A vila japonesa feita de pandas que são na verdade quartos fofos e inusitados

Para tudo! Existe uma vila de “pandas” na Província de Wakayama, no Japão. Claro que não são pandas de verdade, mas sim casinhas muito fofineas com aparência de pandas, que acomodam de 5 a 6 pessoas.

Apelidada de Panda Village, o local fica na região de Nanki-Shirahama, um destino bastante popular no país, conhecido pelas praias e fontes termais, e conta com 25 casas que proporcionam uma experiência diferente aos visitantes.

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Apesar do design inusitado por fora, o interior da construção é “normal”, mas nem por isso menos confortável. Cada casinha é equipada com banheira, chuveiro, televisão, wi-fi e outras amenidades.

O local ainda disponibiliza um buffet com ampla variedade de pratos da cozinha oriental, além de passeios em um yakatabune, tradicionais barcos japoneses usados para entreter visitantes. Pode querer ir pra lá já?!

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Todas as imagens © Panda Village;fonte: via

Veja como “plantar” um relógio que mostra o horário através das flores

Muitos dos maiores conhecimentos humanos podem ser encontrados em diversas formas dentro da natureza. E a noção de passagem do tempo, e a medida fina dessa passagem, para muito além da posição e da incidência da luz do sol, também está presente na natureza intensamente. Não é exagero ou imprecisão afirmar que nossa fauna e flora funciona como um relógio – muitas vezes literalmente. É dessa forma, portanto, que os relógios florais foram inventados, utilizando o comportamento das flores para calcular a hora.

 

Foi o famoso naturalista e botânico sueco Carolus Linnaeus quem primeiro classificou as plantas, através também da percepção de que flores distintas abriam e fechavam suas pétalas e horários determinados do dia.

Assim, basta organizar devidamente a disposição em círculo dessas flores, de acordo com o horário de suas atividades biológicas, para criar seu próprio relógio floral. É preciso de uma área grande e de flores específicas e diversas, mas o resultado pode ser espetacular.

Comece pela marcação da posição da 01 hora em seu relógio com o cravo silvestre, que se fecha nesse horário;

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Na posição das 02 horas, use a pimpinela escarlate, flor que se fecha nessa hora;

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Às 03 horas, quem se fecha é o dente-de-leão, que é a flor para essa posição;

A corriola-rosada deve ser posicionada às 04 horas, hora em que ela fecha suas pétalas;

Para as 05 horas, uma flor um pouco mais difícil de se posicionar: o nenúfar branco, que se fecha nesse horário, mas que é uma flor aquática. Assim, um pequeno lago no local se fará necessário;

Para marcar as 06 horas, use a silene coronária, que irá se abrir então;

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O que deve marcar a posição das 07 horas é a calêndula e seu fechamento;

As 08 horas, a flor é a não-me-esqueças, que irá se abrir nessa hora;

Para as 09 horas, a flor do cardo, que se fecha então;

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A marcação das 10 horas é com a lapsana, que nessa hora se fecha;

Para marcar 11 horas, nada mais apropriado que a flor onze-horas, que justamente se abre no horário que lhe batiza;

Para concluir, as 12 horas são marcadas pela flor de maracujá, que abre exatamente no ponto mais alto do relógio.

E seu relógio então estará pronto – agora é só deixar a natureza agir, e demonstrar sua sabedoria de forma espetacular, até mesmo para simplesmente mostrar a passagem do tempo.

© fotos: reprodução;fonte: via

A vila no Nepal onde todas as mulheres tatuam os braços e as pernas

Para a tribo Tharu em Chitwan, uma cidade nepalesa, a relação das mulheres com as tatuagens possui três histórias diferentes. Foi isso o que descobriu o fotógrafo Omar Reda quando visitou o local.

A primeira é extremamente chocante. Durante a era do Reino do Nepal, a família real costumava passar o verão na área de Chitwan. Eles costumavam levar as meninas bonitas da tribo como escravas sexuais. Para parar esses sequestros, a tendência de tatuagem começou e as meninas se cobriam de tatuagem para ficarem menos atraentes para os homens reais.

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A segunda é tão chocante quanto a primeira. A tatuagem costumava ser obrigatória para as meninas durante a adolescência ou elas eram afastadas de suas famílias e comunidade. Uma jovem que não se tatuava não tinha permissão para falar, casar e as pessoas não tinham permissão para pegar nada que ela tocasse como comida e objetos. Ela deveria ser tatuada para ser aceita pelo seu povo.

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A terceira era sobre a beleza e a vida após a morte. Uma vez que uma mulher morre, ela vai subir ao céu em sua forma mais bonita.

A arte da tatuagem desempenhou um papel importante no papel das mulheres da tribo, confira mais algumas imagens registradas no local por Omar Reda:

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* Imagens: Omar Reda ;fonte: via

Biblioteca disponibiliza os incríveis manuscritos de Da Vinci, Jane Austen e Lewis Carroll

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Antes da tecnologia se tornar onipresente em nossas vidas, existia um tempo em que todos os livros precisavam ser escritos à mão. Os manuscritos sempre foram capazes de mostrar de forma mais pessoal a expressão de seus autores e, por isso, até hoje ganham status de verdadeiras relíquias. E a Biblioteca Britânica lançou uma coleção inteiramente dedicada a eles.

Conhecida como Turning the Pages (“Virando as Páginas”, em inglês), a coleção foi disponibilizada online para que qualquer pessoa possa acessá-la através do site da instituição. É lá que os curiosos irão encontrar páginas digitalizadas de diversos livros e manuscritos raros que fazem parte do acervo da biblioteca.

Entre as obras estão manuscritos de Leonardo Da Vinci, a primeira versão de Alice no País das Maravilhas – que se chamava Alice’s Adventures Underground (ou “Aventuras Subterrâneas de Alice”) – e até um livro de história escrito por Jane Austen, que mais tarde se tornaria a célebre escritora de Orgulho e Preconceito. Além destas, há ainda obras de medicina, textos religiosos, um diário musical de Mozart e até o primeiro atlas da Europa (imagem no topo da página).

Espia só algumas imagens destes manuscritos ou confira a coleção completa clicando aqui.

Alice no País das Maravilhas – com ilustrações de Lewis Carroll

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História da Inglaterra por Jane Austen – ilustrado pela irmã da escritora

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Manuscritos de Leonardo Da Vinci

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Composições de Mozart

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Tratado de medicina de 1543

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Todas as fotos: Reprodução fonte

Mulher mostra como a sua vida mudou após 30 anos vivendo e fotografando o Haiti

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Maggie Steber é uma fotógrafa premiada que teve seu trabalho publicado em páginas de revistas como National Geographic e New York Times. Ela viajou para mais de 64 países, testemunhou rebeliões, ajudou bebês a nascerem e foi ameaçada com um facão em sua garganta.

No entanto, todas essas variadas experiências realizações a levaram a acreditar em uma coisa simples: que se temos algum propósito na vida, é aprender um sobre o outro.

Ela passou quase 30 anos viajando regularmente para o Haiti para documentar a vida na pequena ilha-nação para encontrar haitianos rurais que ela disse que lhe ensinaram muito sobre o mundo. Ela aperfeiçoou a arte da viagem fotojornalismo, pesquisando história, cultura, economia e arte antes de viajar. Depois deixou as pessoas levá-la a um conhecimento mais profundo através de sua lente de câmera.

Veja algumas das imagens clicadas por ela:

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* Imagens: Maggie Steber fonte

O incrível hotel na Serra Gaúcha feito com pipas de vinho

A região da Serra Gaúcha, no sul do Brasil, é um prato cheio para degustadores de vinhos. Mas em Canela, uma de suas cidades, você pode ir além e se hospedar dentro de pipas antes usadas para fermentar o vinho, tipo de acomodação que só existe em outros dois lugares no mundo: Holanda e França.

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Trata-se do Hotel Fazenda Pampas, que dispõe de 14 antigas barricas de 100 mil litros, transformadas em charmosas acomodações de três andares, três delas adaptadas para cadeirantes. Elas foram trazidas de vinícolas brasileiras, tem 90 m² e foram dispostas por entre os espaços verdes do hotel, onde há também lagos, lhamas, ovelhas, cavalos e outros animais.
Uma noite na barrica custa R$ 430, para duas pessoas. Dá só uma olhada:

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Todas as fotos: Reprodução fonte

Conheça a vila mais bonita da Europa segundo o Instagram

Considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO graças`as suas belezas naturais, a vila de Hallstatt, na Áustria, está dando o que falar no Instagram. A admiração é tanta, que ela até ganhou uma réplica no sul da China, fabricada pelos chineses.

Com cerca de 800 habitantes, Hallstat ilustra inúmeros posts de agências de viagens no Instagram. Banhada pelo lago Hallstätte e rodeada pelos Alpes é para muitos, considerada o lugar mais bonito do globo.

Quem a pesquisa no Instagram encontra nada menos que 200 mil resultados. Dentre seus cartões postais estão igrejas católicas, luteranas e as minas de sal, com mais de 3 mil anos de história. Atrativos que se misturam `as paisagens naturais, de tirar o fôlego. Veja só:

Fonte: via

A Noruega tem muitos atrativos além do bacalhau

A Noruega reúne cenários de tirar o fôlego esculpidos pela natureza, que se complementam com a arte e arquitetura desenvolvida pelo homem compondo um país único para se visitar. Conheça aqui alguns de seus atrativos, que vão muito além do bacalhau, que também é uma delícia, diga-se de passagem.

Fiorde de Geiranger

Declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO, o Geiranger é um fiorde de azul intenso, rodeado por picos nevados, campos verdejantes e cascatas para serem exploradas:

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 Museu Vigeland

Localizado em Oslo, o Museu Vigeland abriga as esculturas maravilhosas de Gustav Vigeland, o famoso escultor norueguês.

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Pedra Pulpit

Gosta de uma aventura? Percorra uma trilha que sobe 600 metros de altura para chegar ao topo da Pedra Pulpit e ter uma vista e tanto do Fiorde de Lyse, em Forsand.

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Bairro de Bryggen

Localizado em Bergen, o bairro de Bryggen é um antigo centro comercial que exibe charmosas casinhas coloridas declaradas Patrimônio pela UNESCO.

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Museu do Folclore Norueguês

Não tem tempo de visitar toda a Noruega? Conheça suas diversas construções no Museu do Folclore Norueguês, conhecido por ser um dos maiores da Europa. Lá você pode ver até casinhas construídas no país na época de 1500.

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Fotos: Wikipedia Commons fonte: via

Fotografias raras mostram como era a vida na Era Meiji, no Japão

Verdadeiros tesouros podem ser encontrados dentro de arquivos digitais disponibilizados na internet por bibliotecas, instituições, a partir de acervos físicos históricos. A Biblioteca Pública de Nova Iorque é sem dúvidas um desses locais a se escavar para encontrar porções de maravilhas que só a internet oferece, entre mais de 700 mil documentos oferecidos para download no site da biblioteca. Dentre esses documentos, cem fotos de valor histórico inestimável mostram como foi a Era Meiji, de 1868 a 1912, no Japão.

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A Era Meiji se deu durante os 45 anos do imperador Meiji no poder, e sua importância se afirma por ter sido durante esse período que o Japão se modernizou e abriu o caminho para tornar-se uma potência mundial. Antes desse período o país ainda era feudal, distante em relações econômicas e políticas com o resto do mundo, atravessando um período de uma espécie de ditadura feudal (o xogunato Tokugawa) que durou inacreditáveis 256 anos.

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Foi na Era Meiji que se criou, no Japão, a primeira ferrovia do país, o serviço militar, o Banco do Japão e o Iene como moeda oficial do país, universidades e até mesmo a primeira constituição. a Era Meiji assistiu esse Japão ancestral se tornar um país moderno, fazendo com que passado e futuro convivessem num presente em acelerada transformação.

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© fotos: Acervo NYPL fonte: via

Fotógrafa vai até Cuba retratar a força sutil das mulheres cubanas

A fotógrafa Cindy Bekkedam passou o mês de fevereiro de 2017 explorando as ruas de Cuba, desfrutando tudo o que Havana tem para oferecer. Cindy é uma fotógrafo de casamento e estilo de vida baseada em Ottawa que tem como objetivo capturar a verdadeira magia sem de cada momento sem nenhum tipo de roteiro. Em sua viagem a Cuba, não pôde deixar de notar a forte presença das mulheres cubanas que encontrou.

“As linhas nos rostos de algumas dessas mulheres contam histórias de dificuldades, mas suas expressões revelam otimismo. Elas têm em si um sentimento de orgulho e um tipo único de beleza. Isso merece ser celebrado e honrado”, disse ao My Modern Met.

Em uma cultura profundamente enraizada no machismo, as mulheres prosperam em Cuba – detendo quase 50% dos assentos parlamentares do país. Apesar de terem os mesmos direitos da Constituição cubana, as mulheres trabalham contra os estereótipos que permeiam a cultura. Mesmo trabalhando em tempo integral, elas ainda são responsáveis pelas tarefas domésticas e serem assediadas nas ruas ainda é uma prática bastante comum no país.

Trabalhando dentro dessas contradições, Cindy fotografou mulheres cubanas de todas as idades em momentos de relaxamento, amizade e maternidade. Em contraste com o vibrante pano de fundo de Havana, suas imagens mostram um país em mudança.

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Cindy Bekkedam: Website | Facebook | Instagram  fonte