Este inteligente cachorro inventou a própria moeda

Dinheiro não cresce em árvore, a não ser para um esperto cão chamado Negro.

Negro mora no Instituto de Educação Técnica Diversificada de Monterrey, em Casanare, na Colômbia. O cachorro foi adotado pelos funcionários da escola, e circula livremente pelo pátio.

Lá, os alunos às vezes compravam biscoitos para o animal na cantina local, mas Negro aparentemente decidiu que era hora de parar de pedir e começar a pagar por seus próprios lanchinhos.

Depois de observar cuidadosamente os alunos comprando seus alimentos com notas de dinheiro, o inteligente cão fez algo impensável.

“Um dia, espontaneamente, ele apareceu com uma folha na boca, abanando o rabo e deixando claro que queria um biscoito”, disse a professora Angela Garcia Bernal.

O canino ofereceu a folha para a atendente da cantina que, surpresa e encantada, não pôde deixar de “vender” um biscoito para Negro. “Ele vem todos os dias”, disse Gladys Barreto, funcionária do local. “Ele sempre paga com uma folha”.

Como a fortuna do adorável cão cresce literalmente em árvores, o pessoal da cantina resolveu limitar o poder de compra diário de Negro.

Ainda assim, a cena é das mais admiráveis. “Quando você vê pela primeira vez, quase quer chorar. Ele encontrou uma maneira de se fazer entender. É muito inteligente”, conclui Bernal.

fonte:via[BoredPanda]

Anúncios

Como é o mundo visto por pessoas que enxergam as cores de forma diferente

Segundo estimativas, cerca de 8,5% da população masculina mundial sofre de daltonismo – entre as mulheres, a proporção é de cerca de 0,5%. Apesar de a condição afetar uma parcela considerável dos homens, ela é pouco levada em conta quando se pensa na acessibilidade.

Muitos daltônicos podem perder informações importantes relacionadas às cores ao ler textos e interpretar gráficos, por exemplo. Hoje, há ferramentas na internet e até jogos de videogame com modos especiais para quem sofre com o daltonismo, mas muitos dos usuários relatam que eles ainda precisam evoluir muito, e às vezes mais atrapalham do que ajudam.

Há basicamente três tipos de daltonismo: protanopia – dificuldade ou incapacidade de distinguir os tons vermelhos (normalmente se vê marrom, verde ou cinza); deuteranopia – dificuldade ou incapacidade de distinguir os tons verdes (normalmente se vê marrom) e tritanopia – dificuldade ou incapacidade de distinguir os tons azuis e amarelos (normalmente se vê tons rosados).

Estima-se que deuteranopia atinja 3,26% dos homens, que a protanopia atinja 1,25% e que a tritanopia atinja 0,026%. Existe também o chamado daltonismo total, ou monocromacia, em que as pessoas só enxergam em preto e branco, mas essa condição só atinge 0,00003% da população.

Confira imagens que ilustram o modo como os daltônicos veem o mundo – se quiser ver mais, acesse o simulador do Colblindor.

 

Imagens via Colblindor/fonte:via

Esta confeiteira cria bolos coloridos tão fofos que parecem de pelúcia

Alana Jones-Mann é uma confeiteira de Los Angeles, Estados Unidos, que começou a compartilhar seus experimentos de decoração de bolos em 2013. Ela cria incríveis obras de arte comestíveis que mais se parecem tapetes fofos e coloridos. Sim, você leu certo – seus bolos exuberantes parecem belos tapetes que se encaixam nas casas mais elegantes.

A própria artista chama essas sobremesas de ‘Bolos-tapete’ e é fácil ver a semelhança. Também é possível comparar as delicias criadas por Alana a bichos de pelúcia felpudos e fofinhos.

Veja algumas fotos:

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Adolescente vegano de 16 anos surpreende seguidores com sobremesas arrasadoras

José é um adolescente vegano de 16 anos que tem 751 mil seguidores no Instagram por causa das fotos que tira das comidas maravilhosas que ele faz. Seu lema é “A vida é muito curta para comer comida chata”, então faz sentido que ele crie muitas coisas coloridas, divertidas e incrivelmente bonitas que faz com que seus seguidores fiquem encantados.

Suas principais refeições compartilhadas no perfil até o momento são smoothies, tortas e picolés, principalmente de frutas congeladas e leite de coco. Tudo é tão absolutamente bem feito e ‘fotogênico’ que o complicado deve ser ter coragem de comer.

Confira algumas das lindas criações do artista:

 

Imagens: Reprodução/fonte:[via]

Fotógrafo captura as maravilhosas expressões de cães disputando petiscos

O fotógrafo Christian Vieler sabe mostrar o lado mais engraçado de nossos cães. Em sua série “Dogs Catching Treats“, ele captura as expressões maravilhosas dos cachorros pegando alguns petiscos no ar.

Sempre com fundo escuro, as fotos mostram um close no rosto do animal enquanto ele tenta pegar o petisco. Podemos ver de perto seus dentes, sua língua e até a baba do cachorro, mas o mais impressionante mesmo é a sua expressão de êxtase diante da comida.

Em sua última série, Christian fotografou duplas de cães disputando os petiscos e obteve um resultado ainda mais fofo. Chega a ser engraçado ver a carinha dos cães enquanto tentam capturar a guloseima no ar.

Em seu Instagram, Christian também compartilha fotografias dos bichanos nas poses mais inusitadas – e o sucesso de cada foto é garantido! Não por acaso, sua conta já reúne mais de 50 mil seguidores na rede social.

Acompanhe mais do trabalho do fotógrafo em seu site oficial ou através do Instagram.

 

Fotos © Christian Vieler /fonte:[via]

Este gato vendedor de peixes só pode ser parente daquele do link da Globo

Há um vendedor de rua no Vietnã, na cidade de Hai Phong, que parece estar acima de sua concorrência. Principalmente porque o comerciante tem uma atração imbatível, ele provavelmente o persuadiria até a comprar areia em um deserto. Talvez ele tenha um parentesco com aquele gato que apareceu naquela matéria da Globo e que ganhou fama imediata, virando até mesmo fantasia de Carnaval em 2018, lembram?

Ele é um gato de 3 anos e seu dono, Le Quoc Phong, o chama de Cão. Juntos, eles foram vistos em um mercado local algumas vezes. Como um verdadeiro homem de negócios, Cão sempre está bem vestido, com aparência elegante enquanto ele ganha a vida. Acontece que ele também é praticamente um rockstar. “Cão adora sorvete, viajar e dormir”, disse Le Quoc Phong ar Bored Panda. “Ele também tem muitas namoradas e muitos filhos no país”.

“Meu pequeno gato ama tirar fotos. Ele também é muito cooperativo ao usar os figurinos”. Le Quoc Phong deu a seu animal de estimação um nome tão peculiar porque ele geralmente respira e age como um cachorro. É por isso que Cão tem a boca aberta na maioria das fotos. Suas imagens estão ganhando as manchetes não só no Vietnã, mas também em todo mundo.

Le Quoc Phong diz que algumas pessoas pensam que o Cão está desconfortável com as roupas que ele usa, mas não podem estar mais enganadas. “Cão se sente muito aconchegante [nestes trajes] e pode andar normalmente.”

Veja as fotos:

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Esta família parou de produzir lixo há 10 anos e as despesas despencaram 40%

Um pote de vidro de um litro é todo lixo produzido em um ano pela família de franceses composta por Bea Johnson, de 43 anos, o marido Scott, de 54 anos, e seus dois filhos adolescentes, Max e Leo.

Eles vivem em uma casa em San Francisco, nos Estados Unidos, depois de viver em Paris, Amsterdã e Londres. A mudança de estilo de vida veio há dez anos, quando a família se instalou em um pequeno apartamento na Califórnia, optando por deixar a maior parte de seus pertences em um depósito.

A facilidade e a simplicidade que acompanharam a diminuição de objetos mostraram que a vida com menos significava ter mais energia para as coisas importantes: piqueniques, caminhadas e passeios com os entes queridos. Quando chegou o momento de retirar as coisas do depósito, descobriram que não sentiam falta de nada e ali começou a eco viagem extrema de Bea.

Ela então leu sobre o movimento ambiental emergente na época e começou a fazer pequenas e conscientes mudanças para aliviar a carga da família.

“No começo, o objetivo não estava em desperdício zero, estava sem ser mais cuidadoso com nosso consumo de água e eletricidade”, disse Bea o site Mind Body Green.

“Então, eu comecei a dizer não às sacolas de plástico e a ir à loja com sacolas retornáveis. Daí achei que poderia forçar um pouco mais, então comecei a comprar minha comida a granel. Então adicionei outra camada e comecei a levar potes para carne, peixe, queijos e para leite”.

Essa “simplicidade voluntária”, acabou levando a família a uma revisão mais radical e em 2006 seus hábitos de guarda-roupa, casa e compras refletiram uma mentalidade de desperdício zero.

“Pouco a pouco, encontramos soluções para todos os aspectos desperdiçadores do nosso estilo de vida. Encontramos equilíbrio. E ser zero-desperdício tem sido simples e automático em nossa casa desde então”, ela explicou, observando os altos e baixos que experimentou ao longo do caminho.

Hoje em dia, ela faz muitos itens domésticos (pense em soluções de limpeza, material de escritório e produtos de beleza) e compra não embalados que ela pode armazenar para evitar desperdícios.

“Compramos muito menos. Se adquirimos algo, é para substituir algum item. Compramos (bens) usados e alimentos a granel. Quando a gente compra um produto embalado, 15% do seu preço corresponde à embalagem.”

Ela começou a escrever sobre a experiência da família para adotar um consumo consciente e viver cada vez mais com menos. Com o livro Zero Waste Home (Desperdício Zero – Simplifique a sua vida reduzindo o desperdício em casa, na edição lançada em Portugal) traduzida para 20 idiomas, ela se tornou a cara do movimento.

O novo modo de vida ajudou a economizar. Segundo Bea, o gasto da família foi reduzido em 40%. A casa é equipada com painel solar e um sistema para coletar a água da máquina de lavar e do banho para irrigar o jardim.

No entanto, segundo Bea, a mudança também passa por consumir menos alimentos processados e eliminar produtos de limpeza industrializados.

“Há muito preconceito ligado a esse modo de vida. As pessoas imaginam que é preciso ser hippie, peluda e descabelada para fazer isso”, diz Bea, que só usa roupas de segunda mão e maquiagem caseira.

“A primeira coisa é aprender a dizer não. Nesta sociedade de consumo, somos alvo de diversos produtos gratuitos. Sacos plásticos, cartões de visita, amostras, produtos de beleza em hotéis. Cada vez que a gente aceita, é criada uma demanda para que mais seja fabricado. Quanto mais eu recuso, menos coisas eu tenho para reduzir, reutilizar, reciclar e compostar, que são os quatro passos seguintes.”

 

Imagens: Reprodução/fonte:via