‘Estrada de tubarões’ de mais de 800 quilômetros pode se tornar área de proteção

Pela primeira vez cientistas filmaram tubarões viajando por uma “estrada” submarina de mais de 800 km, no Oceano Pacífico – entre as Ilhas Galápagos e a Ilha do Coco, na Costa Rica. Trata-se de um caminho seguindo uma série de montanhas submersas, no qual diversos tipos de tubarão e outros animais marinhos, como tartarugas e golfinhos, foram registrados “viajando”. Os cientistas ainda não sabem se a passagem dos animais pela “estrada” se dá para a caça, como rotas de navegação ou por acaso – mas o registro de tal viagem pode ser fundamental para a proteção de tais animais.

Apesar das Ilhas Galápagos e da llha do Coco serem áreas protegidas para pesca em geral, a “estrada dos tubarões” não é, e o registro de tal caminho permitirá o pedido de preservação da estrada como um meio de se preservar a vida desses animais. Quem realizou a expedição – que levou duas semanas até conseguir o registro – e entrará com o pedido é a Fundación PACÍFICO, um grupo costa-riquenho que reúne quatro fundos ambientais diferentes.

A utilização de tais “estradas” à beira de montanhas marinhas foi registrada pela primeira vez, no qual mais de dezesseis espécies de tubarões e peixes foram vistos utilizando o caminho – algumas delas sob risco de extinção.

O perigo de manter essas áreas fora de programas de proteção é dos tubarões acabarem pescados em redes de pesca de atum. Para os cientistas, proteger a “estrada dos tubarões” é o próximo passo pela conservação da espécie.

© fotos: divulgação/fonte:via

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Casinhas modernistas de pássaros feitas com material reaproveitado são puro amor

Como grandes arquitetos que são, os pássaros de modo geral conservam o estilo de suas construções intocados ao longo de séculos. Pois o marceneiro americano e admirador da arquitetura Douglas Barnhard decidiu aproveitar as sobras de suas madeiras para ajudar os pássaros a “atualizarem” o estilo de suas casas – criando modelos de casas de passarinhos inspirados nas construções modernistas. O projeto foi batizado de Sourgrassbuilt.

Barnhard e sua mulher, Christy, possuem uma loja de móveis e armários, e para aproveitar suas sobras e criar suas encantadoras casinhas o casal decidiu se valer de sua paixão e homenagear edifícios e arquitetos famosos, como Joseph Eichler e Frank Lloyd Wright, aproveitando o fato de morar em Santa Cruz, na Califórnia, para também utilizar elementos da cultura do skate e do surf na concepção das casas.

Apesar de especialmente elegantes e bem acabadas – feitas com pedaços de nogueira, bambu, teca ou mogno – o Sourgrassbuilt não é somente design, afinal os pássaros precisam viver bem dentro das construções. Assim, as casas são projetadas com cores, tetos e paredes vivas de plantas, calhas instaladas para alimentação, poleiros e até pequenas piscinas para refrescar os animais – um luxo cinco estrelas para os pássaros.

© fotos: divulgação/fonte:via

Catisfaction: ela passou anos fotografando felinos em momentos de puro prazer

Nascida na comuna italiana de Vicenza, na região do Vêneto, a fotógrafa Marianna Zampieri adora voltar suas lentes para os felinos. Desde 2015, ela fotografa gatos em momentos que só podem ser definidos como pura “catisfaction” – quando eles estão desfrutando tanto da vida que parecem estar em êxtase.

Normalmente, os bichanos são fotografados por ela em preto e branco, quase sempre acompanhados de seus humanos.

Tantas pessoas dizem que os gatos não sorriem como os cães… Bem, essa é a prova de que gatos também podem sorrir“, escreveu ela ao site Bored Panda.

A paixão pela fotografia só foi descoberta após adotar o gato Arthur, como Marianna conta em seu site. Desde então, ela tem fotografado também outros felinos, sempre buscando a espontaneidade. Para isso, tenta criar um ambiente em que os gatos se sintam livres para fazer aquilo que quiserem – e, com isso, os melhores cliques aparecem.

As imagens abaixo são a expressão visual dessa palavrinha que não poderia fazer mais sentido.

Confere só uma explosão de catisfaction!

Fotos: Marianna Zampieri /fonte:via

Batalha épica entre raposa e águia por um coelho fica mais emocionante a cada foto

O fotógrafo Kevin Ebi, do LivingWilderness.com, teve a sorte de capturar uma batalha épica entre dois animais incríveis por uma presa nas Ilhas San Juan, em Washington, nos EUA, recentemente.

Como você se sentiria se estivesse a caminho de casa faminto carregando sua janta, aquela que você conquistou com seu suor, e de repente alguém simplesmente a roubasse de você?

Poucas coisas me deixariam tão furiosa. Estamos falando de comida, não é mesmo?

Logo, posso certamente imaginar por que esse pobre filhote de raposa vermelha teve a coragem de lutar contra uma majestosa águia-americana a fim de tentar salvar sua caça: um coelho que foi drasticamente furtado pela ave de rapina oportunista.

A surpresa

Também chamada de águia-de-cabeça-branca, esse animal é o símbolo dos EUA, não somente por ser poderosa e temível, mas provavelmente também por ser um mestre da ladroagem, muito feliz em roubar comida de outros predadores sempre que a oportunidade aparece.

Kevin estava fotografando jovens raposas nas Ilhas San Juan, enquanto os animais brincavam e caçavam na pradaria. “Uma raposa vermelha pegou um coelho e estava carregando-o pelo prado. (…) Então, atrás de mim, ouvi o grito de uma águia-americana. Me virei e a vi se aproximando rapidamente. Eu sabia que queria o coelho. Eu voltei minha câmera atentamente para a raposa me preparando por uma fração de segundo de ação”, escreveu o fotógrafo em seu blog.

Para a surpresa de Kevin, a cena foi ainda mais dramática do que ele esperava. Poderíamos pensar que a raposa abandonaria prontamente o coelho, reconhecendo o inimigo acima de si. A águia não teve um jantar tão fácil, no entanto.

Em vez disso, a raposa, com a mandíbula ainda cerrada no coelho, foi erguida do chão juntamente com sua presa. Um canino invocado!

Batalha

Ao contrário do que possa parecer pelas imagens, a batalha aérea foi na verdade um tanto rápida: durou cerca de 8 segundos. Zachary Hartje capturou a cena fascinante em vídeo:

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fzachary.hartje.1%2Fvideos%2F1787547854617503%2F&show_text=0&width=838

Por mais ousada que fosse, a raposa provavelmente percebeu que essa luta não podia ser vencida, e foi levada ao chão de uma altura de cerca de 6 metros.

Apesar do impacto do pouso, não mostrou sinais de ferimentos. Kevin continuou fotografando as jovens raposas, e a feroz combatente logo voltou a brincar com seus colegas.

“Eu tirei várias fotos depois da provação e não consegui encontrar um único arranhão”, completou o entusiasta da vida selvagem.

O olhar do animal, porém, mostra que ele não ficou contente com o resultado da batalha:

Estamos com você, raposa!

fonte:via[BoredPanda]

15 imagens que vão fazer você repensar (mesmo) o uso do plástico

O plástico é uma das maiores ameaças ao meio ambiente. O uso exagerado do produto está causando sérios danos aos oceanos e florestas, principalmente pelo longo tempo necessário para a decomposição, cerca de 450 anos.

Estima-se que atualmente 300 milhões de toneladas de plástico são produzidas todos os anos e apenas 10% do total é reciclado. Ou seja, o restante vai para aterros sanitários e rios. Um estudo recente aponta que 10 rios – dois em África e oito na Ásia, são responsáveis por 90% do plástico jogado nos oceanos.

Os níveis altíssimos de poluição, que em uma década superou o total gerado em todo o século 20, estão chamando a atenção de autoridades. No Reino Unido o objetivo é eliminar a utilização do produto nos próximos anos.

Mesmo assim se você ainda tem dúvida dos efeitos nocivos do plástico, preparamos uma lista com 15 fotografias que vão mudar seus conceitos.

Foto: Reprodução/Bright Side/fonte:via

Cobra e centopéia travam uma luta improvável no deserto; veja o vídeo

Duas criaturas improváveis lutam no deserto do Vietnã em batalha final e surreal. Em um vídeo de três minutos postado no Live Leak, podemos ver uma luta mortal entre uma cobra píton e a uma centopéia gigante. Elas se mordem, imobilizam e tentam derrotar a oponente.

Nas filmagens raras, elas giram e se torcem em forma de um pretzel, girando e se retorcendo. À medida que a centopéia leva vantagem na batalha, aperta mais o corpo da serpente. A barriga branca do réptil aparece quando a centopeia rasteja por cima e parece estar roendo o pescoço da cobra.

Quando a serpente se contorce nos momentos finais, a centopéia pode relaxar, tendo vencido a improvável batalha da natureza.

Assista:

Foto: Tobias Nordhausen /fonte:via

Cavalos encontrados em Pompeia possivelmente estavam sendo preparados para escapar da erupção

Arqueólogos descobriram três cavalos que morreram no estábulo de uma vila suburbana de Pompeia durante a erupção vulcânica do Vesúvio, que famosamente enterrou a antiga cidade romana.

Dos três animais recentemente encontrados presos nas cinzas, pelo menos dois estavam encilhados, possivelmente sendo preparados para uma evacuação frenética quando foram atingidos pelos fluxos letais e piroclásticos do vulcão, no verão de 79 dC.

Moldes

O impressionante e completo gesso de um dos cavalos da vila é o primeiro do tipo em Pompeia.Quando o vulcão entrou em erupção, muitos dos moradores e animais da cidade morreram no local após serem atingidos por ondas de gás venenoso superaquecido e cinzas.

Seus cadáveres decadentes deixaram vazios assombrosos na camada de cinzas endurecida.No final do século 19, arqueólogos desenvolveram um método para injetar gesso nesses vazios, para capturar mais detalhes sobre os mortos.

Desde então, a técnica tem sido usada principalmente em humanos, e em um cão que faleceu acorrentado. Essa foi a primeira tentativa de criar o molde de um grande mamífero.

Fuga

A equipe, liderada pela zooarqueóloga Chiara Corbino, também fez moldes de duas pernas de outro cavalo descoberto nas proximidades, mas o resto do vazio deixado por esse animal foi destruído por ladrões de túmulos, conhecidos localmente como “tombaroli”.

Os ladrões escavaram as paredes da antiga vila para roubar artefatos que pudessem ser vendidos no mercado negro. Os restos mortais e esqueléticos do terceiro cavalo também foram quase completamente destruídos por tombaroli.

A vila, localizada na área de Civita Giuliana, fora das muralhas da antiga Pompeia, foi originalmente descoberta no início do século XX, depois parcialmente escavada na década de 1950 e posteriormente selada. Investigadores localizaram túneis criados por tombaroli no verão passado e alertaram os arqueólogos, que então escavaram a área de estábulo anteriormente desconhecida.

De acordo com Massimo Osanna, diretor-geral do Parque Arqueológico de Pompéia, a evidência de fragmentos de sela e rédea ao redor de dois dos cavalos sugere que eles estavam sendo preparados para serem cavalgados, provavelmente por pessoas tentando fugir da erupção. Não foi possível determinar esses detalhes nos restos do terceiro cavalo, muito danificados.

Ladrões de artefatos antigos

As autoridades italianas confirmaram à National Geographic que a descoberta do estábulo é o resultado de uma investigação criminal significativa conhecida como Operazione Artemide (Operação Artemis), liderada pela polícia italiana, os Carabinieri.

A investigação decolou em 2014, depois que ladrões roubaram uma representação de Artemis, a deusa grega da caça, das paredes de uma antiga casa de Pompeia, atualmente fechada ao público.

No início de 2015, a operação questionou mais de 140 suspeitos, entre tombaroli, traficantes de arte ilegais e até mesmo alguns membros da máfia, em intervenções simultâneas em 22 províncias italianas.

Equipes policiais recuperaram cerca de 2.000 artefatos antigos, incluindo vasos, moedas e fragmentos arquitetônicos escavados ilegalmente. De acordo com Osanna, a pesquisa na vila está concluída por enquanto, mas os arqueólogos não descartam escavações contínuas no futuro, que podem revelar momentos ainda mais trágicos congelados no tempo.

fonte:via[NatGeo]