Vegano Periférico: perfil no Instagram mostra que dá para ser vegano gastando pouco

Entre razões ambientais e compaixão pelos bichos, o número de pessoas repensando o consumo de carne só cresce em todo o mundo. Grandes marcas estão se adaptando a essa realidade, mas muita gente ainda vê um empecilho grande no vegetarianismo ou veganismo: parece ser uma forma mais cara de se alimentar.

Há algumas iniciativas independentes que buscam desmistificar essa ideia e mostrar que o estilo de vida vegano não é, necessariamente, mais caro que outros. Depois do grupo Veganos Pobres no Facebook, um que tem ganho destaque é o Vegano Periférico, no Instagram.

O administrador do perfil mora em Campinas (SP) e publica fotos de alimentos de origem vegetal que ele sua família consomem, além de pratos simples e nutritivos que podem ser feitos no dia a dia, sem alterar muito a rotina em comparação a quem inclui a carne na dieta.

Acompanhando as imagens, são postadas legendas sobre as maneiras como a indústria da carne nos torna culturalmente dependentes dos alimentos de origem animal. Vale a pena seguir e refletir.

fonte:via Fotos: Reprodução/Vegano Periférico

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Para impedir deportação de família, igreja holandesa mantém 800 horas de reza

A religião a favor da diversidade: Trezentos pastores protestantes de toda a Holanda estão se revezando em um culto que já dura mais de 800 horas – mais de 33 dias – para impedir a deportação de uma família armênia que vive no país desde 2010 e tem medo de voltar ao país natal por causa da violência política.

Sasun Tamrazyan, sua esposa, Anousche, e os três filhos do casal vivem na Holanda há quase nove anos, desde que o homem recebeu ameaças de morte por razões políticas. Como o governo holandês voltou a considerar a Armênia um país seguro, eles perderam a o asilo político e estão ameaçados pela deportação.

A solução curiosa para ganhar tempo para que a família Tamrazyan siga lutando legalmente pelo direito de viver na Holanda veio da igreja protestante local, em Haia: a lei do país não permite que policiais entrem em templos durante a realização de serviços religiosos.

Desde o fim de outubro, centenas de pastores têm se voluntariado para manter as rezas 24 horas por dia, impedindo a ação da polícia, enquanto a família passa os dias vivendo provisoriamente em uma acomodação da Igreja. Hayarpi, uma das filhas, tem publicado algumas fotos dos cultos no Twitter.

Theo Hettema, presidente do Conselho Geral Holandês dos Reverendos Protestantes, disse que “o respeito à dignidade humana é dever da Igreja” e que a ação vai continuar “por todo o tempo que for necessário”.

A esperança da família de permanecer na Holanda se baseia em uma orientação da lei local que prevê o acolhimento de crianças e seus parentes depois de eles passarem ao menos cinco anos no país, pois a deportação afetaria profundamente seu desenvolvimento humano.

Apesar disso, o governo holandês tem julgado casos do tipo com mais rigidez nos últimos anos, especialmente desde que refugiados sírios começaram a chegar massivamente ao país, o que levanta dúvidas sobre a permanência dos Tamrazyan. Enquanto o governo não decidir, os pastores seguirão orando.

Fotos via Hayarpi Tamrazyan (Twitter) fonte:via

A artista-mergulhadora que cria pinturas incríveis debaixo d’água

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Para pintar um quadro, um artista não precisa estar necessariamente dentro de um ateliê. O movimento de transformar qualquer lugar em estúdio, começou com os pintores impressionistas, porém Olga Belka transcende esta prática. Instrutora de mergulho e pintora profissional, a artista sediada na Tailândia, pinta seus quadros enquanto está mergulhando, criando a representação perfeita do fundo do mar.

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Cada obra leva cerca de 2 a 6 mergulhos para ficar pronta e, ela faz isso porque, segundo ela, fotografias e vídeos não são capazes de recriar a intensa beleza que existe quando estamos submersos. Apaixonada pela vida marinha, Olga não somente se sente em casa quando está mergulhando, como fez do fundo do mar seu estúdio particular.

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O segredo para que seus quadros permaneçam intactos nunca foram revelados, porém ela garante que usa técnicas ecologicamente corretas, que não agridem o habitat dos animais marinhos. Seu objetivo? Compartilhar com o mundo sua visão do reino subaquático!

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Fotos: Olga Belka

Pai solo adota garotinha recusada por sete famílias por ter Síndrome de Down

Com apenas 7 dias de vida, Alba já havia sido rejeitada por 7 famílias. O motivo? Ela tinha síndrome de Down.

Os potenciais adotantes não conseguiam enxergar além de seu número de cromossomos. No entanto, Luca Trapanese quis adotar a menina e entendia que a síndrome nunca poderia impedi-la de se tornar uma modelo de destaque, trabalhar em um café fantástico, ou virar uma empreendedora. Resumindo: de ser quem ela quisesse.

Luca segura Alba no colo em frente a um quadro abstrato

O italiano já havia trabalhado em diversas instituições de apoio a pessoas com deficiência, atuando como voluntário desde os 14 anos de idade. Natural de Nápoles, ele decidiu adotar uma criança deficiente ao lado de seu antigo parceiro, com o qual não mantém mais um relacionamento.

Luca e Alba posam para a foto vestidos elegantemente

Embora o amor tivesse acabado, a ideia de adotar um bebê permaneceu. Foi assim que Luca entrou com um processo especial na Itália para realizar a adoção como pai solo. O país oferece um registro que permite que solteiros também adotem crianças com condições especiais de saúde.

Alba aparece de costas com a mão sobre o rosto de Luca

Foi assim que sua vida e a de Alba se cruzaram. Em entrevista ao Corriere del Mezzogiorno, o pai descreveu a primeira vez que viu a menina como uma “emoção enorme”. A história da adoção é contada por Luca no livro “Nata per Me“, lançado recentemente na Itália e ainda sem tradução para o português.

Luca beija a bochecha direita de Alba

Alba brinca com um livro infantil

fonte:via Fotos: Reprodução Facebook/Luca Trapanese

Jovem aplica tonalizante, tem reação alérgica e cabeça dobra de tamanho

Estelle é uma jovem inglesa de 19 anos, que tomou um susto enorme depois de usar um tonalizante para os cabelos. De repente, ela viu sua cabeça aumentar de tamanho por causa de uma reação alérgica.

O inchaço na cabeça se deu pela ação de um agente químico chamado P-fenilenodiamina, ou PPD — produto encontrado em 90% das tintas para fios. “Eu quase morri, não quero que o mesmo aconteça com outras pessoas”, explicou.

A tinta foi comprada em um supermercado de Paris, onde ela vive atualmente. Estelle conta que os primeiros sinais de anomalia surgiram pouco tempo depois da aplicação do produto. O couro cabeludo começou a coçar muito e o inchaço se agravou rapidamente.

Assustada, ela comprou pomadas e cremes, mas não teve sucesso. “Eu ainda conseguia enxergar, mas estava tendo dificuldades para respirar. Minha testa dobrou de tamanho e minha cabeça parecia uma lâmpada”.

A cabeça de Estelle quase dobrou de tamanho

Ela buscou atendimento no hospital mais próximo e os médicos disseram que sua cabeça tinha uma circunferência de 63 centímetros. A média é de 56. A reação química pode ter sido gerada pelo não cumprimento das instruções. Ao invés de esperar as 48 horas indicadas, Estelle aguardou apenas 30 minutos para aplicar o produto.

A mãe da jovem acredita que deveriam haver instruções mais claras sobre os riscos. “É verdade, ela não seguiu as instruções, mas o alerta precisa ser mais claro”.

Fotos: Reprodução fonte:via

O guarda-chuva que te deixa com as mãos livres e mais parece uma camisinha gigante

guarda-chuva camisinha 2

Ninguém gosta de tomar chuva, mas podemos dizer que o guarda-chuva convencional não é muito prático, não é mesmo? Sobretudo na época em que vivemos, onde estamos constantemente carregando nossos smartphones ou qualquer outra coisa. Pensando em nos proteger da chuva, porém nos deixando com as mãos livres, a marca japonesa Dospara, desenvolveu um guarda-chuva chapéu, que possui um design, no mínimo, curioso.

Ninguém gosta de tomar chuva, mas podemos dizer que o guarda-chuva convencional não é muito prático, não é mesmo? Sobretudo na época em que vivemos, onde estamos constantemente carregando nossos smartphones ou qualquer outra coisa. Pensando em nos proteger da chuva, porém nos deixando com as mãos livres, a marca japonesa Dospara, desenvolveu um guarda-chuva chapéu, que possui um design, no mínimo, curioso.

guarda-chuva camisinha 1

Brincadeiras e coincidências à parte, apesar de bastante útil, o item possui um design interessante, que nos remete a uma camisinha gigante. Certamente, não serão todos que terão a coragem de usá-lo.

guarda-chuva camisinha 2

Com uma aba larga de cerca de 76 cm, ele pode ser totalmente dobrado, para caber em qualquer bolsa. Só podia mesmo ser uma invenção dos criativos japoneses!

guarda-chuva camisinha 4
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Fotos: Dospara

Com pouca luz solar, cidade norueguesa é iluminada por espelhos gigantes

A Noruega é um dos países mais desenvolvidos do mundo e conta com atrações curiosas, como um restaurante submerso, aulas de surf a temperaturas negativas e o hotel que gera mais energia do que consome. Outra inovação impressionante da nação nórdica é a cidade que usa espelhos para complementar a ação do Sol.

A pequena cidade de Rjukan fica no norte do país e conta com uma população de cerca de 3 mil pessoas. Desde sua fundação, no começo do século passado, os moradores passavam praticamente seis meses sem ver a luz do sol, graças a uma combinação entre a inclinação da Terra durante o inverno no hemisfério norte e a cadeia de montanhas que envolve Rjukan.

Fundada por um notável engenheiro, que Sam Eyde, que desenhou aquela que chegou a ser a maior hidrelétrica do mundo no início do século XX, a cidade levou praticamente cem anos para encontrar uma solução para a falta de iluminação natural: espelhos enormes colocados no topo da montanha.

Desde 2013, três grandes espelhos colocados 450 metros acima do nível da cidade refletem os raios solares para a região central de Rjukan. Eles contam com placas de captação de energia, que abastecem um sistema guiado por computadores que segue o movimento do Sol para aproveitar ao máximo sua luminosidade.

São 51 metros quadrados de superfície espelhada, que garantem uma iluminação em cerca de 600 metros quadrados da cidade. Por incrível que pareça, a ideia já havia passado pela mente de Sam Eyde cem anos atrás, mas levou quase um século para que a tecnologia se desenvolvesse o suficiente para permitir a implementação da ideia, que tem garantido banhos de sol para os agora mais felizes moradores de Rjukan

Fotos via Visit Norway