As pessoas não estão sabendo lidar com o sorvete negro

Quem imaginou que a cantiga diz ‘uni-duni-tê, um sorvete colorê’ porque todo mundo associa o sorvete a algo colorido e fofinho, acertou em cheio. No entanto, uma sorveteria de Los Angeles, nos Estados Unidos, está querendo acabar com essa imagem encantada que as pessoas sempre tiveram.

A Little Damage Ice Cream Shop, que em tradução livre significa, ‘sorveteria um pouco danificada’, resolveu focar em um público pouco convencional, essa galera chegada em passear em cemitérios à meia noite ouvindo Sisters of Mercy. Eles mesmos: os góticos nem tão suaves.

Para isso, ao invés dos sorvetes coloridos e fofíneos, começou a vender um modelo total black de amêndoa e carvão.

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Claro, para os góticos que ainda estão no armário, os suaves, há opções mais leves:

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Em Nova York, a Morgenstern’s Finest Ice Cream está seguindo pelo mesmo caminho: o lado negro da força. Entre seus deliciosos sorvetes que já fazem sucesso há um bom tempo, o estabelecimento também passou a vender sorvetes negros como piche.

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Todas as imagens: Reprodução fonte

Essas coroas de comida feitas por uma designer de NY são simplesmente maravilhosas

Lauren Hom é uma designer gráfica e artista baseada no Brooklyn, Nova York, e na Califórnia, onde dirige o estúdio ‘Hom Sweet Hom’. Ela criou trabalhos para a Starbucks, YouTube, TIME Magazine, Google entre outros clientes interessados em seu aguçado olhar para a gula e o bom humor.

A artista tem interesse em tudo o que é delicioso e bonito e é por isso que suas criações chamam atenção. Em um de seus projetos pessoais ela decidiu se colocar em primeiro plano usando adereços de cabeça feitos com aquilo que mais ama no mundo: comida.

Lauren brinca com as cores de tudo o que aparece nas imagens: o fundo, as comidas, as roupas. Exceto o batom, que permanece o vermelho.

Veja o resultado!

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Todas as imagens © Lauren Hom  fonte: via

A internet ajudou esta mãe a recuperar os únicos registros de seu falecido bebê

A norte-americana Rachel Dyke, que vive em Los Angeles, na Califórnia, resolveu fazer bolos diferentes do que estamos acostumados a ver por aí. Em parceria com a Charm City Cakes, Rachel cria miniaturas dos bolos de casamento feitos pela confeitaria.

Os modelos, cheio de estilo e detalhes, são feitos em uma escala extremamente menor que os bolos originais, para que os noivos possam levá-los para casa, como uma forma de eternizar as memórias do especial “dia do sim”.

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Após receber fotos do bolo original, a artista estima o tempo que levará para criar a versão miniatura, assim como o custo dos materiais que precisará comprar. Rachel usa desde argila de polímero e tinta acrílica até pedaços de jóias e outros materiais, geralmente garimpados no mercado das pulgas.

O preço dos bolinhos, que são feitos para comer somente com os olhos, não é nada doce. Cada unidade sai por uma média de 150 dólares, variando conforme os detalhes da versão original.

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Imagens © Rachel Dyke fonte: via

Série de fotos mostra a arte e as comidinhas na edição de 2017 do festival Coachella

O Coachella Valley Music and Arts Festival costuma ser lembrado apenas como um grande evento musical. E não é à toa, já que a edição deste ano reuniu artistas como Radiohead, Lady Gaga e Kendrick Lamar – para ficar só na principal atração de cada dia. Mas o festival é muito mais.

São dois finais de semana em que o deserto de Índio, na Califórnia, é tomado pelos grandes palcos, shows de luzes e um público empolgado. Mas tem também várias instalações artísticas e comidinhas de dar água na boca para manter todo mundo alimentado e pronto para curtir.

Um dos destaques deste ano foi a arte do brasileiro Gustavo Prado, que gosta de fazer esculturas com espelhos. No Coachella, ele exibiu a “Lamp Beside the Golden Door” (“Farol Junto ao Portal Dourado”, em tradução livre), intitulada em referência à Estátua da Liberdade e que conta com mil espelhos, cuidadosamente colocados para que o espectador se veja em cada um deles, junto ao visual do deserto.

Teve também esculturas de plantas psicodélicas gigantes, “casas na árvore” coloridas e mais de cem opções de comida, de sorvetes e milk-shakes super enfeitados a comida japonesa, hambúrgueres e churros. Ê vontade de ir pra Califórnia…

As tais plantas psicodélicas

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E essas instalações emulando casas na árvore?

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Os mil espelhos de Gustavo Prado:

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Teve muita comida boa também!

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fonte: via

Sushi burguer, sushi cake, temaki de copo, mesa infinita; 8 maneiras diferentonas de comer japa

Tem quem ame e quem não possa nem ver pela frente: a comida japonesa está longe de ser uma unanimidade. Mesmo assim, os defensores do estilo fazem questão de ser criativos na hora de prepará-lo – e, quem sabe, conquistar assim novos adoradores. Prova disso são estas oito maneiras diferentonas de comer sushi e temaki.

1. Sushi burguer

Pensa numa comida estranha. Agora multiplica por 10 e você estará diante do sushi burguer, uma invenção do Temakipier, que reúne temakeria e hamburgueria no mesmo lugar. A iguaria pode ser adquirida com valores a partir de R$ 30. O restaurante fica em Santos (SP) e também é responsável por outra invenção inusitada, o temaki de salmão com doritos.

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Foto: Reprodução Facebook

2. Cupmaki

Até que enfim alguém pensou nas pessoas que se sujam muito para comer temaki. O resultado é o “cupmaki”, um temaki servido em um copo plástico, criação da Temaki 10, de Maceió (AL). O prato copo está disponível nos sabores salmão, arroz e cream cheese ou salmão e pepino. Ele é servido em três tamanhos: 200ml, 300ml e 400ml.

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Foto: Reprodução Facebook

3. Mesa de sushi infinita

Tudo bem, ela não é infinita de verdade, mas é enooorme. A ideia foi criada pelo restaurante Yabany, em São Paulo, que oferece festival de sushi no almoço e no jantar, em que é possível comer à vontade tudo que estiver no balcão. Alguns itens também podem ser pedidos diretamente na mesa, como sashimis, temakis e pratos quentes.

4. Temaki gigante

Se você é do tipo que fica com fome depois de comer sushi, é porque ainda não conhece a Temakeria Paulista, em São Paulo. O local ficou conhecido pelo tamanho de seus temakis, que chegam a ser maiores do que a palma de uma mão. Peça o grande e não se arrependa.

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Foto: Reprodução Facebook

5. Temaki aberto

Inspirado no sanduíche aberto, o temaki aberto nada mais é do que uma gigantesca montanha de todos os ingredientes que você encontraria em um temaki tradicional, menos a alga. A criação do Shinkai Sushi, de São Paulo, é amor em forma de comida.

6. Super temaki

Para quem gosta de pratos realmente grandes, uma boa opção pode ser o temaki do Yoshizumi Sushi. Ele é tão recheado, mas tão recheado, que nem a alga fecha – e o preço ainda é bem em conta. Elaborado com salmão fresco, cada temaki pesa em média 400 gramas.

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Foto: Reprodução Facebook

7. Sushi no skate

Quem disse que skate e comida japonesa não combinam? No Grab Sushi, em Sâo Paulo, o restaurante japonês é decorado com pranchas de surf e um toque havaiano. O legal é que lá o sushi não vem sempre nos tradicionais barquinhos: usando a hashtag #colanoGrab, os clientes podem receber a comida sobre uma prancha de surf ou de skate.

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Foto: Reprodução Facebook

8. Bolo de sushi

Talvez uma das ideias mais loucas dessa lista, o bolo de sushi é uma criação do Jonatan Lopes Sushiman, de Taubaté (SP). Os bolos são criados sob encomenda e são incrivelmente bonitos.

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Fotos: Reprodução Facebook fonte: via

Já abriu o primeiro supermercado 100% orgânico e sustentável de São Paulo

Cada vez mais pessoas estão interessadas em fazer dos orgânicos a base de sua alimentação, mas a falta de estabelecimentos vendendo os produtos ainda é uma barreira. A partir de agora, a Vila Madalena conta com um supermercado 100% dedicado a orgânicos, e que não fica apenas na comida.

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A Casa Orgânica foi inaugurada oficialmente no dia 8 de abril, mas já vinha funcionando há algum tempo na Rua Fidalga, 346. O casal Naíla e Alessandro Duarte teve a ideia para abrir o lugar há três anos, quando um de seus filhos ouviu a mãe falar sobre a origem dos alimentos que eles comiam e passou a se recusar a comer comida “envenenada”.

No galpão de 500 metros quadrados, a Casa Orgânica já oferece mil produtos diferentes, de frutas, verduras e legumes a biscoitos, mel, refrigerante, cosméticos e até coletores menstruais e absorventes, tudo com selos que certificam a origem orgânica.

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A preocupação com o meio ambiente foi fundamental durante a reforma para deixar a Casa do jeito que o casal queria. Muitos dos materiais foram reutilizados, como uma barra de ferro da antiga fachada, que se tornou um balcão, e centenas de caixotes de madeira, que iriam para o lixo não fosse o interesse de Naíla e Alessandro.

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Eles também reservaram lugar para dez quiosques, que oferecem produtos variados: já estão funcionando duas lojas de roupas, uma sorveteria, uma loja de maquiagem e uma floricultura. Tudo orgânico, claro. Padaria, cervejaria, restaurante, esmalteria e mini-hortas devem ocupar os outros espaços.

A Casa Orgânica fica na Rua Fidalga, 346, na Vila Madalena. Funciona das 11h às 19h de segunda a sexta, e, aos sábados, das 9h às 15h.

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Todas as fotos © Casa Orgânica fonte: via

Esta sorveteria reaproveita ingredientes que iriam para o lixo para criar novos sabores

Você comeria um sorvete feito com comida que iria para o lixo? Se a ideia parece inusitada, então você precisa conhecer esta sorveteria de Portland, nos Estados Unidos, que criou sabores de sorvete usando ingredientes que seriam descartados.

A Salt & Straw já trabalhava com fornecedores locais como uma forma de fortalecer a economia da região. Porém, seus proprietários Kim e Tyler Malek contaram em uma entrevista ao Fast Company que estavam desapontados por saber que cerca de 40% de toda a comida nos Estados Unidos vai parar no lixo. Foi assim que eles buscaram uma maneira criativa (e deliciosa!) de alertar sobre o problema: criando sabores de sorvete com restos de alimentos.

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A mudança no cardápio não é algo novo na Salt & Straw. A sorveteria muda seus sabores a cada quatro semanas, sempre com cardápios temáticos. Um dos temas foram sabores fermentados (que incluíam mel fermentado e molho de peixe) e em junho deste ano, a temática será voltada para alimentos que seriam desperdiçados.

A estimativa é que a edição de sabores especiais vá fazer com que duas toneladas de comida deixem de ir para o lixo. Embora o impacto ainda seja pequeno diante de um problema tão grande, os proprietários da sorveteria estimam que o principal benefício será a conscientização gerada pelo projeto, que mostra que o desperdício pode – e deve – ser evitado.

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Para aumentar o alcance, a sorveteria irá trabalhar em parceria com instituições que recolhem e redistribuem alimentos que seriam descartados. É também uma forma de chamar a atenção para o trabalho destas instituições e fazer com que os clientes da sorveteria passem a conhecer estas iniciativas e, quem sabe, a apoiá-las.

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Todas as fotos: Reprodução Facebook fonte

O mercado que está subvertendo a lógica do consumo para oferecer alimentos mais saudáveis e baratos

É só entrar em um supermercado para perceber que a comida saudável é geralmente mais cara do que os alimentos ultraprocessados. Como resultado, pessoas de baixa renda tendem a ter uma alimentação de má qualidade, pois precisam escolher entre os alimentos mais baratos para encher seus pratos. Agora, um mercado sem fins lucrativos em Boston, nos Estados Unidos, está buscando mudar essa realidade.

Fundado em 2015, o Daily Table oferece alimentos saudáveis pelos preços de fast food. Segundo o The Plaid Zebra, uma dúzia de ovos sairia por US$ 1,29, enquanto o atum custaria apenas US$ 0,55. O mercado oferece ainda muitos itens a preços abaixo de US$ 1. Mas como eles conseguem manter os preços tão baixos? Trabalhando com fornecedores para adquirir os alimentos que poderiam parar no lixo graças à sua aparência, mas são perfeitamente saudáveis e seguros para consumo.

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Dessa forma, o Daily Table adquire os alimentos de graça ou por valores muito abaixo do mercado e os revende por um preço justo. Para comprar no mercado, é preciso apenas fazer um cadastro gratuito – e eles já somam mais de 5 mil membros. O cadastro serve para entender as necessidades e a localização dos clientes, o que auxilia a empresa nos planos de abrir novas lojas.

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É também através de contato com os compradores que o Daily Table percebeu a necessidade de oferecer refeições prontas, como saladas, sopas ou entradas. Como a maioria dos seus clientes trabalha longas horas por dia, as refeições preparadas são uma saída para que eles consigam se alimentar ao chegar cansados em casa – no local, as opções custam menos de US$ 2, segundo o Fast Company.

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Todas as fotos: Reprodução Facebook  fonte

Esta obra de arte de suculentas é um bolo delicioso

A confeiteira Iven Kawi vive em Jacarta e produz bolos que são belas obras de arte, com enfoque em suculentas e flores. Ela conta que se aventurou no forno da cozinha pela primeira vez em dezembro de 2013, quando assou biscoitos de natal para a turma da escola da filha.

Como você pode ver, as coisas progrediram rapidamente, e hoje seus lindos bolos fazem sucesso no mundo todo. Ela tem uma loja chamada Forno de Iven, onde vende seus elaborados bolos e cupcakes. Cada um deles é único. Além da loja, ela mantém uma conta no Instagram em que compartilha as suas últimas produções.

Apesar de ter se tornado famosa por esse tipo de decoração, ela também é ótima em criar bolos de animais e personagens de desenhos animados.



Fonte: [Colossal]:via

As incríveis lojas subterrâneas de Sofia, na Bulgária

Os vendedores ambulantes são uma visão comum em cidades em todo o mundo. A incapacidade de pagar aluguel elevado, ou a indisponibilidade de espaço comercial barato, empurraram esses pequenos comerciantes para as ruas e, em alguns casos, para o subsolo, como na capital da Bulgária, Sofia.

Conhecido como ‘lojas klek’, estas lojas de porão são únicas para a cidade de Sofia. As lojas ficam nos porões dos edifícios que contêm uma pequena janela que se abrem nas calçadas, geralmente abaixo do nível do joelho. É por isso que elas são conhecidas como “lojas klek” -Klek significa joelho.

Os produtos são exibidos no lado de fora na calçada, mas para pedir algo, os clientes precisam se agachar na janela e olhar para o rosto mal iluminado do comerciante dentro do porão.

Os donos dos Klek foram alguns dos primeiros empresários da Bulgária depois da queda do comunismo há mais de vinte anos. Quando o comunismo caiu e as propriedades privadas das produções tornaram-se legais, estas foram uma das primeiras pequenas empresas a aparecer. Os porões foram transformados em pequenas lojas, que ofereciam aos cidadãos que passavam bebidas, lanches, álcool e cigarros. Coloridas, com prateleiras cobertas de vidro ao redor da janela mostram o que a loja tem para oferecer.

Algumas lojas klek fazem reparos de calçados e outros tipos de serviços. Muitas lojas permanecem abertas até tarde ou funcionam 24 horas todos os dias da semana.
Infelizmente, as lojas klek estão lentamente desaparecendo com o tempo.

Confira algumas fotos:

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Todas as fotos: sograph/Flickr  fonte