O belo e quente balneĂĄrio italiano que acaba de testemunhar uma profecia apocalĂ­ptica tornando-se realidade

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Seria um sinal de que o mundo estaria prĂłximo do fim quando nevasse dois dias consecutivos em Salento, uma cidade de praia localizada no sul da ItĂĄlia. Foi isso o que, hĂĄ cerca de 500 anos, disse Matteo Tafuri, um filĂłsofo que Ă© conhecido como o Nostradamus italiano.

Segundo sua profecia: “Salento, de palmeiras e vento sul moderado. Dois dias de neve, dois relĂąmpagos no cĂ©u. Eu sei que o mundo acaba, mas nĂŁo anseio”. Um tanto assustador, certo?

Como acontece com quase todos os que fazem teorias apocalĂ­pticas, ninguĂ©m acreditou muito no que ele afirmou, afinal o balneĂĄrio de Salento fica em uma regiĂŁo bastante quente. No entanto, nos Ășltimos dias 8 e 9 de janeiro, caiu neve sobre a regiĂŁo e a praia ganhou uma paisagem completamente diferente.

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De acordo com a Enciclopédia da Filosofia da Renascença, Tafuri viveu entre 1942 e 1582 e era um amante da literatura grega e latina, um médico e astrólogo håbil.

SerĂĄ que sua profecia estava certa?

A improvĂĄvel amizade entre um mergulhador e um peixe que dura hĂĄ 25 anos

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A baía de Tateyama, no Japão, é o ponto de encontro de dois amigos muito improvåveis. Um mergulhador local, Hiroyuki Arakawa, e Yoriko, um peixe da espécie Semicossyphus reticulatus encontrado em alguns países asiåticos.

A dupla se conheceu hĂĄ 25 anos e desde entĂŁo tem se encontrado regularmente. Hiroyuki trabalha em um santuĂĄrio subterrĂąneo localizado em Tateyama hĂĄ mais de 20 anos, atuando como supervisor e guia turĂ­stico do local.

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Ao longo dos anos, ele e o peixe desenvolveram uma espécie de carinho e cumplicidade, e toda vez que o mergulhador chama Yoriko através de uma batida de martelo em um pedaço de metal, o peixe aparece para cumprimentå-lo.

Yoriko estå em praticamente todas as fotos tiradas pelo mergulhador, sendo que às vezes parece até posar para a cùmera. A amizade entre os dois se tornou uma verdadeira atração, com vårios turistas indo ao local apenas para ver os dois amigos juntos.

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Todas as imagens © Reprodução Facebook

Esse ensaio de filhotes de cachorro com asas (!) Ă© a coisa mais bonita que vocĂȘ vai ver hoje

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Se ensaios com filhotes de cachorro jĂĄ sĂŁo apaixonantes por si sĂł, imagine ensaios com filhotes de cachorro vestindo asas. É pra derreter o mais duro dos coraçÔes.

Ideia da fotĂłgrafa norueguesa Natalia Ć»yƂowska, o ensaio traz lindos filhotinhos de border collie com apenas 2 semanas de vida. O resultado Ă© a coisa mais fofa que vocĂȘ vai ver nĂŁo sĂł hoje, mas provavelmente em muito tempo.

Confira!

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Todas as fotos © Natalia Ć»yƂowska

Uma maneira impressionante de mover uma carga de mil toneladas pela estrada

O vídeo acima mostra uma coisa gigantesca transportando algum tipo de recipiente pressurizado.De acordo com a legenda da filmagem no YouTube, esses caminhÔes compostos estão transportando uma carga de 946.000 kg.Como?! Como é possível mover mil toneladas pela estrada? Rhett Allain, professor associado de física na Universidade Southeastern Louisiana, nos EUA, explica.

Driblando a pressĂŁo

Em comparação com a carga, o veĂ­culo transportando-a Ă© muito mais longo. Por quĂȘ?A resposta Ă© pressĂŁo. “PressĂŁo dos pneus, para ser exato”, diz Allain.A carga tem um peso de 9,27 milhĂ”es de Newtons. Se vocĂȘ ignorar a massa do veĂ­culo, ainda assim o chĂŁo tem que empurrar para cima com esta mesma força. Isso nĂŁo Ă© tanto quanto parece – edifĂ­cios podem ter pesos maiores.

No entanto, existe uma grande diferença entre um edifĂ­cio e um reboque: a ĂĄrea de contato. Com uma ĂĄrea menor, vocĂȘ pode ter uma pressĂŁo muito maior sobre a superfĂ­cie da estrada.

Com a pressĂŁo muito grande, os pneus literalmente picariam furos na superfĂ­cie da estrada. EntĂŁo, como diminui-la?

A Ășnica maneira Ă© aumentando a ĂĄrea de contato. VocĂȘ poderia fazer isso removendo as rodas e transportando a carga em um trenĂł, mas Ă© evidente que isso poderia causar outros problemas. VocĂȘ tambĂ©m poderia fazer pneus supergigantes, mas nĂŁo seria prĂĄtico. A melhor solução Ă© a apresentada no vĂ­deo: colocar mais pneus.

Quantos? “NĂŁo estou completamente certo, mas pelas minhas contas eu vi 96 pneus (assumindo que cada pneu visto Ă© parte de um conjunto duplo)”, afirma Allain.

Atrito e subidas

Como Ă© possĂ­vel assistir no vĂ­deo, hĂĄ dois caminhĂ”es puxando e cinco empurrando a carga. Por que tantos?Depois de conseguir movimentar o recipiente, deveria ser fĂĄcil mantĂȘ-lo em movimento – em teoria. No entanto, hĂĄ duas coisas que atrapalham: atrito de rolamento e subidas.

Todo mundo gosta de pensar na roda como uma invenção incrível que remove o atrito. Mas ela não é perfeita. Com uma carga pesada, a roda pode ser esmagada. Conforme rola, uma nova parte da roda fica na parte inferior e é deformada. A fim de movimentar a carga a uma velocidade constante, é necessårio que haja uma grande força para equilibrar esse atrito de rolamento. Esta outra força vem dos caminhÔes.

Mas serĂĄ que Ă© preciso sete? Sim.Se a estrada fosse perfeitamente plana, vocĂȘ sĂł precisaria se preocupar com o atrito de rolamento. Mas nĂŁo tende a ser assim, nĂŁo Ă© mesmo? DifĂ­cil Ă© o caminho que nĂŁo apresenta pelo menos algumas inclinaçÔes.

Mais força Ă© necessĂĄria, entĂŁo. Suponha que vocĂȘ queira empurrar 946.000 kg a uma inclinação de 5 graus. Seria preciso uma força de impulso de mais de 800 mil Newtons (e isso ignorando a resistĂȘncia do rolamento).

De nenhuma maneira um caminhĂŁo sozinho poderia empurrar tanto – nĂŁo haveria força de atrito suficiente entre os pneus e a estrada, bem como o motor provavelmente nĂŁo teria torque suficiente.Logo, a Ășnica maneira de mover esta carga gigante Ă© com sete caminhĂ”es e 96 pneus. [Wired]

Conheça o casal que entrou para o Guinness por ser o mais tatuado do mundo

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Quando Charlotte Guttenberg fez sua primeira tatuagem, hå 10 anos, ela nunca imaginou que se tornaria a idosa mais tatuada do mundo. Na época, ela tinha 58 anos e fez apenas uma pequena arte no corpo. Hoje, 91,5% de sua pele estå coberta em um incrível trabalho artístico.

Mas Charlotte nĂŁo Ă© a Ășnica tatuada em casa. Seu companheiro Charles Helmke, de 75 anos, tambĂ©m detĂ©m o recorde de idoso mais tatuado do mundo, com 93,75% do corpo coberto. A arte rendeu ao casal o recorde de casal sĂȘnior mais tatuado do mundo pelo Guinness World Records.

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Como nĂŁo poderia deixar de ser, os dois se conheceram em um estĂșdio de tatuagem, em 2006, quando Charlotte se preparava para fazer um trabalho enorme no corpo e Charles aproveitou para acalmĂĄ-la. Desde entĂŁo, se tornaram amigos e posteriormente viraram um casal.

Ambos sĂŁo viĂșvos. Charlotte antes era casada com um homem que nĂŁo aprovava tatuagens – o que fez com que ela adiasse o sonho de colorir o corpo por tanto tempo. Charles, no entanto, esteve casado apenas cinco anos antes de sua mulher falecer e tem atĂ© mesmo uma tatuagem dedicada Ă  ex-esposa.

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Diferentemente da atual companheira, ele começou a tatuar o corpo ainda na juventude, fazendo seu primeiro desenho no corpo em 1959, quando servia o exĂ©rcito americano. Nos anos 60, ele fez mais algumas tatuagens. Depois, no entanto, ficou 40 anos sem novos desenhos – atĂ© voltar a fazer tatuagens em 2.000.

Hoje, apenas seu rosto e os dedos dos pés não estão tatuados e ele decidiu que é hora de parar. Charlotte, no entanto, ainda conta com espaços na nuca e no peito, bem como o rosto e dedos, e espera continuar fazendo novas tatuagens por algum tempo. As fotos do casal são a melhor inspiração para quem ainda acha que tatuagem é coisa de adolescente.

Espia sĂł:

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Fotos via

Charlotte Guttenberg & Chuck Helmke - Most Tattooed Senior Citizens Guinness World Records 2016 Photo Credit: Al Diaz/Guinness World Records

Chuck Helmke - Most tattooed senior citizen (male) Guinness World Records 2016 Photo Credit:Al Diaz/Guinness World Records

Charlotte Guttenberg - Most tattooed senior citizen (female) Guinness World Records 2016 Photo Credit: Al Diaz/Guinness World Records

Chuck Helmke - Most tattooed senior citizen (male) Guinness World Records 2016 Photo Credit:Al Diaz/Guinness World Records

Fotos © Al Diaz/Guinness World Records

MĂŁe solo de quatro jovens constrĂłi casa para a famĂ­lia usando apenas tutoriais do Youtube

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Construir uma casa não é nenhuma tarefa fåcil. Exige tempo, dedicação e muito conhecimento. Mas, quando se tem os dois primeiros itens desta lista, o conhecimento pode ser facilmente encontrado através de tutoriais disponibilizados gratuitamente no Youtube. Foi assim que esta família construiu sua própria casa.

Tudo começou quando Cara Brookins e seus quatro filhos precisaram se mudar para fugir de uma situação de violĂȘncia domĂ©stica que colocava suas vidas em risco. O que era para ser uma histĂłria dramĂĄtica como muitas outras se transformou em uma verdadeira aula de superação.

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A princĂ­pio, a filha adolescente de Cara, Hope, de 17 anos, nĂŁo imaginava que as coisas pudessem dar certo. Mesmo assim, ela encarou o desafio ao lado da mĂŁe e se inspirou na iniciativa. Ao todo, a casa construĂ­da pela famĂ­lia contĂ©m um quarto para cada filho e foi construĂ­da sem que nenhum deles tivesse alguma experiĂȘncia ou conhecimento em construção, confiando apenas nas indicaçÔes de tutoriais do Youtube.

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ApĂłs o tĂ©rmino, Cara aproveitou a experiĂȘncia vivida para lançar um livro contando sua histĂłria, intitulado Rise -How a House Build a Family (“AscensĂŁo – Como uma Casa Construiu uma FamĂ­lia“, em tradução livre). A obra tem publicação prevista para este mĂȘs e jĂĄ estĂĄ disponĂ­vel para prĂ©-venda (em inglĂȘs) atravĂ©s da Amazon.

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Todas as fotos © Cara Brookins

Modelo de 61 anos arrasa em campanha de moda praia e compartilha dicas para envelhecer com saĂșde

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A maioria das campanhas de moda praia investe em modelos jovens para fazer sua publicidade. Porém, essa campanha lacradora criada em parceria entre a loja online The Dreslyn e a fabricante de lingerie Land of Women apresenta uma mulher poderosa no auge dos seus 61 anos.

A modelo escolhida para a campanha foi Yazemeenah Rossi, que exala beleza e sensualidade. Além de linda, ela também é uma talentosa artista visual, fotógrafa e modelo, é claro. A campanha pretende superar a ideia de que a moda praia foi feita apenas para mulheres magras e jovens e mostrar que as roupas também são perfeitas para mulheres inspiradoras e confiantes de qualquer idade.

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Nascida na França, Yazemeenah jĂĄ compartilhou alguns de seus segredos para viver bem com o jornal The Sun. Segundo ela, um dos principais cuidados que sempre teve com a saĂșde foi o de comer apenas alimentos orgĂąnicos, inclusive carnes e peixes, mesmo antes de que virasse tendĂȘncia. AlĂ©m disso, ela segue uma rotina de beleza natural, usando azeite de oliva na pele e nos cabelos e realizando esfoliação apenas com ingredientes caseiros, como azeite de oliva e açĂșcar.

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Fotos: Reprodução Instagram 

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Fotos © The Dreslyn/Land of Women.

Conheça a primeira escola do mundo a oferecer alimentação 100% vegana

Os veganos que tĂȘm filhos geralmente se veem em um dilema: como transmitir aos pequenos o conceito de uma alimentação livre de crueldade animal? Nos Estados Unidos, um paĂ­s onde o fast food tem enorme poder, eles ganharam um Ăłtimo aliado nesse ensinamento: Ă© a primeira escola 100% vegana do mundo.
A MUSE School, em Calabasas, na Califórnia, é um projeto de ninguém menos que Suzy Amis Cameron, esposa do famoso diretor de cinema James Cameron. Incomodados com as poucas opçÔes de ensino para seus filhos, o casal decidiu criar seu próprio centro de aprendizagem, que tem um foco específico na preservação ambiental.
“NĂłs estamos gradualmente mudando para um menu baseado em vegetais porque nĂłs nos consideramos uma escola ambiental. VocĂȘ nĂŁo pode dizer que Ă© ambientalista se vocĂȘ continua a consumir animais“, explicou Cameron ao NPR. A instituição, que oferece ensino pĂșblico e nĂŁo tem fins lucrativos, conta com uma grande ĂĄrea onde frutas e vegetais sĂŁo plantados e colhidos pelos prĂłprios estudantes. Os alimentos que nĂŁo sĂŁo consumidos para a merenda sĂŁo vendidos, tambĂ©m pelos pequenos, em um mercado local. Dessa forma, alĂ©m de aprenderem sobre a importĂąncia da alimentação saudĂĄvel e do cuidado com o meio ambiente, os alunos tĂȘm uma prĂĄtica sobre negĂłcios, vendas e finanças.
Para completar, a escola conta com painéis solares que abastecem mais de 90% da energia necessåria para seu funcionamento.
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Cameron e a esposa decidiram mudar seus hĂĄbitos alimentares e se tornar veganos apĂłs assistir a um documentĂĄrio chamado Forks Over Knives em 2012. No inĂ­cio, o foco principal da mudança era a saĂșde. Contudo, eles perceberam o quĂŁo relevante Ă© a alimentação vegana para a preservação ambiental e agora querem levar o aprendizado atĂ© os 140 alunos da escola. “Uma pessoa qualquer diria vegan, mas nĂłs dizemos alimentos integrais, orgĂąnicos. A ideia Ă© desenvolver crianças que nĂŁo pensem como estranho ou exĂłtico ou digno de um tapinha nas costas fazer o certo pela biosfera“, afirmou.
Vem ver as fotos do espaço:
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Todas as fotos © Muse School CA

Conheça o vilarejo real que inspirou Tolkien na criação de Valfenda

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John Ronald Reuel Tolkien, ou simplesmente J. R. R. Tolkien, Ă© a mente brilhante por trĂĄs de obras como “O Senhor dos AnĂ©is”, “O Hobbit” e “O Silmarillion”. Se vocĂȘ jĂĄ deixou sua imaginação pairar pelo universo criado pelo escritor, provavelmente sabe sobre Valfenda (Rivendell, em inglĂȘs), a fictĂ­cia cidade citada em vĂĄrias de suas obras que estĂĄ situada no continente da Terra MĂ©dia.

Descrita como um lugar paradisĂ­aco em meio a florestas, montanhas e cachoeiras, a cidadela foi inspirada em um lugar real. Em 1911, quando tinha 19 anos, Tolkien viajou para um vilarejo que possui menos de trĂȘs mil habitantes, localizado no vale de Lauterbrunnen, na Suíça.

O local ficou tĂŁo marcado em sua mente que em 1967, 56 anos apĂłs aquela viagem, ele enviou uma carta ao filho Michael comentando a respeito:

“A viagem do hobbit (de Bilbo) de Valfenda ao outro lado das Montanhas Nevoentas, incluindo a descida pela encosta nevada e de pedras escorregadias atĂ© o bosque de pinheiros, Ă© baseada em minhas aventuras em 1911”, escreveu.

Tolkien chegou a fazer uma ilustração da fictícia Valfenda e fica bastante nítida a semelhança com o vilarejo suíço. Confira abaixo:

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* Todas as fotos: Reprodução

Macacos sofrem quando seu amigo robĂłtico morre

 

Os documentĂĄrios da vida animal acabam de atingir um novo patamar, com a ajuda das novas tecnologias. A BBC tem se destacado nesta vertente, com as belĂ­ssimas imagens de alta qualidade do Planet Earth II. Mas esta sĂ©rie nĂŁo Ă© a Ășnica produzida e exibida pelo canal BBC One.Outro trabalho inovador Ă© a Spy in the Wild, que insere bichos robĂłticos em grupos de mamĂ­feros e rĂ©pteis, para registrar o comportamento dos animais da forma mais natural possĂ­vel. Apesar de os olhos dos robĂŽs serem um pouco artificiais para nĂłs, os animais parecem aceitĂĄ-los sem problemas.Logo no primeiro episĂłdio da sĂ©rie, podemos nos deleitar com a interação entre os robĂŽs espiĂ”es e macacos langur, crocodilos e cachorros da pradaria. Enquanto o cachorro da pradaria falso se insere no grupo respondendo a chamados dos outros integrantes e se erguendo, o filhote de crocodilo robĂłtico registra o nascimento dos irmĂŁozinhos de carne e osso.

Mas o grande destaque da estreia Ă© a interação entre o invasor e os macacos langur. O filhote espiĂŁo Ă© colocado sentado em um galho, emitindo sons caracterĂ­sticos e exibindo expressĂ”es faciais realistas. Um dos macacos, curioso, pega o bebĂȘ robĂŽ, mas ele cai no chĂŁo e “morre”. Desesperado, o macaco pega o filhote do solo e o abraça, mas ele nĂŁo reage.

O grupo se reĂșne ao redor do pequeno corpo, e parece lamentar a morte do novato como se fosse um de seus prĂłprios bebĂȘs. [Sploid]

Confira:

RobĂŽ x macaco

RobĂŽ x crocodilo

RobĂŽ x cachorro da pradaria

 

Um enorme disco de gelo foi registrado rodando em um rio nos EUA; veja


Um morador de Michigan registrou na Ășltima semana um fenĂŽmeno natural que nĂŁo Ă© muito comum: um enorme e perfeito cĂ­rculo de gelo flutua no rio, girando razoavelmente rĂĄpido. À primeira vista pode parecer que este cĂ­rculo foi feito por pessoas, de tĂŁo artificial que parece, mas a ciĂȘncia explica como ele se formou naturalmente.

Por mais de um século, pesquisadores investigaram o fenÎmeno físico por trås da formação deste perfeito disco de gelo, e através dos séculos ficou claro que não havia nada de simples relacionado a este círculo.

A explicação mais comum para os discos de gelo que giram é que conforme ar gelado e denso entra em contato com um ponto do rio em que se formam redemoinhos, å ågua da superfície congela desta forma peculiar. Conforme a ågua vai girando, qualquer ponta mais saliente do gelo é raspado pelo atrito com o resto do gelo do rio.

Mas isso pode ser apenas parte da história, já que discos desse tipo podem ser encontrados de todos os tamanhos, entre 1 a 200 metros de raio e as leis da física fariam com que eles se comportassem de outra maneira – por exemplo, se quebrando ou se colando com outros pedaços de gelo.

Outras questĂ”es curiosas sobre esses discos de gelo Ă© que nĂŁo importa o seu tamanho – que pode variar entre 1 a 200 m de raio – ou localização, eles parecem sempre girar na mesma velocidade.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Liége (Bélgica) decidiu desvendar este fenÎmeno de uma vez por todas. Usando discos de gelo feitos em uma placa de Petri, eles simularam o que aconteceria quando o disco de gelo que flutua na ågua começa a derreter.

Eles observaram que o disco começa a girar espontaneamente. Isso os levou a concluir que a rotação estå mais relacionada com o derretimento do gelo e as mudanças de temperatura da ågua do que com as correntes e redemoinhos de um rio.

Conforme Ryan Mandelbaum explicou ao Gizmodo, a ĂĄgua fica no ponto mais denso a 4ÂșC. “Nos experimentos, os cientistas mediram a circulação da ĂĄgua embaixo do gelo, e descobriram que o disco esfriava a ĂĄgua ao seu redor. Quando a ĂĄgua circundante atingia os 4ÂșC, ela ia para o fundo e um vortex se formava. É justamente este vĂłrtex que gira o gelo que estĂĄ flutuando”, explica. [Science Alert]

Confira:

 

Fotos impressionantes mostram cavernas nos EUA que serviram de abrigo a uma civilização extinta hĂĄ milhares de anos

As civilizaçÔes que marcaram nossos primórdios ainda são alvo de fascínio e muito estudo. Recentemente, foram divulgadas fotos incríveis das grutas onde viviam os Anasazi em meados do ano 200, que permaneceram no local em Utah, Estados Unidos, durante mais de mil anos. O fotógrafo amador Wayne Pinkston capturou ainda um dos maiores tesouros desta årea: um céu maravilhosamente estrelado.

Tanta beleza, porĂ©m, estĂĄ num lugar inĂłspito, onde foram construĂ­dos edifĂ­cios de pedra e aldeias que nĂŁo davam fĂĄcil acesso Ă s tribos inimigas. NĂŁo hĂĄ muitas informaçÔes sobre esta civilização, que abandonou as grutas em meados de 1.300 d.C, conforme reportagem do Daily Mail Online. “Este lugar tem uma grande atmosfera e Ă© fascinante Ă  noite”, explicou o explorador e fotĂłgrafo. “É cativante e atĂ© muito primitivo olhar lĂĄ para fora e ver o mesmo que eles viram hĂĄ tantos anos”.

Sobrevivendo durante um milĂȘnio nestas terras deslumbrantes, os Anasazi tiveram o desfortĂșnio de desaparecerem sem um motivo aparente. O que se sabe Ă© que davam preferĂȘncia aos locais de difĂ­cil acesso, viviam em vilas bem organizadas e que as paredes de grandes desfiladeiros foram escavadas para os proteger durante o inverno, quando hĂĄ chuva e neve, e do calor de verĂŁo. Com este visual, dĂĄ pra querer voltar a povoar o espaço rapidinho.

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Todas as fotos © Caters News Agency via Daily Mail

As cidades mais frias do Brasil para quem jĂĄ estĂĄ com saudade do inverno

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Nós seres humanos somos campeÔes em criar dilemas na vida cotidiana. Um dos maiores envolve as estaçÔes do ano e é quase unùnime: quem aguenta todo esse calorão do verão brasileiro?

Se vocĂȘ faz parte do grupo que estĂĄ morrendo de saudade das temperaturas amenas do inverno, viajar para alguns destinos mais fresquinhos pode ser uma Ăłtima opção. E atĂ© mesmo no Brasil, em meio a este calor quase senegalĂȘs, Ă© possĂ­vel encontrar lugares onde as temperaturas nĂŁo estĂŁo insuportavelmente altas. Veja algumas cidades:

Campos do Jordão – SP

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Campos do JordĂŁo fica a 1,7 mil metros de altitude e o charme peculiar de suas construçÔes, a faz ser conhecida como a “Suíça Brasileira”. Mas enquanto a cidade fica repleta de turistas no inverno, no verĂŁo as pessoas nĂŁo costumam colocar o destino no radar. No decorrer do verĂŁo, Campos do JordĂŁo acaba tornando-se o “ar condicionado natural” da regiĂŁo, com temperaturas que ficam na casa dos 25 graus. Vale a visita, sobretudo para conhecer as maravilhas do Alto da Serra da Mantiqueira.

Urupema – SC

Conhecida como uma das cidades mais frias do Brasil, Urupema, em Santa Catarina, se destaca no inverno por registrar as menores temperaturas do paĂ­s, mas o clima agradĂĄvel do verĂŁo começa a despertar a atenção dos turistas. A cada ano aumenta o nĂșmero de pessoas que procuram Urupema nesta Ă©poca, pois suas temperaturas amenas atraem os turistas quem nĂŁo gosta do fervo no litoral.

SĂŁo JosĂ© dos Ausentes – RS

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A cidade de São José dos Ausentes tem um dos climas mais frios do Rio Grande do Sul no inverno e no verão é uma ótima opção de destino com temperaturas amenas e agradåveis. A cidade abriga o pico mais alto do estado, o Monte Negro e, em sua base fica o cùnion de mesmo nome. A maior parte das atraçÔes de São José dos Ausentes fica dentro das fazendas. Conhecer a cidade é uma super oportunidade de curtir a natureza.

Monte Verde – MG

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Apesar de conhecido pelas baixas temperaturas no inverno, Monte Verde tem se tornado destino turístico no verão para quem prefere fugir do calor intenso, porém ainda aproveitar dias ensolarados típicos da época. O ar fresco da Serra da Mantiqueira atrai amantes de esportes radicais ou apenas esportistas de fim de semana a fazer trilhas, saltar de tirolesa, entre outros programas que ficam mais agradåveis com menos calor.

Nova Friburgo – RJ

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Com aproximadamente 200 mil habitantes, Nova Friburgo é bastante tranquila e sua hospitalidade encanta turistas. Mesmo no auge do verão, a temperatura amena da serra encanta a quem quer fugir dos rigores da estação mais quente do ano. Durante a noite, em Nova Friburgo, independentemente da estação, parece que foi ligado um gigantesco ar condicionado central dando uma agradåvel sensação de frescor em toda a cidade.

* Todas as fotos: Reprodução