Esse casal de mineiros fez o álbum de fotografias que os 70 anos de amor merecem

O casamento do Srº Lázaro, de 95 anos, e da Dona Guiomar, de 86, é a prova de que o amor não envelhece. Juntos há mais de 70 anos, ambos garantem que o amor continua presente, e que não sabem como viveriam um sem o outro.

Ao longo dos anos, o casal conta que precisaram superar muitas adversidades, mas nunca pensaram em desistir. Hoje, possuem uma família linda e numerosa, com 10 filhos, 16 netos, 12 bisnetos e 1 tataraneta.

E para celebrar essa união, uma das netas do casal, Anna Paula Vilas Boas, teve a ideia de chamar Lukas Borges, um amigo fotógrafo, para fazer um ensaio dos avós. “Durante o ensaio fiquei emocionado com o carinho que um sente pelo outro, pelo cuidado, pelos gestos e principalmente pela forma que eles se olham! Foi algo surreal, sem contar o humor de ambos que tem o poder de contagiar e nos fazer refletir sobre esse sentimento!”, disse Lukas ao compartilhar o álbum em uma rede social.

Confira abaixo o resultado desse ensaio emocionante:

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Todas as fotos © Lukas Borges Fotografia

Ele transformou um ônibus em barbearia itinerante para atender moradores em situação de rua em SP

Sábado é um dia muito esperado por Agostinho Pereira. Não por causa do descanso, mas por poder aproveitar o tempo livre para se dedicar ao Uber Barber Bus, projeto que criou para levar confiança e autoestima a moradores em situação de rua e jovens de comunidades carentes.

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Ele e a mulher, Érica, já cortavam cabelo de forma voluntária, mas o veículo trazia limitações: era difícil transportar cadeiras, materiais e outros voluntários. No meio do ano passado, Agostinho decidiu trocar um carro por um ônibus. Pesquisou mais de cinquenta, até dar de cara com um modelo de viagem de 1977.

Ele idealizou a reforma necessária e a pagou do próprio bolso. Desde outubro, quando ficou pronto, o Uber Barber Bus, roda pelas zonas norte e leste de São Paulo cerca de três vezes por semana – aos sábados, atende em média 150 pessoas em São Miguel Paulista.

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Agostinho, Érica e voluntários cortam os cabelos de homens. Quando há voluntárias, eles também oferecem cortes de cabelo e manicure para as mulheres. “Queremos levar satisfação pessoal, aumento de autoestima… mostrar para essas pessoas que elas não estão abandonadas”, diz.

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Além dos moradores em situação de rua, crianças e adolescentes de comunidades carentes também são atendidos pelo casal e os voluntários. Agostinho também se dispõe a ensinar aos jovens o ofício de barbeiro, e pretende criar um curso profissionalizante – gratuito para quem não puder pagar – em breve.

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O ônibus conta com três cadeiras fixas, além de algumas de plástico que são colocadas do lado de fora nos dias em que há mais movimento. Os planos de Agostinho incluem a instalação de lavatórios para as cabeças (ele faz uma esterilização antes dos cortes para evitar a propagação de doenças), além de um chuveiro, para oferecer banho.

“Também quero conseguir doações de brinquedos para as crianças e de roupas. Imagina a pessoa vir, tomar banho, coloca ruma roupa nova, cortar o cabelo, quem sabe até passar um perfume? Que diferença isso pode fazer para ela?”. Ele procura parcerias com empresas para aprimorar o serviço, melhorando o ônibus e os equipamentos de corte.

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Se você puder ajudar de alguma forma, Agostinho pede que entre em contato através do site do Uber Barber Bus ou do e-mail contato@uberbarberbus.com.br.

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Todas as fotos © Uber Barber Bus

Polonesa de 51 anos caminha 69 dias sozinha para chegar ao Polo Sul

Há quem reclame de ter que andar um quarteirão para ir até a padaria, mas Malgorzata Wojtaczka, uma polonesa de 51 anos não tem problemas com caminhadas. Originária da cidade de Wroclaw, ela andou por 69 dias pela Antártida até chegar ao Polo Sul no dia 25 de janeiro.

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Foram 1.300 km, cruzando locais a 2.700 metros de altitude, puxando um trenó de 100 kg onde levou equipamento, comida e combustível especial para usar em seu fogareiro – o combustível normal não pode ser usado nestes locais, pois congela.

Wojtaczka foi a primeira mulher polonesa e uma das poucas mulheres no mundo a chegar ao Polo Sul sozinha, sem nenhum tipo de assistência. Em 1994, a norueguesa Liv Arnesen foi a primeira mulher a chegar caminhando até o polo Sul nestas mesmas circunstâncias.

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A polonesa partiu em 18 de novembro de 2016 (após dois dias de aclimatação) de Hercules Inlet, no extremo sudoeste de Ronne Ice Shelf, que cerca o mar de Weddel. Ela caminhou 20 km por dia, exceto quando o mau tempo e os ventos fortes a obrigavam a andar mais lentamente. No último dia da viagem ela marchou sem parar em uma temperatura de 34 graus Celsius negativos.

* Todas as fotos: Reprodução

A diferença entre a comida da primeira classe e da econômica nas principais companhias aéreas do mundo

As diferenças entre a classe econômica e a primeira classe não são apenas o valor da passagem, o espaço e o nível de conforto. O cardápio também é uma das características marcantes entre elas. Quem tem o privilégio em poder optar pela primeira classe – que é a categoria de assento mais caro – possui mais possibilidades de pratos e bebidas e, obviamente, também tendem a ter uma apresentação bem mais sofisticada.

Abaixo você pode conferir a diferença dos alimentos servidos nas duas classes em algumas das principais companhia aéreas do mundo.

01 – Singapore Airlines

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Jantar na primeira classe
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02 – Emirates

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Jantar na primeira classe
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03 – Turkish

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Jantar na primeira classe
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04 – Korean

Jantar na classe econômica
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Jantar na primeira classe
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05 – Airfrance

Jantar na classe econômica
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Jantar na primeira classe
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06 – American Airlines

Jantar na classe econômica
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Jantar na primeira classe
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07 – Delta

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Jantar na primeira classe
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08 – United

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Jantar na primeira classe
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09 – British

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Jantar na primeira classe
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10 – KLM

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Jantar na primeira classe
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* Todas as fotos: Reprodução

Ele dirige táxis e transformou seu emprego em arte fazendo fotos de seus passageiros

O africano Yaw Addae tornou-se um motorista de taxi em Nova York com um único objetivo: ele queria juntar dinheiro o suficiente para fundar sua produtora, a Yaw Photography. Mas ao invés de apenas dirigir, Yaw nos dá uma lição de criatividade, que deve ser lembrada por todos os que querem transformar seus trabalhos: criou um projeto chamado “Riding Yellow“, em que ele vira a câmera para o passageiro sentado banco de trás do seu táxi amarelo e eterniza o momento através da fotografia.

Sua série incluí passageiros e transeuntes, que Addae encontra na sua linha de trabalho. Ele conta que “não poderia apenas dirigir um táxi e estar satisfeito, mas sim ser ele mesmo, com toda a sua criatividade“. Entram na série os passageiros abertos a conversar, que de alguma forma se conectam com ele. Veja o resultado do seu trabalho aqui:

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Todas as fotos © Yaw Addae

A incrível forma que essa fotógrafa encontrou para ajudar na adoção de gatos

 

Lembra-se do divertido vídeo em que cãezinhos eram clicados enquanto se chacoalhavam? Relembre aqui. A autora do projeto é a norte-americana Carli Davidson, que agora aplicou a mesma proposta a 61 gatos fofos que estão disponíveis para adoção.

Na série Shake Cats, Carli usa sua câmera de alta velocidade para captar o momento em que os bichanos se movimentam, marcando cada pelo e saliva que fica no ar – o que resulta em fotos pra lá de impressionantes, como você vê abaixo!

Embora muitas pessoas pensem que ela usou borrifos d’água para causar tal reação nos gatinhos, a fotógrafa conta que, na maioria das vezes, fazer carinho com a mão molhada é o suficiente para fazer com que o gato se chacoalhe todo. O objetivo da fotógrafa é incentivar a adoção dos felinos e com essas caretas incríveis, é impossível não querer um deles!

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Todas as fotos © Carli Davidson

Artistas criam série misturando McDonald’s e o nazismo em um pesadelo pós-apocalíptico infernal

O pior pesadelo para os artistas Jake e Dinos Chapman mistura Ronald McDonald e símbolos religiosos com soldados nazistas em um cenário pós-apocalíptico zumbi. Pode parecer aleatório e descabido, mas talvez depois de ver as imagens criadas pelos irmãos ingleses, ele também se transforme no seu.

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Na internet especula-se qual seria o significado por trás do trabalho: há quem não veja nada além de sobreposição de ícones, há quem enxergue uma crítica ao capitalismo ou veja no trabalho a revelação da verdadeira face por trás da falsa alegria vendida pela lanchonete, e há que reconheça no trabalho uma menção direta ao terceiro e quarto círculo do inferno de Dante, que se referem à gula e à cobiça respectivamente – e provavelmente todos têm razão.

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Seja qual for o verdadeiro sentido, a certeza é que nesse mundo não há McLanche feliz.

Todas as fotos © Jake e Dinos Chapman

Conheça o brasileiro Brian Gomes, que se inspira na arte tribal da Amazônia para criar tatuagens incríveis

Brian Gomes, artista plástico e tatuador brasileiro, desenvolveu um estilo único para as suas tatuagens. Inspirado na geometria sagrada e nos desenhos indígenas de milhares de anos, Brian tem inspirado à todos com seu trabalho bastante peculiar.

“Sou constantemente inspirado pelos gráficos indígenas brasileiros, pela geometria sagrada, e também pelos padrões islâmicos e orientais”, disse. E seu trabalho vai além do visual. O artista contou também ser profundamente influenciado por seus estudos na filosofia xamânica, que acredita num mundo espiritual diretamente ligado ao nosso físico.

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Isso faz com que suas tatuagens sejam bastante complexas, além de aderirem a certos padrões espirituais, cada um cuidadosamente projetado para proteger e trazer boa sorte para aqueles que as carregam em seus corpos.

“Busco resgatar para a pele, as vibrações da alma de cada um, um trabalho muito profundo e especial, feito com carinho, uma conversa de alma para alma.”, completou Brian.

É possível acompanhar o trabalho do artista através da sua conta no Instagram.

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Todas as fotos © Brian Gomes

Eles NÃO deixaram seus empregos para viajar por 9 países com sua filha de 3 anos

Quantas vezes ouvimos falar sobre pessoas que abandonam seus empregos para fazerem coisas que sempre desejaram? A maioria delas, inclusive, para viajar. O casal Łajka e Wadyń,  porém, prova que não é preciso necessariamente abandonar o trabalho para explorar o mundo.

Eles são apaixonados por viajem, têm empregos corporativos mas organizam cada minuto de seu tempo livre para que possam embarcar, junto com a filha Zazu, de três anos, para mais lugares do que qualquer um poderia imaginar.

Em depoimento no site Bored Panda, contam que sempre têm um plano: para o final de semana, o mês, ou para os próximos seis meses. E na maioria dos casos, tratam-se de viagens. Nos últimos dez meses, visitaram nada menos 39 destinos, em 9 países e 3 continentes!

Veja aqui um pouco dessas peripécias:

Pileh Lagoon, Tailândia

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Railay West, Tailândia

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Phra Nang Cave Beach, Tailândia

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Ukunda, Quênia

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Mazuri, Polônia

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Wicie, Polônia

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Viena, Áustria

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Filtvet Fyr, Noruega

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Diani Beach, Quênia

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Taita Hills, Quênia

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Taita Hills, Quênia

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Kompong Phluk, Camboja

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Angkor Wat, Camboja

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Bayon, Camboja

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Tonle Sap, Camboja

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Atenas, Grécia

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Davit Gareji, Geórgia

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A língua até pode ser um problema, mas se quiser acompanhar as aventuras desse casal em imagens, vale a pena seguir o site e o Facebook deles.

Todas as fotos © Owadybezo

7 cidades pelo mundo que estão se livrando dos carros

Esta é sem dúvida uma das maiores mudanças que nossas cidades estão enfrentando. O reinado do automóvel chegou ao fim e o espaço das ruas está sendo aos poucos devolvido às pessoas.

São cada vez mais evidentes os efeitos negativos que os automóveis criam nos espaços urbanos, entre poluição do ar, acidentes de trânsito e, claro, todo o espaço que ocupam, gerando congestionamentos e ambientes desagradáveis para as pessoas que caminham.

Em muitas cidades hoje em dia, o automóvel não é a forma mais eficiente de se deslocar. Por exemplo, em Londres os automóveis têm uma média de velocidade inferior a das bicicletas. Os motoristas de Los Angeles passam 90 horas por ano presos em engarrafamentos e, segundo um estudo britânico, os condutores passam 106 dias de suas vidas procurando uma vaga para estacionar seu carro.

Por enquanto, pelo Brasil se mantêm os argumentos para o uso intenso de carros, seja porque o transporte coletivo é inseguro e ineficaz, porque há superlotação. Mas será mesmo só isso ou ainda o carro no Brasil exerce um poder de status social que a classe média brasileira não deseja perder?

Até que alguma coisa mude, temos pelo menos estas inspirações:

1. Madri, Espanha

Madri proibiu os automóveis em certas ruas do centro da cidade, e durante janeiro, a região peatonal se amplia  ainda mais. Essa zona se estende por mais de um quilômetro quadrado, permitindo que os moradores possam entrar com seus carros, porém, que não mora na região recebe uma multa de US$ 100,00.

Esse é um dos primeiros passos de um plano mais amplo para tornar o centro de uso exclusivo peatonal dentro dos próximos cinco anos.  Em 2015 Madri restringirá o acesso de automóveis em 352 hectares de seu centro

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2. Paris, França

O ano passado Paris teve um dos episódios mais críticos de poluição do ar na historia. Como resposta a este problema, restringiram os carros por alguns dias e ofereceram transporte público de graça durante o estado de emergência. A poluição foi reduzida em 30% e graças a esta medida, a cidade propõe diminuir o uso do carro. As pessoas que não moram no centro da cidade não podem entrar de carro durante o final de semana.

Existe esta medida e os planos “Zona de encontro” (zonas de total preferência a ciclistas e pedestres com velocidade maxima de 20 Km/hr) e “Zona 30″ (zonas de velocidade máxima 30 km/hr).

Para 2020 está previsto duplicar as ciclovias na cidade. Em 2001, 40% dos parisienses não eram proprietário de um carro. Hoje 60% não possui carro. 

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3. Chengdu, China

Uma nova cidade satélite no sudoeste de China, foi desenhada especialmente para pedestres e para não precisar de carro, pois todos os serviços necessários se encontram a 15 minutos de caminhada.

O plano, desenhado pelos arquitetos Adrian Smith e Gordon Gill, não proíbe os carros completamente mas só a metade das ruas permitirá veículos motorizados. A cidade estará bem conectada com outras cidades mas a idéia principal é que de uma população prevista de 80 mil pessoas, a maioria delas seja capaz de ir caminhando para o trabalho.

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4. Hamburgo, Alemanha

Hamburgo está  fazendo cada vez mais fácil uma vida sem carro. Uma nova “rede verde” que estará completamente terminada nos próximos 15-20 anos, conectará os parques de toda cidade para ser possível ir neles caminhando ou de bicicleta. A rede cubrirá 40% do espaço da cidade.

O plano é eliminar o uso do carro em nos próximos 20 anos.

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5. Helsinki, Finlândia

Helsinki espera muitos novos residentes nas próximas décadas, só que a regra será que quantos mais residentes a cidade receber, menos carros serão permitidos. Um novo plano estabelece um design urbano que transforma cidades satélite dependentes do carro em comunidades densas, caminháveis e vinculadas ao centro. Um novo aplicativo para smartphones está sendo testado, este, permitirá aos cidadãos pegar facilmente um carro compartilhado, uma bicicleta compartilhada ou um taxi compartilhado, também será possível encontrar o trem ou ônibus mais próximo.

Helsinki espera que daqui a uma década seja completamente desnecessário ter um carro. 

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6. Milão, Itália

Milão está testando uma nova forma de manter os carros fora do centro da cidade prometendo aos condutores que se deixarem seus carros em casa, serão recompensados com bônus gratuitos de transporte público. Através do sistema de localização  de carros, será possível saber se o auto foi usado para ir pro trabalho ou não e assim por cada dia que o auto ficou em casa, é enviado ao condutor um vale do mesmo valor que uma passagem de transporte público.

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7. Copenhague, Dinamarca

Há 40 anos, o trânsito era tão ruim em Copenhague como em qualquer outra cidade. Hoje, mais da metade da população vai pro trabalho de bicicleta.

Copenhague começou introduzir áreas de pedestres na década de 1960 no centro da cidade. As zonas livres de carros se estenderam lentamente por toda cidade nas seguintes décadas. Além de muitos quilômetros de ciclovias, construíram novas “bicipistas” (estradas de alta velocidade para bicicletas) para chegar nas cidades satélite. Copenhague possui uma das taxas mais baixas de proprietários de carros na Europa.

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Artista questiona marcas deixadas pela humanidade no mundo

A nova série de pinturas do artista estadonidense Josh Keyes apresenta animais, objetos feitos pelo homem ou naturais, carregando marcas de pichação. Uma baleia com o rabo cheio de assinaturas com tinta, um ônibus espacial, satélites e até os icebergs não foram poupados. São superfícies que não costumamos ver com essas marcas humanas.

O trabalho é um questionamento sobre as marcas deixadas pelas atividades humanas no planta, e as pichações vêm acompanhado o trabalho do artista há dez anos, sempre como imagem de fundo de suas obras.

O iceberg, por exemplo, tem como principal mensagem: “eu vou derreter com você”. Se estivesse em um muro de uma cidade qualquer, seria provavelmente uma declaração de amor por alguém, mas neste inesperado cenário é um aviso da própria natureza sobre as consequências do abuso humano sobre o planeta.

“Existem coisas ou lugares que não deveria haver grafite?”, pergunta ele ao site Colossal. “Quem define qual superfície deve ser mantida limpa de grafite? Minha preocupação pessoal é que isso vai ser a realidade algum dia, e em maior escala fala sobre o problema com o nosso relacionamento com o mundo natural. O satélite e grafite espacial dão dicas de que mesmo se colonizarmos mundos, que marcas deixaremos? Não importa onde vamos, deixamos evidências de nossa presença”, reflete ele.

Esses e outros quadros do artista estarão em exibição em 2017 na Thinkspace Gallery em Los Angeles. O artista é natural da cidade de Tacoma, no estado de Washington e vive na cidade de Portland, em Oregon. Ele é formado pela School of the Art Insittute of Chicago e pela Yale University School of Art. [This is Colossal, Josh Keyes]