Pilares de Lena: a imponente floresta de pedra do leste da Rússia

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Por mais abundante e onipresente que sejam as belezas naturais do planeta, muitas vezes algumas joias a natureza nos esconde, e exige especial dedicação para que possamos aprecia-las. É o caso da incrível floresta de pedra de Lena, em Yakutsk, na Sibéria, uma das mais espetaculares maravilhas naturais da Rússia, onde os Pilares de Lena se estendem por dezenas de quilômetros à beira de um rio: para alcançar o local é preciso viajar por horas de avião até a região, e atravessar um passeio de barco por quatro dias.

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E o esforço definitivamente vale a pena: as formações de pedra de cerca de 500 milhões de anos crescem à alturas de até 150 metros rumo ao céu. As extremas temperaturas no Parque Natural Pilares de Lena – mais de 40 graus no verão, e cerca de -60 graus no inverno – provocam um processo criogênico nos pilares que fragmenta as pedras, criando os vãos entre elas feito fosse um bosque de pedras.

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O local foi decretado como Patrimônio Mundial em 2006, também por ser reduto de centenas de tipos de fósseis primitivos, como de mamutes, bisões e rinocerontes, assim como de milhares de outros registros ancestrais da vida na Terra. Acima de tudo, porém, a beleza estonteante e quase assombrosa do lugar nos lembra de como a criatividade e o impacto da natureza é efetivamente insuperável.

© fotos: reprodução/fonte:via

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Americano descobre que seu peso de porta é na verdade um meteorito, e ele vale US$ 100.000

Um americano de Michigan descobriu recentemente que a rocha de 10 quilos que serviu como peso de porta durante décadas em sua fazenda é na verdade um meteorito que vale mais de US$ 100.000 (no câmbio atual, cerca de R$ 383 mil).

De acordo com um comunicado de imprensa da Universidade Central Michigan (EUA), o homem, que pediu para permanecer anônimo, obteve o meteorito em 1988, quando comprou uma fazenda em Edmore, no estado americano.

Quando o proprietário o levou para conhecer o galpão, o homem lhe perguntou sobre a grande rocha estranha que mantinha a porta aberta.

“Um meteorito”, disse o fazendeiro com naturalidade. Ele prosseguiu contando que na década de 1930 ele e seu pai viram a rocha cair à noite em sua propriedade, fazendo um barulho muito forte. De manhã, encontraram a cratera e a escavaram, retirando o meteorito ainda estava quente de dentro dela.

Presente valioso

O agricultor disse ao homem que, como a rocha era parte da propriedade, ele poderia ficar com ela.

Décadas depois, o americano decidiu levar a rocha para a geóloga Mona Sirbescu, da Universidade Central Michigan, inspecioná-la. A pesquisadora analisou a rocha com raios-X no início deste ano.

Sua composição, 88% de ferro e 12% de níquel, provou que se tratava mesmo de um meteorito. Um exame posterior do Instituto Smithsonian verificou a conclusão.

Uma vez que meteoritos valem de 50 centavos a 50 dólares por grama, dependendo da raridade dos elementos que contêm, o preço estimado da rocha de 10 kg do americano de Michigan é de US$ 10 por grama.

Tanto o Smithsonian quanto um outro museu de Maine estão pensando em comprar o meteorito.

Improvável

Essa história maluca significa que você também deve levar sua coleção de rochas antigas para ser verificada? Quem sabe há um meteorito potencialmente valioso entre elas.

Só que provavelmente não – Sirbescu explica que quase todas as pedras que as pessoas lhe trazem para inspeção não vieram do espaço.

fonte:via [Gizmodo]

Garotinha encontra espada de 1.500 anos em um lago sueco

Uma garota de oito anos encontrou sem querer uma espada de 1.500 anos no lago Vidöstern, na Suécia.

Saga estava com seu pai Andy Vanecek passeando na cidade de Småland, quando sentiu algo duro e metálico na água.

A menina puxou o objeto misterioso do lago e descobriu que tinha uma alça, uma bainha e uma lâmina longa e enferrujada.

Saga pensou que se tratava de uma espada viking, mas uma análise do museu de história local revelou que o objeto era muito mais antigo.

O que sabemos

“Presume-se que a espada tenha cerca de 1.500 anos de idade”, disse Mikael Nordström, chefe de arqueologia, conservação e preservação do Museu do Condado de Jönköping, na Suécia.

Segundo Nordström, ela parece ter sido forjada no século V ou VI, enquanto a era viking começou por volta do final do século VIII.

O objeto tem cerca de 85 centímetros de comprimento e foi encontrado envolto em uma bainha feita de couro e madeira. Está notavelmente bem preservado para um pedaço de metal que presumivelmente passou mais de mil anos em um lago.

Investigações

Por enquanto, sabe-se muito pouco sobre a espada. Os pesquisadores não têm ideia de como chegou lá.

“Quando vasculhamos [lago] há algumas semanas, encontramos outro objeto pré-histórico; um broche de aproximadamente o mesmo período que a espada, o que significa – não sabemos ainda – que talvez seja um lugar de sacrifício”, sugeriu Nordström.

Uma terceira expedição ao lago produziu apenas uma moeda do século XVIII. Até agora, nenhum outro artefato pré-viking.

Quaisquer que sejam os segredos da “espada no lago”, não devemos descobri-los tão já. De acordo com o jornal The Local, Saga generosamente doou o objeto ao Museu do Condado de Jönköping, onde os especialistas trabalharão para conservá-lo por cerca de um ano antes de finalmente colocá-lo em exposição.

A investigação da área do lago Vidöstern continua.

fonte:via [LiveScience]

Sorte é poder ver a aurora boreal em um iglu de vidro na Finlândia

A natureza é perfeita e capaz de nos oferecer verdadeiros espetáculos, mas talvez o fenômeno que mais nos encanta, seja a aurora boreal. Pela raridade, beleza ou dificuldade em observar o céu ficar verde, observar a aurora boreal é sonho de 9 entre 10 mortais. O fenômeno só acontece na Escandinávia, Alasca, Canadá, Groenlândia e Rússia ,e a novidade é que, se antes somente os corajosos podiam ter esse gostinho, agora já existem diversas hospedagens confortáveis para quem quer ter uma noite inesquecível.

Na Lapônia finlandesa, um dos locais onde a probabilidade de observar o fenômeno é grande – talvez a maior, é possível entrar em contato com a aurora boreal, do conforto da sua cama. Este fantástico hotel, onde os quartos são confortáveis iglus com tetos de vidro, fica nas margens do Lago Ranuanjärvi, em um cenário que mais parece filme de fantasia.

As cabines do Arctic Fox Igloos possuem quarto, cozinha completa, banheiro privativo e sauna, mas o ponto forte é sua localização e chance de ver a aurora boreal, deitado na cama ou tomando um vinho, sem precisar se aventurar no frio alucinante do lado de fora. Para ter uma experiência completa, o hotel também oferece passeios de trenó e safáris na neve. Ficou com vontade? Nós também!

Fotos: Arctic Fox Igloos /fonte:via

Fotógrafo comprova que pequeno país une as belezas da Bolívia e de uma capital europeia

Um dos menores países do mundo, capaz de caber 19 vezes dentro do estado da Califórnia, em que 60% de seu território é composto por desertos, Israel é também um dos mais importantes – e belos – locais do planeta. Estão lá, é claro, alguns dos mais icônicos pontos turísticos e religiosos do mundo e, mesmo tendo somente 70 anos como um estado independente, sua história remonta há mais de 3000 anos. Foi para sublinhar as belezas e as virtudes da única democracia liberal em meio a uma das mais turbulentas regiões do mundo que o fotógrafo Noam Chen decidiu registrar as paisagens de seu país.

Sua premissa é apontar para as belezas naturais e arquitetônicas de uma Israel um tanto desconhecida para o grande público, acostumado a pensar no país como um local de disputas e guerras, e nada mais. “Olhando somente para essas fotos, provavelmente ninguém adivinharia onde são”, ele escreveu. Para além da influência política, Noam quis fotografar as belezas de seu país de nascimento que, segundo ele, “rivalizam com qualquer outro país do mundo”. O fotógrafo registra as paisagens e construções de Israel desde os 10 anos de idade.

Trata-se de um local que reúne campos de flores que mais parecem na Holanda, ruas e cidades que lembram a beleza de algumas capitais europeias, florestas como que tropicais, neve e mares como no mediterrâneo, cavernas, ruínas, castelos e até mesmo metrópoles modernas e urbanas – além, é claro, da beleza estonteante dos desertos. Esquecendo um pouco o caos político da região, Israel de fato traz um pouco da beleza do mundo todo.

© fotos: Noam Chen/fonte:via

Estas fotografias em tamanho real são verdadeiras portas para outras dimensões

Se uma imagem vale mais do que mil palavras, as fotografias de Chris Engman são capazes de nos transportar para um outro universo. O fotógrafo – baseado em Los Angeles, é especialista em ilusões de ótica, porém com um detalhe muito especial: suas fotos são em grande escala e por isso mesmo, verdadeiras portas para outras dimensões.

Sua última série – Containment (contenção), é composta por mais de 300 impressões gigantes, que podem levar o observador a adentrar um deserto perdido, uma floresta densa, um refrescante riacho ou até mesmo, uma casa abandonada.

O artista explica que, se observarmos suas fotos a uma certa distância, elas parecem bastante reais, porém conforme nos aproximamos, elas começam a se distorcer, estando justamente aí, a grande ilusão!

Fotos: Chris Engman /fonte:via

Conheça as primeiras selecionadas como melhores fotografias de Instagram de 2018

O Instagram criou uma nova maneira de se tirar e compartilhar fotografias, sem que precisemos de um equipamento profissional. Qualquer um pode tirar fotografias incríveis a partir de seu smartphone, fazer melhorias com a imensa oferta de aplicativos de edição de imagem e, compartilhar a partir de uma das redes sociais mais utilizadas do mundo.

Foi para celebrar a democratização da fotografia, que a empresa Photobox lançou neste ano o prêmio PIPAsPhotobox Instagram Photography Awards, que vai escolher fotografias de pessoas comuns para compor uma exposição, no final do ano, em Londres. Mais de 180 mil fotografias foram submetidas para o concurso, totalmente de graça, desde que utilizassem a hashtag #THEPIPAS2018, com menção ao @photoboxuk.

Algumas fotos já foram escolhidas, no dia 3 de outubro, pelo júri, que é composto por profissionais da área, como a editora-chefe da Cosmopolitan – Farrah Storr ou o ex-editor de fotografia do The Guardian – Eamonn McCabe. Está curioso para saber quais foram estas fotos? Separamos algumas para vocês!

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@andresson.photography

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