A beleza única da Islândia fica ainda mais impressionante nesta série de fotos analógicas

 

Existem muitas belezas diferentes no planeta – essa é boa parte da graça de se estar na Terra. Enquanto as matas, montanhas e o sol tropical encantam a nós mesmos e ao resto do mundo com a diversidade e a intensidade multicolorida da paisagem brasileira, há também a igualmente intensa beleza do frio e da brancura infinita das paisagens geladas.

O fotógrafo português André Terras Alexandre viajou à Islândia para justamente registrar as maravilhas naturais do Atlântico Norte – e o resultado é desconcertante.

A melancolia e a pureza das paisagens islandesas parecem ainda mais fortes no trabalho de Alexandre pelo fato de suas fotos serem feitas à moda antiga, em filme. Um certo toque vintage adiciona não só charme às imagens, como uma nova camada sentimental, de um tempo um tanto congelado, como em um lugar onde é o clima quem manda – onde a beleza não está sujeita a nada além das estações do ano.

A inclemência do inverno ameaça e, ao mesmo tempo, sublinha a força natural e a beleza de algumas paisagens que só um lugar como a Islândia oferece ao nosso olhar.

© fotos: André Terras Alexandre/fonte:via

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Como funcionam as piscinas biológicas, que substituem cloro por plantas

Por maior que seja o prazer de mergulhar em uma piscina, e por mais benesses para a saúde que o hábito de nadar possa nos trazer, o fato é que muitas vezes a quantidade de cloro e químicos presente na água podem fazer um mal danado para nossa pele e corpo em geral. Tais agentes são usados em piscinas para eliminar bactérias e fungos mas, antes que junto eliminem parte de nossa saúde, alguma pessoas vêm utilizando uma alternativa mais saudável, agradável e bonita ao cloro: plantas aquáticas.

São as chamadas piscinas biológicas, que basicamente utilizam micro-organismos e plantas como filtros para a água. Para tal, divide-se a piscina em uma parte para nadar e outra para as plantas – o que é importante, pois protege o banhista de nadar entre as plantas, que podem conter insetos e girinos.

Através da fotossíntese, as plantas produzem biomassa, que serve como alimento para os micro-organismos. São eles que transformam a matéria em substâncias inorgânicas, como dióxido de carbono e sais minerais, fundamentais para o crescimento das plantas e para a conclusão de todo o ciclo.

A piscina precisa ser construída em um buraco escavado, de pelo menos 10 por 15 metros, com uma tela impermeável protegendo-a. As plantas – criadas em viveiros por empresas especializadas – purificam a água liberando oxigênio durante a fotossíntese.

Ainda que o custo de fabricação possa ser um pouco elevado, os custos posteriores são mínimos, pois não exige equipamentos elétricos nem produtos químicos – chegando a um resultado arquitetonicamente incrível, natural e delicioso – é, afinal, como ter um lago natural em sua própria casa.

A empresa liberou um tutorial em vídeo para a fabricação das piscinas.

© fotos: divulgação/reprodução/fonte:via

Esta mulher já resgatou e cuidou de cerca de 400 bebês morcego

Há 11 anos Denise Wade vem ajudando a reabilitar morcegos do tipo ‘raposa voadora’ e, anualmente, o número paira em torno de 400. Apesar de cuidar de tantos, ela ainda se lembra do primeiro, uma órfã chamada Amber. “Eu ainda tenho sua foto na minha carteira”, contou ao National Geographic.

Denise não é veterinária ou uma oficial de vida selvagem por profissão, mas apenas uma voluntária do Bat Conservation Rescue Queensland em Brisbane, Austrália. Ela cuida de morcegos em sua própria casa.

Tudo começou quando ela conheceu uma raposa voadora em um evento de conservação. “Quando eu conheci minha primeira raposa voadora, não consegui acreditar”, disse. “Eu me apaixonei e muito rapidamente decidi me vacinar e obter uma licença especial para reabilitá-los”.

Em seu quintal Denise possui um pequeno aviário onde os morcegos em recuperação podem voar. Ela cuida simultaneamente de até 60 morcegos. Denise mantém mangas e outras frutas de cordas para simular o comportamento dos mamíferos na natureza.

Ela tem quase 300 mil pessoas que a seguem no Facebook e 28 mil no YouTube que sempre acompanham suas aventuras com seus pequenos. É ali que ela levanta mão de morcegos órfãos, empurrando-os em toalhas e dando-lhes chupetas em forma de bastão para mamar.

Os morceguinhos com seus olhos grandes, bochechas gordas e orelhas pontudas, reccebem até 1 milhão de visualizações por vídeo. Muitos espectadores comentam que os animais feridos se parecem com cães e outros dizem que não sabiam que os morcegos poderiam ser tão fofos.

Muitos dos órfãos em sua casa são encontrados depois que suas mães são eletrocutadas por linhas de energia ou atacadas por cães. Algumas das lesões mais perturbadoras ocorrem quando os morcegos ficam presos em cercas de arame farpado. O mais comum, no entanto, vem de rede protetoras penduradas em árvores frutíferas.

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

 

Fotógrafo inverte os papéis de gênero em propagandas vintage sexistas, e os homens não vão gostar do resultado

Embora ainda exista preconceito de gênero no mundo todo – não, aqui não tem espaço para negadores do machismo, tanto quanto não há espaço para negadores da mudança climática -, o sexismo de fato já foi pior em décadas passadas.

Especialmente nos anos 1950, a imagem da mulher perfeita frequentemente era encarnada em uma esposa diligente, passiva, escravizada o dia todo, sujeita a punições emocionais e corporais, mas com um constante sorriso no rosto, é claro.

Esta imagem se refletiu muito nos anúncios dessa época, considerados hoje vintage.

Inspirado por tais peças, o fotógrafo e editor de vídeo Eli Rezkallah, de Beirute, no Líbano, decidiu criar uma série chamada “In A Parallel Universe” (em tradução literal, “Em Um Universo Paralelo”), no qual inverte os papéis de gênero retratados nessas propagandas para revelar o absurdo de tais estereótipos com humor.

Antes x hoje

Infelizmente, o que motivou Rezkallah a criar esse projeto foi uma exibição recente de machismo.

“No último Dia de Ação de Graças [um feriado celebrado em novembro], escutei meus tios falarem sobre como as mulheres são melhores quando estão cozinhando, cuidando da cozinha e cumprindo ‘seus deveres femininos’”, escreveu em seu site. “Embora eu saiba que nem todos os homens são como meus tios e pensam dessa maneira, fiquei surpreso ao saber que alguns ainda são, então eu imaginei um universo paralelo, onde os papéis são invertidos e os homens têm um gosto de seu próprio veneno sexista”.

Para saber mais sobre o seu trabalho do libanês, acesse elirezkallah.com.

Hardee’s – “Mulheres não saem da cozinha!”

Neste anúncio, um restaurante chamado Hardee’s nos lembra que “o lugar da mulher é na cozinha”, mas convida homens que ainda não têm uma esposa para cozinhar para eles que venham até o estabelecimento.

 

Van Heusen – “Mostre para ela que o mundo é dos homens”

Essa propaganda de gravatas garante que as estampas utilizadas nos seus produtos deixam claro para as mulheres que o mundo é dos homens – e ainda as deixam felizes por isso.

“Você quer dizer que uma mulher consegue abri-lo?”

Essa propaganda de ketchup indica a fragilidade da garrafa, que até uma mulher pode abrir.

Chase & Sanborn – “Se seu marido descobrir…”

Esse anúncio da marca de café Chase & Sanborn sugere que seu marido vai te bater se souber que você não está comprando o café mais fresco possível, ou seja, o dela.

Mr Leggs – “É ótimo ter uma garota em casa”

Essa propaganda é de uma marca de calças compridas. Aparentemente, as calças tornam mulheres em capachos.

Schlitg – “Não se preocupe, querida, você não queimou a cerveja”

Nossa, como você é compreensivo, marido.

Hoover – “Na manhã de Natal, ela estará mais feliz com uma Hoover”

Um aspirador de pó é o presente dos sonhos de qualquer mulher.

Lux – “Saia da cozinha mais cedo!”

Essa propaganda de detergente sugere que as mulheres podem lavar toda aquela louça muito mais rápido com o seu produto. Pelo anúncio, eu imaginaria que, se acabarem logo, quem sabe podem ir relaxar com seus maridos e filhos depois. Quem sabe.

Chemstrand – “Estamos empurrando malha collant”

Essa marca de nylon usou um trocadilho – “empurrando” no sentido de estarem incentivando o uso – para promover sua malha collant. A mão na bunda de uma garota é simplesmente porque sim.

Mr Leggs – “Que bom que ele manteve a cabeça”

Essa inspiradora marca de calças ataca novamente com mais um anúncio absurdamente agressivo, no qual usa um trocadilho para sugerir que homens devem punir mulheres por coisas extremamente relevantes, como “demonstrar muito carinho” e “usar uma calça de uma marca rival”.

fonte:[via][BoredPanda]

Foi por isso que 200 mil antílopes ameaçados morreram repentinamente no Cazaquistão

 

Quando mais de 200 mil antílopes do tipo saiga caíram mortos em um intervalo de poucos dias no Cazaquistão, cientistas ficaram assustados.

Em apenas três semanas, no mês de maio de 2015, 60% da população da espécie ameaçada simplesmente morreu. Isso também havia sido observado em maio de 1998, quando 270 mil animais morreram. Em maio de 2010 o mesmo problema aconteceu, mas de forma menos intensa. Naquele ano, 12 mil antílopes morreram de um rebanho de 26 mil.

É claro que o fato de os três surtos terem acontecido na mesma época do ano chamou atenção dos pesquisadores. Desde 2015, eles já sabiam que a causa da morte foi a infecção pelas bactérias Pasteurella multocida tipo B, que causa septicemia hemorrágica, mas não sabiam exatamente como uma bactéria que vivia dentro dos próprios antílopes sem causar problemas, de repente os matava em ritmo assustador.

A conclusão do estudo, realizada pela mesma equipe que analisou as mortes há três anos, é que a união de vários fatores, que individualmente não trariam problemas para os animais, causa a mortalidade observada.

Os pesquisadores conseguiram determinar a principal condição para que a bactéria se torne mortal: um clima mais quente e úmido que o comum. Isso causa uma invasão das bactérias na corrente sanguínea dos animais e a morte. Além disso, o mês de maio é quando estes animais têm os seus filhotes, e eles nascem com o maior tamanho em proporção à mãe entre todos os mamíferos com cascos. Isso significa que as mães estão exaustas fisicamente por conta da gestação e parto, e os recém-nascidos são mais vulneráveis à doença.

Ao analisar o histórico do clima no Cazaquistão, os pesquisadores encontraram o mesmo padrão em dois outros eventos de morte em massa: o já citado caso de 1998, e o de 1981, que deixou 70 mil animais mortos.

Ainda não foi possível explicar a relação entre aumento de temperatura e umidade e o surto da bactéria. Mesmo assim, há motivo para temer que a espécie já rara acabe extinta, uma vez que a região deve ficar ainda mais quente nos próximos anos, segundo o estudo.

 

“Entender esses eventos de mortalidade em massa, o que os causa e o que podemos fazer para combatê-los é muito importante para o desenvolvimento de estratégias de conservação das saigas”, diz Steffen Zuther, da Sociedade Zoológica de Franckfurt e da Associação para a Conservação da Biodiversidade do Cazaquistão.

O trabalho foi publicado na revista Science Advances.

fonte:[via][Science Alert]

Diáspora: imigrantes (não modelos) celebram a influência da cultura africana na Europa

Desde 2015, a fotógrafa Dagmar van Weeghel se dedica a registrar retratos que contam histórias. Seus assuntos preferidos são temas relacionados à migração e identidade. Muitos de seus trabalhos prestam homenagem à população negra e à força cultural da África.

Diáspora, sua mais recente série, retrata homens e mulheres africanos que imigraram para a Europa. De acordo com um relato escrito por Dagmar para o site Bored Panda, a série foi inspirada por seu marido do Zimbábue, que se mudou para a Europa há nove anos. O restante da inspiração partiu de uma viagem à Andaluzia, no sul da Espanha, onde a presença moura deixou fortes raízes culturais.

A estética das imagens é inspirada nas aquarelas do pintor Josep Tapiró Baró e tem também influências do orientalismo, segundo a própria fotógrafa. Os retratos são criados de forma a exaltar a influência da cultura africana na Europa e desmistificar o olhar distorcido que costuma ser lançado sobre o continente.

Ao oferecer outra perspectiva, espero inspirar as pessoas a aprender mais sobre a nossa história compartilhada e, finalmente, espero mudar a forma como as pessoas vêem o mundo e aos outros“, escreveu ela.

Confira também outros trabalhos da fotógrafa!

 

Fotos © Dagmar van Weeghel  /fonte:via

Do Canadá à Nova Zelândia: 16 fotos de paisagens tão lindas que podem virar seu fundo de tela

Se todo país possui suas belezas naturais e peculiares, algumas paisagens em alguns lugares do mundo parecem oferecer uma certa mágica aos olhos, como se ali a natureza quisesse realmente mostrar o quão estonteante e incrível ela pode ser.

O Brasil é um desses lugares – como são também o Canadá, a Islândia e a Nova Zelândia. O casal de fotógrafos Marta Kulesza e Jack Bolshaw passaram os últimos anos viajando por tais países, a fim de fotografar a natureza e as paisagens mais espetaculares – em lugares tão bonitos que nem parecem possíveis.

O lugar preferido do casal foi a Nova Zelândia, onde pensam de fato em morar. Mas, segundo Martha, o Canadá é o melhor lugar para fotografar paisagens. “São lugares incríveis para se fotografar, espalhados por áreas imensas, o que significa menos gente e mais serenidade”, ela disse. O casal mantém um site com dicas de viagem e de fotografia – além das mais impressionantes fotos de paisagens que se tem notícia.


Monte Kirkjufell, na Islândia


Trilha Pocaterra em Kananaskis Country, no Canadá


Monte Garibaldi, no Canadá


Monte Cook, na Nova Zelândia


Monte Assiniboine, no Canadá


Monte Assiniboine, no Canadá


Mini iceberg na Islândia


As incríveis luzes ao norte do Canadá


Lagos Vermilian, no Canadá


Lago O’Hara, no Canadá


Lago Berk, no Canadá


Parque Nacional Jasper, no Canadá


Parque Nacional Jasper


Parque Nacional Jasper


Reserva Natural de Fjallabak, na Islândia


Lago Abraham congelado, em Alberta, no Canadá

 

© fotos: Marta Kulesza e Jack Bolshaw/fonte:via

Do tamanho da Irlanda: China cria uma nova floresta com 6,6 milhões de hectares

Quando decretou, em 2014, estado de emergência nacional sobre seus níveis de poluição (e os efeitos que tais níveis teriam sobre o aquecimento global e o próprio futuro do planeta), o governo chinês levou a sério uma das mais evidentes e eficientes recomendações para se combater tais males: o reflorestamento. Assim, enquanto os EUA caminham em largos passos para trás em tal assunto (entre tantos outros) com o governo Trump, o governo chinês anunciou que plantará em 2018 uma floresta de 6,6 milhões de hectares – nada menos que praticamente o tamanho de toda a Irlanda.

O plano chinês visa ampliar de 21,7% de seu território coberto por florestas para 26% até 2030 – e não está medindo esforços para conquistar tal meta: nos últimos cinco anos foram mais de 82 bilhões de dólares gastos em esforços de reflorestamento, e o investimento seguirá pesado pelos próximos anos.

Para esse ano, serão plantadas florestas na província de Hebei, ao noroeste do pais, Qinghai, no platô tibetano, e no deserto de Hunshandake, no nordeste da região autônoma da Mongólia. Como um dos mais poluentes países do mundo – com um crescimento econômico intenso e uma imensa população – o compromisso chinês contra a poluição reconhece no reflorestamento uma de suas mais importantes armas, mas não para por aí: além de plantar uma Irlanda inteira de novas árvores, nos próximos cinco meses diversas fábricas e siderúrgicas serão fechadas ou terão suas atividades reduzidas.

 

© fotos: divulgação /fonte:via

10 formações de gelo e neve que parecem arte

Em regiões onde neva, ou onde as temperaturas são baixas o suficiente para criar belas formações de gelo, verdadeiras obras de arte podem ser desenhadas pela natureza.

Enquanto essas inesperadas criações são de fato lindas, o gelo também pode ser muito perigoso e até mortal. O inverno rigoroso causa muitos acidentes, desde estradas escorregadias até tempestades fortes de granizo.

Da segurança do verão brasileiro, no entanto, podemos nos contentar com observar imagens impressionantes de formações diversas, influenciadas por fatores que vão desde umidade e temperatura até velocidade do vento, gerando resultados extremamente diferentes:

Lago Baikal


Esse lago do sul da Sibéria, na Rússia, é responsável por 22% a 23% da água doce de degelo do planeta, e considerado Patrimônio Mundial pela UNESCO. Foto de Alexey Trofimov.

Bolhas congeladas


Essa é uma criação humana, feita com a ajuda do clima. Após a previsão do tempo anunciar temperaturas de menos 9° C a menos 12° C em Washington, nos EUA, a fotógrafa Angela Kelly decidiu aproveitar o frio inesperado para fazer bolhas de sabão com seu filho, enquanto as clicava à medida que congelavam e derretiam.

Farol congelado


O farol do lago Michigan, nos EUA, congelou no inverno passado. A visão parece quase inacreditável, não é mesmo? Foto de Thomas Zakowski e Tom Gill.

Flores congeladas


Essa foto foi feita por João Paglione, como resultado de uma tempestade de neve em Atlanta, nos EUA, em janeiro de 2005.

Lago McDonald e Lago Abraham


Esses cliques são do fotógrafo Phillips Chip. À esquerda, uma imagem feita ao pôr do sol no Lago McDonald (EUA), enquanto o artista literalmente assistia essas folhas de gelo congelarem. À direita, bolhas congeladas fotografas no Lago Abraham, no Canadá.

 

Teia congelada


Essa foto incrível foi clicada por Robert Felton em 2013.

Árvore congelada


A fotógrafa desta imagem literalmente se machucou por ela. Svetlana Kazina passeava pelas margens do Lago Teletskoye, na Sibéria, quando notou a frágil e bela árvore de gelo. No caminho de volta, escorregou nas rochas congeladas deslizantes, mas considerou seu clique perfeito um bálsamo para seu joelho dolorido.

Gelo na cerca


Essa imagem de autor desconhecido é um belo retrato de uma árvore, de ângulo gelado diferente.

Pinheiros brancos


Cindi Girard é a autora dessa bela foto de pinheiros congelados.

Macieira congelada


Essa imagem de Thomas Zagler mostra água congelada em temperatura fria (abaixo de 0° C) nas flores de uma macieira.

fonte:via[BoredPanda]

A beleza única da Islândia fica ainda mais impressionante nesta série de fotos analógicas

Existem muitas belezas diferentes no planeta – essa é boa parte da graça de se estar na Terra. Enquanto as matas, montanhas e o sol tropical encantam a nós mesmos e ao resto do mundo com a diversidade e a intensidade multicolorida da paisagem brasileira, há também a igualmente intensa beleza do frio e da brancura infinita das paisagens geladas.

O fotógrafo português André Terras Alexandre viajou à Islândia para justamente registrar as maravilhas naturais do Atlântico Norte – e o resultado é desconcertante.

A melancolia e a pureza das paisagens islandesas parecem ainda mais fortes no trabalho de Alexandre pelo fato de suas fotos serem feitas à moda antiga, em filme. Um certo toque vintage adiciona não só charme às imagens, como uma nova camada sentimental, de um tempo um tanto congelado, como em um lugar onde é o clima quem manda – onde a beleza não está sujeita a nada além das estações do ano.

A inclemência do inverno ameaça e, ao mesmo tempo, sublinha a força natural e a beleza de algumas paisagens que só um lugar como a Islândia oferece ao nosso olhar.

 

© fotos: André Terras Alexandre/fonte:via