GALERIA DE FOTOGRAFIAS

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National Geographic (Mais fotografias aqui )

Casuar

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O casuar (Casuarius spp.) é uma ave do grupo de aves ratitas de grande porte, nativas do nordeste da Austrália, Nova Guiné e ilhas circundantes.As três espécies de casuar pertencem à família Casuariidae e são, com a avestruz e a ema, as maiores aves existentes na actualidade. O habitat preferencial do casuar são zonas de floresta tropical, onde haja um grande número de árvores disponíveis para produzir os frutos de que se alimentam. Neste ambiente o casuar desempenha a importante função ecológica de dispersar as sementes das árvores. O casuar é uma figura importante na mitologia das populações nativas da Oceania e representa geralmente uma figura maternal.

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A plumagem do casuar é abundante e de cor acinzentada, com penas coloridas na base do pescoço. Estas aves têm uma crista encarnada no alto da cabeça, que cresce devagar durante os primeiros anos do animal e com função desconhecida. O grupo não tem dimorfismo sexual significativo, sendo as fêmeas apenas um pouco maiores e mais coloridas. Uma característica distintiva é a presença de uma garra em forma de punhal presente no dedo interno. Como nos outros strutioniformes, o casuar tem as asas atrofiadas e três dedos em cada pata.

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O casuar é uma ave ágil, que pode correr a cerca de 50 km/h e saltar 1,5 m sem qualquer balanço. São animais normalmente pacatos e tímidos que no entanto podem ser extremamente agressivos e perigosos para o Homem para proteger o ninho ou as suas crias.

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Na época de reprodução os machos reclamam um território e procuram atrair uma fêmea, que permanece apenas, até pôr entre de 3 a 5 ovos. Após a postura a fêmea abandona o ninho e pode eventualmente acasalar noutro território. Os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes. Os juvenis são de cor acastanhada e só ganham a plumagem típica do adulto por volta dos três anos.

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O casuar é uma ave importante para o Homem há centenas de anos como fonte de proteína através da carne e dos ovos. Algumas tribos da Nova Guiné têm o hábito de assaltar os ninhos e criar os juvenis até à idade adulta, quando são vendidos ou mortos para consumo local; no entanto o casuar nunca foi completamente domesticado. As penas coloridas são também uma fonte de interesse e o motivo pelo qual no passado os colonos europeus caçaram abundantemente este animal.

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Actualmente, as três espécies de casuar estão ameaçadas pela destruição de habitat e encontram-se protegidas por lei. É uma das aves mais perigosas para o Homem, pois sua patada pode equivaler a mesma força de um pequeno punhal, podendo até decepar um membro.As várias espécies de casuar são abundantes no registro fóssil do Plio-Plistocénico australiano e pensa-se terem evoluído a partir dos emus algures no Miocénico.

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GALERIA DE FOTOS

National Geographic

Mais 15 lugares incríveis para conhecer antes que desapareçam do mapa

O planeta Terra é um lugar cheio de maravilhas e destinos encantadores, disso a gente já sabe. Mas infelizmente, muitos dos lugares que se destacam por sua beleza natural estão correndo o risco de desaparecer seja pelo aquecimento global ou por diversos outros problemas que surtem efeito com o desequilíbrio ecológico.

Já mostramos aqui 10 lugares que também estão prestes a desaparecer e agora queremos deixar essa lista ainda mais completa. Saiba quais são os locais temos que cuidar e preservar o quanto antes:

1. Bacia do Congo, África

A segunda maior floresta tropical do mundo! Tem mais de 10,000 espécies de plantas, 1,000 espécies de pássaros, e 400 espécies de mamíferos. Nos últimos anos, cerca de 3,3 milhões de quilômetros quadrados de mata desapareceram por conta da mineração ilegal. E as nações unidas prevê total desaparecimento em 2040.

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2. Floresta Amazônica

Aqui são cerca de 5,4 milhões de quilômetros da maior floresta tropical do mundo. Mas a agricultura ainda pode destruir toda a área verde.

3

3. Potosí, Bolívia

Em uma elevação de mais de 4 mil metros de altura, este é um dos locais de maior altitude do mundo! Mas séculos de atividade de mineração colocaram a cidade em risco de colapso, e uma parte da cúpula já se desintegrou.

2

4. Parque Nacional de Grand Teton, Wyoming

Aqui os visitantes se apaixonam por lindas paisagens de lagos cintilantes, terreno alpino, e a Cordilheira de Teton. Mas além disso, o parque também é popular para a pesca graças à sua elevada população de trutas, mas com as temperaturas da água cada vez mais quentes, fica ameaçada a prática no local.

4

5. Sleeping Bear Dunes National Lakeshore, em Michigan

Por aqui você pode apreciar o lago de blefes que se eleva a 137 metros acima da costa. Mas suas dunas e praias premiadas estão sofrendo com a invasão de algas e espécies de mexilhão, bem como o aumento dos níveis de fosfato.

5

6. Muralha da China

A erosão natural e a venda de tijolos com gravuras históricas levaram ao dano ou destruição de cerca de dois terços da Grande Muralha da China.

7

7. Parque Nacional de Vulcões no Havaí

Este lugar oferece aos viajantes a oportunidade de testemunhar mais de 70 milhões de anos de atividade vulcânica. Ele também serve como um refúgio para plantas e animais nativos da ilha, que estão cada vez mais em risco de extinção devido a temperaturas elevadas, condições mais secas, e um número crescente de espécies invasoras.

6

8. Big Sur, Califórnia

A área oferece aos visitantes oportunidades incríveis de observação de baleias. No entanto, secas e incêndios florestais recentes têm prejudicado a região costeira, levando a cada vez menos mamíferos aquáticos por ano.

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9. Pirâmides do Egito Memphis e sua Necrópole

Em torno da construção, o aumento das águas subterrâneas e a poluição têm ameaçado os túmulos e monumentos.

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10. Everglades da Flórida

Este têm sido referência como o parque mais ameaçado dos EUA. Muita água dificulta a introdução de novas espécies. E o desenvolvimento urbano da região só faz agravar o problema.

10

11. Petra, Jordânia

A cidade de Petra é uma das principais atrações turísticas da Jordânia, mas o famoso sítio arqueológico foi recuando no século passado por causa de uma combinação de vento, chuva e o toque constante de suas paredes por turistas. Portanto, se um dia visitar já sabe: “don’t touch!”

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12. Grand Canyon

O Grand Canyon foi listado como um dos 11 lugares históricos mais ameaçados em os EUA pelo National Trust for Historic Preservation, em 2015. Ele ganhou esse lugar na lista por causa do aumento de projectos de desenvolvimento, como a mineração de urânio para estâncias turísticas. Isto poderia levar à destruição de porções significativas do Grand Canyon e sua principal fonte de água, o rio Colorado.

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13. Taj Mahal

O icônico Taj Mahal, em Agra, na Índia, tem enfrentado anos de poluição e erosão que alguns especialistas acreditam que acabaria por levar ao seu colapso.

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14. As margens do Outer Banks, na Carolina do Norte

Elas estão a minar a terra que fazem fronteira, colocando marcos, como o Cape Hatteras Lighthouse, de 1870, em perigo.

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15. Monte Kilimanjaro, Tanzânia

A neve que está no topo do monte pode não durar muito mais tempo. Entre os anos de 1912 e 2007, a camada de gelo do Kilimanjaro já encolheu impressionantes 85%.

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Fotos via Business Insider

Fotos de animais ameaçados de extinção – Parte 2

 Tubarão-baleia (Rhincodon typus)

O tubarão-baleia (Rhincodon typus) é o maior peixe do mundo. Pode chegar a 14 metros de comprimento e 20 toneladas. Aparentemente a população da espécie começou a diminuir devido à pesca de arpão realizada no Sudeste Asiático e, talvez, por capturas acidentais em pesca com redes. Recentemente o interesse por mergulhos com tubarões-baleia selvagens está crescendo e é uma alternativa para a conservação da espécie.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie vulnerável

A lista vermelha das espécies ameaçadas é elaborada pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês). Através de pesquisas científicas para determinar o risco de extinção de taxons em geral, a lista se tornou referência mundial para a consulta do status de uma espécie.

As categorias criticamente ameaçado, ameaçado e vulnerável levam em conta a diminuição da população nos últimos 10 anos, diminuição da área de ocorrência, diminuição da área de ocupação, população estimada de indivíduos adultos e probabilidade de extinção na natureza.Confira as categorias e os critérios da lista vermelha das espécies ameaçadas da IUCN.

 Rinoceronte-negro (Diceros bicornis)

De desertos a florestas, o rinoceronte-negro (Diceros bicornis) pode sobreviver em habitats totalmente diferentes. O animal prefere as savanas africanas, onde se alimenta de folhas de acácias e plantas herbáceas. Os chifres dos animais – feitos de queratina (mesma substância encontrada em nossas unhas) – são utilizados na medicina chinesa para o tratamento de doenças, incluindo o câncer. A população da espécie sofreu uma redução de 98% entre 1960 e 1995 devido à caça ilegal para abastecer esse mercado mesmo sem estudos que comprovem a eficácia do tratamento.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie criticamente ameaçada

 Sapo-dourado-do-panamá (Atelopus zeteki)

Encontrado somente em florestas tropicais de montanha do panamá, o sapo-dourado-do-panamá (Atelopus zeteki) possui uma toxina capaz de matar pequenos vertebrados e pode causar irritações dolorosas em humanos. Suas cores vibrantes servem de aviso para predadores se manterem distantes. A população da espécie sofreu uma queda de 80% na última década devido a quitridiomicose, uma doença causada por um fungo (Batrachochytrium dendrobatidis) que adere na pele, causa lesões graves e levam os animais a morte. Outros anfíbios também sofrem com essa epidemia que pode estar relacionada com o aquecimento global.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie criticamente ameaçada

 Calau-de-pescoço-ruivo (Aceros nipalensis)

Encontrado no Sudeste Asiático, o calau-de-pescoço-ruivo (Aceros nipalensis) pode realizar migrações sazonais entre áreas de florestas em busca de uma maior abundância de frutos. A ave depende de árvores de grande porte para construir o ninho e o desmatamento segue como a principal ameaça. A caça para o consumo da carne e o tráfico de animais também contribuem para que a população siga diminuindo.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie vulnerável

 Lobo-marinho-de-Galápagos---Fábio-Paschoal

O lobo-marinho-de-galápagos (Arctocephalus galapagoensis) pode ser reconhecido pelos seus grandes olhos, uma adaptação para caçar peixes e lulas à noite. Assim evita predadores e não compete com o leão-marinho por alimento. Encontrado exclusivamente no arquipélago, sofre com a elevação da temperatura, evento associado ao El Niño, que causa o declínio da produtividade nos mares de Galápagos e, consequentemente, diminuição do alimento para os lobos-marinhos. Doenças transmitidas por animais domésticos também são sérias ameaças.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie ameaçada

 Ocapi (Okapia johnstoni)

Limitado a florestas entre 500 e 1.500 metros de altitude, o ocapi (Okapia johnstoni) pertence à família da girafa. Sua alimentação é composta de mais 100 espécies de plantas, mas, apesar dessa variedade, o desmatamento – realizado por madeireiras e ocupações humanas (algumas ilegais, dentro de áreas protegidas) – colocou a espécie na lista vermelha de animais ameaçados de extinção. Em 24 anos houve uma redução de 50% na população da espécie.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie ameaçada

 Um contemplativo muriqui na Mata do Sossego, em Simonésia, Minas Gerais.

O maior primata das Américas só é encontrado na Mata Atlântica. O muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus) se alimenta de frutos, atua como dispersor de sementes de diferentes espécies de plantas e é essencial para manter a diversidade da floresta. Infelizmente o desmatamento e a caça por esporte ou alimento colocam a espécie em perigo.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie criticamente ameaçada

 Águia-das-filipinas (Pithecophaga jefferyi)

Ameaçada pelo desmatamento e pela caça ilegal, a águia-das-filipinas (Pithecophaga jefferyi) é uma das aves de rapina mais raras do mundo. Desde 1970 existe um esforço para preservar esses animais. Leis contra a caça, proteção dos ninhos, campanhas de sensibilização e programas de criação em cativeiro tentam salvar a espécie.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie criticamente ameaçada

 Lóris são primatas adaptados à vida noturna. A luz, dependendo da intensidade, pode cegá-los

Os lóris (Nycticebus sp.) são os únicos primatas venenosos do mundo (uma mordida é capaz de matar um homem adulto). Encontrados somente na Ásia, são extremamente bem adaptados à vida noturna: possuem grandes olhos e andam lentamente pelos galhos das árvores para não atrair a atenção de presas e predadores. O desmatamento, a medicina tradicional (que utiliza os primatas para o tratamento de doenças nos países onde são encontrados) e o tráfico de animais colocam todas as espécies de lóris em perigo.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): a maioria se encontra na categoria vulnerável, mas a espécie Nycticebus javanicus está criticamente ameaçada

 Albatroz-das-galápagos (Phoebastria irrorata)

Com 2,35 metros de envergadura o albatroz-de-galápagos (Phoebastria irrorata) é a maior ave encontrada no arquipélago. Na Ilha de Española, entre o final de março e começo de dezembro, os casais se reúnem para terem seus filhotes. Pescam em alto mar e podem cair no espinhel (longa linha contendo vários anzóis) de pescadores, o que faz com que a população da espécie venha diminuindo.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie criticamente ameaçada

 Leopardo-das-neves (Panthera uncia)

Acostumado a baixas temperaturas, grandes altitudes e terrenos áridos, o leopardo-das-neves (Panthera uncia) é encontrado nas montanhas e penhascos no centro da Ásia. Conflitos com pessoas, tráfico de animais e uma queda na quantidade de presas são as principais ameaças enfrentadas pela espécie.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie ameaçada

 Tatu-canastra (Priodontes maximus)

Podendo chegar a 50 quilos e medir 1,2 metro de comprimento,  o tatu-canastra (Priodontes maximus) é o maior membro de sua família (Dasypodidae). Possui garras enormes que usa para cavar buracos em busca de formigas, cupins.  A espécie é visada por caçadores devido ao seu grande porte. O desmatamento é outra ameaça ao mamífero.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie vulnerável

 Biguá-de-galápagos (Phalacrocorax harrisi)

As ilhas de Galápagos se encontram a mais de 900 quilômetros do continente, formadas por vulcões há cinco milhões de anos atrás. Durante esse tempo várias aves vindas do continente chegaram  ao arquipélago. Entre elas estavam os biguás-de-galápagos (Phalacrocorax harrisi). Eles mergulhavam para pegar seu alimento e nenhum mamífero que poderia ameaçá-los conseguiu colonizar as ilhas. Seus ancestrais não precisavam das asas para impulsioná-los na água, já que todos os biguás utilizam os pés para isso. Enquanto uma geração sucedia a outra, sem voar sequer uma vez, suas asas foram encolhendo. Hoje, as asas que os biguás-de-galápagos abrem para secar após uma pescaria são tão pequenas que certamente não os sustentariam no ar.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie vulnerável

 Pato-mergulhão (Mergus octosetaceus)

O pato-mergulhão (Mergus octosetaceus) é encontrado em ecossistemas ambientalmente equilibrados do Cerrado, em especial aqueles em que há cursos d’água limpos e transparentes, a ave sofre com a poluição dos rios, a expansão da agricultura e a construção de hidrelétricas.Status na  IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie criticamente ameaçada

 Pantera-nebulosa (Neofelis nebulosa)

Rosetas em forma de nuvens irregulares espalhadas pelo corpo batizaram a pantera-nebulosa (Neofelis nebulosa). Com até 1,1 metro de comprimento é o menor dos grandes felinos, mas sua habilidade de escalada rivaliza com a de muitos gatos pequenos. Caça macacos, aves, porcos-espinhos e veados. É encontrado em florestas densas no Sudeste Asiático, habitat com uma das mais altas taxas de desmatamento no mundo. O felino também é alvo do tráfico de animais. A pele é vendida para a confecção de casacos, ossos para a fabricação de remédios, a carne é consumida em pratos exóticos e indivíduos vivos são negociados como animais de estimação.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie vulnerável

 Leão-marinho-de-galápagos (Zalophus wollebaeki)

O maior animal achado nas areias de Galápagos é o leão-marinho-de-galápagos (Zalophus wollebaeki). Durante a temporada de acasalamento o macho dominante patrulha a praia e espanta qualquer concorrente que tente tomar o seu posto. As mães assistem tudo tranquilamente, enquanto cuidam de seus filhotes. Alimentam-se basicamente de sardinhas e podem sofrer com eventos causados pelo El Niño, que diminui drasticamente o número de suas presas, fazendo com que vários filhotes morram de fome.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie ameaçada

 Leão (Panthera leo)

Os leões (Panthera leo) são os mais sociais de todos os felinos. Fêmeas da mesma família formam bandos, enquanto os machos se unem em coalizações para tentar conquistar um bando. Caçam de forma cooperativa e podem derrubar presas grandes, como girafas, búfalos, hipopótamos e até elefantes. Mas também se alimentam de animais de pequeno porte e, em situações de desespero, podem comer carniça. São caçados em retaliação pela morte de pessoas e do gado na África. Seus ossos também podem ser vendidos para a fabricação de medicamentos. Eles entram como substitutos dos ossos de tigre que se tornam cada vez mais raros.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie vulnerável

 Araponga (Procnias nudicollis)

A araponga (Procnias nudicollis) também é conhecida como ferreiro, porque possui um canto que se assemelha ao som de um martelo batendo em uma bigorna. Por causa disso ela é visada por traficantes de aves.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie vulnerável

 Pinguim-de-galápagos

Em Galápagos está o único pinguim encontrado no Hemisfério Norte, o pinguim-de-galápagos (Spheniscus mendiculus). Apesar de serem extremamente desajeitados em terra, parecem estar voando como foguetes enquanto perseguem cardumes de peixes. A pesca predatória, a introdução de animais domésticos, que podem caçar as aves ou transmitir doenças, e eventos relacionados ao El Niño, que aumenta a temperatura dos oceanos e diminui a quantidade de alimento disponível, são as grandes ameaças.Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie ameaçada

 Macaco-aranha-de-cara-branca

Restrito aos estados de Mato Grosso e do Pará, o macaco-aranha-de-cara-branca (Ateles marginatus) enfrenta o desmatamento, especialmente no norte do Mato Grosso, na região do arco do desmatamento, onde grandes áreas estão sendo estabelecidas para a plantação de soja. Seu habitat é cortado por grandes estradas, como a Transamazônica. As populações acabam ficando isoladas, já que é muito raro um macaco-aranha andar pelo chão. Status na IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês): espécie ameaçada

Fotos: Fábio Paschoal

Fotos de 20 animais da Mata Atlântica

No passado, o imenso território da Mata Atlântica estendia-se por 17 estados brasileiros. Com a ocupação do litoral, a floresta começou a ser fragmentada e cedeu espaço a um intenso processo de urbanização. Hoje restam apenas 7% da área que tinha quando foi descrita pela primeira vez. São somente 104 mil quilômetros quadrados, área um pouco maior que a do estado de Pernambuco.

Ainda assim, a Mata Atlântica é uma das cinco florestas ameaçadas com maior biodiversidade do mundo, segundo a ONG Conservação Internacional. O bioma apresenta, por exemplo, 725 espécies de vertebrados endêmicos, que não são encontrados em nenhum outro lugar do planeta e é uma área prioritária para ações de conservação.Veja a baixo

 Mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia)

Mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia)

O desmatamento, a fragmentação do habitat e o tráfico de animais silvestres quase levaram o mico-leão-dourado à extinção. Porém, a Associação Mico-Leão-Dourado começou um programa de reprodução em cativeiro e reintrodução dos primatas na natureza. Hoje, a população de mil indivíduos se mantém estável, em pequenas manchas de Mata Atlântica. Importante ressaltar que a possibilidade de crescimento é pequena e a espécie segue na categoria ameaçada da lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).

 Araçari-banana (Pteroglossus bailloni)

Araçari-banana (Pteroglossus bailloni)

Presente em florestas de regiões montanhosas na Mata Atlântica, o araçari-banana vive em grupos de seis a sete indivíduos. Apesar de predar filhotes e ovos de aves, a espécie é uma grande dispersora de sementes. Por conta disso, colabora com o plantio de árvores frutíferas produtoras dos alimentos que, mais tarde, irão compor a dieta dos mesmos pássaros que tiveram seus ninhos assaltados.

 Onça-pintada (Panthera onca)

Onça-pintada (Panthera onca)

A onça-pintada possui a mordida mais poderosa entre os felinos. Enquanto os outros gatos utilizam uma técnica de caça com bote no pescoço seguida de sufocamento, a onça crava os caninos na cabeça da presa e perfura o crânio da vítima até chegar ao cérebro. A força exercida pelos dentes é capaz de quebrar cascos de jabutis e matar um cavalo adulto com uma única mordida. No Brasil, além da Mata Atlântica, a onça também habita a Amazônia, oPantanal, o Cerrado e a Caatinga.

 Saíra-lagarta

Saíra-lagarta (Tangara desmaresti)

Também conhecida como saíra-da-serra e saíra-verde, a saíra-lagarta é encontrada apenas na Mata Atlântica, onde procura por comida em bandos mistos (com diferentes espécies de aves).

 Um contemplativo muriqui na Mata do Sossego, em Simonésia, Minas Gerais.

Muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus)

O maior primata das Américas só é encontrado na Mata Atlântica. O muriqui se alimenta de frutos, atua como dispersor de sementes de diferentes espécies de plantas e é essencial para manter a diversidade da floresta. Infelizmente o desmatamento e a caça por esporte ou alimento colocam a espécie como criticamente ameaçada na lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).

 Araçari-poca (Selenidera maculirostris)

Araçari-poca (Selenidera maculirostris)

O araçari-poca só é encontrado em florestas de regiões montanhosas da Mata Atlântica, onde se alimenta de frutos e insetos (também pode predar filhotes e ovos de passarinhos). O sexo dos animais pode ser identificado pela cor: peito, garganta e cabeça são marrons nas fêmeas e pretos nos machos.

 Jandaia-de-testa-vermelha (Aratinga auricapillus)

Jandaia-de-testa-vermelha (Aratinga auricapillus)

A jandaia-de-testa-vermelha está na lista vermelha de espécies ameaçadas da extinção da IUCN na categoria quase ameaçada. Se alimentam de sementes, castanhas e frutas na Mata Atlântica.

 Gato-maracajá (Leopardus wiedii)

Gato-maracajá (Leopardus wiedii)

Escalador e saltador ágil, o gato-maracajá é muito bem adaptado à vida nas árvores das florestas, onde ficam suas principais presas. Possui uma cauda longa que serve de contra peso quando pula de galho em galho, garras grandes que melhoram a aderência em troncos e pode saltar 2,5 metros para cima em um único impulso. Foi muito caçado por sua pele nas décadas de 1960 e 1970, mas o desmatamento e a perda de habitat são as maiores ameaças à espécie nos dias de hoje.

 Tangará (Chiroxiphia caudata)

Tangará (Chiroxiphia caudata)

Os tangarás são os dançarinos da Mata Atlântica. Os machos, de cores vistosas, escolhem um galho para fazerem suas apresentações. Todos os pretendentes ficam lado a lado quando a fêmea (verde) se aproxima. Então, o primeiro começa a deslizar até o final do galho, levanta voo e passa para o final da fila, todos realizam o ritual inúmeras vezes até que o melhor é escolhido para acasalar.

 caninana -

Caninana (Spilotes pullatemus)

A caninana é uma serpente não peçonhenta muito agressiva. Quando se sente ameaçada, infla o pescoço, arma o bote e prepara-se para atacar. Alimenta-se de roedores e pequenas aves, o que lhe rendeu seu outro nome: papa-pinto.

 Pica-pau-da-cabeça-amarela (Celeus flavescens)

Pica-pau-da-cabeça-amarela (Celeus flavescens)

Na Mata Atlântica, no Cerrado e na Caatinga vive o pica-pau-da-cabeça-amarela. A espécie costuma ser avistada em pares ou grupos familiares de três a quatro indivíduos. Alimenta-se de larvas e ovos de insetos. Durante o outono e o inverno complementa sua dieta com frutos.

 Gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus)

Gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus)

O gavião-de-penacho é encontrado em todo o Brasil, porém, prefere florestas primárias (que não sofreram nenhum tipo de alteração). Caça aves de grande porte, como araras, macucos, urus e pombas, mas também pode atacar gambás, quatis e lagartos.

 Irara (Eira barbara)

Irara (Eira barbara)

Um dos predadores de médio porte mais abundantes no Brasil, a irara é encontrada na Amazônia, Pantanal, Cerrado, Pampas e Mata Atlântica. Com uma alimentação variada – que inclui pequenos vertebrados, insetos, frutos e mel – e uma agilidade que a permite procurar por comida tanto nas copas das árvores como no chão, esse membro da família das lontras consegue se adaptar a diferentes ambientes.

 Murucututu-de-barriga-amarela (Pulsatrix koeniswaldiana)

Murucututu-de-barriga-amarela (Pulsatrix koeniswaldiana)

A murucututu-de-barriga-amarela caça somente durante a noite. Procura por insetos grandes, aves em pleno sono e principalmente roedores e outros mamíferos de pequeno e médio porte.

 Maria-leque-do-sudeste: vulnerável

Maria-leque-do-sudeste (Onychorhynchus swainsoni)

Apesar de ter uma crista com cores vibrantes, que contrasta com seu corpo marrom, a maria-leque-do-sudeste não exibe seu adorno natural com frequência. Durante a corte, o macho revela suas penas vermelhas e a fêmea responde com seu leque amarelo. O desmatamento e a fragmentação daMata Atlântica colocaram a espécie na categoria vulnerável da lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).

 Quati (Nasua nasua)

Quati (Nasua nasua)

Os quatis vivem em grupos de até 40 indivíduos. Quando estão no solo, deixam as caudas eretas para que cada animal saiba onde estão seus companheiros. Ao sinal de qualquer ameaça sobem nas árvores com rapidez, até que o perigo tenha passado.

 Beija-flor-de-topete (Stephanoxis lalandi)

Beija-flor-de-topete (Stephanoxis lalandi)

Entre os beija-flores-de-topete, apenas os machos possuem a cabeleira característica. Eles se reúnem em arenas onde cantam para as fêmeas, que, por sua vez, exibem um penteado muito mais discreto.

 Surucuá-variado (Trogon surrucura)

Surucuá-variado (Trogon surrucura)

Existem duas subespécies de surucuá-variado: T. s. surrucura, que apresenta barriga vermelha e pálpebras laranjas; e T. s. Aurantius, com barriga amarela e pálpebras amarelo-alaranjadas. Ambas apresentam dimorfismo sexual, sendo o macho com cabeça e peito azulados, costas verdes e asas salpicadas de branco. As fêmeas e os imaturos são cinzentos.

 Juruva-verde (Baryphthengus ruficapillus)

Juruva-verde (Baryphthengus ruficapillus)

A juruva-verde se alimenta de insetos, moluscos, pequenos répteis e mamíferos (frutos também podem integrar seu cardápio). Quando pousa em galhos horizontais balança a cauda de um lado a outro, em um movimento pendular característico.

 Araponga (Procnias nudicollis)

Araponga (Procnias nudicollis)

A araponga também é conhecida como ferreiro, porque possui um canto que se assemelha ao som de um martelo batendo em uma bigorna. Por causa disso ela é visada por traficantes de aves. Hoje a espécie se encontra na categoria vulnerável na lista vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).via

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Fotógrafa passa 14 anos retratando as árvores mais antigas do mundo

Conhecida como “árvore da vida”, o Baobá é um tipo de árvore existente na África, Península Arábica, na Austrália e em alguns outros lugares do mundo. Os baobás são considerados por estudiosos como as árvores mais antigas do planeta, chegando a alcançar impressionantes dois mil anos de existência. Esse cálculo é feito através do diâmetro das árvores, que revelam a idade aproximada do exemplar.

Moon viajou pelos Estados Unidos, Europa, Ásia, Oriente Médio e África registrando desde os dragoeiros – árvores da ilha de Socotra que produzem uma resina medicinal vermelha – até as árvores milenares que dominaram os antigos templos de Angkor, no Camboja, passando pela sumaumeira, conhecida e reverenciada pelos índios da Amazônia.

Não é por menos que essas árvores encantam tantas pessoas, entre elas a fotógrafa Beth Moon. Ela dedicou 14 anos de seu trabalho para fotografar esses belos exemplares pelo mundo, o que deu origem ao livro “Árvores Antigas: Retratos do Tempo.”

“Sendo os maiores e mais antigos monumentos vivos da Terra, acredito que essas simbólicas árvores tem um grande significado, especialmente num tempo quando nosso foco está direcionado para encontrarmos formas melhores de convivermos com o meio ambiente“, relata a fotógrafa.

Confira algumas das fotos clicadas por Beth Moon:

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fotos por Beth Moon.