Luzes do amanhecer e do pôr do sol são registradas em lindas imagens

O fotógrafo argentino Juan Manuel Casir, residente em Buenos Aires, faz registros onde a luz do amanhecer realça a paisagem urbana e certos detalhes do cotidiano, criando um aspecto enigmático e atraente nas imagens.

Com sua série “Impasse”, ele nos oferece o jogo de contrastes entre tons de laranja e azul, um jogo entre a luz emergente do sol e a escuridão que persiste. “Estou perseguindo momentos delicados”, diz ele. Graças às nuances de calor que, refletidas nas estruturas rígidas, dão vida às composições.

Esta última série também deu origem a “A viagem violeta”, um projeto em desenvolvimento sobre como o anoitecer pode ser místico e poético. Nesta série, roxo e rosa predominam, mas mantêm toda a beleza da iluminação. “É o começo da noite, embora o dia ainda não tenha acabado. A escuridão fortalece a luz. Não é tarde demais ou cedo demais, qualquer coisa pode acontecer, ela anuncia que uma noite em todos os cantos será cheia de mistério e sedução “, acrescenta o fotógrafo. Confira todas as fotos dele em sua conta no Instagram e as séries abaixo:

O amanhecer…

…e o anoitecer ❤

Fotos: Juan Manuel Casir/fonte:via

Anúncios

Fotos mostram como a Coreia do Norte costumava atrair turistas nos anos 1970 e 1980

Hoje considerado um dos países mais fechados do mundo, a Coreia do Norte já teve até mesmo estratégias que buscavam atrair mais turistas para o território durante os anos 1970 e 1980. Na época, em plena Guerra Fria, apenas cidadãos que pertencessem ao bloco comunista poderiam ingressar no país.

Para atraí-los, panfletos publicitários mostravam uma Coreia do Norte repleta de praias com gente feliz, parques temáticos e muitos esportes ao ar livre.

A sensação é de que as cenas retratadas poderiam se passar em qualquer país do mundo. Quem viveu durante a época facilmente irá se identificar com alguns dos momentos apresentados nos panfletos turísticos de uma nação pré Kim Jong-un.

Embora seja um retrato daquele tempo, o turismo continua sendo uma grande fonte de renda para o país, conforme lembra uma reportagem publicada pelo Daily Mail. Apesar disso, os visitantes atuais normalmente precisam andar constantemente acompanhados e não têm permissão para explorar além da capital Pyongyang.

E, enquanto você não vai até lá, espia só um pouco da propaganda turística da época.

Fotos © Retro DPRK/News Dog Media/fonte:via

Casal de idosos já conheceu 194 países em 60 anos de viagens compartilhadas

Os holandeses Christina e Willem Beekenkamp se conheceram em 1958 e desde então começaram a viajar. Primeiro eles usavam o barco do pai de Christina e, depois compraram seu primeiro barco para continuarem suas aventuras.

Quando se casaram em 1958, continuaram suas aventuras e exploraram toda a Europa de carro por onde acamparam na companhia dos dois filhos. Em 1968 eles terminaram de viajar pelo continente por terra e voltaram para a água com um pequeno veleiro, que até 1978 foi substituído sete vezes por um barco cada vez maior.

Eles passaram vários anos navegando por águas holandesas e pelo Mar do Norte. Até mesmo as crianças tinham seu próprio pequeno veleiro, que uma vez foi substituído por um mais rápido.

Com os filhos criados e aposentados, em 1995, eles tomaram uma grande decisão: venderam a casa e hoje fazem do mundo seu lar. Atualmente, os dois estão na flor da idade: ela está com 84 anos; ele, com 81.

Em 2010, concluíram uma meta pessoal: com uma viagem ao Iraque, conheceram todos 194 países membros das Nações Unidas. No entanto, pretendem parar de viajar por conta disso e vão continuar navegando e colecionando aventuras pelo mundo.

Imagens: Reprodução/fonte:via

‘Estrada de tubarões’ de mais de 800 quilômetros pode se tornar área de proteção

Pela primeira vez cientistas filmaram tubarões viajando por uma “estrada” submarina de mais de 800 km, no Oceano Pacífico – entre as Ilhas Galápagos e a Ilha do Coco, na Costa Rica. Trata-se de um caminho seguindo uma série de montanhas submersas, no qual diversos tipos de tubarão e outros animais marinhos, como tartarugas e golfinhos, foram registrados “viajando”. Os cientistas ainda não sabem se a passagem dos animais pela “estrada” se dá para a caça, como rotas de navegação ou por acaso – mas o registro de tal viagem pode ser fundamental para a proteção de tais animais.

Apesar das Ilhas Galápagos e da llha do Coco serem áreas protegidas para pesca em geral, a “estrada dos tubarões” não é, e o registro de tal caminho permitirá o pedido de preservação da estrada como um meio de se preservar a vida desses animais. Quem realizou a expedição – que levou duas semanas até conseguir o registro – e entrará com o pedido é a Fundación PACÍFICO, um grupo costa-riquenho que reúne quatro fundos ambientais diferentes.

A utilização de tais “estradas” à beira de montanhas marinhas foi registrada pela primeira vez, no qual mais de dezesseis espécies de tubarões e peixes foram vistos utilizando o caminho – algumas delas sob risco de extinção.

O perigo de manter essas áreas fora de programas de proteção é dos tubarões acabarem pescados em redes de pesca de atum. Para os cientistas, proteger a “estrada dos tubarões” é o próximo passo pela conservação da espécie.

© fotos: divulgação/fonte:via

Casinhas modernistas de pássaros feitas com material reaproveitado são puro amor

Como grandes arquitetos que são, os pássaros de modo geral conservam o estilo de suas construções intocados ao longo de séculos. Pois o marceneiro americano e admirador da arquitetura Douglas Barnhard decidiu aproveitar as sobras de suas madeiras para ajudar os pássaros a “atualizarem” o estilo de suas casas – criando modelos de casas de passarinhos inspirados nas construções modernistas. O projeto foi batizado de Sourgrassbuilt.

Barnhard e sua mulher, Christy, possuem uma loja de móveis e armários, e para aproveitar suas sobras e criar suas encantadoras casinhas o casal decidiu se valer de sua paixão e homenagear edifícios e arquitetos famosos, como Joseph Eichler e Frank Lloyd Wright, aproveitando o fato de morar em Santa Cruz, na Califórnia, para também utilizar elementos da cultura do skate e do surf na concepção das casas.

Apesar de especialmente elegantes e bem acabadas – feitas com pedaços de nogueira, bambu, teca ou mogno – o Sourgrassbuilt não é somente design, afinal os pássaros precisam viver bem dentro das construções. Assim, as casas são projetadas com cores, tetos e paredes vivas de plantas, calhas instaladas para alimentação, poleiros e até pequenas piscinas para refrescar os animais – um luxo cinco estrelas para os pássaros.

© fotos: divulgação/fonte:via

Fotógrafo clica pessoas camufladas por seus suéteres e o resultado não podia ser mais incrível

O fotógrafo inglês Joseph Ford afirma que gosta de ser movido pela dificuldade para criar suas obras, e a série Knitted Camouflage (“Camuflagem Tricotada”) não o deixa mentir.

Há algum tempo, ele se interessou pela ideia de fotografar pessoas camufladas em meio às paisagens urbanas de Londres, onde vive. Para isso, contou com a ajuda da amiga e costureira Nina Dodd, que tricotou as peças cuidadosamente pensadas por Ford para que se encaixassem nos cenários que ele escolheu ao circular pela capital inglesa.

Cada uma das fotografias levou cerca de 10 horas para ser finalizada, pois exigiu perfeição no posicionamento dos modelos e do fotógrafo, assim como da luz, para que o resultado os integrasse plenamente ao cenário. Aliás, todos os fotografados foram recrutados por Ford nas ruas de Londres.

Além da dificuldade para fotografar, o artista conta que foi complicado encontrar os tons ideais dos fios usados por Nina, e que os dois até se esforçaram para que as texturas dos tecidos fossem parecidas com as dos cenários das fotos. O esforço valeu a pena, e o resultado é sensacional.

Fotos via Joseph Ford /fonte:via

Estilo, elegância e realismo são a marca registrada das tatuagens de Oscar Åkermo

15 anos de idade e uma ideia na cabeça: ser tatuador. Foi assim que o sueco Oscar Åkermo começou sua jornada, criando as próprias máquinas usando motores e cordas de guitarra. Aos 16, comprou as primeiras máquinas profissionais e pôde dar um salto de qualidade.

Hoje, Oscar tem 23 anos e vive em Nova York, tatuando no reconhecido estúdio Bang Bang. Seu primeiro trabalho foi como aprendiz, aos 17 anos, e ele conta que muitos clientes mais velhos não o levavam a sério. Hoje, há quem o coloque entre os melhores tatuadores do mundo.

Ele diz que, no começo, fazia praticamente apenas tattoos old-school ou tradicionais, o que começou a ficar tedioso. Foi aí que ele passou a se dedicar ao realismo, desenvolvendo seu traço com muito estilo.

Apesar de dizer que ainda gosta de experimentar bastante para tentar encontrar o próprio estilo, Oscar acha que é possível descrever seu trabalho como “uma melancólica mistura de meus tatuadores favoritos, desde que seja sombrio, macabro, psicodélico ou apenas bonito”.

Ele experimentou várias formas de arte antes de se encontrar na tatuagem: tocou guitarra, fez esculturas, costurou, atuou e ainda gostava muito de fotografar, o que ele ainda faz, como hobby, ainda que as tatuagens demandem cada vez mais tempo.

“Muita coisa me inspira! Música, mitologia, cultismo, arquitetura e arte vitoriana, filmes de terror e ficção científica, além de artistas como Rembrandt, Da Vinci, Michelangelo e Salvador Dalí”, revela o tatuador.

Fotos via  Oscar Åkermo /fonte:via