Conheça esse besouro que lembra uma lagosta

Quando achamos que já vimos todos os animais estranhos do mundo, a internet aparece com mais uma criatura estranha. Neste caso, é uma pupa de besouro- hércules (Dynastes hercules), um dos maiores besouro do mundo. Eles vivem em florestas da América Central e do Sul.

O estado larval desta espécie é muito longo, com duração de um a dois anos. Depois desse período, a larva se transforma em pupa. É nesse momento que ela parece uma mistura entre lagosta laranja e alienígena. Os machos adultos chegam a alcançar 17cm, incluindo seu enorme chifre torácico.

O besouro exibido no vídeo abaixo pertence ao entusiasma de insetos Hirofumi Kawano, que compartilhou a cena no Facebook, com a legenda: “muita gente acha que uma crisálida não se move”. Ele também compartilhou um vídeo em que aparece pesando uma larva da espécie, que pesa impressionantes 138g.

Este é o besouro-hércules adulto:

 

Startup cria animais de pelúcia bonitos, mas tristes, para alertar crianças para o problema da poluição

A cada ano, a humanidade despeja mais nove milhões de toneladas de lixo plástico nos oceanos. Estima-se que mais de um milhão de aves e cem mil animais marinhos morram anualmente por ingerir esses materiais. Uma ONG criou uma ótima campanha para conscientizar as crianças sobre o problema.

Andrea Vidal, uma designer húngara, foi quem criou o conceito dos Pollutoys, em parceria com a ONG Sea Shepherd. Trata-se de bichos de pelúcia fofinhos, mas com cara triste, e com motivo: eles estão recheados de “lixo”.

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Os brinquedos são levados pela organização a escolas e, com a ajuda de educadores, utilizados para mostrar para as crianças a importância de cuidar da natureza. Segundo cientistas, em 2050 o número de peixes vivos nos oceanos deve ser superado pelo de materiais plásticos descartados pela humanidade.

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Todas as fotos © Sea Shepherd fonte

Fotografias impressionantes capturam a magnífica fauna de Ãfrica

Como fotógrafo de vida selvagem, o britânico Will Burrard-Lucas viajou para a África mais do que para qualquer outro continente. Em um maravilhoso projeto intitulado Backlit, ele registrou imagens incríveis de animais na Namíbia, África do Sul e Botsuana ao nascer e pôr do sol.

Ele flagrou os momentos em que a vida se move do dia para a noite e da noite para o dia de forma impressionante, encantadora e mágica.

Veja:

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* Imagens: Will Burrard-Lucas fonte

De qual filme de terror saiu este alienígena? Cientistas estudam verme gigante pela primeira vez

Por mais que a biodiversidade da Terra diminua rapidamente em função das ações do ser humano, a mãe natureza ainda tem uma ou duas surpresas na manga. Uma equipe internacional de pesquisadores acaba de se tornar a primeira a investigar uma espécie nunca antes estudada – um bizarro animal muito parecido com um verme gigante, que vive na lama e se “alimenta” de uma forma de enxofre.

A existência desta criatura com jeito de alienígena é conhecida por séculos. As conchas de um a um metro e meio que contêm o animal foram documentadas primeiramente no século 18. “As conchas são bastante comuns”, comenta o pesquisador principal Daniel Distel, Ph.D., professor de pesquisa e diretor do Ocean Genome Legacy Center da Northeastern University, nos EUA. “Mas nunca tivemos acesso ao animal que vive dentro delas”.

O habitat preferido do animal não era claro, mas a equipe de pesquisa se beneficiou de um pouco de sorte, quando um de seus colaboradores compartilhou um documentário que foi ao ar na televisão filipina. O vídeo mostrava as bizarras criaturas plantadas, como cenouras, na lama de uma lagoa rasa. Seguindo esta pista, os cientistas montaram uma expedição e encontraram espécimes vivos da Kuphus polythalamia.

Com uma amostra finalmente em mãos, a equipe de pesquisa se amontoou em torno de Distel enquanto o pesquisador lavava com cuidado a lama pegajosa no exterior da concha gigante e tirava a tampa externa, revelando a criatura que vivia dentro dela.

 

“Fiquei impressionado quando vi pela primeira vez a enorme imensidão desse bizarro animal”, diz Marvin Altamia, pesquisador do Instituto de Ciências Marinhas da Universidade das Filipinas. “Estar presente para o primeiro encontro de um animal como este é o mais próximo que vou chegar de ser uma naturalista do século 19”, diz a autora do estudo, Margo Haygood, professora de pesquisa em química medicinal na Universidade de Utah, nos EUA.

Como o animal nunca havia sido estudado rigorosamente, pouco se sabia sobre sua história de vida, habitat ou biologia. “Nós suspeitávamos que este verme gigante fosse radicalmente diferente de outros vermes que comem madeira”, diz Haygood. Encontrar o animal confirmou isso. Altamia continua: “Francamente, eu estava nervoso, se cometêssemos um erro, poderíamos perder a oportunidade de descobrir os segredos deste espécime muito raro”.O vídeo abaixo mostra o momento em que o bizarro animal é tirado de sua concha.

 
Tocador de vídeo
 
 

Refeição diferente

A resposta pode estar no habitat remoto em que o animal foi encontrado, uma lagoa carregada de madeira podre.Os animais desta espécie normalmente se enterram profundamente na madeira das árvores, mastigando e digerindo a madeira com a ajuda das bactérias. Ao contrário de seus primos vermes, o Kuphus vive na lama. Ele também conta com as bactérias para obter nutrição, mas de uma maneira diferente.

O Kuphus vive em um lugar muito fedido. A lama orgânica rica em torno de seu habitat emite sulfeto de hidrogênio, um gás derivado de enxofre, que tem um odor de ovo podre distinto. Este ambiente pode ser nocivo para você e para mim, mas é uma festa para o verme gigante.

E, no entanto, os próprios Kuphus não comem, ou se o fazem, comem muito pouco. Em vez disso, eles dependem de bactérias benéficas que vivem em suas brânquias que fazem comida para eles. Como minúsculos chefs, essas bactérias usam o sulfeto de hidrogênio como energia para produzir carbono orgânico que alimenta o animal. Este processo é semelhante ao modo como as plantas verdes utilizam a energia solar para converter dióxido de carbono no ar em compostos de carbono simples durante a fotossíntese. Como resultado, muitos dos órgãos digestivos internos do Kuphus diminuíram devido à falta de uso.

O estilo de vida deste verme gigante que parece saído dos mais tenebrosos filmes de terror dá apoio a uma hipótese proposta por Distel quase duas décadas atrás. A aquisição de um tipo diferente de bactérias benéficas poderia explicar como aconteceu a transição dos vermes de um organismo comedor de madeira a um que use um gás nocivo na lama para sobreviver.

A equipe de pesquisa continuará a examinar o papel que a madeira desempenha na transição única entre o verme normal e o gigante. “Também estamos interessados ​​em ver se transições semelhantes podem ser encontradas em outros animais que vivem em habitats únicos em todo o mundo”, disse Distel.

Fonte;[phys.org]

Ela fez uma festa do chá com vários dos pequenos animais que habitam seu jardim – e foi lindo

Oque para algumas pessoas pode parecer bastante incomum, para a artista Jay Rainey são simplesmente normais. É o caso desta pequena “festa do chá” encantadora, que ela fotografou com os vários animais que vivem próximo à sua casa.

Rainey vive em uma cabana no bosque em British Columbia, no Canadá. Consequentemente, seu jardim está sempre repleto de animaizinhos, que vão desde coelhos a lagartos. Um dia, ele simplesmente deixou sua câmera pronta para registrar todos os bichinhos que se aproximavam, curiosos, de seu jogo de chá – e o resultado é encantador.

Vem ver:

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Todas as fotos © Jay Rainey fonte: via

Raios X mostram filhotes de animais diversos ainda no útero de suas mães

Nós todos já estamos acostumados a ver imagens de ultrassonografias de mulheres grávidas. É fácil reconhecer o feto ali no útero, assim como é lindo acompanhar o seu desenvolvimento. Mas já pensou como ocorre a gestação em outras espécies de animais?

Reunimos imagens de raios x de diversos animais enquanto esperavam filhotes. De cobras a gatinhos, todos têm algo em comum – mas também reservam muitas diferenças entre si.

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Foto: Taronga Zoo

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Cobra

Enquanto algumas espécies de cobras colocam ovos, outras, como a da foto abaixo, gestam os filhotes em seu próprio corpo.

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Cachorro

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Assim como as cobras, nem todas as espécies de lagartos colocam ovos.

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Morcego

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Foto via  fonte: via

Esse pequeno lago matou 1.700 pessoas do dia para a noite na Ãfrica

O pior desastre natural de Camarões, país do oeste da África, aconteceu na noite de 21 de agosto de 1986. Entre os dias 21 e 23 daquele mês, mais de 1.700 pessoas morreram sufocadas em suas casas e até no meio das estradas, enquanto dirigiam ou pilotavam suas motos.

A causa deste traumático evento foi uma enorme nuvem de CO2 que surgiu de um lago azulado da região, o Lake Nyos, que fica em uma cratera vulcânica no nordeste do país. A nuvem, mais densa que o ar, viajou 25 quilômetros pelos vales da região, matando 1.746 pessoas e 3.500 animais de criação como vacas. Quem encontrou os corpos deparou-se com uma cena rara e perturbadora: nada se movia, nem mesmo as moscas, que também morreram.

Quem não morreu ficou inconsciente por várias horas e acordou para descobrir que toda a família e os animais dos rebanhos da região haviam morrido. Muitos acreditaram que aquilo era uma praga bíblica, que o espírito do lago estava descontente ou até que se tratava de um ataque terrorista.

Joseph Nkwain acordou três horas depois da passagem da nuvem, e contou sua experiência para o pesquisador Arnold Taylor, da Universidade Plymouth (Reino Unido): “Não conseguia falar. Fiquei inconsciente. Não podia abrir minha boca porque havia um cheiro terrível. Ouvi minha filha roncando de forma horrível, muito anormal. Quando tentei chegar até a cama dela, entrei em colapso e caí. Eu queria falar, mas meu ar não saía. Minha filha já estava morta”.

O governo do país encomendou estudos para descobrir o que poderia ter causado tamanha destruição, para garantir que aquilo não fosse se repetir. Os órgãos ambientais instalam sensores de CO2 na região do lago conectados à sirenes que podem alertar as pessoas da região para que fujam dali o mais rápido possível.

Engenheiros também instalaram em 2001 e 2011 canos para sugar o CO2 diretamente do fundo do lago e liberá-lo gradualmente para a superfície, evitando assim grandes acúmulos.

O que se sabe

Os poucos moradores da região relatam que ouviram um alto som de explosão na noite do dia 21 de agosto e que saíram das casas para investigar. Uma nuvem de mais de 50 metros de altura se formou acima do lago, e, por ser mais densa que o ar, viajou pelas partes mais baixas da região.

No dia seguinte, o lago apresentava uma coloração radicalmente diferente da normal. Ele costumava ter um belo tom azul, e passou a ser marrom. A vegetação ao redor do lago também foi destruída.

Por estar em uma região vulcânica, a água deste lago recebe CO2 que escapa do magma abaixo dele. Normalmente, milhares de toneladas de CO2 são conditos pela água, mas algo fez com que ele fosse liberado rapidamente.

O geólogo David Bressan explica que os gases vulcânicos que emanam do solo abaixo do lago se dissolvem e ficam concentrados nas águas mais profundas. A temperatura tropical da água superficial forma um tipo de barreira que mantém esta água fria e concentrada em CO2 presa no fundo.

O que não ficou claro para os cientistas é o que causou a quebra desta barreira. Pode ter sido um terremoto fraco, uma erupção vulcânica ou até o deslizamento de pedras nas margens do lago.

Isso já havia acontecido antes

Um evento semelhante aconteceu apenas dois anos antes no lago Monoun. Naquela ocasião, a nuvem de CO2 matou apenas 37 pessoas. O que desencadeou o episódio também não ficou bem explicado.

FONTE:[Science Alert, Scientific American]

Além de amamentar seus filhotes, essa gatinha guerreira adotou as ninhadas de outras duas gatas

A história da gatinha Izabelle é bastante fora do comum e mostra que os animais são capazes de demonstrar amor de formas surpreendentes. Ela vivia em uma casa com duas outras gatas e as três tiveram filhotes em épocas parecidas. Porém, enquanto suas companheiras não dava atenção aos filhotes, Izabelle decidiu adotar as outras ninhadas – e acabou cuidando de 14 gatinhos ao mesmo tempo.

Os tutores da gatinha não se surpreenderam tanto com a sua habilidade incomum para os cuidados maternos. Pelo contrário: cansados de tantos animais em casa, decidiram levar os gatinhos para o Centro de Cuidados Animais de Nova York. Ao chegarem lá, a equipe local fez contato com a organização Best Friends Animal Society, que se encarregou dos cuidados com a ninhada.

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A primeira coisa que os diretores da organização fizeram foi levar toda a família de gatinhos para uma consulta veterinária. No local, constataram que, embora a saúde dos filhotes fosse ótima, Izabelle estava exausta, desidratada e desnutrida. Ela estava oferecendo tudo o que podia aos gatinhos e não conseguia mais manter a própria saúde.

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Para que a super mamãe pudesse se recuperar, os filhotes passaram a se alimentar com alimentos prontos selecionados pelos veterinários para suprir suas necessidades. Além disso, seis dos felinos foram encaminhados para a adoção, deixando Izabelle responsável “apenas” por oito gatinhos – que, em breve, deverão ser colocados para adoção também! As informações são do The Dodo.

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Todas as fotos © Best Friends Animal Society  fonte: via

Nova espécie descoberta: o caranguejo-aranha escalador de Ã¡rvores

Cientistas descobriram uma nova espécie de caranguejo que vive nos Gates Ocidentais, uma região indiana rica em biodiversidade.O animal – também de um gênero novo – habita buracos das árvores, bem acima do solo. Cabendo na palma da mão, tem um corpo azulado, quase negro, e se alimenta de vermes e sementes.

Os pesquisadores o nomearam Kani maranjandu, sendo Kani a comunidade tribal que primeiro o notou, e “maranjandu” o termo coloquial local para caranguejo.

Diferentes

A. Biju Kumar, um professor de biologia aquática na Universidade de Kerala, liderou um projeto nos Gates Ocidentais para examinar caranguejos de água doce. Depois de ficar sabendo da existência do estranho animal que escalava árvores pelo povo Kani em 2014, ele e sua equipe passaram meses tentando capturar um espécime.

Finalmente, conseguiram. Os cientistas descreveram o Kani maranjandu como tendo uma casca externa distinta, ou carapaça, grande, inchada e convexa. Suas pernas são extremamente longas, com pontas afiadas e curvas que os ajudam a agarrar-se às árvores com segurança.

Os caranguejos vivem em buracos cheios de água. Os membros da tribo Kani detectaram sua presença quando viram bolhas de ar saindo dessas cavidades. Fora dos buracos, eles movem-se rapidamente sobre os troncos das árvores, usando suas patas dianteiras espessas e com pinças para se propelirem.

Os animais são tímidos, recuando profundamente dentro das cavidades quando alguém se aproxima. Os mais jovens se abrigam no dossel das árvores, a quase dez metros de altura. Isso é incomum para caranguejos, que normalmente não sobem mais de alguns metros.

Evolução

De acordo com Tohru Naruse, especialista em biodiversidade do caranguejo na Universidade de Ryukyus, do Japão, que não estava envolvido na descoberta, este estilo de vida indica que os caranguejos não podem se dispersar extensamente, então sua escala tende a ser limitada a uma área muito pequena.

Tal restrição geográfica poderia significar que qualquer impacto no seu habitat colocaria a espécie em risco.Kumar também enfatizou a importância do habitat do caranguejo, ou seja, as grandes árvores e o ecossistema florestal dos Gates Ocidentais. A existência dos bichinhos depende da água da chuva coletada nas cavidades de árvores, e os caranguejos costumam mudar de árvore se as cavidades secam. A carapaça larga e inchada é uma adaptação que os ajuda a manter água em suas câmaras branquiais.

Para Peter K.L. Ng, biólogo da Universidade Nacional de Cingapura que ajudou a classificar o Kani maranjandu, a característica mais interessante da espécie é como ela ilustra a evolução do caranguejo. “Esses caranguejos, independentemente de onde foram encontrados e como estão relacionados (ou não) uns aos outros, evoluíram para usar habitats especializados para melhorar a sua sobrevivência – neste caso, árvores”.

Fonte:[NatGeo]

Neto oferece gatinho para o avô doente e vira sua vida de ponta cabeça – no melhor sentido

Os animais exercem um poder sobre os seres humanos que costumamos subestimar. Porém, a fotógrafa Akiko DuPont, que mora em Tóquio, no Japão, decidiu registrar como a companhia de um gatinho foi capaz de transformar a vida de seu avô, de 94 anos.

Akiko escreveu em uma publicação para o site Bored Panda que o avô Jiji costumava ir todos os dias ao seu escritório há 64 anos. Porém, em 2009, ele ficou doente e precisou ir para um hospital. Desde então, o idoso havia perdido gradualmente seu interesse na vida e ficou “mais rabugento do que nunca”.

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Desde criança, a fotógrafa costuma registrar a vida do avô. O hábito começou antes mesmo de que ela soubesse que isso se tornaria uma profissão. Quando percebeu que o avô estava desanimado, ela decidiu oferecer um gato para lhe fazer companhia. Assim surgia uma bela amizade entre Jiji e o gatinho Kinako, que foi – felizmente – registrada através das lentes de Akiko.

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Todas as fotos © Akiko DuPont fonte:Bored Panda via