia no que são chamados três pratos. O prato da comunidade busca unir e empoderar a população ao fazer com que as pessoas se sintam parte dos espaços públicos. O prato da aprendizagem tem como objetivo educar os cidadãos sobre a alimentação e desenvolver habilidades culinárias. Por último, o prato dos negócios é focado em fortalecer a economia local.

Este último ponto foi o que mais causou receio na população a princípio. Muitas pessoas se perguntavam se a oferta de alimentos gratuitos não iria atrapalhar negócios locais. A dúvida, no entanto, foi podada por um estudo de 2013 denominado “Small actions – big change: Delivering regeneration in the age of austerity”. A pesquisa apontava que 67% dos empreendimentos da cidade haviam visto um aumento na procura por alimentos produzidos localmente, enquanto 46% destes relatavam um impacto positivo nas vendas.

No mesmo ano, um estudo indicou que 97% dos residentes de Todmorden estavam comprando mais alimentos produzidos localmente do que antes do início do projeto –  e 57% deles passaram a cultivar seus próprios alimentos. Junto a isso, a cidade também experimentou uma queda nos casos de vandalismo desde que suas ruas se tornaram “comestíveis”.

Os benefícios da iniciativa não param aí. De acordo com uma pesquisa de 2017 sobre o retorno social sobre o investimento (SROI, na sigla em inglês) realizada em uma parceria entre a University of Central Lancashire e a Manchester Metropolitan University, a cada £ 1 gasto pelo grupo, £ 5,51 retornaram para a comunidade de Todmorden.

Não se trata apenas de um retorno financeiro, mas também social. O mesmo estudo aponta que o envolvimento com o Incredible Edible aumentou o nível de atividade física da população e que o projeto também é um propulsor do turismo local – que hoje gera mais de £ 80 mil anuais para a cidade.

Com tantos resultados, a ideia de depender menos das relações econômicas e mais das relações humanas se polinizou. Estelle Brown, diretora de comunicação da Incredible Edible, estima que existam cerca de 400 grupos similares ao redor do mundo – nenhum deles, infelizmente, no Brasil.

Fotos cedidas pela equipe Incredible Edible Todmorden/fonte:via

Ela deu à luz no Japão e não acreditou na comida de hospital servida por lá

Comida de hospital não costuma ser lá aquela coisa, né? Na maioria das vezes recebemos algo sem muito tempero, sem muito gosto e sem muita graça também. Mas não é isso que acontece em um hospital do Japão.

Na última semana, uma usuária do Imgur, identificada apenas como Hahahah1111111, compartilhou o verdadeiro banquete que recebeu após dar à luz ao seu recém-chegado bebê.

As imagens são de 12 refeições feitas pela mulher durante sua estadia na maternidade, e parecem melhores do que muita comida de restaurante.A postagem viralizou rapidamente, e usuários do mundo inteiro estão querendo ir até o Japão para terem seus filhos por lá.

Infelizmente, não conseguimos descobrir qual hospital serve as apetitosas refeições, mas caso você saiba, não deixe de nos contar!

Via © Hahahah1111111 /fonte:via

Artista transforma pães reais em incríveis luminárias

Criada pela artista japonesa Yukiko Morita, a Pampshade, como foi chamada, é uma luminária feita de pão. Isso mesmo, de pão! Yukiko conta que a ideia surgiu por ela ser apaixonada por pães e já ter trabalhado como padeira. “Eu amo pão! Eles são fofos e me inspiram!”, contou.

De acordo com a artista, chegar no resultado final não foi fácil. Ela precisou trabalhar por anos no projeto, que leva farinha, fermento, resina, lâmpadas de LED e baterias, além de alguns ingredientes secretos que Yukiko não revela.

O processo de criação funciona da seguinte maneira: primeiro, a artista faz a massa do pão e a coloca para assar. Após pronto, é preciso esperar o pão esfriar, para então tirar o seu miolo. Yukiko cobre então o pão com uma camada de resina, adiciona a lâmpada e a bateria e voilà! Temos uma luminária de pão pronta.

Há diversos modelos da Pampshade à venda, desde croissants até baguetes, italianos e francês, e a loja entrega no Brasil! Para escolher o seu, acesse o site.

Imagens © Divulgação/fonte:via

O ‘mercado grátis’ que está ajudando a combater o desperdício na Nova Zelândia

Um dos males mais perversos do capitalismo e do mercado como regulador é sem dúvida o desperdício. São diversos os motivos, de controle de preços e mercados, custos diversos, publicidade ou outras intervenções que fazem com que quase metade da comida produzida no mundo seja jogada no lixo, alcançando cerca de 1,3 bilhões de toneladas desperdiçadas anualmente. Uma organização da Nova Zelândia decidiu fazer o mínimo do que o mundo deveria diante dos milhões que passam fome diariamente: distribuir gratuitamente os alimentos que seriam jogados fora.

A Free Store, ou mercado grátis, foi criada pelo artista Kim Paton para ser um projeto temporário, de duas semanas de duração, reunindo sem suas prateleiras alimentos em perfeita qualidade que, por motivos diversos, tornaram-se excedentes em supermercados e padarias, e se tornariam parte da estatística do desperdício. Sete anos depois felizmente a iniciativa se tornou permanente, e já possui quatro lojas na Nova Zelândia.

Não há qualquer critério ou restrição para se valer dos produtos na Free Store – qualquer um pode, pelo motivo que for, ir até uma loja e se servir dos produtos disponíveis. Cada sexta feira a loja distribui entre 800 e 1500 alimentos, alcançando um média de 250 mil alimentos anualmente, economizando um milhão de dólares por ano que iriam para o lixo.

 

A Free Store funciona com voluntários e 65 fornecedores. Trata-se do tipo de iniciativa que adoramos admirar à distância como um símbolo da civilidade em outros países, mas que pode ser feita de fato em qualquer cidade do mundo.

 

© fotos: divulgação

Restaurante combate desperdício criando pratos incríveis com alimentos que iriam para o lixo

Anualmente, 1,3 bilhões de quilos de alimentos são desperdiçados em todo o mundo. Isso é equivalente a praticamente um terço de toda a produção mundial. É muita coisa indo pro lixo. Isso sem falar do desperdício causado durante todo o processo, como a água que foi inutilmente usada e todo o CO2 gerado.

Para tentar diminuir esse gigantesco impacto ambiental que todo esse sistema causa, quatro amigos holandeses resolveram se unir, e juntos abriram o restaurante Instock, que utiliza somente comida que seria descartada. Com três unidades espalhadas pela Europa (Amsterdã, Utrecht e Haia), eles chegam a reaproveitar 8 mil quilos de alimentos por mês.

Diariamente, na primeira hora da manhã, funcionários passam por alguns supermercados recolhendo produtos que não são mais considerados próprios para consumo, mas não porque estão ruins, e sim por estarem “feios” ou com um leve machucado, por exemplo. Inclusive, o restaurante faz questão de ressaltar que todos os alimentos são seguros para consumo.

E como nunca se sabe quais alimentos serão resgatados no dia, o cardápio é sempre uma surpresa para o cliente, já que os chefs precisam usar a criatividade para fazer os pratos com o que foi recolhido nos mercados naquele dia. E pelas fotos do local, as comidas não deixam nada a desejar, sendo muito apetitosas, inclusive. Uma maneira simples e maravilhosa de realmente fazer a diferença!

Imagens © Divulgação /fonte:via