Esse galo gigante que viralizou na internet é mesmo real

Imagens do que parecia ser uma galinha absurdamente grande se tornaram virais na rede social Twitter nos últimos dias.

O vídeo bizarro levantou exclamações de descrença e temor, como era de se esperar, enquanto os telespectadores observavam a ave gigante descer os degraus de seu poleiro.

Mas e aí? Uma coisa dessas é possível, mesmo?

O vídeo

Compartilhado pelo usuário @LifesBook_Ceo no dia 19 de março, o tweet não incluía nenhuma informação de identificação sobre o animal ou sua localização.

Vários comentários, no entanto, sugeriram que a galinha era provavelmente uma da raça Brahma, um tipo grande de galinha doméstica (Gallus gallus domesticus) – ou seja, não é uma espécie separada.

 

Embora não seja claro a partir do vídeo exatamente quão grande o bicho seja, parece ter pernas muito mais longas e um corpo mais esticado do que a galinha média.

Os machos da raça Brahma já foram documentados pesando até 8 quilogramas, embora a galinha Brahma média esteja mais perto de 5 kg.

História

Os galos e galinhas Brahma foram desenvolvidos nos Estados Unidos, criados principalmente a partir de animais grandes que se originaram na China, e foram descritos como uma raça oficial pela American Poultry Association American Standard of Perfection em 1874.Há três variedades de cor – claro, escuro e lustre. A ave do vídeo parece ser um Brahma claro: na maior parte branco, com penas escuras nas pontas de suas asas e cauda e na parte mais baixa de seu pescoço.

As galinhas Brahma são frequentemente referidas como “O Rei de Todas as Aves” e são famosas por sua resistência em climas frios, sua produção de ovos grandes e suas grandes quantidades de carne. [LiveScience]

Fotógrafo usa lente macro para captar os seres minúsculos que habitam na sua casa

Se você não se importa em dividir sua casa com alguns seres que costumam frequentá-la de vez em quando, como baratas, aranhas, moscas e outros insetos, pelo seu tamanho, talvez mude de ideia ao ver as fotos a seguir.

Com uma câmera com lentes macro de 90 mm e alguns filtros, o fotógrafo inglês Mikael Buck capturou durante o inverno europeu esses seres minúsculos, que passam, muitas vezes, despercebidos aos nossos olhos, resultando em imagens de animais gigantescos e revelando uma beleza singular.

De acordo com Vanessa Amaral-Rogers, da organização ambiental Buglife, “a estação mais fria pode ser particularmente difícil para os insetos, dependentes do calor do sol para a sua atividade diária. Como resultado, não é raro vê-los se movendo dentro de casa. Alguns podem até mesmo ser encontrados hibernando nas partes mais calmas da casa, como o sótão ou na varanda. Estes animais representam apenas um fragmento da incrível diversidade que pode ser encontrada em torno de nós”.

Aproxime-se e dê uma boa olhada nessas fotos:

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Todas as imagens © Mikael Buck

Fotógrafo combate a depressão clicando imagens incríveis dos queridinhos da internet: os gatos

Depressão nem sempre é apenas uma fase e muito menos frescura. Cerca de 350 milhões de pessoas mundo afora são atingidas pela doença. A notícia boa é que muita gente acha um caminho para sair dela.

Felicity Berkleef achou o dele, por exemplo, tirando fotografias de gatos. De acordo com ele, era um rapaz inseguro na época de escola, sofria bullying e chorava quase todos os dias. As coisas chegaram a piorar quando sua mãe ficou doente a ponto de ficar a beira da morte por duas vezes.

A tristeza só começou indo embora quando o jovem estava no primeiro ano da faculdade de design gráfico, onde estudou um pouco sobre fotografia. O que o fez comprar uma câmera e se tornar um “viciado” em clicks para colocar em seu perfil no Flickr. Segundo Berkleef, o que ele mais gostava de fotografar e o que o afastava da tristeza eram os gatos. Isso porque os olhares dos gatos são temperamentais e transmitem histórias de vários contrastes.  

“A fotografia mudou minha vida. Saber que consigo compartilhar isso com o mundo todo me torna uma pessoa muito feliz”, diz Berkleef.

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Todas as fotos © Felicity Berkleek

GALERIA DE FOTOGRAFIAS

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National Geographic (Mais fotografias aqui )

Os insetos de resina inventados por Hiroshi Shinno parecem criaturas reais

A maioria das pessoas evita o contato com insetos. Mas o artista japonês Hiroshi Shinno não é a maioria das pessoas. Nascido em Quioto, ele não se contenta com as espécies que existem no mundo e cria seus próprios insetos, que parecem ter saído de um conto de fadas.

Ao invés de garras e um visual assustador, os insetos coloridos de Hiroshi parecem feitos de folhas com um toque de magia. Todas as criações conservam um toque bastante realista, embora sejam feitas de resina pintada com tinta acrílica, moldadas em uma base de bronze.

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Muito do trabalho do artista é focado no processo de criação dos novos insetos imaginados por ele. Para compartilhar esse processo com o público, ele mantém um “Diário de Insetos” em seu site, onde é possível acompanhar mais de suas incríveis criações – algumas delas, você encontra nas fotos abaixo:

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Todas as imagens ©  Hiroshi Shinno

A mulher que já resgatou mais de 350 gatinhos em dois anos

Todos os dias, quando saía de casa para ir a qualquer lugar, Zanda Indriksone, cidadã da Letônia, passava por vários gatos que viviam nas ruas. Dois anos atrás, ela decidiu que faria algo para ajudar, e desde então foi responsável por encaminhar 350 animais a novos tutores.

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Sem jamais ter estudado sobre os gatos, Zanda passou a aprender mais sobre seus hábitos e necessidades de saúde por causa da convivência: ela os levava para casa enquanto tentava encontrar um lar para os bichinhos.

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“Eu não consigo mais passar por um gato abandonado sem fazer nada”, diz Zanda, cuja primeira ação é sempre levar o animal a um veterinário para fazer uma análise de sua saúde e determinar a idade. Depois de algum tempo, ela conseguiu voluntários para abrigar os gatos até que eles sejam adotados.

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A letã diz que o tempo que cada gato passa no lar temporário varia de acordo com suas condições de saúde. Os animais mais saudáveis encontram tutores mais rápido, sendo que o recorde até hoje é de meia hora. Em casos em que os gatos precisam de tratamento médico mais detalhado, eles costumam demorar um mês para serem adotados.

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Todas as fotos © Zanda Indriksone

Foi o turismo e não ‘o álcool’ que matou os simpáticos porquinhos das Bahamas

As Bahamas são famosas pelo sol, a água cristalina, a areia branquinha e… Por abrigar porcos nadadores! Que infelizmente, estão morrendo. 

Sim, até dez dos porquinhos foram encontrados mortos em Big Major Cay, uma de suas ilhas. E apesar de reportagens sugerirem que a causa do óbito foi o consumo de doses de bebidas alcoólicas oferecidas pelos turistas, o inspetor da Bahamas Humane Society, Ventoi Bethune, contou a National Geographic que a provável razão foi a ingestão de areia.

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Veterinários que visitaram o local encontraram grandes quantidades dessa substância nos estômagos dos animais mortos, e de acordo com Bethune, isso pode ter acontecido por conta do alto fluxo de visitantes, que jogam pequenas quantias de comida na praia.

Bethune garante que os porcos vivem nesta ilha há muito tempo, e estão acostumados a caçar seu próprio alimento. Mas com o aumento do fluxo de turistas, eles estão confiando nos “presentes” dos seres humanos para se alimentar.  “Agora, eles passam mais tempo na praia do que na floresta”, contou.

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As mudanças climáticas também podem ter colaborado com a morte dos porcos, já que ouve uma seca incomum nas Bahamas em janeiro. A fonte natural de água dos porquinhos secou acredita-se que este fato também pode estar relacionado com a causa da sua morte.

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Os porcos nadadores populam a região das Bahamas há décadas, mas sua origem atual é um mistério. Reza a lenda que eles nadaram até a terra depois de um naufrágio, ou foram deixados na ilha por marinheiros que planejavam voltar para comê-los, mas nunca mais apareceram.

Fotos: reprodução

Esta tatuadora transforma pets em homenagens muito fofas

Jiran Yang, uma tatuadora de Seul, na Coreia do Sul, tem feito sucesso com seus desenhos de animais pra lá de divertidos. Apesar da rígida lei no país com os tatuadores, que precisam ser médicos graduados, a jovem conquistou seu espaço através de um traço único, uma mistura de cartoon com anime, e o resultado são tattoos incríveis.

Num primeiro momento, os desenhos até deixam a gente em dúvida se as tatuagens são de verdade ou então feitas com caneta, de tão coloridas e bold que são.

Por um segundo, chegam até a lembrar aquelas tattoos que vinham no chicletes quando éramos crianças. Uma alternativa leve e divertida para você levar o seu pet para sempre com você!

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Imagens © Reprodução Instagram

A incrível biblioteca de sons da natureza do Parque Nacional de Yellowstone

Vivenciar a verdadeira experiência de um lugar costuma exigir dos nossos cinco sentidos: o cheiro, o tato, o sabor dos alimentos locais, a paisagem, e também o som. Conhecer uma floresta, um parque, um campo é perceber a incrível mistura de sons que a natureza nos propõe, como uma orquestra perfeitamente afinada e harmônica, ao mesmo tempo que completamente aleatória.

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É essa a experiência que a biblioteca de sons do Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA, proporciona: conhecer cada ruído, cada canto e cada som dos animais e da natureza desse que é um dos maiores e mais importantes parques naturais do mundo. Os áudios foram todos gravados diretamente no parque, e ficam disponíveis para download e uso, desde que com o devido crédito ao “National Park Service”.

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O parque de Yellowstone é um dos maiores parques naturais dos EUA, e é considerado o primeiro parque natural oficial do mundo. Composta em sua maioria pelo sons de animais diversos – diversos pássaros, bisões, ursos, alces, lobos, até o águia careca, animal símbolo dos EUA – a biblioteca também oferece sons provenientes de fenômenos naturais, como o vento intenso de um furacão ou a música do fogo.

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A águia careca

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O barulho de bisões se alimentando, das motos de neve em que se cruza o parque no inverno, trovões, até o som de gases que emanam da terra podem ser ouvidos – está tudo na biblioteca; cada um dos infinitos instrumentos que compõem essa impressionante orquestra natural.

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© fotos: divulgação

Respiração boca-a-focinho: como um bombeiro salvou a vida de um cachorro

Quando Crystal Lamirande, de 35 anos, voltava para sua casa em Santa Mônica, na Califórnia, levou um baita de um susto ao ouvir seus vizinhos sinalizando sobre um incêndio no local.

Seu desespero foi maior ainda porque seu cachorrinho Nalu, uma mistura de Bichon Frisé com Shih-Tzu, de 10 anos, estava dentro do apartamento. Crystal tentou desesperadamente entrar no local para salvar Nalu, mas a fumaça era tanto que ela não conseguiu.

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Quando os bombeiros chegaram, Crystal estava inconsolável, pois acreditava ter perdido seu grande companheiro. Foi quando o bombeiro Andrew Klein entrou em ação. Ele encontrou o cachorro, porém inconsciente e já quase sem vida.

Mas Andrew e sua equipe foram verdadeiros anjos e não desistiram de Nalu. Para a surpresa de todos, após 20 minutos de massagem cardíaca e até mesmo respiração boca-a-focinho, o catioríneo “ressuscitou”.

“Ele começou a respirar novamente e recuperou a consciência e até a capacidade de caminhar”, contou o departamento de bombeiros de Santa Mônica.

Nalu precisou passar as 24 horas seguintes se recuperando em uma câmara de oxigênio, mas já está 100% recuperado. Que história!

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Todas as fotos © AP/Reprodução Facebook