Surpresaaaaa! Fotógrafo é surpreendido por 8 linces em sua varanda

Acordar por conta de um barulho vindo do lado de fora de casa e se deparar com alguns invasores no meio de sua varanda, pode não ser a surpresa mais agradável do mundo. A não ser se acontecer o mesmo que houve com Tim Newton, um fotógrafo profissional do estado do Alaska.

Quando acordou com barulhos vindos da varanda de casa, ele deu de cara com uma família de linces brincando nos móveis do quintal e então fez o que qualquer fotógrafo faria no lugar dele: correu para pegar suas câmeras.

Mamãe lince e seus sete filhotes! Ela os chamou e eles se enfileiraram bem na frente de onde ela estava (ela estava do lado de dentro da tela contra insetos). A vida selvagem do Alaska é incrível!”, dizia uma postagem feita na página do Facebook do fotógrafo.

De acordo com o post, a brincadeira continuou por cerca de uns 40 minutos e Tim aproveitou para fazer um belo registro da família se divertindo em grupo.

Imagens: Reprodução/Fonte:via

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A erva usada pela medicina chinesa há 1700 anos que está salvando pacientes com malária na África

Ainda que a malária seja uma doença presente no mundo todo, 88% dos casos acontece no continente africano, e 90% dos casos fatais ocorrem também na região da África. Os tratamentos já existentes e em desenvolvimento, porém, vêm se mostrando eficientes, e o índice de mortes pela doença caiu em dois terços entre os anos de 2000 e 2015 – não só pelos tratamentos médicos, mas também por medidas preventivas, como o uso de redes tratadas com inseticidas para conter o mosquito, e o próprio engajamento comunitário em conter o mal.

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Junto de tais medidas, porém, um tratamento foi desenvolvido para quem já foi infectado pela doença, que combina diversos remédios com a artemisinina, um componente químico encontrado na Artemisia annua, uma planta tradicional da ancestral medicina chinesa, também conhecida como Qinghao. O uso da planta vem se mostrando bastante eficiente em curar a doença e salvar diversas vidas.

Scrub the young, silvery green herb -Artemisia absinthium.

Em princípio, porém, a má notícia que impediria que a combinação de drogas anti-malária com a artemisinina – conhecida como ACT – se torne a solução total contra a doença é o alto custo para desenvolve-lo, e o fato de que certas ramificações da malária já vêm se mostrando resistentes ao remédio.

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Numa reviravolta espetacular, porém, 18 pacientes com casos extremos da doença – em que o ACT se mostrou ineficaz – foram tratados com folhas secas de Artemisia annua, e todos eles se curaram por completo – incluindo uma criança que se encontrava em coma. Os médicos passaram a recomendar imediatamente que a planta se torne parte do tratamento, especialmente em quem o ACT já não mais traz efeitos.

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A Artemisia annua é utilizada na China há nada menos que 1700 anos, como tratamento para febres e outros males. Assim, conclui-se o que os chineses parecem já saber literalmente há milênios: que não é só o químico da artemisinina que possui poderes curativos na planta. Há muito mais o que podemos aprender nesses conhecimentos ancestrais do que podemos imaginar – assim como há muitos remédios sem bula nem químicos industrializados espalhados pelo planeta do que temos conhecimento – ao menos aqui, no ocidente.

© fotos: reprodução;fonte: via

Fotógrafa usa autorretratos não para simular vida perfeita, mas para derrubar conceitos em série provocativa

A internet catalisa a vontade de criar uma imagem pessoal feliz, com a vida recheada de momentos felizes, um atrás do outro. Segundo o Google, em 2015 mais de 24 bilhões de selfies foram postadas em seus servidores, a maioria, presume-se, demonstrando felicidade. Uma fotógrafa finlandesa resolveu ir na contramão.

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Iiu Susiraja começou a fotografar com uma câmera digital em 2007, e se formou numa escola de arte de seu país cinco anos depois. Em um ensaio recente, criou uma série de autorretratos para provocar sobre a banalidade dos registros feitos do dia a dia.

Com um senso de humor peculiar, Iiu tira fotos de si mesma equilibrando um osso para cães nos lábios, com uma vassoura presa sob os seios ou segurando carinhosamente um pão. Ela conta querer que as pessoas vejam seu trabalho e pensem que podem se retratar com liberdade ao tirar fotos, e considera que a melhor parte do que faz é observar as pessoas tendo reações conflitantes ao ver as imagens.

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Eu me fotografo porque sou o objeto que conheço melhor”, diz. “Objetifico a mim e à minha privacidade, o que se torna um momento de fama. Transformar o privado em público é como um refúgio, acho a privacidade dolorosa. Quando falo sobre minha arte, digo que é uma documentação de emoções. É como uma anarquia divertida com equipamentos e um ritual para tomar o poder de volta. A vida do dia a dia é minha musa”, conta ao tentar definir o que a motiva.

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Todas as fotos © Iiu Susiraja fonte

Projeto fotográfico retrata o envelhecimento de cães em resultado comovente

Mais do que um projeto de vida, viver com um cachorro é a própria vida. E, como tal, além de acumular amor, afetos e lembranças, um cãozinho também sente os efeitos do tempo, de forma tão bonita e real como as pessoas em geral. A fotógrafa americana Amanda Jones fez dos cachorros parte integral não só da sua vida pessoal como profissional: especialista em fotos com esses animais, ela há 20 anos desenvolve o projeto Dog Years (Anos caninos, em livre tradução), que basicamente registra em imagens esses efeitos do tempo sobre os animais.

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Rufus – com 6 meses e com 13 anos

Tal qual os seres humanos, alguns envelhecem de forma quase imperceptível, enquanto outros carregam o tempo explicitamente em seus corpos e feições. Os cães envelhecem mais rapidamente do que nós, tornando possível, portanto, assistir essa passagem absoluta do tempo diante de nossos olhos. A vida dos cães, como não poderia deixar de ser, é também uma parte metafórica e concreta do tempo passando em nossas próprias vidas.

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Poppy – com 1 ano e com 7 anos

O amor não envelhece, e o sentido de companheirismo e carinho parece somente crescer com o passar dos anos. Num misto de doçura e melancolia, a beleza de suas imagens reside justamente na alegria que, mesmo naqueles mais envelhecidos, o tempo jamais tira dos cães.

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Abigale – com 5 meses e com 8 anos

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Sidney e Savannah – com 16 meses e 5 meses, e depois com 10 anos e 9 anos

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Maddy – com 5 anos e com 10 anos

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Maddie e Ellie – com 7 anos e 6 anos, e depois com 14 anos e 13 anos

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Lily – com 8 meses e com 15 anos

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Kayden e Brodie – com 11 meses e com 5 anos, e depois com 7 anos e 12 anos

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Fred – com 2 anos e com 10 anos

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Corbet – com 2 anos e com 11 anos

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Cooper – com 3 anos e com 10 anos

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Briscoe – com 1 ano e com 10 anos

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Audrey – com 3 anos e com 12 anos

© fotos: Amanda Jones fonte

O fotógrafo judeu que enterrou fotos de um gueto para que os nazistas não as encontrassem

Até 1939, o polonês Henryk Ross vivia tranquilamente trabalhando como fotojornalista na cidade de Lodz. A vida dele e de outros milhares de judeus mudaria completamente após as tropas de Adolf Hitler tomarem o país e instituírem em Lodz o segundo maior gueto controlado pelos alemães.

Com cerca de 160 mil moradores, o gueto de Lodz só ficava atrás do de Varsóvia, a capital polonesa, em número de habitantes. A princípio, a câmera fotográfica de Henryk foi confiscada pelos oficiais nazistas, mas a habilidade de fotografar viria a se tornar interessante para o regime.

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Cartaz na entrada do gueto avisa: “Judeus – Entrada proibida”

Ross passou a trabalhar tirando fotos para os documentos de identidade dos judeus confinados no gueto, além de ser obrigado a registrar a realidade que os nazistas queriam mostrar ao mundo: os judeus trabalhando e mostrando como o isolamento em Lodz era produtivo.

Apesar de usufruir de privilégios por causa do cargo, Henryk não se sentia confortável e logo passou a arriscar a vida, secretamente registrando o dia a dia do gueto. Graças à ajuda de sua mulher, que ficava de guarda para evitar que ele fosse descoberto, o fotógrafo conseguiu fazer cerca de 6 mil imagens.

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Garoto procurando comida

Em 1944, quando começou a correr a notícia de que Hitler pretendia acabar com o gueto, matando todos os moradores, Henryk decidiu enterrar todas as fotografias e negativos que possuía. A caixa com o material ficou enterrada por sete meses, e, apesar do esforço dele para proteger o conteúdo, quase metade se perdeu por causa da umidade.

Em 1945, quando o exército soviético libertou Lodz da ocupação nazista, Henryk Ross e a esposa estavam entre os menos de mil sobreviventes. Dezenas de milhares de judeus tinham sido levados para serem mortos em campos de concentração nos meses anteriores, ou simplesmente morrido de fome.

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Velhos ou doentes demais para trabalhar, judeus são levados do gueto para campo de concentração

Ross conseguiu desenterrar os registros. “Alguém precisava documentar o nosso martírio”, dizia. As fotografias do polonês ajudaram a condenar, em 1961, Adolf Eichmann, tenente-coronel da SS e um dos principais organizadores do Holocausto. Henryk viveu parte de sua vida em Israel e mais tarde se mudou para o Canadá, onde morou até falecer em 1991. Suas fotografias fazem parte da coleção da Galeria de Arte de Ontário e são um documento importante do horror criado pelo regime nazista.

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Menina na rua, provavelmente vendendo pães

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Grupo deixando o gueto rumo a campo de concentração

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Louça deixada para trás por grupo que foi levado para campo de concentração

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Homem caminha entre os escombros de sinagoga destruída pelos nazistas

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Trabalhador na fábrica de couro

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Prisão dentro do gueto servia como passagem antes da deportação para os campos de concentração

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Famílias deixam Lodz rumo a campo de concentração

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Trabalhadores de padaria

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Doente, homem dorme na rua à espera de ajuda

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Restos mortais de pessoas que morreram em Lodz

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Trabalhadores durante horário de almoço

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Alegria em meio a caos: casamento dentro do gueto

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Cadáver abandonado em Lodz

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Mulheres em meio a escombros de sinagoga destruída pelos alemães

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Garotos carregam pães para distribuição dentro do gueto

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Cadáver sendo transportado

Todas as imagens © Henryk Ross/Galeria de Arte de Ontário fonte

Fábrica de bebidas alia tradição familiar e sustentabilidade em Caxias do Sul (RS)

Os nomes da família Kunz parecem uma versão gaúcha do livro Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez. Ao invés de Aurelianos e José Arcadios, como os Buendía, os Kunz optaram pelos nomes Júlio e Emílio, que se repetem ao longo das gerações.

Mas essa não é a única tradição repetida ao longo dos anos. Desde que o artesão Johann Philipp chegou ao Brasil, vindo da Alemanha, em 1846, com uma receita familiar de licor de ervas, não houve uma geração que não se aventurasse a criar novas bebidas. Além do licor, Johann fabricava carroças, peças de montaria e sapatos e trouxe da Alemanha uma tecnologia inovadora na época para a região: o lombilho, ou “serigote”, como ficaria conhecido no sul do Brasil.

O nome, que vem de “sehr gut” (“muito bom”, em alemão), marcaria mais a história da família do que o recém-chegado Johann poderia imaginar. Agora nós viramos as páginas de Gabriel García Márquez para nos transportar para outras: a trilogia “O Tempo e o Vento“, de Erico Verissimo. Embora nunca tenha conhecido quem trouxe a tecnologia do serigote ao Brasil, o escritor conheceu o neto de Johann, Emílio Kunz, cujo nome foi inspirado no navio que trouxe o avô ao Brasil.

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Foto acima © Lilian Lima / Foto destaque © Geremias Orlandi

Emílio havia fundado em Gramado a Vinícola Petronius, localizada em um casarão de madeira no centro da cidade. Depois de se transferir para outra localização, ele costumava alugar a casa antiga e um de seus hóspedes foi justamente o escritor gaúcho. Anos depois, Erico Verissimo pediria à família autorização para usar o sobrenome Kunz em um de seus personagens enquanto narrava a chegada dos alemães a Santa Fé nas páginas de “O Continente”. Daí nasceu Erwin Kunz, personagem que ganhou o apelido de “Serigote” no livro.

Hoje “Serigote” não é apenas o lombilho ou o personagem de Erico, a palavra também dá nome a uma linha de cachaças lançada pela Petronius Beverages, uma fábrica de bebidas fundada pela família em 2013. As garrafas da Cachaça Serigote são arte pura: produzidas com a técnica de desenho com caneta esferográfica pelo artista plástico Rafael Dambros, registram personagens e cenas da saga de Erico Verissimo.

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Quem me conta a história da família é Julio Kunz, durante os noventa minutos de viagem que separam Porto Alegre da sede da Petronius Beverages, em São Valentim da 2ª Légua, interior de Caxias do Sul. Os últimos dez minutos de viagem são por estrada de chão, quando o balanço do carro combina com a vista da serra gaúcha ao nosso redor.

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Fotos © Mariana Dutra

Júlio faz parte da sexta geração da família Kunz no Brasil. Desde a chegada ao país, não houve uma geração que não se dedicasse à criação de bebidas. Seu avô Eloy, por exemplo, chegou a fundar a empresa E. Kunz, que comercializava licores e cachaças, bem como uísques de nomes inusitados – caso do Cockland, que remetia a Flores da Cunha, a “Terra do Galo”; e do Gayscotch, que pretendia mostrar a alegria de tomar a bebida.

Hoje a Petronius Beverages é quem cumpre a responsabilidade de seguir com o legado de criação de bebidas da família. Liderada pelo mestre cervejeiro Emílio Neto ao lado de Júlio e Augusto, seus filhos e sócios, a empresa já possui uma linha de cervejas especiais, a Schatz, bem como as cachaças Serigote.

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Foto © Geremias Orlandi

A convite da empresa, nós degustamos cinco variedades da Schatz Bier: Muskat Bier, Pink Muskat, Blond, Am Ipa e (nossa preferida!) Scot. As cervejas foram o primeiro produto da empresa, que existe desde 2013 em Caxias do Sul. A propriedade foi escolhida por sua beleza e também por um diferencial: é onde fica localizada a casa mais antiga da cidade, construída em 1876.

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É essa casa aqui!

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Embora esteja a poucos minutos de carro do centro da cidade, a região tem cara de área rural e foi a escolha perfeita para colocar em prática os projetos de sustentabilidade previstos pela empresa. E a questão ambiental está presente até mesmo em pequenos detalhes: cada litro da cerveja Schatz, por exemplo, utiliza apenas dois litros de água em sua produção – enquanto em cervejarias convencionais esse número pode chegar a cinco litros de água para cada litro de cerveja. Além disso, a cerveja utiliza água da chuva tratada em sua produção.

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Os efluentes produzidos pela fábrica são tratados e não saem dali: voltam como adubo para os vinhedos. Os resíduos sólidos também não são jogados fora, mas vendidos para fazendas na região, servindo como alimento para os animais. A caldeira utilizada no local é mantida com lenha de reflorestamento e até mesmo o processo de pasteurização das cervejas utiliza água reaproveitada.

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Fotos © Mariana Dutra fonte

GALERIA DE FOTOGRAFIAS

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National Geographic (Mais fotografias aqui )