Garotinho põe brinquedos à venda para pagar tratamento de seu cachorro doente

O pequeno Connor Jayne, hoje com 10 anos, tem no cão Copper seu melhor amigo há quatro. O animal foi adotado pela família pelo simples prazer de ter um animal de estimação, mas logo se provou fundamental como apoio emocional a Connor, que sofre com crises de ansiedade.

Há alguns meses, Connor e sua mãe, Jennifer, perceberam que Copper estava mancando e o levaram ao veterinário. O especialista avaliou o animal e disse acreditar que com alguns dias de repouso ele se recuperaria, o que não aconteceu.

Em uma nova consulta, Copper foi diagnosticado com Síndrome de Wobbler, uma doença que afeta a região cervical e pode levar a disfunções neurológicas. A família ficou sabendo que os custos para bancar o tratamento estavam além do orçamento, mas o pequeno Connor não teve dúvidas.

Ele disse à mãe que colocaria todos os seus brinquedos à venda na garagem de casa, entre vários bonecos, livros e até um videogame. Paralelo a isso, Jennifer criou uma campanha de financiamento coletivo e começou a espalhar a história pela cidade em que vivem, a pequena Fairport, no estado de New York.

Acontece que a atitude de Connor chamou a atenção de veículos de mídia locais e de vários usuários da internet. De repente, as doações para campanha passaram a aumentar, superando e muito a meta original, de 2800 dólares. Já são mais de US$18 mil arrecadados, e a família promete doar a diferença para ONGs dedicadas à causa animal.

Jennifer aproveitou para criar uma página no Facebook para deixar os seguidores atualizados sobre a situação de saúde de Copper. Segundo ela, há dias em que o cão mal consegue se mexer, e outros em que caminha sem tantos problemas, apenas mancando de leve. Como o tratamento demora um pouco para surtir efeito e começou há poucas semanas, a expectativa da família é de observar mais sinais de melhora em breve.

Fotos: Reprodução/Jennifer Jayne/fonte:via

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Esse vírus raro e incurável apareceu e está matando pessoas na Índia

Pelo menos nove pessoas morreram em casos ligados a um surto do raro e mortal vírus Nipah, no sul da Índia.O Nipah é considerado um vírus recém-emergente. Os cientistas só descobriram que ele pode ser transmitido de morcegos para outras espécies, incluindo porcos e humanos, nos últimos 20 anos.

A doença é atualmente incurável e pode ser transmitida de pessoa para pessoa também. O vírus causa problemas respiratórios e cerebrais e normalmente é fatal para 40% a 75% dos pacientes infectados durante um surto.

Essas estatísticas indicam que o Nipah tem o potencial de causar uma pandemia mortal, e por isso foi listado como uma prioridade urgente de pesquisa pela Organização Mundial de Saúde, ao lado de outros vírus como ebola e SARS.

Surto atual

Das nove pessoas que morreram até agora na cidade de Kozhikode, em Kerala, três casos de Nipah foram confirmados. Os resultados dos testes das outras seis vítimas ainda não saíram.Pelo menos mais 25 pessoas já foram hospitalizadas.Os sintomas da doença variam dependendo do surto. Muitos pacientes primeiro experimentam febre e dor de cabeça, seguidas por sonolência e confusão. Alguns pacientes também apresentam sintomas respiratórios semelhantes à gripe. Em outros casos, os sintomas podem evoluir para um coma dentro de um dia ou dois.

As pessoas que sobrevivem à infecção inicial podem ter problemas de saúde duradouros, incluindo alterações de personalidade e convulsões persistentes. Em algumas ocorrências, o vírus foi reativado em pacientes meses ou anos após a exposição, causando doença e morte.

Transmissão

O contato próximo com animais ou pessoas doentes pode espalhar a doença – no surto atual, pelo menos uma das pessoas falecidas era uma enfermeira que atendeu pacientes doentes.Um estudo sobre a transmissão do Nipah sugeriu que a saliva dos infectados é o que provavelmente dissemina o vírus.

Por enquanto, a prioridade é identificar os casos restantes de Nipah para garantir que a doença não continue a se espalhar na Índia.

O que aprendemos até agora

O Nipah apareceu pela primeira vez na Malásia em 1998, quando 265 pessoas foram infectadas com uma doença estranha que causou encefalite, ou inflamação do cérebro, depois de entrar em contato com porcos ou pessoas doentes.Nesse surto, 105 pessoas morreram, uma taxa de mortalidade de 40%. Desde então, tem havido uma série de pequenos surtos na Índia e em Bangladesh, com cerca de 280 infecções e 211 mortes – uma taxa média de fatalidade de 75%.

Quando as primeiras infecções saltaram de porcos para humanos, as autoridades mataram mais de um milhão de porcos para tentar impedir a propagação da doença.Desde então, contudo, os pesquisadores identificaram várias espécies de morcegos frugívoros como os hospedeiros naturais do vírus. Por exemplo, seres humanos foram infectados depois de beber seiva de uma palmeira chamada tamareira contaminada por morcegos portadores de Nipah.

No surto mais recente, mangas mordidas por morcegos foram encontradas na casa onde viviam três dos pacientes falecidos.

fonte:via[ScienceAlert]

O descaso criou uma nova epidemia de ebola no Congo

(Foto: AFP) 

Detectado pela primeira vez nas florestas da República Democrática do Congo em 1976, o ebola volta a atingir o país.

Esta é a nona vez que a enfermidade é registrada em solo congolês. No ano passado, oito pessoas haviam sido infectadas, das quais quatro morreram.

Na última semana, foram confirmadas 17 mortes pelo vírus, segundo a AFP. Além das vítimas fatais, houve um registro de mais 21 casos da doença na província de Equateur e dois em Bikoro, ambas localidades no noroeste do país. Há ainda 10 casos suspeitos de contágio que estão sendo investigados.

Micrografia eletrônica de varredura do vírus de ébola (em vermelho) sobre a superfície de uma célula de cultivo.

Apesar de grave, esta epidemia não se compara ao surto da doença que assolou países da África Ocidental entre 2013 e 2016, registrando mais de 11 mil mortes.  Graças à geografia do Congo, os surtos costumam ser localizados e fáceis de isolar, o que faz com que o ebola não se espalhe tão facilmente em seu território.

Foto em destaque: CDC/Cynthia Goldsmith /fonte:via

Câncer volta, se espalha, mas ela mantém data do casamento: ‘Foco é amar a vida’

Laurin Long e Michael Bank não deixariam o câncer mandar na data do casamento deles. Alguns meses atrás, os médicos avisaram que haviam chances dela estar com tubo oxigênio ou mesmo dela não poder andar sozinha. Sua doença havia sido vencida há mais de dois anos, mas de repente voltou quando o casal estava planejando a vida juntos.

“Mude sua data de casamento”, os médicos aconselharam. Mas o dia 24 de março era muito especial para ser deixado de lado – foi o dia em que Laurin e Michael se conheceram. Mudar isso seria como ceder ao câncer e desistir. Então os dois encararam o desafio.

Laurin e Michael conseguem se casar, como planejado

“Decidimos que em 24 de março, qualquer que fosse a condição em que eu estava, nós faríamos”, disse Laurin ao site Today. “Ela é incrível. Temos nos concentrado em amar uns aos outros e amar a vida”, acrescentou Michael.

O casal, que mora em Columbia, na Carolina do Sul, se casou como sempre planejou. A noiva estava andando pelo corredor e depois dançando com o marido – energia que ela credita ao tratamento “muito intenso” que está recebendo como parte de um teste clínico que combate o câncer, mas também fazendo seu cabelo cair e causando outros efeitos colaterais.

O casal caminha feliz durante o casamento

A História

O casal se conheceu em um site de namoro no dia 24 de março de 2015. Na época, Laurin já estava lutando contra o câncer de mama, diagnosticado pouco antes dela completar 26 anos. Ela passou por quimioterapia, mastectomia dupla e seis semanas de radiação.

Para celebrar o fim do tratamento, Laurin fez um ensaio fotográfico onde aparecia com a cabeça careca e luvas de boxe cor-de-rosa. Ela usou essas fotos para seu perfil no site namoro, o que deixou Michael, dono de uma escola de karatê, intrigado.

“Apenas o fato de que ela estava sorrindo em meio a tudo o que estava acontecendo e disposta a se colocar lá fora – eu pensei que ela era alguém que tinha amor pela vida”, lembrou ele. “Eu continuei voltando e olhando as fotos”, conta. Ele mandou então uma mensagem e eles tiveram um encontro no café no dia seguinte.

Ambos eram apaixonados por viagens e aventuras. E havia muito para comemorar: os testes mostraram que Laurin não tinha resquícios da doença.

O casal celebra e acredita na vida

Ainda assim, quando Laurin e Michael se apaixonaram, permaneceram atentos. O câncer já havia devastado a família de Laurin: sua mãe morreu de câncer no pâncreas quando ela tinha 17 anos e seu pai morreu de câncer de cólon quando ela tinha 22.

“Nós nos concentramos em fazer aventuras incríveis e viajar, sabendo que havia uma chance de que isso pudesse voltar”, disse Michael. Eles fizeram um cruzeiro para as Bahamas, passaram as férias em Cancun e viajaram por todo o país.

Em agosto de 2017, Laurin começou a sentir fortes dores nas costas e acabou num pronto socorro. Os médicos pensaram que eram apenas espasmos musculares e receitaram relaxantes musculares e analgésicos, mas ela sentia como se seus ossos estivessem quebrando. Depois de uma série de exames, descobriram que o câncer de mama havia voltado, espalhando-se por seus ossos e fígado.

“Ficamos apavorados”, disse Michael. Foi quando os médicos começaram a sugerir que eles adiassem a data do 24 de março, mas o casal ficou firme, não deixando o medo mudar seus planos. Laurin começou uma nova sessão de quimioterapia, mas, em dezembro, recebeu a notícia de que o tumor tinha se espalhado para seus pulmões. Sua única opção, então, era participar de um teste clínico agressivo. Assim, exames começaram a mostrar que os tumores estavam diminuindo.

A jovem compartilhou as boas novas com os amigos: “A médica entrou hoje e perguntou como nós estávamos. Nós respondemos que bem e ela respondeu ‘ótimo, vamos deixá-lo ainda melhor!’. Eu sabia que nós iríamos receber ótimas notícias. Os exames chegaram… os dois tumores são diminuindo. O restante dos melanomas metastáticos estão pequenos demais para serem medidos e estão estáveis. O teste está funcionando”.

O casal não se arrepende de ter mantido a data: “Esperamos pelo casamento e fizemos tudo nos nossos termos“, conta a noiva. A partir de agora eles pretendem continuar fazendo o que amam: viajar! “Nós continuaremos vivendo, viajando e fazendo o que queremos dentro do possível. Nós decidimos que sempre focaremos na qualidade e não na quantidade“, disse Michael.

Laurin segurando o retrato de sua mãe

 

Fotos: Tiffany Ellis Photography/fonte:[via]

Nova doença em girafas deixa cientistas sem palavras

Uma doença misteriosa que afeta a pele de girafas está cada vez mais generalizada na África Subsaariana, mas ninguém sabe o que a causa e se existe alguma cura.

O que os cientistas sabem é que é uma possível ameaça às girafas, animais cujas populações têm decaído aos milhares nos últimos 15 anos, principalmente devido à perda de habitat e à caça furtiva.

E é por isso que o biólogo Arthur Muneza, estudante de mestrado na Universidade Estadual do Michigan, decidiu pesquisar a estranha condição.

A doença

A doença causa lesões acinzentadas e rachadas no pescoço e nas pernas das girafas.

Até agora, os cientistas não sabem quais são os fatores ambientais que levam a essas lesões, se é que existem, ou mesmo se é uma compilação de várias doenças que atacam a pele dos mamíferos mais altos do mundo.

Além disso, poucos estão de fato estudando a doença. Em comparação com herbívoros africanos bem pesquisados, como os elefantes, as girafas são “uma espécie de megafauna esquecida”, disse Jenna Stacy-Dawes, coordenadora de pesquisas do San Diego Zoo Global.

Mas, à medida que os números de girafas caem, mais pesquisadores têm voltado sua atenção para essa “extinção silenciosa”, e como pará-la.

Em cativeiro

Para Muneza, sua primeira tarefa foi vasculhar estudos anteriores a fim de detectar qualquer referência aos sinais reveladores da doença, como lesões que às vezes escorrem sangue ou pus.

Depois de escavar várias bases de dados científicos, Muneza e seus colegas descobriram apenas oito fontes mencionando a doença de pele em populações selvagens que remontam à década de 1990.

A equipe também enviou questionários para pesquisadores, conservacionistas e veterinários que trabalham com girafas, perguntando se eles tinham visto sinais da doença.

Eles receberam 63 respostas, 48 delas de zoológicos. Destas, mais de 30% relataram distúrbios de pele em girafas em cativeiro, e, desses casos, 70%, ou 14 deles, eram realmente característicos da doença de pele de girafa.

Na natureza

Em girafas selvagens, os cientistas detectaram a doença em sete países subsaarianos, com uma ampla gama de ocorrências, dependendo da localização.

Por exemplo, embora não houvesse casos da doença registrados em três parques nacionais ou áreas de conservação no noroeste da Tanzânia, o Parque Nacional Ruaha, localizado mais centralmente no país, relatou que 79% de suas girafas estavam infectadas.

As informações são de 2014 e não se sabe se a incidência da doença aumentou nos últimos anos.

Muitas questões ainda permanecem, no entanto, incluindo como a doença se espalha e se há uma cura.

Próximos passos

Armados com esses dados básicos, Muneza e seus colegas estão trabalhando com zoológicos, universidades e governos africanos para coletar amostras de girafas infectadas e determinar as causas e os efeitos da condição.

Por exemplo, é possível que as lesões tornem as girafas menos móveis e, portanto, presas mais fáceis para predadores na natureza.

Por enquanto, a doença ainda não deve desempenhar um papel em esforços mais amplos de conservação de girafas, porque não está claro como os problemas de pele afetam a mortalidade ou a reprodução das girafas.

Mas essa pesquisa é muito valiosa, de acordo com Fred Bercovitch, diretor da organização sem fins lucrativos Save the Giraffes, porque entender mais sobre a condição pode levar a descobertas que auxiliarão nos esforços de preservação.

Estudar uma população de girafas com alta ocorrência da doença, por exemplo, pode mostrar se a população é severamente endogâmica, ou se experimentou mudanças ambientais prejudiciais resultando em uma nova composição do solo etc.

fonte: [via] [NatGeo]

A barriga de cerveja deste homem era, na realidade, um enorme tumor

A “barriga de cerveja” de Kevin Daly, americano residente de Nova Jersey, acabou por ser um tumor de 13,6 quilos.

O homem percebeu que algo estava errado quando perdeu mais de 13 quilos em 2015, mas sua barriga não se mexeu.

Uma tomografia computadorizada revelou que a “pança” era na verdade um tipo raro de tumor chamado lipossarcoma.

Sarcomas

Lipossarcomas são tumores que crescem no tecido adiposo. Como podem se espalhar para tecidos ou órgãos circundantes do corpo, são considerados malignos. Geralmente se desenvolvem no tecido adiposo encontrado na coxa, atrás do joelho ou no abdômen.

Esse tipo de câncer é raro. De acordo com a American Cancer Society (Sociedade Americana do Câncer), cerca de 13.000 sarcomas serão diagnosticados em 2018.

Os lipossarcomas são apenas um tipo de sarcoma, que se refere a um tumor que se forma em certos tecidos do corpo, incluindo ossos, músculos e gordura.

A cirurgia

A primeira abordagem de tratamento é normalmente cirurgia, embora a operação possa ser complicada quando o tumor está no abdômen, crescendo perto de órgãos vitais.No caso de Daly, o tumor envolvia um de seus rins e demorou 4 horas para ser removido completamente.

O cirurgião de Daly, Dr. Julio Teixeira, do Hospital Lenox Hill em Nova York, disse ao portal Daily News que este foi o maior tumor que ele já removeu de um paciente.

fonte:[via] [LiveScience]

6 sinais externos de que você pode ter problemas no coração

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo todo.Infelizmente, o primeiro sinal que muitas pessoas têm de que seu coração não está em boas condições é quando sofrem um ataque cardíaco. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, 300 mil pessoas sofrem infartos todos os anos. Em 30% dos casos, o ataque cardíaco é fatal.

Embora seja impossível detectar sozinho todos os alertas que indicam que você tem um problema no coração, existem alguns sinais visíveis e externos que podem prever um futuro evento cardíaco.

Tenha em mente de que os sintomas da lista abaixo também podem ter causas benignas. Se você estiver preocupado com sua saúde ou em dúvida, deve procurar um médico para obter uma opinião especializada.

1. Sinais de Frank


Um desses indicadores externos é o aparecimento de pregas diagonais nos lóbulos das orelhas, conhecidas como “sinais de Frank”, em homenagem a Sanders Frank, o médico americano que as descreveu pela primeira vez.

Mais de 40 estudos científicos demonstraram que há uma associação entre essas pregas na orelha e o risco aumentado de aterosclerose, uma doença em que placas se acumulam dentro das artérias.

Mais recentemente, algumas pesquisas notaram que estas pregas também podem ter ligação com doença cerebrovascular, uma condição que afeta os vasos sanguíneos no cérebro.

2. Xantomas


Outro indicador externo de problemas cardíacos são os xantomas, saliências gordurosas e amareladas que podem aparecer nos cotovelos, joelhos, nádegas ou pálpebras. São espécies de “tumores benignos”, ou seja, inofensivos, mas podem ser um sinal de problemas maiores.

Os xantomas são mais comumente vistos em pessoas com uma doença genética chamada hipercolesterolemia familiar. Indivíduos com essa condição têm níveis excepcionalmente altos de LDL (lipoproteína de baixa densidade), o chamado “colesterol ruim”. Os níveis deste colesterol são tão altos que se depositam na pele. Infelizmente, esses depósitos de gordura também podem se acumular nas artérias que suprem o coração.

O mecanismo que causa esses depósitos de gordura nos tecidos ocupa um lugar icônico na medicina, pois levou ao desenvolvimento de um dos grupos de drogas que reduzem o colesterol: as estatinas.

3. Hipocratismo digital


Um fenômeno conhecido como hipocratismo ou baqueteamento digital também pode ser um sinal de que nem tudo está bem com o seu coração.

Nele, as unhas mudam de forma, tornando-se mais grossas e largas, devido à produção de mais tecido. A mudança geralmente é indolor e acontece nas duas mãos. Isso pode ocorrer porque o sangue oxigenado não atinge os dedos adequadamente, de forma que células produzem um “fator” que promove o crescimento para tentar corrigir o problema.

Esse sintoma médico foi descrito pela primeira vez por Hipócrates, no século V aC. É por isso que é às vezes chamado de “dedos hipocráticos”.

4. Arcos senis


Depósitos de gordura nos olhos, chamados de “arcos senis”, também podem podem indicar problemas cardíacos.

Esses arcos começam na parte superior e inferior da íris, até progredir para formar um anel completo. Não interferem na visão.

Cerca de 45% das pessoas com mais de 40 anos têm esse halo de gordura ao redor da íris, aumentando para cerca de 70% nas pessoas com mais de 60 anos.
A presença desse anel gorduroso tem sido associada a alguns dos fatores de risco para doença coronariana.

5. Dentes e gengivas podres


O estado da sua saúde bucal também pode ser um bom indicador do estado da sua saúde cardiovascular.

A boca é cheia de bactérias, boas e ruins. As bactérias “ruins” podem entrar na corrente sanguínea pela boca e causar inflamação nos vasos sanguíneos, o que por sua vez pode levar a doenças cardiovasculares.

Estudos mostraram que perda dentária e gengivas inflamadas (periodontite) são marcadores de doença cardíaca.

6. Lábios azuis


Outro indicador de saúde é a cor dos seus lábios.

Os lábios geralmente são vermelhos, mas podem assumir uma coloração azulada (cianose) em pessoas com problemas cardíacos, quando o sistema cardiovascular falha em liberar sangue oxigenado para os tecidos.

Naturalmente, as pessoas também podem ficar com os lábios azuis quando estão com muito frio ou em altitude elevada. Nesses casos, a “boca roxa” provavelmente é devida a uma falta temporária de oxigênio, e deve retornar ao normal rapidamente.

fonte:[via][ScienceAlert, Brasil]