Esta confeiteira cria bolos coloridos tão fofos que parecem de pelúcia

Alana Jones-Mann é uma confeiteira de Los Angeles, Estados Unidos, que começou a compartilhar seus experimentos de decoração de bolos em 2013. Ela cria incríveis obras de arte comestíveis que mais se parecem tapetes fofos e coloridos. Sim, você leu certo – seus bolos exuberantes parecem belos tapetes que se encaixam nas casas mais elegantes.

A própria artista chama essas sobremesas de ‘Bolos-tapete’ e é fácil ver a semelhança. Também é possível comparar as delicias criadas por Alana a bichos de pelúcia felpudos e fofinhos.

Veja algumas fotos:

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Anúncios

Adolescente vegano de 16 anos surpreende seguidores com sobremesas arrasadoras

José é um adolescente vegano de 16 anos que tem 751 mil seguidores no Instagram por causa das fotos que tira das comidas maravilhosas que ele faz. Seu lema é “A vida é muito curta para comer comida chata”, então faz sentido que ele crie muitas coisas coloridas, divertidas e incrivelmente bonitas que faz com que seus seguidores fiquem encantados.

Suas principais refeições compartilhadas no perfil até o momento são smoothies, tortas e picolés, principalmente de frutas congeladas e leite de coco. Tudo é tão absolutamente bem feito e ‘fotogênico’ que o complicado deve ser ter coragem de comer.

Confira algumas das lindas criações do artista:

 

Imagens: Reprodução/fonte:[via]

Fotógrafo captura as maravilhosas expressões de cães disputando petiscos

O fotógrafo Christian Vieler sabe mostrar o lado mais engraçado de nossos cães. Em sua série “Dogs Catching Treats“, ele captura as expressões maravilhosas dos cachorros pegando alguns petiscos no ar.

Sempre com fundo escuro, as fotos mostram um close no rosto do animal enquanto ele tenta pegar o petisco. Podemos ver de perto seus dentes, sua língua e até a baba do cachorro, mas o mais impressionante mesmo é a sua expressão de êxtase diante da comida.

Em sua última série, Christian fotografou duplas de cães disputando os petiscos e obteve um resultado ainda mais fofo. Chega a ser engraçado ver a carinha dos cães enquanto tentam capturar a guloseima no ar.

Em seu Instagram, Christian também compartilha fotografias dos bichanos nas poses mais inusitadas – e o sucesso de cada foto é garantido! Não por acaso, sua conta já reúne mais de 50 mil seguidores na rede social.

Acompanhe mais do trabalho do fotógrafo em seu site oficial ou através do Instagram.

 

Fotos © Christian Vieler /fonte:[via]

Este gato vendedor de peixes só pode ser parente daquele do link da Globo

Há um vendedor de rua no Vietnã, na cidade de Hai Phong, que parece estar acima de sua concorrência. Principalmente porque o comerciante tem uma atração imbatível, ele provavelmente o persuadiria até a comprar areia em um deserto. Talvez ele tenha um parentesco com aquele gato que apareceu naquela matéria da Globo e que ganhou fama imediata, virando até mesmo fantasia de Carnaval em 2018, lembram?

Ele é um gato de 3 anos e seu dono, Le Quoc Phong, o chama de Cão. Juntos, eles foram vistos em um mercado local algumas vezes. Como um verdadeiro homem de negócios, Cão sempre está bem vestido, com aparência elegante enquanto ele ganha a vida. Acontece que ele também é praticamente um rockstar. “Cão adora sorvete, viajar e dormir”, disse Le Quoc Phong ar Bored Panda. “Ele também tem muitas namoradas e muitos filhos no país”.

“Meu pequeno gato ama tirar fotos. Ele também é muito cooperativo ao usar os figurinos”. Le Quoc Phong deu a seu animal de estimação um nome tão peculiar porque ele geralmente respira e age como um cachorro. É por isso que Cão tem a boca aberta na maioria das fotos. Suas imagens estão ganhando as manchetes não só no Vietnã, mas também em todo mundo.

Le Quoc Phong diz que algumas pessoas pensam que o Cão está desconfortável com as roupas que ele usa, mas não podem estar mais enganadas. “Cão se sente muito aconchegante [nestes trajes] e pode andar normalmente.”

Veja as fotos:

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Esta família parou de produzir lixo há 10 anos e as despesas despencaram 40%

Um pote de vidro de um litro é todo lixo produzido em um ano pela família de franceses composta por Bea Johnson, de 43 anos, o marido Scott, de 54 anos, e seus dois filhos adolescentes, Max e Leo.

Eles vivem em uma casa em San Francisco, nos Estados Unidos, depois de viver em Paris, Amsterdã e Londres. A mudança de estilo de vida veio há dez anos, quando a família se instalou em um pequeno apartamento na Califórnia, optando por deixar a maior parte de seus pertences em um depósito.

A facilidade e a simplicidade que acompanharam a diminuição de objetos mostraram que a vida com menos significava ter mais energia para as coisas importantes: piqueniques, caminhadas e passeios com os entes queridos. Quando chegou o momento de retirar as coisas do depósito, descobriram que não sentiam falta de nada e ali começou a eco viagem extrema de Bea.

Ela então leu sobre o movimento ambiental emergente na época e começou a fazer pequenas e conscientes mudanças para aliviar a carga da família.

“No começo, o objetivo não estava em desperdício zero, estava sem ser mais cuidadoso com nosso consumo de água e eletricidade”, disse Bea o site Mind Body Green.

“Então, eu comecei a dizer não às sacolas de plástico e a ir à loja com sacolas retornáveis. Daí achei que poderia forçar um pouco mais, então comecei a comprar minha comida a granel. Então adicionei outra camada e comecei a levar potes para carne, peixe, queijos e para leite”.

Essa “simplicidade voluntária”, acabou levando a família a uma revisão mais radical e em 2006 seus hábitos de guarda-roupa, casa e compras refletiram uma mentalidade de desperdício zero.

“Pouco a pouco, encontramos soluções para todos os aspectos desperdiçadores do nosso estilo de vida. Encontramos equilíbrio. E ser zero-desperdício tem sido simples e automático em nossa casa desde então”, ela explicou, observando os altos e baixos que experimentou ao longo do caminho.

Hoje em dia, ela faz muitos itens domésticos (pense em soluções de limpeza, material de escritório e produtos de beleza) e compra não embalados que ela pode armazenar para evitar desperdícios.

“Compramos muito menos. Se adquirimos algo, é para substituir algum item. Compramos (bens) usados e alimentos a granel. Quando a gente compra um produto embalado, 15% do seu preço corresponde à embalagem.”

Ela começou a escrever sobre a experiência da família para adotar um consumo consciente e viver cada vez mais com menos. Com o livro Zero Waste Home (Desperdício Zero – Simplifique a sua vida reduzindo o desperdício em casa, na edição lançada em Portugal) traduzida para 20 idiomas, ela se tornou a cara do movimento.

O novo modo de vida ajudou a economizar. Segundo Bea, o gasto da família foi reduzido em 40%. A casa é equipada com painel solar e um sistema para coletar a água da máquina de lavar e do banho para irrigar o jardim.

No entanto, segundo Bea, a mudança também passa por consumir menos alimentos processados e eliminar produtos de limpeza industrializados.

“Há muito preconceito ligado a esse modo de vida. As pessoas imaginam que é preciso ser hippie, peluda e descabelada para fazer isso”, diz Bea, que só usa roupas de segunda mão e maquiagem caseira.

“A primeira coisa é aprender a dizer não. Nesta sociedade de consumo, somos alvo de diversos produtos gratuitos. Sacos plásticos, cartões de visita, amostras, produtos de beleza em hotéis. Cada vez que a gente aceita, é criada uma demanda para que mais seja fabricado. Quanto mais eu recuso, menos coisas eu tenho para reduzir, reutilizar, reciclar e compostar, que são os quatro passos seguintes.”

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Tubarão fêmea devora colega macho e prova que ‘não é não’

Uma verdadeira batalha sangrenta tomou conta de um dos tanques do aquário de Seul, na Coreia do Sul. Dois tubarões, uma fêmea e um macho, se enfrentaram na água e a coisa ficou feia.

A fêmea de 8 anos acabou comendo seu companheiro de tanque de 5, começando pela cabeça e partindo para o corpo todo. Ao todo, ela demorou 21 horas para completar a “missão”.

O ato de canibalismo foi resultado de uma briga que os dois tubarões tiveram por conta de, provavelmente, o macho ter invadido o território da fêmea. “Tubarões possuem seus territórios”, disse um funcionário do aquário para a Reuters. “De vez em quando, um invade o espaço do outro e acabam produzindo cenas espantosas”.

Apesar de ter se esforçado para fazer do colega uma refeição, a tubarão fêmea deve vomitar em algum momento os restos mortais do companheiro, segundo previsão dos funcionários que cuidam do tanque. A briga foi registrada em vídeo e as imagens estão sendo analisadas para entender o que aconteceu.

Foto: Reprodução//fonte:[via]

Estudo mostra que definitivamente que a mudança climática está deixando ursos polares famintos

 

É possível que você tenha visto o chocante vídeo divulgado no último mês de dezembro pela ONG Sea Legacy e pela National Geographic que mostra um urso polar que não passa de pele e osso lutando para erguer a cabeça. O vídeo causou uma grande discussão sobre os reais impactos do aquecimento global nos animais do Ártico. Agora novas informações sobre o tema foram publicadas na revista Science.

O estudo confirma que o derretimento do gelo dificulta a caça às focas, principal alimento dos ursos, e que a probabilidade de que eles morram de fome em breve é alta.

 

A principal novidade trazida pelo estudo é que ursos polares gastam muito mais calorias diariamente do que inicialmente pensado. Eles queimam 12.325 calorias por dia, 60% a mais do que estudos anteriores estimavam. Eles passam 35% do tempo descansando, mas mesmo assim queimam toda esta energia. Os ursos passaram 28% do tempo andando e apenas 0,3% do tempo nadando.

Nove ursos selvagens fêmeas foram acompanhados por dois anos, entre 2014 e 2016, no Mar de Beaufort (norte do Alaska). Cada animal recebeu um GPS com câmera para que os pesquisadores soubessem o que, exatamente, cada urso estava vendo e fazendo. Eles também receberam sensores para que fosse determinado quanto tempo por dia eles passam ativos ou descansando.

O equilíbrio energético foi determinado com base nas observações de vídeo e exames de sangue, massa do corpo e composição do corpo. A conclusão é que cada urso polar fêmea solitária precisa ingerir uma foca adulta, ou três sub-adultas, ou 19 recém-nascidas a cada 10 a 12 dias para manter o equilíbrio de energia.

Com base nas imagens registradas pelas câmeras dos animais, os pesquisadores observaram que os ursos passam 90% do tempo da caça esperando pelas focas que emergem da água em busca de ar. Os ursos que conseguiram comer focas ganharam peso, enquanto os ursos que não comeram ou que passaram o tempo vasculhando por restos de alimento passaram fome.

“Nosso estudo revela que ursos polares dependem das focas”, diz o autor principal, Anthony Pagano, biólogo do U.S. Geological Survey. Os ursos esperam por horas até que as focas saiam da água e as atingem na cabeça com um golpe com as patas da frente para que fiquem atordoadas. Então as puxam pelo pescoço para o gelo e as matam. “Os ursos são muito melhores em fazer isso do que qualquer outro método de caça”.

Os ursos não são nada bons em caminhar, pois perdem muita energia. Ao mesmo tempo, eles conseguem recuperar esta energia rapidamente, já que um urso de 500kg consegue comer 100kg de carne de foca em apenas um dia. Isso seria o mesmo que uma pessoa de 50kg comer 10kg de comida em uma refeição.

 

Quanto mais longe os ursos têm que caminhar para caçar, mais peso eles perdem. Depois de perder as reservas de gordura, eles perdem o músculo, o que dificulta ainda mais perseguir presas para comer.

Pior ainda, eles perdem ainda mais energia ao nadar, apesar de conseguirem fazer isto por uma longa distância. “Conforme o gelo derrete mais e mais cedo, os ursos são forçados a nadar mais e mais, para alcançar as populações de foca”, diz um dos autores, Blaine Griffe, biólogo da universidade Brigham Young (EUA). Uma das focas observada por ele nadou 685km em nove dias, e perdeu 22% da massa corpórea, além de ter perdido um filhote que ainda mamava.

Duas vezes durante todo o estudo, os animais foram capturados para ter o sangue e urina coletados, além de passar por outros exames. Eles eram analisados de perto por 8 a 11 dias. Neste período, quatro ursos perderam 10% da massa do copo, com média de 1% ao dia. Isso é 4 vezes a perda de energia que ursos que estão sem comer absolutamente nada longe do litoral gastam por dia.

Um dos ursos perdeu 19kg, incluindo massa magra, em 10 dias. Este urso em particular até perdeu uma chance muito fácil de capturar uma foca que passava ao seu lado.

Mais da metade dos animais deste estudo perderam massa corporal. Outros estudos mostram que de 1983 até 2000, mais e mais animais estão passando fome na primavera, muito antes do verão, época em que o gelo derrete e a caça de focas fica mais difícil.

As mudanças climáticas estão afetando o Ártico muito mais rapidamente que qualquer outra região, e o gelo sobre o mar está diminuindo 14% por década. Mesmo durante o inverno de 2018, satélites mostram que há quase 2 mil quilômetros quadrados a menos de gelo do que a média entre os anos de 1981 a 2010. Ao final da primavera, em maio, o gelo já está quebradiço e demora muito mais tempo para se formar em setembro.

Caso os resultados do estudo sejam validados pela comunidade científica, ele é a prova de que a perda de gelo sobre o mar tem um impacto sobre os ursos polares muito maior do que se acreditava.

Segundo estimativas, existem entre 20 mil a 30 mil ursos polares em 19 grupos espalhados pelos Estados Unidos, Canadá, Groenlândia, Noruega e Rússia. Quatro dessas populações já estão diminuindo, entre elas o grupo do Mar de Beaufort, que já diminuiu em 40% nos últimos 10 anos. Cinco grupos estão estáveis e simplesmente não há informações sobre os outros para saber o que está acontecendo com eles.

Confira mais informações no vídeo da revista Science abaixo:

 

Como este restaurante comandado por mulheres está ressignificando as relações de trabalho

Inaugurado em Los Angeles em 2017, o restaurante Kismet tem chamado atenção de público e crítica. Não apenas por seus pratos inspirados na culinária do Oriente Médio, mas também por causa da filosofia de trabalho das sócias Sarah Hymanson e Sara Kramer.


Sarah Hymanson (esq.) e Sara Kramer (dir.)

As duas estão ligadas nas mudanças importantes que têm acontecido nas relações de trabalho nos Estados Unidos. Embora o ramo da gastronomia não tenha a mesma visibilidade de Hollywood, uma espécie de revolução também está acontecendo.

Chefs conhecidos, como Mario Batali e Johnny Iuzzini, foram acusados de conduta imprópria ao comandar suas cozinhas, incluindo machismo frequente e assédio moral e sexual. Apesar de recusar estereótipos sobre um “jeito feminino” de comandar o restaurante, Sarah e Sara concordam que elas fogem ao convencional quando se trata do ramo da gastronomia.

“Obviamente somos mulheres, então tentamos criar um ambiente que encoraje outras mulheres e possibilite a chegada delas em posições de liderança, sem deixar os homens de lado”, diz Sara Kramer ao Refinery29.

Sarah Hymanson aponta que “nem todo mundo se identifica com os gêneros masculino e feminino, então estamos tentando tirar isso da equação quando possível, tratando a todos com o mesmo respeito e dignidade”.

A equipe do Kismet foi formada tendo a diversidade como pedra fundamental, e as chefs não gostam de gritar ou fazer críticas ofensivas na cozinha. “Trabalhamos bastante a linguagem que usamos. Tentamos ser construtivas, e não críticas”, pondera Hymanson.

Kramer ressalta que, em meio às denúncias, o público precisa prestar atenção em quem faz as coisas do jeito certo. “A única maneira de criar mudança é com as próprias mãos. É algo que todos queremos ver, uma mudança cultural. O machismo e a intimidação faziam parte do dia a dia das cozinhas, mas isso está mudando. Eu sinto que é nosso momento”, concluiu.

 

Fotos por Jessica Antola

Com informações do Refinery29  /fonte:via

Esta barraca de rua em Nova Delhi serve comida literalmente em chamas

O proprietário de uma barraca de paan em Nova Deli, na Índia, tem atraído atenção global pela venda do tradicional lanche indiano de uma maneira pouco convencional: completamente em chamas. Imagine a cena: ele insere o lanche totalmente flamejante na boca do cliente.

A família Pradhuman Shukla vende paan há 20 anos. O paan é comido a qualquer hora do dia no país e é preenchido com vários recheios, incluindo: funcho confitado, coco ralado, pasta de limão e folhas de prata comestíveis.

Recentemente os Pradhuman Shukla reinventaram a maneira como o lanche é servido e foi então que o paan passou a ser incendiado e jogado na boca de clientes um pouco assustados, porém ansiosos para a saber a sensação. Os clientes a descrevem como quente e extremamente satisfatória.

Não coincidentemente, a barraca vende até 100 paans de fogo diariamente, graças à propaganda feita espontaneamente pelos clientes através das redes sociais.

 

Imagens: Reprodução /fonte:via

Presente de aniversário? Menino de 12 prefere dar 500 kg de ração para abrigo de animais

Crianças geralmente pedem de presente de aniversário coisas como videogames, tablets ou celulares, mas existem criaturinhas como Valentin Bruschi, que possuem um nível de maturidade – ou evolução mesmo – surpreendente para a idade. Quando completou 12 anos, em dezembro de 2017, pediu ração para doar a um abrigo de animais na cidade em que vive, em Maceió, Alagoas.

Então, ao invés de brinquedos, todos os amigos e familiares do menino atenderam ao seu pedido e juntos conseguiram arrecadar 500 kg de ração. Todo alimento foi doado ao abrigo Pata Voluntária, instituição que ajuda animais em situação de risco.

O estoque da instituição, que cuida de cerca de 300 animais, ficou cheio e foi suficiente até mesmo para doar para outras ONGs parceiras do projeto.

A família de Valentin vai doar um novo sistema de segurança para o abrigo, pois há pouco tempo o local foi invadido e, além de ter objetos furtados, vários animais acabaram sendo covardemente agredidos pelos bandidos.

No momento, o menino está fazendo uma campanha para conseguir encontrar um lar para um cachorro que encontrou na rua e vem sendo cuidado por ele em sua casa. Seu grande sonho é se tornar veterinário para ajudar animais em dificuldade.

Confira a entrevista que Valentim concedeu à TV Pajuçara aqui.

 

Imagens: Reprodução/fonte:[via]