Série de fotos mostra como era a vida na Síria antes da guerra

Diariamente somos bombardeados com notícias sobre os mais de 4 milhões de refugiados sírios e sua situação precária em diversos campos de refugiados pelo mundo. Mas, ao ver essa situação, dificilmente paramos para refletir sobre como a Síria chegou a esse estado. Tudo começou com a seca que assolou o país entre os anos de 2006 e 2011 e fez com que muitas famílias que viviam no campo perdessem suas fazendas e acabassem se mudando para a cidade em busca de trabalho.

A situação só se agravava quando 15 adolescentes resolveram expressar o momento que o país vivia pintando um slogan revolucionário em uma parede de escola: “O povo quer derrubar o regime!“. Os jovens foram presos e torturados como punição e, com isso, as manifestações contra o governo só tomaram mais força, em março de 2011. Os protestos pacíficos foram combatidos com armas de fogo pelas forças de segurança do estado – e o problema só crescia, com centenas de milhares de manifestantes pedindo a renúncia do presidente Assad.

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Foto © Dick Simon 

Nesse cenário, havia ainda diversos agravantes que vão muito além da política interna Síria e se tornaram responsáveis pela morte de mais de 220 mil pessoas desde o início da guerra, além de deixar 12,8 milhões de pessoas no interior do país com a necessidade urgente de assistência humanitária.

Mas, apesar disso, pouca gente sabe que a Síria já foi um destino turístico bastante procurado por pessoas de diversas nacionalidades, graças a seus 3 mil sítios arqueológicos. Para se ter uma ideia, em 2011, o turismo foi responsável por 5% do PIB da região e gerou cerca de 270 mil postos de trabalho.

Quer ver como era visitar o país antes da guerra? As imagens abaixo mostram um pouco dessa experiência:

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Foto © Kim Schoonen

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Fotos © Dick Simon 

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Foto © Nicolas Mirguet

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Fotos © Ricardo Fernandez

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Foto © Nicolas Mirguet

Documentário mostra como é difícil ser mulher no Egito

Em países conservadores como o Egito, as mulheres são discriminadas e não possuem os mesmos direitos dos homens. O tráfico de mulheres e casamentos forçados são comuns na região, além de agressões, abusos sexuais e até mesmo mutilações genitais.
Para quem vive no Ocidente é difícil compreender o que significa ser mulher em um país árabe. Para sentir na pele a realidade da vida das egípcias, as duas documentaristas Tinne Van Loon e Collette Ghunim fizeram uma filmagem: ligaram a câmera e foram passear por uma ponte no Cairo, um dos lugares mais intimidantes para uma mulher andar sozinha.
Note que, no vídeo, todos os homens, sem exceção, olham fixamente para as mulheres, como se fossem verdadeiros objetos sexuais, gerando a sensação de incômodo, constrangimento e vergonha em todas aquelas que passam. Mesmo usando burcas, véus e andando praticamente cobertas dos pés a cabeça, o medo e a sensação de insegurança fazem parte da vida das mulheres no Egito.
Para relatar esta triste realidade, Tinne e Collette conseguiram arrecadar o valor necessário através da plataforma Kickstarter e assim criar o documentário “The People’s Girls“.
Confira os vídeos abaixo:
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 Todas as imagens: Reprodução Vimeo
Abaixo as documentaristas belga Tinne Van Loon e a norte-americana de origem árabe Collette Ghunim: 
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Foto via Kickstarter

Artista transforma espaços abandonados em misteriosos mundos de fantasia

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A americana Karen Jerzyk começou a fotografar retratos em 2009, depois de ter passado anos dedicando seu tempo a fotografar estritamente a cena musical como concertos, capas de álbuns e bandas.

Por falta de grana ela foi forçada a ser criativa e usar o mundo à sua volta como cenário. “Através de uma busca na internet achei a foto de um teatro em um asilo abandonado e imediatamente me apaixonei. Eu não tinha ideia de que existiam lugares como aquele”, contou em seu site.

Então ela se tornou especialista em encontrar e fotografar ‘lugares legais’. No entanto sentia que algo estava faltando. “Visualmente, minhas fotos foram ok, mas eu nunca estava realmente orgulhosa ou satisfeita com elas. Para mim, parecia que algo não estava bom”, disse.

Em 2011, seu pai faleceu inesperadamente e ela ficou desolada, pois como filha única era muito apegada a ele. Inexplicavelmente, este momento foi o verdadeiro nascimento de sua carreira de fotografia.

“De repente, minhas fotos exibiam emoção, histórias, propósito e uma bonita sensação de consternação, que era um espelho direto de como eu me sentia no interior. Despejei todos os meus sentimentos e lutas no meu trabalho. Aprendi a controlar como eu me sentia e finalmente aprendi a fazer a conexão entre imagens e emoção”.

Veja seu trabalho:

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Todas as fotos © Karen Jerzyk

Estas são algumas das fotos antigas mais fofas que você já viu

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Quando olhamos para fotos antigas, é comum pensar que o mundo não era tão legal assim antigamente. Isso porque a maioria das fotografias parece retratar cenas de guerra, fome ou problemas sociais. Mesmo assim, embora em menor número, algumas imagens antigas também falavam sobre as pequenas felicidades diárias.

É o caso dessas imagens incríveis e repletas de inocência compiladas pelo site gringo Bored Panda. São todas situações banais, mas que prometem arrancar um sorriso do seu rosto.

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Em 1955, esse menino ainda não sabia que estava prestes a ganhar um cachorrinho. Foto via

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Esse casal não conseguia parar de rir enquanto tentava tirar uma selfie por volta de 1890. Foto via

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Essa menininha tocando uma música para seu cachorro. Foto via

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A felicidade desta menininha francesa com seu gato, em 1959. Foto via

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O Sargento Frank Praytor aparece nessa foto alimentando um gatinho órfão adotado por ele durante a Guerra da Coreia, em 1963. Foto © Martin Riley

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Um menino órfão austríaco após ganhar sapatos novos durante a Segunda Guerra Mundial. Foto via

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Uma foto que dispensa legendas. ❤ Foto © National Geographic

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Soldados russos dormindo com um cachorrinho durante a Segunda Guerra Mundial. Foto © Georgy Lipskerov

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Estes patinhos sendo usados como parte de um tratamento médico, em 1956. Foto © Francis Miller/Getty Images.

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A pequena Carrie Fisher assistindo à apresentação de sua mãe Debbie Reynolds, em 1963. Foto © Wireimage

O emocionante último pedido deste morador de rua com um câncer terminal

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Quando Clifford James Herbert foi diagnosticado com câncer terminal e soube que teria apenas algumas semanas de vida, ele não podia pensar em outra coisa. Sua única preocupação era encontrar um lar para a companheira que sempre o havia protegido: a cadelinha Baby precisava de novos tutores urgentemente.

Clifford é morador de rua e muitas pessoas em sua situação pensariam apenas em encontrar uma maneira de viver melhor seus últimos dias. Mas ele sabia que não poderia deixar Baby de lado. Quando Jenine-Lacette DShazer o encontrou abraçado à cadela e com muito frio, nas ruas da Califórnia, ele pediu que ela o ajudasse a encontrar um lar para o animal.

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O morador de rua já foi dono de uma mecânica e trabalhava em uma fazenda, mas perdeu o emprego após sofrer com complicações decorrentes de uma cirurgia cardíaca que o impediram de continuar trabalhando. Foi assim que ele acabou parando nas ruas. Após ser diagnosticado com câncer, Clifford passou a buscar alguém para cuidar da cadelinha Baby.

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Após Jenine conversar com ele e saber mais sobre sua história, resolveu ajudá-lo montando uma campanha de doações através da plataforma GoFundMe, onde conseguiu juntar dinheiro suficiente para que ele passasse seus últimos dias em uma pousada. Jenine também ajudou-o a encontrar um lar para sua companheira. Hoje, Baby está vivendo com uma família que possui outros cães e muito espaço para que ela possa correr livremente, enquanto Clifford continua sua batalha contra o câncer.

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Fotos: Reprodução GoFundMe

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Foto: The Fresno Bee

10 estonteantes fractais encontrados na natureza

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Um fractal é um padrão interminável. Ele é infinitamente complexo e similar através de suas escalas diferentes.Os fractais são criados ao repetir um processo simples em um loop contínuo. Dirigidos pela recursividade, são imagens de sistemas dinâmicos – as imagens do caos.

Tais padrões são extremamente familiares, uma vez que a natureza está cheia de fractais, como árvores, rios, montanhas, nuvens, conchas etc.

A coleção de imagens abaixo, recheada de exemplos, foi tirada da página no Facebook “Fractalgasm”:

1. Pinheiro-baboso

Vulgarmente conhecida como pinheiro-baboso ou pinheiro-orvalhado, essa planta é uma espécie carnívora da família Drosophyllaceae.

2. Samambaia

Close de uma fronde de samambaia, que vai se abrir em uma folha (neste caso, muitas folhas).

3. Vitória-régia

“Costas” da planta aquática vitória-régia, da família das Nymphaeaceae, típica da região amazônica.

4. Cristal de bismuto

O bismuto de grande pureza pode formar diferentes cristais coloridos.

5. Desmídeo

Desmídeos são algas de célula única. Existem mais de 5.000 espécies diferentes, encontradas principalmente em ambientes de água doce. Elas são divididas em duas metades simétricas, conectadas por uma fina ponte onde reside o núcleo.

6. Templo de Buda

Essa planta suculenta do gênero Crassula é conhecida em inglês como “templo de Buda”.

7. Cristais de neve

Cristais de neve ampliados usando um microscópio eletrônico de varredura.

8. Pinheiro

Um pinheiro crescendo em espiral.

9. Lagarta de vidro

Esse é a lagarta de uma espécie de mariposa conhecida como Isochaetes beutenmuelleri.

10. Conchas


Variedade de conchas de ouriços-do-mar. [FractalFoundation]

A incrível jornada do bebê que a própria mãe chamou de â€œfeio”

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O momento em que você vê o rosto do seu filho pela primeira vez fica enraizado na sua memória para sempre. Este momento era ainda mais impactante no passado, quando não havia exames pré-natais para ter um vislumbre de seu bebê antes do parto.

Na década de 1970, quando o australiano Robert Hoge nasceu, se o seu filho tivesse uma anormalidade facial, você não saberia até o momento em que o olhasse nos olhos, face a face.

Foi o que aconteceu com Robert, hoje um homem de 44 anos que nasceu com um grande tumor facial – fato que fez sua mãe o chamar de “feio”.

Infância difícil

Sua mãe Mary teve uma reação clara quando viu seu quinto filho Robert pela primeira vez. Ela disse à irmã que “ele era muito feio”. Embora muitas pessoas a vão julgar imediatamente por dizer uma coisa tão má sobre seu próprio filho, também é verdade que ela teve que lidar com o choque de dar à luz uma criança com problemas físicos substanciais.

Na época, Mary simplesmente não queria levá-lo para casa. A família, é claro, acolheu o pequeno Robert, mesmo depois que foi sugerido que ele fosse colocado em uma instituição.

O garoto teve que se submeter a várias cirurgias após o nascimento, incluindo uma para a remoção do tumor facial que tinha crescido a aproximadamente o tamanho de uma bola de tênis, e a amputação de ambas as pernas.

Aceitação

Desde pequeno, quando as outras crianças lhe perguntavam: “Por que você tem um nariz esmagado?”, ou outras questões sobre sua aparência incomum, Robert simplesmente respondia: “Eu nasci assim”.

“Provavelmente, 9 a cada 10 vezes, as perguntas não iam muito além disso… Isso os satisfazia, e certamente me satisfazia”, acrescentou.

Mais tarde na vida, Robert teve a opção de se submeter a cirurgia reconstrutiva para esconder a marca deixada por operações passadas, mas decidiu não fazer isso quando tinha 14 anos. “Como eles iriam mover meus olhos um pouco mais perto um do outro, havia uma chance – e não insignificante – de eu ficar cego”, conta.

Após 24 cirurgias até esse ponto de sua vida, ele decidiu que queria ficar do jeito que estava.

Inspiração

Robert não deixou que sua aparência parasse sua vida. Aos 30 anos, ele se casou com sua esposa Sue e teve uma filha.

Robert hoje é um autor e palestrante motivacional, e também já trabalhou como assessor político do ex-primeiro-ministro de Queensland.

Suas experiências têm servido como inspiração para um livro, “Ugly” (em português, “Feio”). Robert quer que as crianças se sintam confortáveis com cada tipo de ser humano, independentemente da aparência.

Na obra, ele detalha sua jornada de vida e suas várias lutas diárias. A mensagem que ele quer transmitir é que precisamos expor as crianças ao belo e amplo espectro da humanidade.

As crianças precisam ouvir que ninguém é apenas bonito, ou apenas feio, ou apenas esperto, ou apenas pobre, ou apenas alguém em uma cadeira de rodas. “Ninguém é apenas uma coisa”, resume. [Diply]

O pub londrino que dispensa a cerveja e oferece xícaras de chá de dia e drinques de chá de noite

 

Frequentar pubs e tomar chá são hábitos ingleses que, em breve poderão ser feitos no mesmo lugar. Brew – The Tea Pub (Pub do Chá) é uma ideia desenvolvida pelo empresário Alex Holland que foi financiada com sucesso por uma campanha de crowdfunding.

O primeiro pub de chás do mundo tirará de suas torneiras chás preparados com folhas terceirizadas de pequenos produtores, podendo ser servido no bule, pote e, ao cair da noite, na forma de coquetéis temáticos, como o English Breakfast Martini… feito com chá. A intenção de Alex é resgatar a tradição da bebida nacional em seu estado natural, abolindo o uso de sachês e outras formas industrializadas de consumir a bebida: “O pub é uma instituição britânica clássica e tratará o chá como uma bebida séria. Como a maneira que o CAMRA trata a sua cerveja, vamos tratar o nosso chá, com respeito”, alega.

O Brew oferecerá oportunidade de trabalho para ex-detentos em parceria com instituições de caridade, como BounceBack e Switchback. Para saber mais sobre a novidade que está a caminho, leia a entrevista com Alex sobre o projeto e acompanhe a página do pub no Facebook. Um brinde!

Brew a Pub for Tea – Champions wanted to help take back the high street for tea

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A equipe Brew

Imagens via Facebook e Tea Explorer

Os fãs de natureza precisam conhecer este hotel feito de quartos na árvore no meio da floresta

A imagem pode conter: céu, árvore e atividades ao ar livre

Dormir ao redor da copa das árvores em uma das cabanas flutuantes do Tree Hotel, na Suíça. Gostou da ideia? Pois eles acabam de inaugurar mais um quarto, o 7, que parece flutuar entre a dócil floresta de pinheiros repleta de neve ao norte da Suíça.

Construído pela Snohetta, está a 10 metros acima do chão  e foi erguido para aproximar ainda mais o homem e a natureza. Com 55 metros quadrados, a construção abriga a dois quartos, lounge social, banheiro e um terraço ao ar livre.

Veja abaixo fotos desse lugar incrível!

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Todas as fotos © Tree Hotel

Conheça as árvores que ficaram famosas em filmes, livros e lendas pelo mundo

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Quando o artista americano Andy Warhol previu, ainda na década de 1960, que no futuro todos teriam 15 minutos de fama, ele provavelmente se referia exclusivamente a seres humanos. Pois não só a profecia de Warhol estava precisamente correta – basta pensar nos reality shows e no culto às celebridades para lhe dar razão – como ela acabou indo além dos limites da própria raça humana; às vezes quem se torna célebre é, por exemplo, uma árvore.

Certas árvores ocuparam destaque tamanho em livros, filmes, discos ou quadros que acabaram se tornando peças especialmente cultuadas e celebradas da cultura pop (como se fossem de fato ídolos ou celebridades). A seleção abaixo mostra algumas árvores que, por sua participação em peças importantes da cultura popular, das artes ou do universo pop, alcançaram fama internacional, tornando-se pontos de peregrinação e culto pelo mundo.

Shawshank Tree (A árvore do filme ‘Um Sonho de Liberdade’)

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No filme Um Sonho de Liberdade (que desde 2008 ocupa o topo da lista dos filmes mais bem votados pelos usuários do site Imdb), o personagem vivido por Morgan Freeman promete ao personagem vivido por Tim Robbins que, caso um dia deixe a prisão onde os dois se conheceram, que visite um ponto exato, onde existe um carvalho branco. A cena do clássico filme foi realizada perto do Malabar Farm State Park, na cidade de Lucas, Ohio, e até recentemente mais de 35 mil pessoas visitavam a árvore anualmente. Infelizmente a natureza não favorece nem mesmo as celebridades, e uma rajada forte de vento derrubou o carvalho branco em julho do ano passado.

A 'Shawshank tree' hoje

A ‘Shawshank tree’ hoje

The Joshua Tree

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A fama alcançada por essa “árvore de Josué” (que tem esse nome por se parecer com o profeta orando com as mãos para os céus) se deu não só por sua imagem, mas por ela batizar um dos mais célebres discos de todos os tempos. The Joshua Tree é o disco que catapultou a banda irlandesa U2 à condição de maior banda do mundo na época, tendo vendido até hoje cerca de 30 milhões de cópias. O sentido bíblico do nome da árvore foi o que convenceu Bono a estampa-la na arte do disco e a batizar o álbum. A árvore está localizada no meio do deserto de Mojave, nos EUA – ainda que hoje só resistam seus restos sem vida, além de uma placa e outras lembranças deixadas pelos fãs da banda no local.

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A árvore do U2 hoje

A árvore do U2 hoje

Whomping Willow (Salgueiro lutador)

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Não há idade para se alcançar o estrelato, e esse salgueiro lutador localizado em Hertfordshire, na Inglaterra, conquistou fama internacional somente aos 400 anos de idade, ao interpretar um Salgueiro Lutador mágico no filme O Prisioneiro de Azkaban, da saga Harry Potter. Antes disso, no entanto, ela já era listada, por sua ancestralidade, em diversos livros e campanhas pela proteção de árvores centenárias. Infelizmente ela sucumbiu ao próprio peso em 2014.

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A árvore de Anne Frank

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Em frente ao esconderijo onde por dois anos a jovem Anne Frank e sua família se esconderam da invasão nazista na Holanda, há uma castanheira. Anne costumava, segundo seu diário, ir ao sótão toda manhã para observar a árvore pela janela. “Vou todas as manhãs ao sótão (…) onde respiro ar fresco. Do meu lugar favorito no chão vejo um pedaço de céu azul e o castanheiro sem folhas, em cujos ramos cintilam gotinhas, e vejo as gaivotas que, no seu voo planado, parecem de prata. (…) Enquanto me é dado ver e viver tamanha beleza, não devo estar triste”. A árvore foi cuidada por muitos anos, até que em 2010, aos 170 anos de idade, uma forte tempestade a derrubou. O lado bonito é que mudas foram plantadas a partir da árvore original por toda a Holanda, Inglaterra e EUA.

A árvore vista do sotão

A árvore vista do sotão

Sycamore Gap (Brecha do Sicômoro)

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Localizada no parque nacional Northumberland, na Inglaterra – charmosamente entre dois montes, daí o nome gap (fresta, intervalo, brecha) – esse sicômoro, árvore conhecida em português como figueira-doida, alcançou fama depois de ser visitada por Robin Hood em pessoa, vivido por Kevin Costner no filme Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões, de 1991. Hoje em dia ela naturalmente é conhecida como a “árvore do Robin Hood”.

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Major Oak

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A árvore mais famosa da Inglaterra é a versão da “vida real” da árvore anterior: localizada na floresta de Sherwood, um velho carvalho inglês de cerca de 800 anos de idade seria o local exato onde Robin Hood e seus homens teriam dormido. A árvore por diversas vezes teria servido de abrigo para o grupo de Robin, e já foi mais de uma vez eleita a árvore preferida dos Ingleses. Uma série de métodos e tecnologias é usada para manter a árvore viva e florescendo. Mudas da árvore também foram plantadas por todo o país, e até mesmo bolotas nascidas desse carvalho já foram ilegalmente vendidos pela internet – como fazemos com qualquer souvenir ligado às celebridades mais amadas.

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© fotos: reprodução/divulgação

A história misteriosa e intrigante do Integratron e dos ‘banhos de som’ do deserto de Mojave

A imagem pode conter: céu e atividades ao ar livre

Muitos spas mundo a fora oferecem melhorias de saúde e bem estar através de terapias exóticas e pouco ortodoxas. Nenhum, porém, chega perto do exotismo e do mistério que rodeia o Integraton, um local construído no final dos anos 1950, no meio do deserto do Mojave, nos EUA, para ser um local de rejuvenescimento, com força anti-gravitacional e para viagens no tempo.

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A construção é composta basicamente por uma abóbada branca, criando uma estrutura acústica perfeita. A curiosidade começa, no entanto, justamente em sua construção: segundo a lenda, seu criador, o engenheiro e ufologista George Van Tassel, recebeu as instruções para levantar o local diretamente de visitantes vindos do planeta Vênus.

George Van Tassel e um modelo do seu Integratron

George Van Tassel e um modelo do seu Integratron

Dentre os doadores que ajudaram a juntar fundos para a construção do Integraton estava ninguém menos que o multimilionário da época (e não menos exótico) Howard Hughes.

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Vessel garantia que o local é repleto de forças magnéticas capazes de afetar as células humanas para o bem e rejuvenesce-las. Depois da morte de Vessel, o local se transformou em uma espécie de “spa sonoro”, onde o visitante pode tomar “banhos de som” como parte de um processo de relaxamento profundo, como uma espécie de meditação sonora.

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Na câmara acústica, toda construída em madeira, o som de tigelas e quartzo sendo tocadas é a responsável pelo relaxante banho de som. Quem visitou, garante que, sendo você venusiano ou não (e para além da real capacidade de rejuvenescimento ou de nos deslocar no tempo), a experiência é incrivelmente etérea, profunda e verdadeiramente relaxante.

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© fotos: divulgação

Artista usa fluxo menstrual para criar obras de arte que representam o processo de uma gravidez

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Toda mulher em idade fértil precisa se acostumar a conviver com seus óvulos sendo eliminados todos os meses. Sim, nós estamos falando da menstruação. Inspirada pelo período, esta artista decidiu transformar seus óvulos não fecundados em uma obra de arte.

Timi Páll usou seu fluxo menstrual durante nove meses para criar uma obra única, representando a gestação de um bebê. Ela chegou ao resultado usando absorventes internos para a pintura e o sangue de sua menstruação como tinta – e o resultado promete deixar qualquer um perplexo.

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Todas as fotos © Timi Páll

Depois de se sentir uma estranha na maternidade, fotógrafa decide retratar mães modernas

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Quando tinha 23 anos, Celia Sanchez se tornou mãe e se sentiu completamente diferente das outras mães.

“Quando eu levava meus filhos para a creche, eu me sentia como se eu não fosse como as outras mães“, contou ao UpWorthy. “Eles eram muito mais velhas e eu me sentia um pouco distante delas. Me diziam muitos ‘Oh, você é tão jovem para ser uma mãe,’ e ‘Você realmente não se parece com uma mãe’… Mas sempre pensei ser tolice dizer que alguém não se parece como uma mãe”.

Motivada pelos olhares de julgamento que recebia, Sanchez estendeu a mão a amigas e mulheres desconhecidas para um projeto de fotografia muito poderoso. A série de fotos intitulada “Devotada” apresenta mães ‘não típicas’ e seus filhos. Repletas de tatuagens e cabelos diferentes, essas mulheres não parecem mães comuns à primeira vista e este é justamente o objetivo.

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Nos últimos três anos, Sanchez clicou as mulheres sozinhas acompanhadas de seus filhos e espera que o trabalho incentive as pessoas a reconsiderar suas primeiras impressões.

“Eu conhecia mães que não se pareciam com uma ‘mãe típica’ e sempre quis fotografá-las para lhes mostrar que ninguém precisa procurar uma determinada maneira de ser mãe“, disse ela.

Confira o trabalho da fotógrafa:

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Todas as fotos © Celia Sanchez