Por que a Namíbia pode ser um dos destinos mais inesquecíveis

A Namíbia, país africano que faz fronteira com a África do Sul, Angola, Zâmbia e Botswana, é um destino pouco explorado pelos turistas. Esse, inclusive, é um dos motivos pelo qual você deveria considerar visitar o país nas suas próximas férias.

Com pouco mais de 2,4 milhões de habitantes, a língua oficial da Namíbia é o inglês, apesar de ser a menos falada, já que inúmeros outros dialetos locais são usados pela população. Com clima bastante seco, o país tem a segunda menor densidade demográfica do mundo, atrás apenas da Mongólia.

Entre os principais atrativos, está o Deserto da Namíbia, conhecido como Sossusvlei, que é considerado o mais antigo do mundo. No local, é possível encontrar enormes dunas douradas de quase 400 metros de altura, e algumas das paisagens mais inesquecíveis que você provavelmente verá na vida. Há também o Fish River Canyon, o segundo maior canyon do mundo, atrás apenas do Grand Canyon, nos Estados Unidos. Além de ser um lugar incrível, ele se torna ainda mais mágico já que não está lotado de turistas, como o seu irmão norte-americano.

Além disso, o país também é famoso por seus safáris. O mais famoso é o Etosha National Park, que conta com ótimos passeios e com a vantagem de ser menos disputado que os safáris da África do Sul e da Tanzânia, por exemplo. Outra vantagem é o fato da Namíbia ser considerada um dos países da África mais seguros para os viajantes, além de manter acordos bilaterais com o Brasil, não sendo necessário visto de entrada e com um processo de imigração bastante simples.

Já com relação a estadia, é possível encontrar locais para todos os bolsos. E se sua intenção for ficar em um hotel de luxo, pode ter certeza que irá desembolsar muito menos do que se estivesse na África do Sul. Para chegar até lá, não existem voos diretos do Brasil, sendo necessário fazer uma escala em algum outro país africano. E a melhor época para ir é entre abril e junho, quando as chuvas são bem escassas e o número de turistas ainda mais reduzido. Tá esperando o que para comprar as passagens?!

Imagens © Travel Butlers/Divulgação/fonte:via

Anúncios

Ela criou uma solução criativa para se incluir nas fotos de suas viagens apesar da timidez

minelli (5)

Quando uma pessoa ama viajar pelo mundo, obviamente quer registrar os momentos dos lugares por onde passa para poder recordar para sempre. Mas o que fazer quando se trata de alguém extremamente tímido, que viaja sozinha, tem calafrios só de pensar em andar com um pau de selfie e não quer ficar pedindo ajuda toda hora?

Quando se tem o talento de Minelli Pinto é fácil. Ela encontrou uma maneira muito fofa de se inserir nas paisagens dos lugares por onde passa. Como sabe desenhar, basta um pedaço de papel e uma caneta e pronto.

Veja como ficaram as fotos com este toque especial que virou um projeto batizado por ela de #scribblesonadadventure:

minelli (1)

minelli (2)

minelli (3)

minelli (4)

minelli (5)

minelli (6)

minelli (7)

minelli (8)

minelli (9)

minelli (10)

minelli (11)

minelli (12)

minelli (13)

* Todas as imagens: Minelli Pinto /fonte:via

Esses jardins vão te deixar com vontade de embarcar para o Japão agora

A imagem pode conter: árvore, planta, atividades ao ar livre e natureza

O arquiteto americano Marc Peter Keane passou cerca de 20 anos em Kyoto praticando paisagismo e foi o primeiro estrangeiro a receber um visto de trabalho no país como arquiteto paisagista. Em 2015, ele visitou e fotografou mais de de 100 jardins japoneses, identificando aspectos que considerou reveladores sobre seu design.

J6

Sua pesquisa resultou no livro Japanese Garden Notes, que contém mais de 400 fotos dos mais notáveis jardins japoneses. Agora, de volta a casa, Keane mantém um escritório em Nova York onde cria esse tipo de jardim para espaços públicos e privados. Confira algumas fotos do livro e entenda de onde veio tanta inspiração. Dá vontade de embarcar para o Japão agora para ver esses pequenos paraísos de perto!

J3

J4

J2

J1

Fotos: reprodução/fonte:via

A nova ‘maior roda gigante do mundo’ será em Dubai

4249CFB600000578-4692382-image-m-53_1499941410026

A maior roda gigante do mundo está sendo construída em Dubai, a Ain Dubai (‘Ayn’ é a décima sexta letra do alfabeto árabe, e é traduzida como ‘olho’). O olho de Dubai com 201 metros irá superar os 165 metros do Singapore Flyer, atualmente a mais alta roda-gigante do mundo.

4249CFA800000578-4692382-image-m-54_1499941469737

Com vistas panorâmicas sobre a costa de Dubai, incluindo o Burj Al Arab, a Palm Jumeirah e o Burj Khalifa, o projeto incluirá áreas de entretenimento, com uma variedade de lojas e restaurantes, um hotel de luxo cinco estrelas e edifícios residenciais privados.

4249D2C000000578-4692382-A_sight_to_behold_Made_by_Hyundai_these_double_glazed_pods_will_-a-1_1499946188544

A roda gigante faz parte do projeto Bluewaters Island e os responsáveis pelo seu desenvolvimento esperam atrair mais de 3 milhões de visitantes por ano.

O complexo de 1 bilhão será construído perto Jumeirah Beach Residence, ligado à beira mar por uma ponte de pedestres e ao continente por uma ponte de Sheikh Zayed Road, com um sistema de teleférico para o transporte de visitantes.

4249CFB600000578-4692382-image-m-53_1499941410026

A Ain Dubai terá a capacidade de transportar 1.400 passageiros em 48 cápsulas autônomas. Cada uma delas terá vidros duplos e medirão 100 metros quadrados

Toda terá 9 mil toneladas de aço, o que é mais do que a Torre Eiffel e pesará mais do que o equivalente a oito Airbus A380s.

A construção do complexo será concluída em 2018.

* Imagens: Reprodução/fonte;via

Que tal um passeio de barco por esse canal francês?

canal-du-midi-36

Fora do roteiro turístico mais conhecido da França, o Canal dos Dois Mares é um dos feitos mais notáveis da engenharia civil realizados no século XVII. Ele consiste, na verdade, em dois canais, o du Midi e o de Garonne, que ligam o Mar Mediterrâneo ao Oceano Atlântico.

Sua construção começou em 1667 e foi até 1681, sendo que ele foi criado para servir como rota marítima alternativa ao Estreito de Gibraltar, muito perigoso na época, por conta dos piratas que atacavam diversos navios mercantes, e das intensas tempestades que costumavam atingir o local.

Com o passar dos anos e a modernização do transporte terrestre, o tráfego de embarcações no canal foi diminuindo, e hoje, além de ter virado Patrimônio Mundial da UNESCO, ele é usado para turismo e esportes aquáticos, sendo possível caminhar por toda a extensão do canal, admirando tanto vinhedos como incríveis campos de girassóis.

canal-du-midi-75

canal-du-midi-112

canal-du-midi-36

canal-du-midi-42

canal-du-midi-92

canal-du-midi-52

canal-du-midi-69

canal-du-midi-82

canal-du-midi-102

canal-du-midi-136

canal-du-midi-122

canal-du-midi-142

Imagens © David McKelvey/Marcel Musil/jp.37/Tourisme en Occitanie/tourisme tarn et garonne/Gemma Llorensí Torrent/fonte:via

Descoberto texto antigo do “pai da medicina” em monastério egípcio

Talvez não haja na história um médico mais famoso do que Hipócrates. Muitos estudantes de medicina de hoje ainda proferem o juramento dessa antiga personalidade, que promete aderir a princípios médicos éticos. Enquanto os detalhes de sua vida permanecem na obscuridade (ainda se debate se ele de fato escreveu o juramento, ou mesmo alguns dos outros manuscritos que carregam seu nome), Hipócrates é amplamente considerado como o “pai da medicina ocidental”.

Agora, arqueólogos acreditam ter encontrado uma das receitas médicas do médico preservadas por estudiosos do século passado durante a renovação da biblioteca mais antiga do mundo, que continua ativa.

Ao realizar restaurações no Mosteiro de Santa Catarina, em Sinai do Sul – uma região remota em uma península no nordeste do Egito – as monges afirmam ter encontrado uma receita do século VI formulada pelo médico. A descoberta foi anunciada por funcionários dos governos egípcio e grego, que trabalharam com pesquisadores da Grécia.

O manuscrito contém uma receita médica que os pesquisadores atribuem ao trabalho de Hipócrates, durante os séculos IV e IV aC. O texto também traz três receitas com imagens de ervas que foram criadas por um escriba anônimo.

O manuscrito era um dos notáveis ​​Palimpsestes do Sinai da biblioteca. Os palimpsestes foram elaborados a partir de couro curtido, cuja produção, para a época, teria sido cara e laboriosa. Como resultado, o conteúdo original de muitos pergaminhos desses documentos foi apagado ou reescrito para permitir que a produção de um novo manuscrito.

No caso da receita medicinal hipocrática encontrada recentemente, uma segunda camada de texto da Bíblia, conhecida como “Manuscrito Sinaitic”, foi escrita sobre a cópia inicial.

O texto foi examinado por pesquisadores da Biblioteca Eletrônica de Manuscritos Antigos (a Early Manuscripts Electronic Library, ou EMEL), que mantém uma parceria contínua com o Mosteiro de Santa Catarina.

A EMEL usa imagens espectrais para ler os palimpsestes. A técnica é capaz de revelar o texto escondido sob a segunda camada do conteúdo manuscrito, revelando assim o que não pode ser visto a olho nu.

Em entrevista ao jornal egípcio Asharq Al-Aswat, Michael Phelps, pesquisador da EMEL, declarou: “O documento, que contém três textos médicos, será alistado entre os manuscritos mais antigos e os mais importantes do mundo”.

Cerca de 130 palimpsestes conhecidos estão no Mosteiro de Santa Catarina e o conteúdo da escrita apagada, que fica abaixo do texto visível, é amplamente desconhecido em muitos dos documentos.

A região, que se localiza em uma parte relativamente remota do deserto, foi usada pela primeira vez nos séculos III e IV por eremitas e eruditos religiosos. Uma vez que as muralhas e a igreja que cercam a localização histórica foram construídas no século VI, o mosteiro tem sido habitado por monges desde então. Um pequeno número deles ainda vivem e trabalham no mosteiro até hoje, onde observam práticas inalteradas nos últimos séculos.

A própria biblioteca contém cerca de 3.300 manuscritos, escritos principalmente em grego; no entanto, textos escritos em aramaico, georgiano, árabe e latim também foram recuperados.Fonte:[via] [NationalGeographic]

Este casal transformou um antigo ônibus escolar numa linda casa móvel

A imagem pode conter: céu, atividades ao ar livre e natureza

Chegou um dia na vida do casal Ben e Mande Tucker, de Michigan, Estados Unidos, onde eles realizaram que uma vida normal não era para eles. Decidiram então comprar um ônibus escolar de 92, reformá-lo e transformar o local em sua nova residência.

Apelidado de Fern pelo casal, Ben conta que já havia passado por uma aventura parecida quando mais jovem, mas com seus amigos. “Desde então, sempre sonhei em fazer isso com a Mande”, contou ao Dailymail.

O casal já rodou mais de 6 mil quilômetros, sendo que o objetivo deles é chegar até o Canadá. De acordo com Ben, eles costumam acordar bem cedinho, assim que o sol nasce, para aproveitar a cidade onde estão, geralmente praticando esportes como ciclismo e remo. “Estamos incrivelmente agradecidos por estar vivendo este capítulo das nossas vidas, e incentivamos a todos que quiserem seguir esse estilo de vida”, finalizou o nômade.

18920941_630792233797676_3784422674383000025_o

18320592_613665085510391_61570740374313632_o

18192680_612436428966590_4350118052483603757_o

18922613_630344083842491_2830118096938658608_o

18055927_609580379252195_5462492658804117504_o

19956691_646177085592524_3741879760056969057_o

19944202_646666195543613_2662338231127118447_o

19780606_645644398979126_4084140231968629916_o

19621215_643879102488989_9129237181603037969_o

19620900_644926572384242_6033281539136495701_o

19453228_638120843064815_2476061335936439657_o

19442010_639936409549925_3537955092427191215_o

19417494_637149836495249_6458482754582508561_o

19264435_636517063225193_2225333157032348388_o

19250577_636067103270189_5402694286316229478_o

19025140_632837280259838_7643290586395054094_o

18953272_629825540561012_9150339925871638563_o

Imagens © Reprodução Facebook/fonte:via

Este instrutor de voo decidiu fotografar as pontes mais incríveis do mundo

03

Jassen Todorov não é apenas um fotógrafo. Ele é um piloto licenciado, professor de música na Universidade Estadual de São Francisco e um aclamado violinista que atuou e ensinou em toda a América do Norte, Europa, Ásia e Austrália.

Ele cresceu na Bulgária em uma família de músicos e começou a tocar violão aos 5 anos. Seu fascínio pelo voo começou aproximadamente ao mesmo tempo. Seu avô costumava levá-lo ao aeroporto em Sofia para assistir os aviões decolarem e pousarem.

Ele começou a voar em 2002 e agora é licenciado como piloto privado e instrutor de voo. Já na área das imagens, suas fotos foram publicadas pela National Geographic, The Guardian, China News, USA Today, The Telegraph e vários outros meios de comunicação.

Como possui dois talentos tão distintos, ele aproveitou e para se especializar em fotos aéreas. Em uma de suas séries, ele clicou algumas das mais belas pontes do mundo.

Confira:

São Francisco, Estados Unidos
01

Londres, Inglaterra
03

A Glen Canyon Bridge e Dam no Arizona, Estados Unidos
04

Ponte de Sete Milhas, Flórida, Estados Unidos
05

No sul da Islândia, Todorov capturou a beleza de uma das muitas pontes que atravessam os rios glaciares da região
06

Nos pântanos da Andaluzia, Espanha, existem várias pontes que permitem o tráfego de veículos para atravessar a área
07

A San Francisco-Oakland Bay Bridge tem duas seções de comprimento aproximadamente iguais, conectando-se através da Ilha de Yerba Buena
08

A Ponte Old Vicksburg no Mississippi foi construída em 1930 e está listada no Registro Nacional de Lugares Históricos
09

Ponte da Papa liga Cádiz com Puerto Real, Espanha
010

* Imagens: Jassen Todorov fonte:via

Porque concreto romano de 2 mil anos é muito melhor do que o que produzimos hoje

Um dos mais fascinantes mistérios da Roma Antiga é a impressionante longevidade de suas estruturas portuárias.Apesar de ser bombardeado por ondas do mar há 2.000 anos, o concreto romano segue firme e até se fortalece com o tempo, enquanto nossas misturas modernas corroem em meras décadas.Agora, os cientistas estão mais perto de descobrir a receita incrível por trás desse fenômeno.

Composição

Pesquisadores liderados pela geóloga Marie Jackson, da Universidade de Utah, nos EUA, mapearam a estrutura cristalina de amostras de concreto romano coletado de vários portos ao longo da costa italiana, descobrindo com precisão como esse material antigo se solidifica ao longo do tempo.

O concreto moderno é tipicamente feito com cimento, uma mistura de areia de sílica, pedra calcária, argila, giz e outros ingredientes fundidos. Pedaços de rocha e pedra são agregados a esta pasta. Esse “agregado” tem que ser inerte, porque qualquer reação química indesejada pode causar fissuras no concreto, levando a erosão e desmoronamento. É por isso que o concreto não tem a longevidade das rochas naturais.

 

Mas não é assim que o concreto romano funciona. Ele é criado com cinzas vulcânicas, lima e água do mar, aproveitando uma reação química que os romanos podem ter observado em depósitos de cinzas vulcânicas naturalmente cimentadas, chamados de tufo ou pedra-pomes.

A essa mistura, os romanos adicionavam mais rocha vulcânica como agregado, o que continuava a reagir com o material, tornando o cimento muito mais durável.

O segredo

Usando técnicas avançadas como microscopia eletrônica, micro difração de raios-X e espectroscopia Raman, os cientistas identificaram os grãos minerais produzidos no antigo concreto ao longo dos séculos.Os pesquisadores estavam particularmente interessados na presença de tobermorita de alumínio, um mineral à base de sílica resistente, muito raro e difícil de fazer no laboratório, mas abundante no concreto antigo.

Na verdade, a tobermorita e um mineral relacionado chamado filipsita crescem no concreto romano graças à água do mar que desliza em torno dele, dissolvendo lentamente a cinza vulcânica e dando espaço para desenvolver uma estrutura reforçada a partir desses cristais interligados.

“Os romanos criaram um concreto parecido com uma rocha que prospera em troca química aberta com água do mar”, explica Jackson.

 

Substitutos

Isso é exatamente o oposto do que acontece no concreto moderno, que se desgasta quando a água salgada lava os compostos que mantêm o material unido.A concretização da forma como os romanos a faziam seria uma bênção para a indústria moderna da construção, especialmente para estruturas costeiras, como pilares constantemente maltratados pelas ondas ou marés.

Só que, infelizmente, não existe nenhuma receita pronta perdida por aí. Logo, os cientistas ainda precisam trabalhar duro para tentar recriar o material antigo através de engenharia reversa, ou seja, com base no que aprendemos sobre suas propriedades químicas. Além disso, as fontes que os romanos usavam não são exatamente acessíveis.

“Os romanos tiveram sorte no tipo de material disponível que tinham para trabalhar”, afirma Jackson. “Nós não temos essas rochas em grande parte do mundo, então teria que haver substituições”.

Fonte:via [ScienceAlert]

China constrói a fazenda solar mais fofa do mundo com o desenho de um panda gigante

A energia renovável acabou de receber uma injeção de fofura graças à Panda Power Plant, uma nova fazenda solar instalada na província de Shanxi, na China. A fazenda mais fora do convencional do mundo tem a forma de um panda e terá capacidade de 100 mw quando estiver completamente terminada.

panda-green-energy-china-1

A iniciativa da Panda Green Energy, em cooperação com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, faz parte de um impulso para educar os jovens chineses sobre energia sustentável. Consequentemente, um centro de atividades na fazenda solar orientará educadores locais sobre energia solar e seus benefícios. Desde o início da construção em novembro de 2016, o projeto progrediu rapidamente e a primeira fase está completa, com um panda de 50 mw conectado à rede.

Para obter a forma dessas criaturas peludas, a Panda Green Energy usou células solares de silicone monocristalino para as porções pretas e células solares de película fina para a face e a barriga brancas e cinzentas. Além de ser uma atitude muito fofa, a empresa deu um grande passo em mover a China em busca de soluções verdes em relação ao uso racional de energia.

panda-green-energy-china-2

A usina Panda de 100 mw fornecerá 3,2 bilhões de kWh de eletricidade verde em 25 anos, o equivalente a economizar 1,056 milhões de toneladas de carvão ou a reduzir 2,74 milhões de toneladas de emissões de dióxido de carbono.

Esta primeira usina Panda é apenas o começo. A Panda Green Energy revelou que pretende construir mais fazendas solares nos próximos 5 anos como parte do programa Panda 100. O objetivo é construir as áreas de Belt e Road que fazem parte da estratégia de desenvolvimento econômico do presidente Xi Jinping.

Todas as imagens: Reprodução/fonte:via