Esse é o primeiro anticoncepcional injetável masculino do mundo

Pesquisadores indianos concluíram seus testes clínicos do primeiro anticoncepcional masculino injetável do mundo e agora estão aguardando aprovação do Controlador Geral de Drogas da Índia, órgão nacional que regula a venda de substâncias farmacêuticas no país, para poder comercializá-lo.

RISUG

O anticoncepcional é chamado de RISUG, sigla em inglês para “reversible inhibition of sperm under guidance” ou “inibição reversível do esperma sob orientação”.

O produto é injetado em uma região próxima aos testículos usando anestesia e seus efeitos inibidores da gravidez duram até 13 anos. De acordo com os cientistas, os testes do anticoncepcional envolveram cerca de 300 homens e tiveram uma taxa de sucesso de mais de 97%.

“O produto está pronto, com apenas aprovações regulatórias pendentes”, disse um dos autores da pesquisa, o Dr. R. S. Sharma do Conselho Indiano de Pesquisa Médica, ao Hindustan Times.

Funcionários do governo indiano já adiantaram que a aprovação levará pelo menos seis a sete meses, no entanto.

Vantagens

O RISUG é um método de controle de natalidade basicamente permanente, por sua grande duração, mas bem melhor que a vasectomia, por exemplo, que não é reversível.

A nova injeção indiana implanta um polímero no ducto deferente masculino, o canal muscular que conduz os espermatozoides do local onde são armazenados, efetivamente bloqueando o esperma de sair desse canal. Caso um homem não queira mais bloquear seu esperma, uma segunda injeção pode quebrar esse polímero.

Por outro lado, a vasectomia envolve uma cirurgia complicada com a cauterização do ducto deferente, sendo que sua reversão nem sempre é eficaz.

fonte:via [LiveScience]

Esqueletos de bebês usando "capacetes" feitos de crânios de outras crianças choca arqueólogos

Arqueólogos descobriram esqueletos de bebês de 100 aC “adornados” com capacetes feitos dos crânios de outras crianças no sítio arqueológico Salango, no centro do Equador.

O macabro ritual fúnebre é o primeiro de seu tipo a ser observado.

A descoberta

Os túmulos tinham cerca de 2.100 anos e pertenciam ao povo Guangala. A escavação de 11 indivíduos ocorreu entre 2014 e 2016, dentre eles os dois bebês usando “capacetes cranianos” de outras crianças.

Mais pedaços de crânio também foram colocados ao redor da cabeça dos bebês recém-nascidos mortos.

Uma vez que os pesquisadores notaram que se tratavam de duas camadas de crânio, decidiram remover todo o solo e terminar a escavação em laboratório, para ajudar na preservação dos esqueletos.

“Quando analisei os restos mortais em 2017, na verdade terminamos de escavá-los em laboratório, o que levou a descobertas mais detalhadas sobre a idade dos indivíduos primários e dos crânios extras”, disse a principal autora do estudo, a antropóloga Sara Juengst da Universidade da Carolina do Norte (EUA).

Capacetes estranhos

Os cortes nos crânios utilizados como “capacete” indicam que eles foram propositalmente removidos de outros corpos e posicionados ali.

O primeiro bebê tinha 18 meses de idade e usava o crânio de uma criança de 4 a 12 anos. O segundo tinha entre 6 e 9 meses e usava o crânio de uma criança entre 2 e 12 anos. Nenhum dos esqueletos exibia sinais de trauma.

Também não haviam indicações de que as crianças haviam sido sacrificadas.

O fato de os dois crânios externos serem provenientes de crianças foi considerado “particularmente estranho”, porém, uma vez que é muito mais comum que crânios de adultos fossem manipulados nos Andes pré-hispânicos.

Por quê?

Os pesquisadores não sabem dizer qual o motivo por trás de tal ritual funerário. Além do “capacete” e dos pedaços de crânio em volta dos dois bebês, haviam também outros objetos como figuras de pedra.

Uma das hipóteses é de que o “capacete” serviria como proteção ou empoderamento das crianças na vida após a morte – na cultura local, as almas das crianças eram consideradas “pré-sociais” ou “selvagens”.

Segundo Juengst, os túmulos foram encontrados em cima de uma camada de cinza vulcânica, o que pode estar ligado a uma erupção na região e uma consequente falta de alimentos. Por enquanto, no entanto, os cientistas precisam de mais evidências para estabelecer conexões entre esses eventos.

Pode até parecer grotesco, mas…

Embora a colocação de crânios como capacetes na cabeça de bebês pareça algo simplesmente bárbaro para nós, Juengst lembra que é preciso deixar preconceitos modernos de lado ao examinar culturas diferentes e antigas.

“Nossa concepção de morte se baseia em nossas visões médicas, religiosas e filosóficas modernas. O povo Guangala tinha sua própria concepção do cosmos, do que acontece após a morte e do significado dos corpos humanos. Embora as pessoas sejam geralmente avessas a lidar com cadáveres, há muitos precedentes em todo o mundo de culturas que não têm essa aversão – precisamos pensar nas coisas em seu próprio contexto e tentar manter nossos próprios preconceitos ou ideias sobre ‘certo/errado’ fora da análise”, explicou ao portal Gizmodo.

Em outras palavras, as razões por trás deste tipo de enterro são provavelmente mais complexas do que imaginamos.

Um artigo sobre a descoberta foi publicado na revista científica Latin American Antiquity.

fonte via [Gizmodo]

Cirurgiões mostram como são os pulmões de uma pessoa após 30 anos fumando, e é chocante

De acordo com o portal The Bored Panda, fumantes têm duas vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco e 30 vezes mais chances de ter câncer de pulmão em comparação com os não fumantes.

Só que você provavelmente já sabia disso. Viciado em cigarro ou não, a maioria das pessoas tem informação suficiente para conhecer os males que ele causa. A possibilidade de ficar doente, porém, é muito abstrata para ser considerada.

Agora, o que você acha que olhar para os danos em primeira mão? É uma imagem poderosa, te garanto. Tanto que médicos chineses a postaram na internet com a legenda “você ainda tem coragem de fumar?”

Pulmões de um fumante

Os pulmões acima pertenciam a um homem de 52 anos que faleceu devido a doenças pulmonares.

Nem é necessário dizer que ele fumou por 30 anos, não é mesmo? Só assim para ficar com órgãos tão enegrecidos e inflados, em comparação com os pulmões cor de rosa de uma pessoa saudável.

As imagens e vídeo chocantes foram feitos por cirurgiões designados para coletar os órgãos do paciente. Ele havia se inscrito como doador, mas, infelizmente, quando o abriram, os médicos rapidamente perceberam que não poderiam usar suas partes.

Segundo o cirurgião que liderou a operação, o Dr. Chen Jingyu do Hospital Popular de Wuxi, na China, o paciente não foi submetido a uma tomografia computadorizada antes de ser declarada sua morte encefálica. Testes iniciais do índice de oxigenação pareciam bons, mas quando a equipe começou a colher os órgãos, notou que eles não eram adequados para doação. fonte via [TheBoredPanda]

Eles tiveram metade do cérebro removido. Isso foi o que aconteceu depois

Um novo estudo do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, EUA) descobriu que pessoas que tiveram metade do cérebro removido quando crianças estão vivendo vidas absolutamente normais.

Hemisferectomia

O estudo envolveu seis pessoas nos seus 20 e 30 anos que passaram por uma hemisferectomia quando crianças – a mais nova quando tinha apenas 3 meses e a mais velha 11 anos.

Esse procedimento radical envolve retirar metade do cérebro do paciente, geralmente como uma forma radical de tratamento para epilepsia grave. Retirar todo um hemisfério cerebral às vezes é a única coisa que faz o indivíduo parar de ter convulsões superperigosas.

Os pesquisadores sabiam que pacientes que passaram por hemisferectomias podiam viver normalmente, mas queriam analisar em mais detalhes o nível de função neural e conectividade nestes indivíduos.

Para isso, realizaram ressonância magnética em todos os seis pacientes.

Resultados surpreendentes

Os cientistas registraram a atividade cerebral em áreas como visão, movimento, emoção e pensamento nos pacientes.

Os resultados foram então comparados com seis indivíduos saudáveis que não haviam removido nenhuma parte do cérebro.

Enquanto a equipe esperava ver uma atividade neural mais fraca nas pessoas com apenas metade do cérebro, para surpresa geral isso não aconteceu.

“As pessoas com hemisferectomias que estudamos tinham um funcionamento notavelmente alto. Elas têm habilidades de linguagem intactas. Quando as coloquei no scanner, papeamos do mesmo jeito que com centenas de outras pessoas que escaneei”, disse uma das autoras do estudo, Dorit Kliemann.

Compensação

Na verdade, as ressonâncias apontaram que a comunicação e a atividade neurais dos pacientes eram normais, sendo que eles possuíam inclusive comunicação mais forte do que indivíduos saudáveis entre redes regulatórias diferentes.

De acordo com o Dr. Joseph Sirven, professor de neurologia da Clínica Mayo (EUA), esse grau de compensação é notável.

“Se pudéssemos descobrir como o cérebro compensa nesse cenário dramático e aproveitar esse mecanismo compensatório para pacientes afetados por acidente vascular cerebral, lesão cerebral traumática ou outras condições, isso seria muito importante”, observou o membro da Academia Americana de Neurologia, que não fez parte do estudo.

De fato, os pesquisadores concordam que os resultados podem ter implicações no tratamento de pacientes com lesões cerebrais menores que acabam tendo muito mais efeitos colaterais no seu dia a dia.

Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica Cell Reports. fonte via [Futurism, HealthDay]

O fotógrafo Tim Flach faz retratos impressionantes de pássaros incomuns e ameaçados de extinção

O fotógrafo Tim Flach é especializado em retratar animais, dos mais comuns aos mais bizarros.

A série abaixo reúne algumas de suas melhores imagens de belos pássaros ameaçados de extinção, seja por conta de perda de habitat natural, mudança climática ou atividade humana.

As aves são posicionadas contra um sóbrio fundo preto, em representações impressionantes:

Pelos olhos de Flach: o mundo animal

Flach já fotografou outros animais em perigo crítico de desaparecimento, como o pangolim (um mamífero manídeo), o sauim-de-coleira (um sagui da Amazônia), o saiga (um antílope originário da Eurásia) e o esturjão-branco (um peixe do Mar Negro e Cáspio).

Nem só de animais curiosos e raros vive o homem, no entanto. Flach também já publicou diversos livros centrados em espécies como cavalos e cachorros.

Em seu website, Flach é descrito como um artista com “interesse na maneira como os seres humanos moldam os animais e seu significado enquanto exploram o papel das imagens na promoção de uma conexão emocional”. Seu objetivo seria trazer à vida “a complexidade do reino animal” ao destacar várias espécies diferentes unidas por uma estilização pessoal.

Para saber mais do trabalho do fotógrafo, acesse sua página pessoal ou siga-o na plataforma Instagram. fonte:via [Colossal]

Já houve nove espécies de seres humanos na Terra, agora há apenas uma

Embora hoje exista apenas uma espécie de ser humano na Terra, há 300 mil anos foi identificada a existência de nove. É o que fala o artigo do professor de paleontologia e biologia evolutiva na Universidade de Bath, no Reino Unido, Nick Longrich, sobre a extinção de outras espécies de seres humanos publicado no The Conversation. O professor defende que essa extinção pode ter sido causada pelos próprios humanos.

Os Neandertais eram caçadores atarracados, adaptados às estepes frias da Europa. Na Ásia viviam os Denisovanos, o mais primitivo Homo erectus habitava a Indonésia e o Homo rhodesiensis ficava na África Central.

Outras espécies de baixa estatura e com cérebros pequenos sobreviveram paralelamente a essas como Homo naledi (África do Sul), Homo luzonensis (Filipinas), Homo floresiensis (Indonésia) e o povo da Caverna do Veado Vermelho na China. É provável que ainda mais espécies sejam descobertas.

A extinção de espécies

Há 10 mil anos essas espécies tinham todas desaparecido, o que se assemelha a uma extinção em massa. Mas esse momento não é marcado por nenhuma catástrofe natural óbvia, destaca o professor. Assim, a sugestão é de que ela tenha sido causada pela propagação de nova espécie, Homo sapiens, que evoluiu entre 260 mil e 350 mil anos atrás na África do Sul.

A disseminação de seres humanos modernos fora da África é um evento de mais de 40 mil anos. Ele causou uma sexta extinção em massa com duração a partir do desaparecimento de mamíferos da Era do Gelo até a destruição de florestas tropicais pela civilização atual.

Nós somos uma espécie especialmente perigosa, salienta Longrich, porque caçamos diversos animais até a extinção, destruímos espaços naturais para a agricultura e provocamos alterações no clima do planeta.

Além disso, como competimos por recursos e terras, somos mais perigosos para outras populações humanas. Não há muitos motivos para pensar que os primeiros Homo sapiens fossem menos territoriais e violentos do que os humanos de hoje.

Há quem tenha identificado os primeiros caçadores-coletores como sendo pacíficos, com a argumentação de que é a cultura que cria violência, não nossa natureza. Mas há indícios científicos de que tinha guerra intensa na cultura primitiva.

Evidências da violência

As disputas no período Neolítico tinham maior índice de mortalidade do que as duas Guerras Mundiais, com uso de táticas e armamentos. Essa violência pode ser identificada em ossos e artefatos antigos.

Um exemplo é o massacre de 27 pessoas, entre elas homens, mulheres e crianças, inclusive uma gestante. Isso ocorreu há mais de 10 mil anos e ficou documentado no sítio arqueológico Nataruk no Quênia, com os restos mortais que apresentavam crânios rachados e graves lesões.

Esqueletos Neandertais mostram padrões de trauma compatíveis com os de guerras. No entanto, armas sofisticadas conferiram vantagem ao Homo sapiens. Além disso, ferramentas e cultura complexas podem ter permitido coletar maior variedade de alimentos, assim alimentando tribos maiores, o que pode ter representado vantagem estratégica.

A arte rupestre e instrumentos musicais indicam a capacidade de pensamento abstrato e comunicação. Essa pode ter sido a arma mais poderosa da espécie, porque sugere a capacidade de planejar, criara estratégias, manipular e enganar.

É difícil testar essa ideia devido ao fato de os registros fósseis estarem incompletos. Entretanto, os fósseis de registro arqueológico relativamente completo na Europa sugerem que os Neandertais desapareceram poucos milhares de anos após nossa chegada.

Os motivos da extinção

Traços de DNA de outras espécies encontrado em alguns grupos sugere que nós não apenas substituímos elas, mas nos encontramos e acasalamos. Ou seja, essas outras espécies desapareceram apensa após nos encontrarmos.

A questão que fica, nesse caso, é o motivo de nossos ancestrais terem exterminado seus parentes. E a resposta está no crescimento populacional. Sem controle, historicamente dobramos nosso número a cada 25 anos. Depois de os humanos se tornarem caçadores cooperativos não tiveram predadores.

Com a grande quantidade de pessoas e falta de alimentos em decorrência de secas ou invernos rigorosos ocorreria, inevitavelmente, a disputa entre tribos por alimentos e território.  Portanto, embora a eliminação de outras espécies não tenha sido planejada, levou à destruição dos oponentes a e à tomada do território.

Ainda assim, a extinção dos Neandertais levou milhares de anos. Isso, em parte, porque o Homo sapiens primitivo não tinha vantagens que apareceram mais tarde. Em boa parte esse processo foi apoiado na agricultura e doenças epidêmicas que devastaram os oponentes.

No entanto, os Neandertais, possivelmente, tinham inteligência aproximada a nossa, porque para terem sobrevivido por tanto tempo devem ter vencido diversas batalhas.

fonte via [Science Alert, The Conversation, Nature]

Finalmente descobrimos a frequência cardíaca de uma baleia-azul e você não vai acreditar: estudo

Um novo estudo da Universidade de Stanford e da Universidade da Califórnia (EUA) realizou medições inéditas da frequência cardíaca do maior animal da Terra, a baleia-azul.

Os resultados são tão extremos que surpreenderam até os cientistas.

As descobertas sobre o sistema cardiovascular da baleia-azul indicam que ela não somente é o maior animal que já viveu na Terra, como nunca será superada por nenhuma outra criatura.

Maior dos maiores

As baleias-azuis podem alcançar até 30 metros de comprimento e cerca de 173.000 quilogramas. Apenas um desses animais equivale a 28 elefantes-africanos, o maior animal terrestre vivo hoje.

Nem mesmo o titanossauro, maior animal terrestre que já existiu, chegou sequer perto disso – o Patagotitan mayorum, por exemplo, pesava “apenas” 69.000 quilogramas.

A baleia-azul só pode ficar tão grande porque vive na água. Nenhuma criatura desse tamanho conseguiria sustentar tal peso em terra.

E o novo estudo americano descobriu algumas das artimanhas que permitem que a baleia ocupe este posto, especificamente seu sistema cardiovascular altamente especializado.

Deixa eu grudar uma ventosa aqui

Medir a frequência cardíaca de uma baleia-azul, como você já deve ter imaginado, não é uma tarefa das mais fáceis.

A solução dos pesquisadores foi criar um eletrocardiograma personalizado que foi anexado a uma baleia-azul macho de 15 anos usando ventosas.

“Sinceramente, pensei que era um tiro no escuro, porque tínhamos que acertar muitas coisas: encontrar uma baleia-azul, colocar a ventosa no local certo, obter bom contato com a pele da baleia e, é claro, garantir que o eletrocardiograma estava funcionando e gravando dados”, explicou um dos autores do estudo, o biólogo marinho Jeremy Goldbogen, da Universidade de Stanford, em um comunicado.

Os dados coletados mostraram que o animal chegou a mergulhar a 184 metros de profundidade e a permanecer debaixo d’água por 17 minutos.

Frequência cardíaca lentíssima

É o coração das baleias que permite que elas fiquem debaixo d’água por períodos tão prolongados de tempo. Para surpresa dos biólogos, durante um mergulho profundo, a frequência cardíaca de uma baleia-azul foi em média de 4 a 8 batimentos por minuto, e chegou a apenas 2 batimentos por minuto. Esse resultado é 30 a 50 vezes menor do que o esperado.

Para se ter uma noção de quão lento isso é, em descanso, a taxa normal de batimentos cardíacos dos seres humanos é de 60 a 100 por minuto.

A frequência lentíssima da baleia permite que ela conserve seu suprimento de oxigênio no sangue. Quanto está em busca de comida, por outro lado, ela faz mergulhos energéticos para “engolir” pequenas presas e sua frequência aumenta em 2,5 vezes em comparação com a taxa mais pausada, o que demonstra a flexibilidade do seu sistema cardiovascular.

De volta à superfície, o coração da baleia-azul bate a 25 a 27 vezes por minuto, em média. É nesse momento que o animal trabalha para reabastecer seu suprimento de oxigênio no sangue.

Segundo os pesquisadores, a frequência cardíaca vagarosa é possível graças a uma parte elástica do corpo da baleia chamada de arco aórtico. Esse arco transporta sangue para todo o corpo gigantesco do animal, contraindo-se lentamente para manter o fluxo durante o longo intervalo entre as batidas.

Modelo do coração de uma baleia-azul

Baleia-azul: imbatível

As descobertas, além de muito interessantes, sugerem que nenhum outro animal vai tirar o posto da baleia-azul, nunca. Seu sistema cardiovascular é provavelmente o limite do que é biologicamente possível.

O próximo passo do estudo será monitorar a velocidade das baleias-azuis em relação à sua frequência cardíaca, bem como medir as frequências de outras baleias, como baleias-jubarte e baleias-de-minke.

Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences. fonte:via[Gizmodo]