Árvore chinesa de 1.400 anos derruba suas folhas amarelas sobre templo budista, e é a coisa mais linda do mundo

A árvore das imagens abaixo é uma Ginkgo biloba de 1.400 anos, localizada em um templo budista na China.As fotos são de um ano atrás, mas a beleza das folhas caídas no chão do templo Gu Guanyin, afogando-o em um oceano amarelo e dourado, continua a mesma.

A Ginkgo biloba é conhecida como “fóssil vivo” porque, apesar de todas as mudanças climáticas drásticas, permanece inalterada há mais de 200 milhões de anos. Sim, essa espécie de árvore já existia desde os tempos dos dinossauros.

Ela é caduca, o que significa que perde todas as suas folhas no inverno. As dessa árvore antiga, que cresce nas montanhas de Zhongnan, começam a cair em meados de novembro, final do outono na China.

fonte:via [BoredPanda]

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Antigo rei maia é encontrado em tumba de 1.700 anos

O local, "Enterro 80", durante a escavação. No centro, um vaso de pedra branca é cercado por ossos pintados de vermelho séculos depois do funeral.Foto de Cortesia de JUAN CARLOS PÉREZ, PROYECTO ARQUEOLÓGICO WAKA’ AND THE MINISTRY OF CULTURE AND SPORTS OF GUATEMALA

Enquanto arqueólogos finalizavam as escavações em El Perú Waka’, pequeno vilarejo no norte da Guatemala, um cientista encontrou a ossada perdida de um antigo líder maia.

“Por acidente, ele chegou no pé da tumba e, de lá, viu os ossos do rei”, disse o co-diretor de pesquisa David Finchel. Logo depois, a equipe de arqueólogos e antropólogos do Projeto Arqueológico El Perú Waka chamou o exército guatemalteco para proteger a área – procedimento padrão para prevenir roubos, de acordo com David. 

Os restos pertencem a um homem, enterrado “com a cabeça para o leste, envolto em tecido e colocado junto de vasos de oferendas”, disse David. Tudo isso são sinais da importância da figura, o que levou a equipe a concluir que tratava-se de um membro da classe governante. 

Mas como os pesquisadores sabem que a tumba pertenceu a um rei? “Sem inscrições oficiais nos artefatos ou na parede do túmulo, podemos apenas especular”, disse David. No entanto, várias pistas encontradas na tumba ajudaram os cientistas a formular, com confiança, hipóteses sobre o verdadeiro dono da tumba. 

A mais consistente é de que os ossos são do rei Te’Chan Ahk, cujo nome foi documentado mas pouco se sabe sobre sua vida. 

A ossada estava pintada em uma tonalidade avermelhada que pesquisadores acreditam ser resultado de um produto químico derivado do mercúrio, o cinábrio. Os ossos provavelmente foram coloridos em cerca de 600 d.C., séculos depois da morte do rei a da decomposição da sua carne. A morte não significava o fim da vida para líderes políticos e religiosos do Império Maia. Considerando que suas lamas continuavam ativas, os maias frequentemente entravam nas tumbas dos mortos para prestar homenagens.

O rei seria um dos primeiros membros do clã Waka, ou centopeia, dinastia que reinou do século 4 ao século 8. Datações iniciais feitas nos artefatos da tumba colocam o funreal entre 300 e 350 d.C. É uma das mais antigas tumbas reais já encontradas nessa parte da Guatemala. 

Um elaborado complexo foi construído em volta do túmulo nos anos que seguiram sua construção, David comentou. Chamado apenas de “Enterro 80” pelos pesquisadores, o sítio arqueológico tem sido um eixo para novas pistas sobre o passado maia da Guatemala. Em 2012, a mesma equipe fez uma de suas mais impressionantes descobertas ao escavar a tumba da rainha maia conhecida como “Senhora do Deus Serpente”. Antes, em 2006, tinham encontrado, pela primeira vez, um governante Waka.

Identificação do rei 

Apesar de muitos ossos e artefatos de dentro da tumba estarem bem preservados, os lados da pequena sala tinha desmoronado. Um grande complexo de palácio foi construído ao redor do túmulo, e uma provável invasão por rivais maias vizinhos causou os danos estruturais. Pesquisadores tiveram que se espremer sobre as mãos e joelhos para adentrar o túmulo.

Máscara de jade pintada de vermelho com cinábrio encontrada durante as escavações. No alto, um símbolo indica associação com o Rei do Milho.

Foto de Cortesia de JUAN CARLOS PÉREZ, PROYECTO ARQUEOLÓGICO WAKA’ AND THE MINISTRY OF CULTURE AND SPORTS OF GUATEMALA

O objeto mais importante entre os achados foi uma máscara vermelha com o rosto do rei que contém ornamentos normalmente vistos em representações do Deus do Milho. David explicou que era comum reis serem mostrados como figuras religiosas, e pedras de jade coladas nos dentes provam que o indivíduo pertencia às classes superiores. 

No total, 22 artefatos foram recuperados – 20 dos quais eram vasos cerimoniais funerários, um tipo de cerâmica rasa com abas.

“Todos os vasos parecem ter sido feitos com rapidez, o que pode significar que a pessoa morreu de forma inesperada”, disse Damien Marken, um dos pesquisadores envolvidos no projeto. Ele apontou que muitos deles não possuem a simetria e a habilidade artesanal típicas das cerâmicas maias. 

Damien disse que os vasos menores contiveram oferendas como tamales (um tipo de pamonha), chocolate e outras comidas que acompanhariam o indivíduo na vida após da morte. Para saber com certeza, David Freidel e sua equipe pretendem conduzir análises químicas dos resíduos deixados em algumas das cerâmicas. Ele concorda com Damien – alguns vasos podem ter contido comidas – mas lança outra hipótese – os resíduos podem ser de tóxicos, possivelmente nicotina ou trombeta, encontrados em outros vasos fúnebres. 

A equipe conduz pesquisas no Waka desde 2003, e os pesquisadores dizem que há muito por descobrir. Escavações na antiga cidade retornam na próxima primavera do hemisfério norte.fonte:via

 

Arqueólogos amadores descobrem mosaico raro da Roma Antiga na Inglaterra

A expansão do império romano ao longo de seus mais de cinco séculos de duração.

O processo foi tão intenso que é possível encontrar ainda hoje vestígios intactos e inéditos de suas construções e culturas por toda a Europa e pela bacia mediterrânea da África e da Ásia, por onde os romanos reinaram de cerca de 27 a.C até cerca de 476 d.C.

E uma nova e incrível descoberta arqueológica acaba de ser revelada no sul da Inglaterra: um mosaico romano de cerca de 6 metros de extensão.

Trata-se, segundo os arqueólogos, da mais importante descoberta desse tipo no país em mais de 50 anos:

O mosaico foi encontrado por arqueólogos amadores, em uma fazenda na vila de Boxford, com somente 300 habitantes, e traz imagens de mitos gregos e romanos, como Hércules e um cupido. Estima-se que o mosaico seja do último período do império, por volta do século 4 d.C.

E ainda há mais a se descobrir: somente um terço do mosaico propriamente foi revelado, e há um trabalho de cerca de um ano ainda por vir, à espera de fundos para que seja continuado. Como um mosaico como esse pode se deteriorar rapidamente se exposto direto ao sol e ao ar, a terra foi colocada de volta, enquanto o trabalho de escavação não é feito por completo.

 

© fotos: divulgação/fonte:via

O que aconteceu com a cidade norte-americana construída na década de 1920 na Amazônia

À beira do Rio Tapajós, onde hoje fica o município paranese de Aveiro, há algumas centenas de casas abandonadas, construídas no estilo norte-americano, incluindo aquelas icônicas cercas brancas à frente das residências. Elas são o resquício da Fordlândia, uma cidade criada pelo empresário Henry Ford no fim dos anos 1920 no meio da Amazônia.

Foto: Alex Fisberg

A ideia do norte-americano era aproveitar o potencial amazônico para extrair o máximo de látex possível, barateando a produção de pneus para os veículos de sua companhia e acabando com a dependência de ingleses e holandeses – na época, boa parte da borracha do mundo era produzida na Malásia, então controlada pelo Reino Unido.

A construção começou em 1928, após Ford e o governo brasileiro chegarem a um acordo de cessão de 10 mil km² de terra em troca de 9% dos lucros gerados ali. Navios carregados de elementos para levantar casas pré-fabricadas chegaram pelo Tapajós, e a Fordlândia foi criada seguindo as regras de Henry Ford.

Ele não era fã das modernidades sociais da época, por isso proibiu o consumo de álcool e tabaco na cidade. Os trabalhadores que extraíam o látex não podiam jogar futebol nem se relacionar com mulheres. Além disso, eles viviam totalmente separados dos funcionários norte-americanos e precisavam seguir uma dieta ao estilo dos EUA, com muita aveia, pêssegos enlatados e arroz integral.

O projeto foi um grande fracasso. Em 1930, os trabalhadores se revoltaram contra seus chefes, que não eram exatamente atenciosos em relação aos funcionários. Os empregados da Ford e o cozinheiro da cidade precisaram fugir para o meio da floresta para não serem mortos, e ficaram lá por dias até que o Exército restabelecesse a ordem.

Além disso, o solo da Fordlândia não era tão propício para a plantação de seringueiras, e os norte-americanos, com pouco conhecimento da agricultura tropical, não colaboraram muito. Eles plantaram as árvores muito próximas umas das outras, diferente do que acontece na natureza, onde a distância é fundamental para que elas cresçam saudáveis. Várias pragas também dificultaram os planos de Ford.

A Fordlândia foi abandonada em 1934, mas ainda pertencia à Ford. Só em 1945, quando japoneses descobriram como fabricar pneus a partir de derivados do petróleo, o terreno foi devolvido ao governo brasileiro. As construções permanecem por lá, deterioradas pelo tempo, é claro, mas em condições relativamente boas. Hoje, cerca de 2 mil pessoas vivem na Fordlândia, um distrito da cidade de Aveiro que há alguns anos busca emancipação política.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 /fonte:via

Fotógrafo usa sua arte para mudar a percepção que as pessoas têm da África

O que vem à sua cabeça ao pensar sobre a África? Provavelmente imagens de pessoas lutando contra a miséria e a fome estejam entre as primeiras a se formar. Estamos tão acostumados a pensar no continente como um lugar que precisa de ajuda para se desenvolver que dificilmente nos ocorre que estamos justamente falando de um continente, formado por países diferentes e com várias realidades distintas.

Tentar mostrar que a vida na África pode ser muito mais parecida como a em outros lugares do mundo do que se costuma pensar é um dos objetivos do jovem fotógrafo Yannis Davy Guibinga, nascido no Gabão, mas que atualmente mora no Canadá, para onde se mudou para estudar comunicação digital.

Em uma palestra do TEDx sobre o papel que a fotografia exerce sobre a maneira como o mundo enxerga a África, Yannis diz que as imagens da época colonial retratavam os africanos, suas famílias e suas vidas como se fossem “inferiores ou primitivas”. “Se fotos podem mentir sobre a África, então elas também podem ser capazes de revelar a verdade”, contou ao Feature Shoot.

“As primeiras fotografias de africanos foram tiradas por europeus que seguiam uma agenda imperialista e colonialista, retratando-os como selvagens sem educação que viviam em comunidades subdesenvolvidas. O impacto dessas imagens foi tão grande que suas mensagens ainda são consideradas fatos por muita gente ao redor do mundo, que ainda pensam na África como um lugar sem desenvolvimento, com uma necessidade desesperadora de ser guiado”, reflete.

Nos seus retratos, Yannis tenta representar questões socioculturais específicas do contexto africano, ou celebrar a beleza de certos elementos culturais ou comunidades. “Acredito que narrativas visuais que capturem as perspectivas e experiências de diferentes tipos de africanos vão contribuir para mudar o modo como o resto do mundo pensa sobre a África. E também como os africanos pensam sobre si mesmos”, conclui o fotógrafo.

Gostou do trabalho de Yannis? Você pode acompanha-lo seguindo sua conta no Instagram!

 

Fotos: Yannis Guibinga/fonte:via

Arquipélago de Alcatrazes, em São Sebastião, é aberto ao ecoturismo

O Refúgio de Vida Silvestre (RVS) do Arquipélago de Alcatrazes, localizado em São Sebastião (SP), será aberto para atividades de mergulho recreativo e passeio embarcado para observação da fauna.

A abertura para visitação pública da unidade de conservação tem como objetivo fortalecer o ecoturismo na região norte de São Paulo. A partir de agora, empresas de turismo e profissionais autônomos que atenderem os pré-requisitos poderão se cadastrar para prestar serviços de visitação no Refúgio.

A perspectiva é que no início de 2018 o turismo no local esteja já em funcionamento representando um ganho enorme para o ecoturismo na região, em especial para os municípios de São Sebastião, Ilhabela, Caraguatatuba, Ubatuba, Bertioga, Guarujá, São Vicente e Santos.

O refúgio é gerido de forma unificada com a Estação Ecológica Tupinambás, compondo o Núcleo de Gestão Integrada ICMBio Alcatrazes. Nas duas unidades foram registradas 1.300 espécies e 93 delas estão sob algum grau de ameaça de extinção. A vegetação do arquipélago é caracterizada por áreas de mata atlântica e campos rupestres e, até o momento, foram encontradas 320 espécies de flora.

O arquipélago de Alcatrazes faz parte do patrimônio arqueológico, histórico e cultural da região. Os paredões graníticos de 316 metros de altura no meio do oceano impressionam os navegantes por sua beleza e suas águas com boa visibilidade e grande quantidade de vida marinha são um convite ao mergulho./fonte:via

Artista transforma fotos velhinhas em tatuagens minimalistas estilosas

Com três meses trabalhando na área depois formado em fotografia, o turco Alican Gorgu, ou PigmentNinja, percebeu que fotografar não era o que ele queria fazer. Partiu, então, para um emprego administrativo num estúdio de tatuagem e percebeu que era ali que queria trabalhar. Mas com a máquina na mão.

Fanático por filmes, o tatuador, que vive em Istambul, começou a tatuar imagens minimalistas baseadas em cenas das películas favoritas de seus clientes. Um dia, ao esboçar uma tattoo inspirada numa foto antiga de família, percebeu que não precisava desenhar todos os detalhes para fazer com que a tatuagem trouxesse as memórias à tona. Surgia assim o estilo que ele chama de Retrô Minimalista.

Ele começou a se especializar em transformar fotos antigas em belos desenhos na pele. “É uma sensação indescritível a de tatuar fotografias tiradas em diferentes partes do mundo e em diferentes tempos. Por exemplo, já fiz um retrato de família tirado no México na década de 60 e outro feito nos EUA nos anos 80”, relata.

Ele explica que seu objetivo é conseguir que seus traços façam as pessoas lembrarem de seus parentes, amigos ou animais sem detalhes muito complexos. “Acho que é importante focar no essencial porque essa é a parte mais preciosa e a que vai durar”. Seu trabalho tem chamado atenção no Instagram, que já coleciona mais de 40 mil seguidores.

Mas, calma. Você não precisa correr para lá agora. Abaixo seguem algumas de “obras” de PigmentNinja para você admirar:

 

Fotos via Alican Gorgu/fonte:via

Ela transformou sua cozinha numa verdadeira galeria de arte

A artista Lynn Hetherington Becker, de Ohio, nos Estados Unidos, resolveu fugir do lugar comum e, ao invés de utilizar telas para suas novas pinturas, decidiu aproveitar os armários da sua cozinha para criar incríveis obras de arte.

Lynn, que é autodidata, diz acreditar que qualquer coisa pode virar arte, o que inclui a sua própria casa e até mesmo o corpo humano. Antigos projetos da artista já exploraram ambos, como uma escada que pintou com diversas mandalas, e também desenhos criados em barrigas de grávidas.

Para o projeto da cozinha, a artista utilizou cores vivas e abusou de elementos geométricos, animais, caveiras e mandalas, mudando totalmente a cara do local, e transformando o cômodo em uma verdadeira galeria de arte. O resultado é incrível, confira as imagens abaixo:

Imagens © Lynn Hetherington Becker /fonte:via

Exploradores encontram iceberg de cabeça pra baixo, e ele é de um azul luminescente raríssimo

É comum ter a impressão de que só estamos vendo “a ponta do iceberg” de alguma história. Tal expressão não é popular por acaso: não só a vida é cheia de situações das quais só conseguimos perceber a superfície, como em sua afirmação literal a frase não poderia ser mais precisa, afinal, a parte exposta de um iceberg representa de modo geral somente 10% da totalidade do bloco de gelo navegante.

O designer e cineasta americano Alex Cornell vivenciou, porém, um fenômeno raro: ele registrou justamente um iceberg que havia virado de cabeça pra baixo, e estava com seu fundo exposto – ele conseguiu enxergar além da ponta do iceberg, e o resultado é de uma beleza incrível e azul.

Como, enquanto boia, o iceberg lentamente derrete, é inevitável que em algum momento ele vire de cabeça para baixo. A cor branca usual da parte exposta dos icebergs ocorre por conta das bolhas de ar presas na parte de dentro do bloco de gelo. O denso azul do iceberg indica justamente o contrário: a pressão faz com que quase não exista ar em sua parte interna.

 

O iceberg foi visto em uma viagem feita por Cornell para a Antártica no final de 2014 e, segundo o artista, a aparição parecia mais com “um artefato galáctico do que com algo terrestre”.

O azul escuro, quase negro, que se revelou quando o iceberg virou realmente traz a impressão de se tratar de uma pedra preciosa – algo de outro planeta e de beleza inestimável, normalmente escondida debaixo da água.

 

 

 

© fotos: Alex Cornell/fonte:via

Série fotográfica retrata mulher de burca em situações cotidianas e levanta debate

O uso da burca, aquela vestimenta islâmica que cobre todo o corpo e que vem com uma rede na área dos olhos para permitir a visão, é bastante polêmico, até mesmo entre os muçulmanos.

Enquanto em alguns países seu uso é obrigatório, em outros ela chegou a ser proibida, por “questões de segurança”. Na Austrália, por exemplo, há um grupo político que luta para sua extinção. No início do mês, inclusive, uma senadora foi a uma sessão no Parlamento usando a vestimenta, como forma de protesto, ato que foi bastante criticado.

E para nos fazer pensar sobre esse tipo de imposição e criar um debate sobre a islamofobia, o fotógrafo australiano Fabian Muir produziu a série Urban Burqa, onde fotografou uma muçulmana vestida com uma burca azul em cenários e situações cotidianas. “Protestar contra julgamentos gerais baseados em crenças, origem ou aparência é a minha intenção”, disse o australiano, que já havia feito anteriormente outra série onde a burca foi o elemento principal, em 2014.

A burca é uma veste feminina que cobre todo o corpo, até o rosto e os olhos, porém nos olhos há uma rede para se poder enxergar. É usada pelas mulheres do Afeganistão e do Paquistão, em áreas próximas à fronteira com o Afeganistão.

Muitos muçulmanos acreditam que o livro sagrado islâmico, o Alcorão, e outras fontes de estudos, como Hádice e Suna, exigem a homens e mulheres que se vistam e comportem modestamente em público. No entanto, esta exigência tem sido interpretada de diversas maneiras pelos estudiosos islâmicos e comunidades muçulmanas. A burca não é especificamente mencionada no Corão e nem no Hádice. A comunidade religiosa Talibã, que comandou o Afeganistão nos anos 2000, impôs seu uso no país.

A burca foi proibida, na França, em 17 de julho de 2010, pela Lei nº 524, que entrou em vigor seis meses após sua promulgação. Está também proibida em lugares públicos na Bélgica (desde Julho de 2011), na Bulgária (desde Setembro de 2016), em Itália (desde 1975), e na Holanda (desde Maio de 2015).

A burca já foi descrita como uma “prisão de pano”, um símbolo da opressão das mulheres entre os muçulmanos, mas há também relatos de mulheres que defendem o seu direito de optar por utilizá-la.

Confira as imagens abaixo:

Todas as fotos:Fabian Muir /fonte:via