Esta mulher já resgatou e cuidou de cerca de 400 bebês morcego

Há 11 anos Denise Wade vem ajudando a reabilitar morcegos do tipo ‘raposa voadora’ e, anualmente, o número paira em torno de 400. Apesar de cuidar de tantos, ela ainda se lembra do primeiro, uma órfã chamada Amber. “Eu ainda tenho sua foto na minha carteira”, contou ao National Geographic.

Denise não é veterinária ou uma oficial de vida selvagem por profissão, mas apenas uma voluntária do Bat Conservation Rescue Queensland em Brisbane, Austrália. Ela cuida de morcegos em sua própria casa.

Tudo começou quando ela conheceu uma raposa voadora em um evento de conservação. “Quando eu conheci minha primeira raposa voadora, não consegui acreditar”, disse. “Eu me apaixonei e muito rapidamente decidi me vacinar e obter uma licença especial para reabilitá-los”.

Em seu quintal Denise possui um pequeno aviário onde os morcegos em recuperação podem voar. Ela cuida simultaneamente de até 60 morcegos. Denise mantém mangas e outras frutas de cordas para simular o comportamento dos mamíferos na natureza.

Ela tem quase 300 mil pessoas que a seguem no Facebook e 28 mil no YouTube que sempre acompanham suas aventuras com seus pequenos. É ali que ela levanta mão de morcegos órfãos, empurrando-os em toalhas e dando-lhes chupetas em forma de bastão para mamar.

Os morceguinhos com seus olhos grandes, bochechas gordas e orelhas pontudas, reccebem até 1 milhão de visualizações por vídeo. Muitos espectadores comentam que os animais feridos se parecem com cães e outros dizem que não sabiam que os morcegos poderiam ser tão fofos.

Muitos dos órfãos em sua casa são encontrados depois que suas mães são eletrocutadas por linhas de energia ou atacadas por cães. Algumas das lesões mais perturbadoras ocorrem quando os morcegos ficam presos em cercas de arame farpado. O mais comum, no entanto, vem de rede protetoras penduradas em árvores frutíferas.

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

 

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Foi por isso que 200 mil antílopes ameaçados morreram repentinamente no Cazaquistão

 

Quando mais de 200 mil antílopes do tipo saiga caíram mortos em um intervalo de poucos dias no Cazaquistão, cientistas ficaram assustados.

Em apenas três semanas, no mês de maio de 2015, 60% da população da espécie ameaçada simplesmente morreu. Isso também havia sido observado em maio de 1998, quando 270 mil animais morreram. Em maio de 2010 o mesmo problema aconteceu, mas de forma menos intensa. Naquele ano, 12 mil antílopes morreram de um rebanho de 26 mil.

É claro que o fato de os três surtos terem acontecido na mesma época do ano chamou atenção dos pesquisadores. Desde 2015, eles já sabiam que a causa da morte foi a infecção pelas bactérias Pasteurella multocida tipo B, que causa septicemia hemorrágica, mas não sabiam exatamente como uma bactéria que vivia dentro dos próprios antílopes sem causar problemas, de repente os matava em ritmo assustador.

A conclusão do estudo, realizada pela mesma equipe que analisou as mortes há três anos, é que a união de vários fatores, que individualmente não trariam problemas para os animais, causa a mortalidade observada.

Os pesquisadores conseguiram determinar a principal condição para que a bactéria se torne mortal: um clima mais quente e úmido que o comum. Isso causa uma invasão das bactérias na corrente sanguínea dos animais e a morte. Além disso, o mês de maio é quando estes animais têm os seus filhotes, e eles nascem com o maior tamanho em proporção à mãe entre todos os mamíferos com cascos. Isso significa que as mães estão exaustas fisicamente por conta da gestação e parto, e os recém-nascidos são mais vulneráveis à doença.

Ao analisar o histórico do clima no Cazaquistão, os pesquisadores encontraram o mesmo padrão em dois outros eventos de morte em massa: o já citado caso de 1998, e o de 1981, que deixou 70 mil animais mortos.

Ainda não foi possível explicar a relação entre aumento de temperatura e umidade e o surto da bactéria. Mesmo assim, há motivo para temer que a espécie já rara acabe extinta, uma vez que a região deve ficar ainda mais quente nos próximos anos, segundo o estudo.

 

“Entender esses eventos de mortalidade em massa, o que os causa e o que podemos fazer para combatê-los é muito importante para o desenvolvimento de estratégias de conservação das saigas”, diz Steffen Zuther, da Sociedade Zoológica de Franckfurt e da Associação para a Conservação da Biodiversidade do Cazaquistão.

O trabalho foi publicado na revista Science Advances.

fonte:[via][Science Alert]

Tubarão-da-groenlândia só atinge a maturidade sexual aos 150 anos de vida, diz pesquisa

Não é história de pescador: o tubarão-da-groenlândia (Somniosus microcephalus) é o vertebrado mais velho do mundo, segundo estudo publicado na revista Science. O animal, que vive nas geladas e profundas águas do Atlântico Norte, pode viver até pelo menos 272 anos – e possivelmente atingir 500 anos de vida.

“Tínhamos uma expectativa de que eles seriam animais com vida muito longa, mas ficamos surpresos que eles acabaram sendo tão velhos quanto são”, diz o autor principal do estudo, Julius Nielsen, um biólogo da Universidade de Copenhague (Dinamarca).

Por causa de seu habitat remoto e sua natureza isolada, o tubarão gigante não é muito conhecido. Algumas pesquisas sugerem que eles crescem extremamente devagar, apenas um centímetro por ano, o que significa que sua vida média seria muito maior que a dos outros vertebrados.

Determinar a idade de um peixe ósseo é simples, com a análise dos otólitos, aquelas pequenas “pedras” que se movimentam no ouvido interno dos vertebrados. Mas os tubarões são peixes cartilaginosos, e não têm esta estrutura. Então os pesquisadores encontraram um outro jeito de descobrir sua idade: olhando para os olhos deles.

Indivíduo de 392 anos

Os pesquisadores analisaram 28 tubarões-da-groenlândia fêmeas que haviam morrido acidentalmente durante o programa de monitoramento de peixes do Greenland Institute for Natural Resources.

“O segredo por trás do sucesso desse estudo é que tínhamos animais jovens e velhos, de tamanho médio e grande, e podíamos compará-los”, diz Nielsen.

Os tubarões-da-groenlândia têm uma estrutura ocular única, em que a lente cresce durante a vida do animal. Quanto mais velho, mas camadas são adicionadas à lente. Os pesquisadores não conseguem contar o número de camadas como fariam com os anéis do tronco de uma árvore, mas podem remover todas as camadas até atingir o centro, ou o núcleo embrionário da lente.

 

Esse tecido é composto por proteínas que se formaram quando o tubarão era filhote. Os pesquisadores podem então analisar a composição química da lente para estimar a idade do animal.

Datação por radiocarbono dos 28 tubarões mostra a vida média é de 272 anos. O maior tubarão do grupo, com cinco metros de comprimento, tinha 392 anos.

Maturidade sexual só aos 156 anos

Outra descoberta interessante é que essa espécie de tubarão só atinge maturidade sexual quando tem mais de quatro metros. Como crescem tão lentamente, esse tamanho só é atingido aos 156 anos de vida.

Ainda não sabemos por que eles vivem tanto, mas o ambiente gelado causa baixas temperaturas corporais, que diminuem o metabolismo e causam menos danos aos tecidos do animal.

Quantos deles ainda existem?

Nielsen diz que estudar essa espécie é crucial, porque não sabemos qual é o tamanho da população atual. Se for rara, a morte de apenas um deles poderia ser uma perda terrível.

Eles são capturados por acidente por barcos pesqueiros, e seu habitat pode estar em risco por causa das mudanças climáticas. Além disso, muitos países aumentaram a busca por peixes, óleo e outros recursos naturais na região.

“Sua longevidade é notável, mas espero que o público reconheça quão importante é a conservação do Ártico e do ecossistema de águas profundas”, diz Aaron Fisk, ecologistas da Universidade de Windsor (Canada).

“Se o tubarão-da-groenlândia vive todo esse tempo e não se reproduz até os 150 anos, sua população está vulnerável à exploração”, diz Fisk.

 

Nielsen concorda: “é importante que os políticos mantenham em mente que esse é um animal com vida extremamente longa e com maturidade demorada. Empresas de pesca devem fazer o que eles podem para minimizar a pesca por acidente do tubarão. Precisamos ter respeito por eles”.

fonte:via [National Geographyc]

Designer de roupas conserta asa quebrada de borboleta e o resultado é impressionante

Pode parecer estranho, mas ajudar uma borboleta com a asa quebrada pode ser uma tarefa realmente simples, como mostra a designer de roupas Romy McCloskey, responsável pelo Faden Design Studios.

Em uma série de fotos publicadas através de sua conta no Facebook, a estilista mostra como auxiliou uma borboleta-monarca a recuperar sua asa e voar por aí. Segundo a publicação, a borboleta tinha três dias de vida e teria nascido com a asa cortada.

Romy começou a se interessar por borboletas após encontrar algumas lagartas em seu jardim, em outubro do ano passado. Ao ver o animal com a asa quebrada, ela decidiu usar seus conhecimentos em costura para uma verdadeira cirurgia.

Para levar a cabo a operação, ela usou as asas de uma borboleta que havia encontrado morta e colou no restante da asa do animal saudável. A ideia surgiu após assistir a um vídeo no Youtube compartilhado por um amigo que ensina como reparar as asas de borboletas-monarca (veja aqui).

Após o sucesso da cirurgia, a designer atualizou sua publicação original, para informar a todos que a borboleta já havia levantado voo, mostrando que a iniciativa foi um verdadeiro sucesso. ♥

 

Penas, cauda e muitas cores: Há 161 milhões de anos, Terra teve dinossauro ‘arco-íris’

Muitos dos dinossauros que historicamente imaginávamos com uma pele grossa e escamosa eram, na verdade, coberto por penas. Nenhum, no entanto, com o estilo e a desenvoltura do Caihong juji. Descoberto recentemente fossilizado na China, uma análise realizada através de um microscópio eletrônico permitiu confirmar e reproduzir as incríveis e vibrantes cores das penas que, há 161 milhões de anos, cobriam o animal.

O apelido de “arco-íris” dado ao Caihong juji Não é, portanto, por acaso. Brilhantes e multicoloridas, sua penugem era em tonalidades de azul, verde e laranja, localizadas na região da cabeça, peito e da cauda. A descoberta foi realizada por pesquisadores da Universidade Normal de Shenyang.

Segundo tais pesquisadores, a confirmação das cores das penas só foi possível pois o fóssil ainda preservava células referentes justamente à pigmentação, chamadas melanosomas. O animal, do tamanho de um pato, provavelmente utilizava suas vibrantes cores para efeitos sociais e sexuais, em um efeito similar às penas de um beija-flor – seu nome, em Chinês, significa “arco-íris com grande penacho”.

 

© fotos/arte: divulgação/fonte:via

Criador da academia de box do Glicério morre e deixa cinco cães que precisam de um lar

Para a maioria dos paulistanos, a academia de boxe improvisada debaixo do Viaduto do Glicério pode até passar desapercebida, mas para muitas pessoas em situação de rua, aquele espaço faz muita diferença. O lugar foi criado por João Batista dos Santos, o JB, e ele próprio um dia teve sua vida modificada por causa de um lugar como aquele.

Bisneto de escravos, ele nasceu em um quilombo em Minas Gerais e veio morar em São Paulo ainda criança. Perdeu a mãe muito cedo e teve que aprender a se virar, mas logo se envolveu no mundo do crime – o que lhe rendeu 12 anos de prisão.

Em outubro de 1992, no terrível massacre do Carandiru, quando 111 presos foram mortos pela Polícia Militar, JB estava lá e sobreviveu. Depois da experiência, saiu do encarceramento e passou a morar nas ruas do Glicério. Até se deparar com o projeto do Mestre Garrido que ensina boxe para pessoas que vivem na rua. Uma nova vida estava começando.

Ali, ao lado de outras pessoas determinadas, JB aprendeu a lutar e decidiu passar seus conhecimentos adiante abrindo sua própria academia embaixo do Viaduto do Glicério, lugar que também se tornou seu lar.

Além do boxe, o pugilista possuía outra grande paixão: os cães. Os cinco criados por ele – Ariel, Olímpia, Apache, Kong e Nuvem – eram seus filhos. Ele os mimava, tirava fotos ao lado do quinteto, fazia carinho e arrumava doações para alimentá-los bem.

Infelizmente a vida é cheia de reviravoltas e, em 2016, JB foi surpreendido com um câncer que evoluiu rapidamente. No começo de dezembro de 2017, com apenas 49 anos, ele se foi.

Os cinco cãezinhos ficaram sem rumo sem o seu humano e continuaram aguardando que ele voltasse. Ariel, a mãe da matilha, foi a que ficou mais desolada e ficava deitada no ringue o tempo todo, isolada.

Os amigos de JB olhavam os animais do lado de fora da academia, pois, por conta da ausência do tutor, os cães começaram a ficar irritados e agressivos uns com os outros.

Então, ativista Elis Pedroso, do Projeto Mãos que Acolhem Bichos foi chamada para recolhê-los, pois eles estavam no local há mais de uma semana sem comida. A veterinária Lilian Piéri de Almeida, da Clínica Latmia e Cia aplicou vacinas em todos.

No momento os peludos estão muitíssimos bem tratados no Zoo Lógica, em Piedade, São Paulo, e na ONG Vira lata, mas precisam de pessoas amorosas para adotá-los.

Olhe para essas carinhas aí abaixo e resista se for capaz!

Esta é Ariel de 4 anos. Ela primeiro se faz de tímida… Finge um certo desinteresse…

Em seguida ela continua fazendo um jogo duro. Olhando de ladinho… Fazendo a egípcia, meu béin…

Daí, quando você menos espera: PÃNNNN!! Ela te joga ‘O’ olhar e então já é tarde demais e é amor na certa! Liga e adota essa delícia: 11 98926-7906

Este é Kong, ele tem dois anos e é um charme…

Ele sabe que é bonitão.

E usa sua beleza para conseguir petiscos, carinhos e atenção. Não tem vergonha de admitir… Liga e adota essa delícia: 11 98926-7906

Nuvem, de dois anos, não veio a este mundo a passeio.

Pois bastam poucos segundos olhando para esta princesinha para que qualquer um se apaixone perdidamente…

Duvida? Dá uma olhada para esta foto aí. Liga e adota essa delícia: 11 98926-7906

Olímpia, tem 3 anos e é uma branquinha de lindíssimos olhos verdes

Ela possui nome e, muitas vezes, até porte de realeza, mas, na verdade…

Olímpia é mesmo uma cachorrinha plebeia que gosta de correr livre num gramado e se divertir numa família lindona que a trate com amor. Liga e adota essa delícia: 11 98926-7906

Apache, de dois anos, é maroto, o danadão…

Veja esse sorrisinho sendo formado, meio de cantinho de boca… Olhando assim você já fica gamado no catiorríneo…

Agora olha isso aí! Ninguém guenta isso daí! Ele está SORRINDO! E A GENTE FICA COMO? A GENTE LIGA AGOOOOOOOOOOOOOORA 11 98926-7906

Para adotar os catiorríneios, ligue para Elis Pedroso: 11 98926-7906

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Conheça a menor espécie de gato selvagem do mundo: 1,5 kg e menor que seu bichano

Felinos em geral são criaturas maravilhosas, mas alguns deles, como os tigres ou as onças, por exemplo, podem arrancar nossas cabeças com a mesma facilidade que comemos uma baratinha frita. Por conta disso, ficamos na companhia dos gatos, que são tão lindos quanto e podemos ter em casa sem correr riscos.

Mas eis que existe uma espécie de gato que consegue ser ainda mais ‘compacta’ e absurdamente mais fofa do que um gatinho doméstico: o rusty-spotted cat, ou o prionailurus rubiginosus.

Esses pequeninos de, no máximo, 1,5 Kg são encontrados apenas no Sri Lanka e infelizmente vivem sob risco de extinção.

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Hotel de San Francisco oferece cachorros como companheiros de quarto

Para quem viaja muito e adoraria ter uma versão fofa da aventureira frase ‘um amor em cada porto’, um hotel em San Francisco está lançando uma tendência bastante animadora. O Nikko oferece a seus hóspedes a possibilidade de ter a companhia absolutamente agradável em seus momentos solitários longe de casa: a de um cão!

E não vá pensando que se trata de um cachorrinho qualquer, pois não é nada disso. O animal, que se chama Buster Posey , tem até mesmo um cargo metido a besta no estabelecimento que é o de CCO (Chief Canine Officer).

Para usufruir do serviço, os interessados precisam checar a disponibilidade na agenda do ‘profissional’ e marcar um horário. Feito isso, os hóspedes podem passear com o cãozinho.

Claro, a concorrência deve ser grande, pois o hotel possui nada menos do que 500 quartos! E Buster faz tanto sucesso que até já ganhou uma versão em pelúcia que custa US$ 29, deste valor, US$ 2 (R$ 6,46) são doados à Rocket Dog Rescue, uma instituição que cuida de animais abandonados.

Imagens: Reprodução/fonte:[via]

Livro explica como relação com os animais influenciou a vida de Frida Kahlo

Frida Kahlo é reconhecida por sua força e por uma vida marcada por incidentes de saúde – a artista sobreviveu à poliomelite quando criança e sofreu um grave acidente de ônibus aos 18 anos, que a deixou com diversas sequelas. Porém, pouco se fala sobre outro aspecto fundamental na vida de Frida: seu amor pelos animais.

Lançado recentemente, o livro “Frida Kahlo and Her Animalitos“, da escritora Monica Brown, com ilustrações de John Parra, busca retratar essa faceta da artista mexicana. Voltada para crianças, a obra explora a maneira como essa relação com diferentes espécies de animais ajudou a moldar o caráter e a personalidade de Frida.

Em sua Casa Azul, a artista convivia com um papagaio, uma águia, dois macacos, duas tartarugas, três cachorros, um gato e até um cervo. Em algumas das páginas da história, a autora conta que Frida era colorida como seu papagaio, enquanto outro trecho a retrata como uma mulher independente como um gato.

As ilustrações também são um show à parte e relembram o melhor da vida e da obra da artista. Espia só!

Fotos: Brain Pickings /fonte:[via]

Este vídeo oferece a sensação exata de estar voando com um grupo de pássaros

Poucos sonhos são tão recorrentes quanto o de se estar voando. Na lista dos três desejos ou dos superpoderes que escolheríamos, a habilidade de voar certamente está entre os mais pedidos.Essa reportagem não vai oferecer enfim uma milagrosa solução para essa ambição humana, mas o vídeo produzido por Christian “Birdman” Moullec chega mais perto de mostrar como é de fato voar entre pássaros.

Trabalhando por boa parte de sua vida com a preservação e migração de pássaros, como gansos e cisnes, Christian utiliza os voos como maneira de ajuda-los e, ao mesmo tempo, de aproximar-se dos animais de um jeito inédito – como extensão do trabalho de criação e treino de gansos órfãos.

A teoria utilizada por Moullec para aproximar-se dos pássaros é a de que os animais criarão laços profundos com o primeiro ser vivo que virem mexendo-se depois de nascerem – como se eles pensassem que ele é sua mãe.

O ex meteorologista explica que é bastante difícil “convencer” os pássaros a voar ao seu lado, mas que vale a pena – ele garante que chora toda vez que realiza um voo, feito um sonho inalcançável tornando-se real.

 

 

© fotos: reprodução/fonte:[via]