Todo dia ela veste seu gato com uma roupa diferente para o jantar

Se normalmente gatos são um tanto arredios e só fazem o que querem, Maro é um felino diferente. Não só parece ser, pelo visto, o gato mais tranquilo e manso do mundo, como se tornou também o mais bem vestido – e o parceiro de deliciosos jantares de sua humana, Rie Matsui. Apaixonada por fotografia e pela culinária japonesa, a japonesa Rie aproveitou a disponibilidade e o bom humor de seu gato Maro para vesti-lo em roupas especiais para cada refeição.

 

Maro revelou-se um modelo impecável e um grande companheiro – Rie garante que ele nunca come a comida. “Às vezes eu dou uma pequena recompensa após as fotos”, ela confessa. Não é por acaso que o Instagram de Maro já passou dos 100 mil seguidores: além da fofura, há também a beleza dos próprios pratos. É impossível, no entanto, tirar os olhos do gato em sua atuação irrepreensível, elegante – e hilário – em cada um de seus trajes de gala.

© fotos: Instagram fonte:via

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A artista italiana que transforma comida derramada em arte

Se para a maioria de nós o processo de criação artística é um enigma, para outros é tão natural e fluido quanto comer. E a artista italiana Giulia Bernardelli justamente encontra inspiração e enxerga uma pintura em potencial em cada gota de comida derramada. Molhos, sorvetes derretidos, geleias, mas principalmente café se transformam em tinta nas mãos de Giulia no instante em que tocam a superfície.

“Eu decidi trocar o pincel por aquilo que a natureza nos oferece, como folhas, a casca de uma fruta, ou simplesmente comida”, ela disse. “Nunca planejo meu trabalho com antecedência. Por exemplo, quando tomo um café, eu reflito sobre as nuances que poderia criar se eu simplesmente o derramasse sobre a mesa”. E são várias de fato as nuances, criadas com incrível precisão e técnica, que fazem parecer que seu enorme talento é algo displicente feito derramar uma bebida.

© fotos: reprodução/fonte:via

Ela transforma massas em obras de arte coloridas e deliciosas

A resistência do filho a comer alimentos naturais fez com que Linda Miller Nicholson se esforçasse para criar alternativas que chamassem a atenção do garoto. Ela decidiu usar vegetais para colorir as massas que queria cozinhar para o menino e descobriu um novo talento.

Misturando alimentos como beterraba e blueberry à massa, que ela mesma faz, ela cria diferentes tons e formatos, como spaghetti, ravióli, canelone e até lasanha. O resultado não só fez com que o filho Bentley passasse a gostar de vegetais como fez sucesso na internet.

Linda apresenta um programa culinário ao vivo na Food Network, tem uma conta de sucesso no Instagram e vai lançar um livro em 2018. “Ele permitirá que os leitores destravem o mundo da massa colorida de um jeito fácil, vibrante e divertido”, explica.

Todas as fotos © Linda Miller Nicholson fonte:via

Essas comidinhas prometem dar um boost na sua criatividade

Quem trabalha com criatividade sabe, tem dias que é difícil da coisa engrenar. E muitas vezes procuramos por fontes de inspiração externas, navegando em sites na internet, assistindo um filme ou indo a um show de uma banda que gostamos.

Mas talvez o problema seja justamente com a sua alimentação. Uma dieta pobre em nutrientes pode influenciar diretamente o funcionamento do nosso cérebro, causando diversos problemas de concentração, cansaço, estresse e, claro, a temida falta da criatividade.

Separamos abaixo alguns alimentos que contém certos tipos de nutrientes que podem ajudar a resolver o seu problema, jogando um balde de inspiração na sua criatividade. Confira:

Café

Bom, o primeiro item não é nenhuma novidade, certo? Difícil encontrar alguém que precise usar a criatividade no trabalho que não comece o dia com aquela dose desse grão mágico e saboroso. A cafeína tem o poder de aumentar a concentração e a atividade cerebral, ajudando no foco, memória e criatividade.

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Salmão e quinoa

Ricos em Ômega 3, ácido graxo essencial para a memória e concentração, estes dois alimentos são poderosos aliados na busca por aquela inspiração a mais. De quebra, ainda fortalece cabelos, unhas, pele e atua no controle de saciedade.

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Pipoca

A pipoca – se consumida sem manteiga e com pouco sal – ajuda a regular a glicose, mantendo a mente alerta por mais tempo. Também possui vitaminas B6 e B12, que ajudam na concentração e memória de curto prazo.

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Frutas Vermelhas

Algumas frutas vermelhas, como morango e mirtilo, são ricas em fisetina, substância que torna as células do sistema nervoso mais fortes, ajudando nas conexões entre os neurônios e contribuindo para uma boa memória.

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Todas as imagens © Divulgação/Stock Snap/Fonte:via

Saiba como fazer sua espiral de ervas, um ótimo primeiro passo para entender a permacultura

As diversas possibilidades de recepção de luz, água e nutrientes por plantas distribuídas sobre uma estrutura em formato espiralado tornam essas espirais de plantas uma excelente maneira para começar a entender a permacultura – um jeito especial de cultivar plantas. Como no topo da espiral há maior exposição ao sol e, ao mesmo tempo, um local mais seco – pois a água acaba drenada para baixo – enquanto na parte inferior, a terra se torna mais úmida e menos iluminada, essas diferenças são aplicadas para decidir que planta deve ir aonde, permitindo assim que plantas diversas sejam cultivadas juntas.

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Para Bill Mollison, o ecologista australiano que, junto de seu colega David Holmgren cunhou o termo “permacultura”, trata-se de “uma filosofia de trabalhar com, e não contra a natureza; de observação prolongada e pensativa em vez de trabalho prolongado e impensado, e de olhar para plantas e animais em todas as suas funções, em vez de tratar qualquer área como um sistema único.”

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As paredes da espiral podem ser feitas de diversos materiais, como pedras, tijos ou bambus, mas é recomendado que a estrutura seja elevada em um local plano e ensolarado. Recomenda-se também que o raio da espiral não seja enorme, para que se possa alcançar suas diversas plantas com facilidade. Entre 1 metro e 1,60 metros, com mais 60cm ao redor para circulação é um tamanho ideal.

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Depois de levantar a espiral até a altura desejada, a estrutura deve ser preenchida com terra com boa capacidade de drenagem e adubação. Depois de preenchida, é só plantar as espécies, respeitando as preferências de cada planta para cada local da espiral.

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No alto, em solo seco e sol intenso, plantas como alho, pimentas, boldo, alecrim, sálvia, manjericão e cebolinha; ao meio da espiral, com certa sombra e solo levemente úmido, plantas como capim limão, manjerona, camomila e losna; embaixo, com sombra mais intensa e solo úmido, gengibre, coentro, melissa, poejo e hortelã são exemplos de plantas recomendadas. Depois é só seguir os conselhos da permacultura, e observar a reação e o comportamento das plantas dentro da espiral – e desfrutar não só das produções, mas de uma interação rica e interessante com a natureza.

© fotos: reprodução;fonte: via

Horta hidropônica: conheça alguns vegetais que podem ser replantados numa vasilha com água

Sabe quando você termina de cozinhar e percebe que sobraram restos de diversos vegetais? Ao invés de jogá-los no lixo, você pode replantá-los usando apenas um vasinho. A gente conta como fazer isso com alguns vegetais que todo mundo tem em casa.

Cebola

Corte a parte debaixo da cebola e plante-a em um vaso com terra úmida. Em algum tempo, novos brotos irão surgir e será necessário separá-los para replantar em um vaso maior.

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Foto e instruções completas: Instructables

Alface, repolho e aipo

Para ter uma salada sempre fresquinha na horta de casa, basta colocar a parte branca do talo (aquela que iria fora) em uma tigela rasa de água, deixando as pontas das raízes submersas. Será necessário deixar a planta no sol e molhar as extremidades quando necessário. Em uma ou duas semanas novas folhas já deverão ter aparecido e as plantas podem ser transportadas para o solo, sem esquecer de deixar as folhas novas de fora.

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Foto: Threepsandq

Batata

Sabe aqueles brotos que começam a nascer nas batatas? Para replantá-los, você precisará cortar a batata em pedaços com um broto em cada um. Plante os pedaços em um vaso com terra a cerca de 8 centímetros de profundidade, deixando o rebento para cima.

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Foto via

Alecrim, Hortelã e Manjericão

Selecione algumas ramas do vegetal escolhido e coloque-as em um copo ou vaso com água. Troque a água de dois em dois dias até que raízes comecem a crescer. Quando elas estiverem com cerca de dois centímetros, já é possível transferir a muda para um vasinho com terra.

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Foto via

Rúcula

Como a maioria dos supermercados vende rúculas com raízes, basta separá-las das folhas e plantar a raiz em um vaso. Em cerca de três ou quatro semanas você já pode colher novas plantas. Simples assim.

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Abacaxi

Corte a coroa do abacaxi tomando cuidado para não deixar restos de polpa da fruta. Retire também as folhas exteriores da coroa e deixe secar por cerca de três dias. Após esse período, coloque-a em uma vasilha com água, que deverá ser trocada todos os dias. Quando começarem a aparecer raízes (após 2 ou 3 semanas), é só plantar a coroa em um vaso grande ou diretamente no solo.

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Foto via fonte: via

Este barista superou todos os limites e provou que café também é arte

Ah, o café… Esse líquido capaz de nos levantar quando estamos cansados, de nos abraçar com seu calor e enfeitiçar com aquele cheirinho inconfundível. Como se a bebida já não fosse boa o suficiente, um barista sul-coreano resolveu transformá-la em obras de arte.

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Seu nome é Kangbin Lee, e ele batizou o estilo de Cremart (junção de “creme” com “arte”). Não satisfeito com os tradicionais desenhos feitos com a espuma, ele usa corantes para tornar suas obras ainda mais belas e coloridas. Às vezes, também utiliza outros alimentos para criar efeitos tridimensionais.

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No Instagram, Lee publica diversas fotos das obras, além de vídeos mostrando um pouco do impressionante processo. Flores, personagens famosos, como Mario, A Bela e A Fera e até obras de arte, como A Noite Estrelada, de Van Gogh, estão entre suas criações. Deve até dar dó de beber…

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Todas as fotos © Kangbin Lee;fonte: via

Artista mostra em imagens como poderão ser nossas refeições em um futuro quase apocalíptico

Como serão nossas refeições no futuro? Impossível começar a imaginar uma resposta sem incluir os mais diversos fatores nessa suposição. Alguns, porém, se impõem como elementos determinantes não só para nossa alimentação, como para nossa vida por vir.

Foi pensando em um cenário futuro de intenso aquecimento global, em que os efeitos da devastação da natureza realizada pelo homem já serão sentidos profundamente, que a artista Allie Wist e a fotógrafa Heami Lee criaram o projeto “Flooded”.

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A tradução do nome revela apropriadamente o cenário em que essas refeições do futuro acontecerão, segundo o projeto: o nome quer dizer “alagado”, e aponta as mudanças no ecossistema e, consequentemente, na maneira com que a sociedade funcionará, e como nos alimentaremos.

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O contexto imaginado para o ensaio – que reúne pesquisa científica, culinária e um tanto de intuição e previsão – é de uma casa na costa da Nova Inglaterra, nos EUA, alguns anos (não muitos, garante a dupla) à frente de hoje. A Terra estará diferente, mais quente, o nível do mar terá se elevado, e isso será determinante para a formulação de nossos cardápios nesse futuro ao mesmo tempo apocalíptico e lamentavelmente possível.

De entrada, ostras;

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Depois, uma sopa: moluscos em caldo com folhas de mostarda, acompanhada de uma salada de algas com crambe marítima. Como moluscos são uma forma fácil e sustentável de proteína, provavelmente ocupariam uma função importante em nossa dieta;

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O prato principal consiste em humos de raiz de dente-de-leão e bardana com chips de alcachofra-girassol…

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…cogumelos maitake selvagens…

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…e salada de água-viva temperada com mostarda, pimenta e pepino.

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Para beber, vinho – mas não os vinhos feitos em vinhedos como conhecemos hoje que, com o aumento da temperatura, teriam se mudado para o norte, ou encontrado novas variações de uva – e água dessalinizada (com um pote coberto de plástico e uma pedra colocados no sol é possível dessalinizar a água do mar).

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A sobremesa seria um pudim de ágar-ágar, uma gelatina feita a partir de algas.

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 Como pode se ver, no futuro apocalíptico de Flooded, peixes grandes e carne vermelha se tornarão raríssimos artigos de luxo – assim como boa parte daquilo que hoje compõe nosso cardápio e nossos prazeres alimentícios. Do jeito que as coisas andam, infelizmente esse cenário apocalíptico, que pode mais parecer de um filme futurista de ficção científica, cada vez mais se torna uma triste possibilidade real.

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© fotos: reprodução;fonte: via

Estudantes deixam abacaxi perdido em galeria e pessoas o confundem com arte

Desde a virada do século XIX para o século XX, com o surgimento das vanguardas artísticas e a afirmação do que ficou conhecido como arte “conceitual”, que os limites pode ou não pode ser considerado arte tornaram-se virtualmente impossíveis de serem determinados.

Algumas experiências, porém, levam essa questão ao limite do absurdo: se no ano passado um simples par de óculos deixado no chão de uma galeria em São Francisco, nos EUA, foi tratado como se fosse uma obra, agora foi um mero abacaxi que, ao ser deixado sobre um suporte no meio de uma exposição, na dúvida passou a ser visto como se fosse arte – com direito a uma proteção de vidro.

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A exposição acontecia em uma galeria dentro de uma universidade na Escócia, e um grupo de estudantes da universidade admitiu terem comprado o abacaxi (por uma libra, pouco mais de 4 reais) e abandonado a fruta no meio do evento, entre as obras, para que fosse confundido com arte.

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E deu certo: quatro dias depois, ao retornar à galeria, descobriram o abacaxi protegido por um display de vidro, com toda pompa e circunstância de uma obra de fato. “Eu vi um mostrador vazio e decidi ver por quanto tempo o abacaxi ficaria ali até que as pessoas acreditassem se tratar de arte” , disse um dos estudantes.

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Uma das organizadoras da exposição garantiu não ter sido ela a colocar a proteção, por ter “alergia a abacaxi”. O mistério permanece, pois trata-se de um vidro pesado, que precisaria de 2 a 3 pessoas para move-lo até o mostrador. A organização decidiu manter o espírito da brincadeira, e incorporar o abacaxi à exposição – que trata de artes visuais e design.

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Não é fácil, de fato, interpretar e realmente compreender os limites do que pode ou não ser considerado arte hoje, e isso é uma virtude profunda e interessante das produções atuais, mas é também certo que basta um museu, uma galeria ou um curador dizer que algo possui um sentido profundo – ou melhor, basta parecer que uma dessas instituições disse – para que as pessoas encontrem valores e emoções em qualquer coisa. Até mesmo em um abacaxi esquecido.

© fotos: Reprodução fonte

As pessoas não estão sabendo lidar com o sorvete negro

Quem imaginou que a cantiga diz ‘uni-duni-tê, um sorvete colorê’ porque todo mundo associa o sorvete a algo colorido e fofinho, acertou em cheio. No entanto, uma sorveteria de Los Angeles, nos Estados Unidos, está querendo acabar com essa imagem encantada que as pessoas sempre tiveram.

A Little Damage Ice Cream Shop, que em tradução livre significa, ‘sorveteria um pouco danificada’, resolveu focar em um público pouco convencional, essa galera chegada em passear em cemitérios à meia noite ouvindo Sisters of Mercy. Eles mesmos: os góticos nem tão suaves.

Para isso, ao invés dos sorvetes coloridos e fofíneos, começou a vender um modelo total black de amêndoa e carvão.

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Claro, para os góticos que ainda estão no armário, os suaves, há opções mais leves:

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Em Nova York, a Morgenstern’s Finest Ice Cream está seguindo pelo mesmo caminho: o lado negro da força. Entre seus deliciosos sorvetes que já fazem sucesso há um bom tempo, o estabelecimento também passou a vender sorvetes negros como piche.

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Todas as imagens: Reprodução fonte