Sorvete hiper realista de cachorro é a atração principal deste restaurante em Taiwan

Que Taiwan é mestre dos restaurantes temáticos e inusitados a gente já sabe e já falamos sobre isso aqui e aqui. Porém, o que anda fazendo sucesso no J.C.co não é a decoração, mas um sorvete bem realista.

Um perfeito Shar-Pei – raça de cachorro oriunda da China, vem sendo cuidadosamente modelado pelos funcionários deste restaurante nos sabores chocolate, chá de leite ou amendoim e é justamente o sabor que determina a cor da pelagem.

Bizarro e nada apetitoso, não podemos negar que ele é extremamente bem acabado, tanto que vem sendo compartilhado nas redes sociais das pessoas que tem coragem de come-lo. Conta pra gente! Você teria coragem?

Fotos: reprodução J.C.co /fonte:via

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Yang Yang, a panda artista cujas obras estão sendo vendidas a mais de R$ 2 mil cada

Yang Yang é uma artista de origem chinesa que começou a pintar há pouco tempo, mas cujas obras já estão sendo vendidas por mais de 550 dólares (mais de R$2200). Um detalhe importante: ela é uma ursa panda. 

Yang Yang vive no zoológico de Viena, na Áustria, e aprendeu a manejar pincéis de bambu há pouco tempo. Ela usa tinta preta para pintar e, segundo especialistas, tem um “estilo abstrato que lembra as primeiras tentativas de crianças pequenas”. 

Cem de suas obras estão à venda através de um crowdfunding que tem como objetivo arrecadar fundos para o lançamento de um livro sobre os pandas do zoológico de Viena. Até o momento, foram vendidas 23 telas, então se você estiver com vontade de adicionar um quadro feito por uma panda à sua coleção, a hora é agora. 

Fotos: Divulgação/Zoológico de Viena/fonte:via

Maior recife do mundo é feito com impressão 3D para salvar biodiversidade das Maldivas

A tecnologia de impressão 3D vem sendo aliada do homem em vários aspectos, que vão desde a construção de casas até órgãos e ossos humanos, mas a novidade é que, agora ela está sendo usada para salvar os recifes de corais nas ilhas Maldivas, no sudeste asiático.

Nos últimos anos, uma grande parcela dos recifes de corais no mundo inteiro vem morrendo, seja por ação do homem ou por fenômenos climáticos, como o El Niño, que aumentou a temperatura na superfície do mar e fez muitos corais serem mortos ou sofrerem um branqueamento generalizado, reação natural ao estresse ambiental, que os torna mais fracos e vulneráveis.

Porém, o futuro é promissor e, no dia 11 de agosto um sistema artificial de corais desenvolvido pelo designer industrial Alex Goad, do Reef Design Lab – na Austrália, foi submerso em uma das ilhas do arquipélago, com o objetivo de salvar a biodiversidade da área, que estava fortemente ameaçada.

Os moldes foram produzidos em uma imensa impressora 3D e depois fundidos em cerâmica – substância semelhante ao carbonato de cálcio encontrado nos recifes naturais. Ao todo foram mais de 220 moldes, encaixados e preenchidos com cimento, formando um recife artificial gigante.

O próximo passo é transportar fragmentos de corais para esta estrutura, preservando a biodiversidade da área e ajudando os recifes a sobreviverem ao clima cada vez mais quente.

Hoje já existem algumas técnicas de propagação de corais, mas Alex Goad acredita que esta seja a mais eficaz: A tecnologia de impressão 3D ajuda-nos a desenvolver formas mais inovadoras de proteger os recifes de coral. A tecnologia nos permite imitar a complexidade das estruturas naturais dos recifes, para que possamos projetar recifes artificiais que se assemelhem aos encontrados na natureza”.

Foto 1: divulgação Summer Island Maldives

Foto 2: Unsplash/fonte:via

Arara mal educada xinga bombeiros ao ser resgatada de telhado

Piadas envolvendo papagaios que aprenderam palavrões com humanos boca-suja são clássicos do humor, e um caso do tipo maravilhosamente aconteceu na vida real, lá em Londres, com uma arara.

O Corpo de Bombeiros da capital inglesa recebeu um chamado inusitado na semana passada: a arara Jessie havia fugido de sua gaiola e permaneceu por três dias no telhado do vizinho até que seu dono acionou a ajuda especializada.

Um dos bombeiros subiu no telhado e, para ganhar a confiança de Jessie, disse que a amava e ofereceu uma tigela de comida. A resposta, no entanto, não foi tão educada: a arara até replicou o ‘eu te amo’, mas depois mandou o humano ‘se fod*r’.

Os bombeiros e quem acompanhava a tentativa de resgate se divertiram com a situação, mas permaneceram preocupados com Jessie, que não aceitou a aproximação, pensando que ela poderia estar ferida. No fim das contas ficou tudo bem: o animal voou para outro telhado, demonstrando estar saudável, e acabou voltando para casa por conta própria.

Imagens via Corpo de Bombeiros de Londres/fonte:via

Saliva de cão faz americano perder pernas e mãos

Greg Manteufel, do estado americano de Wisconsin, teve as pernas e mãos amputadas depois de desenvolver uma rara infecção causada por bactéria presenta na saliva de cães e gatos saudáveis. Ele convive com oito cães, e não sabe qual dos animais carrega a bactéria.

Tudo provavelmente começou com uma lambida de um dos cães, e alguns dias depois evolui para sintomas semelhantes aos da gripe, com febre alta e vômito. No segundo dia de sintomas, a febre estava tão alta que ele começou a delirar, e sua esposa o levou ao pronto atendimento. Lá, ela notou manchas roxas em todo o corpo do marido, como se ele tivesse apanhado com um taco de baseball.

Ele foi diagnosticado com uma rara infecção de sangue causada pela bactéria Capnocytophaga canimorsus, comumente encontrada na saliva de cães e gatos saudáveis. Normalmente esta bactéria não causa problemas para as pessoas, mas alguns casos raros resultam nesta infecção agressiva.

Greg passou a receber antibiótico imediatamente, mas os coágulos formados no sangue bloquearam o fluxo sanguíneo para as extremidades, resultando em morte de tecidos e músculos. Com esses tecidos mortos, a única solução foi amputar as pernas e mãos para salvar a vida de Greg.

Mesmo depois das amputações, ele precisou passar por algumas cirurgias para retirar mais tecidos mortos das pernas, e em breve terá que passar por uma reconstrução no nariz porque a falta de fluxo sanguíneo na região fez o seu nariz ficar preto.

Que bactéria é essa?

A bactéria Capnocytophaga canimorsus recebeu este nome em 1989, e é encontrada na saliva de cães e gatos saudáveis. A maior parte da transmissão para humanos acontece por meio de mordidas, mas também por arranhões e lambidas.

Um estudo de 2015 analisou 484 casos de pacientes que tiveram a infecção agressiva. A média de idade dessas pessoas era de 55 anos, sendo que 66% deles eram do sexo masculino. Entre todos os pacientes, 26% morreram por conta da infecção. O grupo identificado como predisposto a ter a doença era composto por pessoas que passaram por esplenectomia (retirada do baço) ou quem sofria com o alcoolismo. Os casos da infecção que evoluíram para meningite foram mais frequentes em pacientes mais velhos. O antibiótico que costuma dar melhores resultados é a penicilina, mas há outras opções de tratamento.

Entre os pacientes que sobrevivem, é comum a gangrena das extremidades do corpo, infecção no olhos e endocardite.

Não há motivo para nunca mais querer encostar em um gato e cachorro, mas a melhor coisa a se fazer é evitar receber lambidas na boca e olhos ou em cortes e ferimentos na pele, e quando sofrer uma mordida ou arranhão superficial, deve-se lavar bem a região com água e sabonete.

fonte:via[WebMD, Publimed, Emerg. Infect Dis.]

Artista transforma bexigas em pássaros e o resultado é uma lindeza só

Terry James Cook é um pintor cujo trabalho é feito, em geral, com aquarela, mas ele também gosta de trabalhar com tinta e acrílico, pintando muitos personagens pertencentes à cultura pop. Provando que sua criatividade vai além, sua nova série é outro tipo de coisa: o artista embarcou em uma série de esculturas feitas com balões, representando pássaros de todos os tipos.

Terry, que já havia criado esculturas de balões para sua sobrinha, pretende continuar a série de animais. A variedade de espécies fornecidas pelos pássaros é estabelecida graças a muitos detalhes e cores usadas pelo artista. Colocando-o em seu habitat natural, o resultado é de tirar o fôlego – e muito divertido.

Arte: Terry James Cook / fonte:via

Bruno, o gato obeso, está em busca de um lar pra chamar de seu

Um gato muito descolado para viver sem um lar. Não que os outros não sejam, mas as peculiaridades de Bruno o transforma em uma figura irresistível. Instalado em um abrigo em Chicago, o felino até foi adotado por uma família, mas infelizmente não se deu bem com as crianças.

Bruno é um gato russo azul e atualmente sofre com obesidade. Talvez por causa de suas habilidades sedutoras na hora de pedir comida. Esperto, o bichano consegue se equilibrar em duas patas.

O felino pesa 11 quilos, quando o normal para gatos de sua raça e idade fica entre 3 e 4 quilos. Bruno também é um gato polydactyl. Isto é, ele nasceu com mais dedos nas patas do que o normal.

Mesmo com toda essa fofurice, Bruno não é um grande fã de longos abraços. Aliás, caso você tente, ele vai fazer de tudo para espantá-lo. Inclusive fingir que está mordendo. Mas não se preocupe, ele é um gato de família e gosta de brincar com os donos.

Com a divulgação de sua história, Bruno recebeu uma enxurrada de pedidos de adoção vindos de localidades variadas, como Austrália, País de Gales e Canadá.

Foto: Reprodução/fonte:via