Este casal japonês só sai de casa se estiver vestido ‘combinandinho’ todos os dias

Estilo é para quem tem e não para quem quer e prova maior disso é um casal japonês incrível que deixou a internet toda completamente apaixonada. Conhecidos “Mr. Bon e Mrs. Pon”, os dois estão na casa dos sessenta e estão juntos há 37 anos.

Donos do perfil @bonpon511 no Instagram, os dois tem 675 mil seguidores e não publicam quase nenhuma foto que não seja dos dois juntos. De vez em quando há uma participação especial da filha do casal, May – que foi quem sugeriu que eles criassem a conta conjunta. Nas fotos, eles mostram que sabem combinar perfeitamente os modelitos que usam no dia a dia.

Ambos com os cabelos grisalhos e curtos, eles brincam com as estampas e as cores das roupas de ambos, alternando as peças e fazendo um composé de padronagens que mais parece um jogo de tabuleiros divertido.

As fotos são tiradas pela Sra. May e, graças as imagens adoráveis, o casal rapidamente ganhou centenas de milhares de seguidores no Instagram. Ao que tudo indica, as cores preferidas das roupas do casal são azul marinho e vermelho.

Vejas algumas das fotos do casal maravilhoso e torne-se fã instantaneamente:

 

Imagens: Instagram/fonte:via

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A vida nos “cubículos-caixões” de Hong Kong

A população de Hong Kong tem dificuldades em conseguir imóveis, mesmo os mais pequenos e simples.

“Aquele dia, fui para casa e chorei”, disse Benny Lam ao descrever as cruéis condições de vida em Hong Kong.

Após quatro anos visitando mais de 100 apartamentos subdivididos no distrito mais antigo da cidade, Benny já se acostumara com casas de 4,5 metros quadrados feitas de tábuas de madeira e conhecidas como casas-caixões. Enquanto fotografava um cubículo ligeiramente maior que o normal, Benny deixou escapar: “você tem uma casa-caixão grande!”

O glamour de Hong Kong esconde as 200 mil pessoas às margens das riquezas da cidade.

“Eu me senti tão mal”, lembra Lam. “Viver assim nunca deveria ser normal. Eu estava entorpecido”.

Casas-jaula são quartos minúsculos, ocupados pelas pessoas mais pobres da cidade.
 

Hong Kong está repleta de lojas com luzes de neon vendendo marcas de luxo, joias e tecnologia para consumidores ansiosos; o horizonte preenchido de arranha-céus promove negócios que fazem da cidade um dos maiores centros financeiros do mundo. Porém, por trás da fachada glamorosa, aproximadamente 200 mil pessoas, incluindo 40 mil crianças, vivem em espaços que variam entre 4,5 e 30 metros quadrados.

Os inquilinos são de idades e gêneros diversos, mas quase todos são incapazes de pagar por um cubículo grande o suficiente para poder ficar de pé.
 

Com uma população de quase 7,5 milhões e pouco terreno disponível para desenvolvimento, o mercado imobiliário de Hong Kong se tornou o mais caro do mundo. Pressionadas por alugueis altíssimos, dezenas de milhares de pessoas não têm outra opção a não ser habitar centros ilegais, unidades subdivididas onde a cozinha e o banheiro se fundem, cubículos-caixão e casas-jaula – cômodos medindo tão pouco quanto 1,80 x 0,76 metros e feitos tradicionalmente de tela de arame. “De cozinhar a dormir, todas as atividades são feitas nesses lugares minúsculos”, diz Benny. Para criar as casas-caixão, um apartamento de 120 metros quadrados é dividido ilegalmente por seu proprietário para acomodar 20 beliches, cada um custando cerca de HK$2000 (mais de R$800,00) por mês de aluguel. O espaço é tão pequeno que nem dá para ficar de pé.

As imagens foram encomendadas pela SoCO, uma ONG que luta por mudanças nas políticas habitacionais da cidade.Fotografia de Benny Lam

Com sua série Encurralado, Benny Lam quer iluminar as moradias sufocantes que abundam onde as luzes da prosperidade de Hong Kong não chegam. Ele espera que, ao dar visibilidade aos inquilinos e suas moradias, mais pessoas passarão a prestar atenção nas injustiças sociais das quais são vítimas.

Cômodo que é, ao mesmo tempo, cozinha, banheiro e lavanderia.

 “Vocês podem se perguntar por que deveríamos nos importar, já que essas pessoas não são parte de nossas vidas”, escreveu Benny em sua página do Facebook. “Elas são exatamente as pessoas que entram em nossas vidas todos os dias: estão os servindo como garçons nos restaurantes onde vocês comem, são os seguranças nos shoppings onde vocês perambulam, ou faxineiros e entregadores nas ruas onde vocês trafegam. A única diferença entre nós e eles é a moradia. Isso é uma questão de dignidade humana.”

Os residentes são obrigados a usar a criatividade para guardar os pertences.
 

Tem uma foto que deixa Benny particularmente comovido. Nela, um homem descansa em sua cama, mas não tem espaço suficiente para esticar as pernas e os joelhos separados quase tocam as paredes sem janelas da casa-caixão.  Ele come feijões enlatados, provavelmente seu jantar, e assiste a uma pequena televisão que mostra um arco-íris. Roupas lavadas estão penduradas no teto baixo. Para Benny, é um ótimo exemplo para mostrar aos cidadãos mais privilegiados e ao governo por que devem agir para combater a crise imobiliária e a desigualdade de renda em Hong Kong.

Ah Tin vive em uma cama de 3,6 metros quadrados, cercada por fileiras e fileiras de fios. A tristeza destruiu seu apetite e ele raramente come.Fotografia de Benny Lam

A coragem dos homens, mulheres e famílias que abriram suas portas e compartilharam suas histórias com um estranho foi outra coisa que que impactou Benny Lam. Muitos deles sentem vergonha de viver em lugares tão apertados, diz ele, mas têm a esperança de que, uma vez que as fotos forem vistas, receberão algum apoio.

Hong Kong é conhecida há anos por sua prosperidade. No entanto, escondido atrás de todo o neon, existe um mundo de residências minúsculas e casas do tamanho de caixões.
O Sr. Leung é um dos poucos moradores de jaulas que lê com frequência. Ele realizou uma variedade de trabalhos temporários em sua vida. No entanto, está velho demais para conseguir um emprego e passa o tempo lendo, escapando do mundo de miséria e pobreza que o cerca.

Após 14 anos parando o trânsito como forma de resistência, casa é demolida em Xangai

 

Quando recebeu uma correspondência do governo, informando que precisariam deixar a casa onde viviam para ampliação da rodovia, em Xangai, na China – aceitando, em troca, uma indenização – uma família fez o impensável: enquanto todos os moradores aceitaram a oferta, a família Xu simplesmente disse não.

Para eles a indenização não era o suficiente e decidiram resistir.

Após a negativa, a pista de rolamento foi ampliada, mas a casa permaneceu no meio da rua, como mostram as imagens que ilustram o artigo.

Foram 14 anos assim, com os carros precisando desviar da casa dos Xu para utilizaram as quatro – ou quase quatro – novas faixas da rodovia.

Depois de inúmeras tentativas, telefonemas e reuniões, finalmente o acordo foi selado, e o dono da casa, Sr. Xu, aos 87 anos, enfim aceitou quatro novos apartamentos em troca de sua antiga casa – que veio abaixo em apenas 90 minutos, em uma demolição na segunda passada. Tal situação é tão comum na China que esse tipo de casa, que o dono recusa que seja derrubada, é conhecida como “casas-prego” – que permanecem presas ao chão, aconteça o que acontecer.

Mas o prego da família Xu acabou de ser retirado, perdendo mais um sinal de resistência ao desenvolvimento de padrão chinês.

 

© fotos: Imaginechina/REX/Shutterstock/fonte:via

Japão: As tampas de bueiro que vão te dar uma aula de arte

Essa é uma tampa de bueiro no Brasil, é simples, como em quase qualquer lugar do mundo.Mas no Japão não, lá elas são simplesmente incríveis. As tampas de bueiro do Japão são assim:

 

A arte é algo intangivelmente magnífica, né pessoal? E os conceitos dela estão sendo atualizados diariamente, tanto com os métodos mais tradicionais, como as obras de artes nos museus mais importantes e referenciais para o segmento no mundo, quanto com os exemplos mais singelos possíveis, ai na sua rua, no seu bairro, no muro da sua escola. TUDO É ARTE!

Feio? Bonito? Assustador? Sutil? As manifestações relacionadas às formas de expressar a arte nos dão uma série de sensações e que podemos englobá-las nos contextos as quais elas estão inseridas.

Agora o que dizer sobre o que iremos apresentar abaixo? Não vou me explicar muito não, é melhor você, caríssimo leitor ver por si só, como são as tampas de bueiro no Japão. Um lugar onde, até o utensílio que tampa os dejetos e o lixo são uma representação artística!

Ficou curioso(a)? Então confira ai a seleção das melhores:

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Uma verdadeira aula apreciativa de arte contemporânea!

Sho Timothy Yano , aos 21 anos o prodígio chegou a médico

Jovem americano, filho de pai japonês e de mãe sul-coreana, preferia que não o vissem como um génio. Mas os holofotes dificilmente o largam. Começou agora o internato em neurologia pediátrica

Começou a ler aos dois anos, a escrever aos três, a compor música aos cinco. Um teste de QI feito aos quatro anos dizia que o grau era demasiado alto para ser medido – estava perto do nível de génio.

Eram sinais de uma vida que seria levada em “fast-forward”: aos 12 anos, Sho Yano entrou no curso de Medicina na Loyola University e agora, com 21, tornou-se no mais novo aluno a completar o curso na mesma área na Pritzker School of Medicine, na Universidade de Chicago, onde também já concluiu um doutoramento em genética molecular e biologia celular.

Sho Yano preferia “não ser reconhecido como um génio”, gostava que o aceitassem apenas como ele mesmo. “Decidi que ser um menino prodígio não podia ser o centro daquilo que eu sou. Se fosse, não acho que pudesse ser uma pessoa feliz”, disse numa entrevista ao Chicago Tribune.

Universidades não o aceitavam

A verdade é que, mesmo com provas de inteligência invulgar dadas, não foi fácil convencer algumas escolas a aceitar Sho Yano tão precocemente – nos Estados Unidos os estudantes entram na faculdade de Medicina aos 23 anos, em média, e as faculdades alegavam que o rigor do curso podia impedir o jovem prodígio de ter uma adolescência normal.

Sho Yano recusava-o (“nunca percebi porque é que ter a possibilidade de desafiar era considerado mais prejudicial do que ficar completamente entediado”). Continua a recusar que exista qualquer particularidade relacionada com a idade que o faça “agir de forma diferente” dos outros: “Tendo a ser impulsivo, mas acho que isso é uma característica da minha personalidade”, avalia.

Com 9 anos, na Loyola University

O jovem americano é filho de pai japonês e de mãe sul-coreana. Sayuri, a irmã e confidente, é também uma “menina prodígio”: aos 15 anos já completou uma licenciatura em Biologia na Universidade de Roosevelt e está agora em Baltimore, na Universidade Johns Hopkins, a estudar violino.

A música é também uma paixão para Sho Yano, que chegou mesmo a “considerar seriamente” optar por seguir esse caminho como carreira. A ideia de falar com as pessoas e fazer a diferença na vida delas” acabou por pesar mais e levá-lo a optar pela área médica. Vai agora iniciar o internato em “neurologia pediátrica”, uma escolha óbvia para o jovem americano (“a maior [razão] é porque gosto de brincar com crianças”, explicou ao Chicago Tribune). 

Doce e humilde, muito esforçado, “geek” e amante de literatura. Colegas e docentes garantem que Sho Yano pode agora respirar de alívio: as dúvidas à volta da sua maturidade e da capacidade para completar um curso como Medicina estão completamente dissipados. Os cognomes que Yano dispensa – génio, prodígio, sobredotado – é que dificilmente o vão largar. 

Sho Yano no primeiro dia em que frequentou a Universidade de Chicago, em 2004

Sho Yano no primeiro dia em que frequentou a Universidade de Chicago, em 2004 DR

O jovem de 21 anos trabalha com crianças na área neurológica

O jovem de 21 anos trabalha com crianças na área neurológica DR