Guitarrista do Queen divulga fotos inéditas com Freddie Mercury em livro

Ver de perto os bastidores de uma das mais incríveis, bem sucedidas e espetaculares bandas de rock de todos os tempos foi privilégio para poucos. Por isso o livro que o guitarrista Brian May, um dos fundadores do Queen, lançou recentemente com as fotos que tirou das turnês de sua banda ao lado de John Deacon, Roger Taylor e Freddie Mercury rapidamente desapareceu das livrarias. Agora uma nova edição, trazendo ainda mais fotos, do livro “Queen in 3-D” ganhará as prateleiras.

May registrava frequentemente a trajetória de sua banda desde o início até o auge do sucesso, e esse material foi transformado no livro. A camaradagem, o bom humor, a alegria, o sucesso e os shows, tudo foi devidamente registrado em fotos, que mostram o que quase ninguém tinha acesso na história de uma das maiores bandas de todos os tempos. O gênio e a doçura de Freddie Mercury aparecem em boa parte das fotos, como registro da intimidade de um dos grandes cantores do século XX.

Uma atração especial dessa nova edição do livro são as imagens que May vêm fazendo dos bastidores da filmagem de “Bohemian Rhapsody”, o aguardado filme que contará a carreira da banda desde os esforços do início até o histórico show no Live Aid, em 1985, considerado por muitos como a maior apresentação ao vivo de uma banda de rock em todos os tempos. Brian e Roger podem ser vistos ao lado dos atores que os viverão nas telas, assim como de Rami Malek, ator que viverá Mercury na cinebiografia. O filme está previsto para ser lançado nos EUA em novembro desse ano.

© fotos: Brian May/fonte:via

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Jovem fotografa seu rosto todos os dias após passar por reconstrução facial e registra recuperação

A vida muitas vezes nos pega de surpresa e, por mais doloridas que algumas coisas sejam, no fim das contas tudo acaba sendo um grande aprendizado. Desta vez quem nos ensina é a britânica Jen Taylor, que após descobrir um sério câncer nos ossos no ano passado, teve seu rosto completamente reconstruído. Porém, muitas vezes a saída para a dor é o enfrentamento dela mesma e foi exatamente isso que ela fez, ao registrar seu processo de recuperação.

Sua cirurgia durou cerca de 16 horas e ela precisou tirar parte da mandíbula, de uma bochecha, da órbita ocular e do crânio. Os médicos usaram ossos de sua omoplata e músculos das costas para dar um novo céu da boca à jovem, que depois de uma dolorosa recuperação, precisou reaprender a mastigar.

Os registros foram feitos diariamente e, segundo ela, foi isso que a ajudou a não entrar em desespero, por perceber as pequenas melhoras em seu rosto. Foram semanas de dor e medo, mas compartilhar sua frustração com os outros através de um blog que ela criou na época, a ajudou a superar.

Hoje, os médicos têm quase certeza de que o câncer foi 100% retirado, mas ela precisa fazer diversos exames com bastante frequência. A lição que fica? O importante é estar viva!

Fotos: Jen Taylor / arquivo pessoal / BBC/fonte:via

Alguém resolveu provar que fotos do Instagram são todas iguais e é assustador

Algumas vez você já teve a sensação de ter visto uma foto antes?

Ao deslizar pelo feed do Instagram, esse sentimento parece se tornar mais e mais comum. A explicação é simples: as fotos postadas na rede social realmente se parecem bastante.

O perfil Insta Repeat faz montagens com fotos similares justamente para mostrar a falta de originalidade na plataforma. Criado em junho deste ano, o perfil soma mais de 43 mil seguidores.

Os culpados são geralmente perfis de pessoas ou contas profissionais que buscam propagar um estilo de vida autêntico, livre e criativo. Irônico, não?

A compilação de fotos é feita por um fotógrafo anônimo de 27 anos, que vive no Alaska. Graças a isso, a maior parte das imagens reflete cenários gélidos ou invernais – mas a sensação é de que muitas dessas paisagens seriam substituídas facilmente por praias e piscinas aqui no Brasil.

Quando postas lado a lado, as imagens expõem mais do que a falta de criatividade. Muitas vezes, as pessoas por trás do clique sequer percebem que estão apenas repetindo uma fórmula ao invés de se ocupar em criar algo novo e realmente original.

Estou interessado em explorar a escolha de fazer uma imagem que já foi, em essênca, feita antes. A coisa mais incrível que aconteceu desde que comecei essa conta são as pessoas se engajando no debate crítico sobre originalidade e criação da mídia“, disse o autor das compilações ao Bored Panda.

Espia só algumas destas fotos que são mais do mesmo – e confessa que você já curtiu muitas iguais a elas na rede social!

Surpresaaaaa! Fotógrafo é surpreendido por 8 linces em sua varanda

Acordar por conta de um barulho vindo do lado de fora de casa e se deparar com alguns invasores no meio de sua varanda, pode não ser a surpresa mais agradável do mundo. A não ser se acontecer o mesmo que houve com Tim Newton, um fotógrafo profissional do estado do Alaska.

Quando acordou com barulhos vindos da varanda de casa, ele deu de cara com uma família de linces brincando nos móveis do quintal e então fez o que qualquer fotógrafo faria no lugar dele: correu para pegar suas câmeras.

Mamãe lince e seus sete filhotes! Ela os chamou e eles se enfileiraram bem na frente de onde ela estava (ela estava do lado de dentro da tela contra insetos). A vida selvagem do Alaska é incrível!”, dizia uma postagem feita na página do Facebook do fotógrafo.

De acordo com o post, a brincadeira continuou por cerca de uns 40 minutos e Tim aproveitou para fazer um belo registro da família se divertindo em grupo.

Imagens: Reprodução/Fonte:via

A erva usada pela medicina chinesa há 1700 anos que está salvando pacientes com malária na África

Ainda que a malária seja uma doença presente no mundo todo, 88% dos casos acontece no continente africano, e 90% dos casos fatais ocorrem também na região da África. Os tratamentos já existentes e em desenvolvimento, porém, vêm se mostrando eficientes, e o índice de mortes pela doença caiu em dois terços entre os anos de 2000 e 2015 – não só pelos tratamentos médicos, mas também por medidas preventivas, como o uso de redes tratadas com inseticidas para conter o mosquito, e o próprio engajamento comunitário em conter o mal.

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Junto de tais medidas, porém, um tratamento foi desenvolvido para quem já foi infectado pela doença, que combina diversos remédios com a artemisinina, um componente químico encontrado na Artemisia annua, uma planta tradicional da ancestral medicina chinesa, também conhecida como Qinghao. O uso da planta vem se mostrando bastante eficiente em curar a doença e salvar diversas vidas.

Scrub the young, silvery green herb -Artemisia absinthium.

Em princípio, porém, a má notícia que impediria que a combinação de drogas anti-malária com a artemisinina – conhecida como ACT – se torne a solução total contra a doença é o alto custo para desenvolve-lo, e o fato de que certas ramificações da malária já vêm se mostrando resistentes ao remédio.

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Numa reviravolta espetacular, porém, 18 pacientes com casos extremos da doença – em que o ACT se mostrou ineficaz – foram tratados com folhas secas de Artemisia annua, e todos eles se curaram por completo – incluindo uma criança que se encontrava em coma. Os médicos passaram a recomendar imediatamente que a planta se torne parte do tratamento, especialmente em quem o ACT já não mais traz efeitos.

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A Artemisia annua é utilizada na China há nada menos que 1700 anos, como tratamento para febres e outros males. Assim, conclui-se o que os chineses parecem já saber literalmente há milênios: que não é só o químico da artemisinina que possui poderes curativos na planta. Há muito mais o que podemos aprender nesses conhecimentos ancestrais do que podemos imaginar – assim como há muitos remédios sem bula nem químicos industrializados espalhados pelo planeta do que temos conhecimento – ao menos aqui, no ocidente.

© fotos: reprodução;fonte: via

Fotógrafa usa autorretratos não para simular vida perfeita, mas para derrubar conceitos em série provocativa

A internet catalisa a vontade de criar uma imagem pessoal feliz, com a vida recheada de momentos felizes, um atrás do outro. Segundo o Google, em 2015 mais de 24 bilhões de selfies foram postadas em seus servidores, a maioria, presume-se, demonstrando felicidade. Uma fotógrafa finlandesa resolveu ir na contramão.

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Iiu Susiraja começou a fotografar com uma câmera digital em 2007, e se formou numa escola de arte de seu país cinco anos depois. Em um ensaio recente, criou uma série de autorretratos para provocar sobre a banalidade dos registros feitos do dia a dia.

Com um senso de humor peculiar, Iiu tira fotos de si mesma equilibrando um osso para cães nos lábios, com uma vassoura presa sob os seios ou segurando carinhosamente um pão. Ela conta querer que as pessoas vejam seu trabalho e pensem que podem se retratar com liberdade ao tirar fotos, e considera que a melhor parte do que faz é observar as pessoas tendo reações conflitantes ao ver as imagens.

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Eu me fotografo porque sou o objeto que conheço melhor”, diz. “Objetifico a mim e à minha privacidade, o que se torna um momento de fama. Transformar o privado em público é como um refúgio, acho a privacidade dolorosa. Quando falo sobre minha arte, digo que é uma documentação de emoções. É como uma anarquia divertida com equipamentos e um ritual para tomar o poder de volta. A vida do dia a dia é minha musa”, conta ao tentar definir o que a motiva.

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Todas as fotos © Iiu Susiraja fonte

Projeto fotográfico retrata o envelhecimento de cães em resultado comovente

Mais do que um projeto de vida, viver com um cachorro é a própria vida. E, como tal, além de acumular amor, afetos e lembranças, um cãozinho também sente os efeitos do tempo, de forma tão bonita e real como as pessoas em geral. A fotógrafa americana Amanda Jones fez dos cachorros parte integral não só da sua vida pessoal como profissional: especialista em fotos com esses animais, ela há 20 anos desenvolve o projeto Dog Years (Anos caninos, em livre tradução), que basicamente registra em imagens esses efeitos do tempo sobre os animais.

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Rufus – com 6 meses e com 13 anos

Tal qual os seres humanos, alguns envelhecem de forma quase imperceptível, enquanto outros carregam o tempo explicitamente em seus corpos e feições. Os cães envelhecem mais rapidamente do que nós, tornando possível, portanto, assistir essa passagem absoluta do tempo diante de nossos olhos. A vida dos cães, como não poderia deixar de ser, é também uma parte metafórica e concreta do tempo passando em nossas próprias vidas.

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Poppy – com 1 ano e com 7 anos

O amor não envelhece, e o sentido de companheirismo e carinho parece somente crescer com o passar dos anos. Num misto de doçura e melancolia, a beleza de suas imagens reside justamente na alegria que, mesmo naqueles mais envelhecidos, o tempo jamais tira dos cães.

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Abigale – com 5 meses e com 8 anos

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Sidney e Savannah – com 16 meses e 5 meses, e depois com 10 anos e 9 anos

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Maddy – com 5 anos e com 10 anos

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Maddie e Ellie – com 7 anos e 6 anos, e depois com 14 anos e 13 anos

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Lily – com 8 meses e com 15 anos

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Kayden e Brodie – com 11 meses e com 5 anos, e depois com 7 anos e 12 anos

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Fred – com 2 anos e com 10 anos

EDIT_Corbet — 2 years and 11 years

Corbet – com 2 anos e com 11 anos

EDIT_Cooper — 3 years and 10 years

Cooper – com 3 anos e com 10 anos

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Briscoe – com 1 ano e com 10 anos

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Audrey – com 3 anos e com 12 anos

© fotos: Amanda Jones fonte