Unicórnios existiram e conviveram com humanos há 29 mil anos

Depois de ler esta notícia, você vai ter argumentos consistentes contra a corrente que nega a existência dos unicórnios. Pesquisadores encontraram no Cazaquistão um fóssil de um unicórnio, que teria vivido no país asiático há cerca de 29 mil anos.

Com isso, é provável que nossos ancestrais tenham sim convivido e até caçado unicórnios. Agora, eles não eram tão fofinhos como os desenhos contemporâneos mostram. Na verdade, segundo a recriação feita pelos paleontólogos, eles eram bem assustadores.

O achado provocou uma alteração nas estimativas de paleontólogos, que acreditavam que os unicórnios teriam sido extintos há pelo menos 350 mil anos. A disparidade, segundo os pesquisadores, se dá por causa do isolamento provocado pelas baixas temperaturas entre as regiões onde os diferentes fósseis foram encontrados.

A área habitada pelo Unicórnio Siberiano (Elasmotherium sibiricum) fica onde atualmente está a Sibéria. Por já ser uma região fria, os animais não sentiram as intensas mudanças de temperatura, que ocorreram com mais intensidade durante a Era Glacial. Por isso, foi criado uma espécie de ‘santuário de preservação’ para as espécies que resistiram por mais tempo.

O unicórnio de verdade está longe de ser um cavalo bonitinho com chifre. Ele lembra mais um rinoceronte ou um mamute com uma densa camada de pelos. O tamanho também assusta e na vida adulta, eles podiam atingir até dois metros, pesando quatro toneladas.

Quanto ao chifre, era sua principal arma de defesa, medindo mais de 1 metro e pesando cerca de 60 kg.

Fotos: Ruian Hastwsky/Reprodução/fonte:via

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Cão com tumor cerebral ganha crânio 3D e tecnologia poderá ser usada em humanos, dizem médicos

Quando tinha nove anos de idade, o pequeno Patches foi diagnosticado com um tumor osteocondrossarcoma multilobular, que de tão grave chegou a esmagar parte do cérebro, além de afetar a órbita ocular do cão.

O animal da raça Daschund, o famoso salsicha, estava num beco sem saída, pois segundo os médicos a retirada do tumor seria perigosa, pois o animal não tem condições de ficar muito tempo anestesiado.

Daí que a tecnologia exerceu um grande papel no processo de recuperação do cachorro. Os médicos conseguiram desenvolver um novo procedimento que, além de garantir a rápida recuperação do cão, pode ser aplicado em seres humanos no futuro.

O crânio 3D foi criado por um engenheiro, que utilizou titânio para moldar o objeto. Para isso, veterinários da Universidade de Guelph mapearam a localização exata do tumor para aplicação da placa craniana, já que 70% do topo do crânio do animal precisava ser substituído.

O procedimento cirúrgico durou cinco horas e o cachorro permaneceu “alerta e olhando para os lados” 30 minutos depois. “Fui capaz de fazer a cirurgia antes mesmo de entrar na sala cirúrgica”, explicou em comunicado Michelle Oblak, oncologista do Colégio Veterinário de Guelph.

Para especialistas, o caso envolvendo o cachorro salsicha vai ajudar a entender a incidência de câncer em humanos. A oncologista do Colégio Veterinário Guelph acredita que a tecnologia, em um futuro próximo, poderá ser usada em seres humanos.

Patches ficou livre do câncer, mas infelizmente foi diagnosticada com uma hérnia de disco, que paralisou suas patas traseiras.

Foto: Michelle Oblack/University of Guelph/reprodução/fonte:via

Garota pré histórica teve pais de diferentes espécies humanas – e isso muda tudo

Mesmo quando um conjunto enorme de evidências científicas apontam para um lado, não se pode descartar a possibilidade de novas descobertas mudarem o que se acredita saber. E isso foi colocado a prova por um recente achado arqueológico.

Uma mulher que viveu há 90 mil anos tinha metade do DNA Neandertal, e a outra metade Denisova (uma possível espécie de hominídeo que teria vivido na Sibéria). A descoberta foi feita através de uma análise de genoma de um osso encontrado em uma caverna siberiana e divulgada na revista científica Nature.

É a primeira vez que cientistas identificam um indivíduo cujos pais pertenciam a grupos humanos diferentes, o que pode mudar muita coisa sobre o que se acredita a respeito da evolução humana.

A variação genética em humanos modernos e antigos já sugeria a alguns cientistas que cruzamentos entre Neandertais e Denisovos (e até Homo sapiens) poderia ter acontecido, mas nenhuma evidência científica jamais havia sido descoberta.

40% do DNA de Denny, como a mulher foi apelidada, correspondia ao material genético Neandertal, e outros 40% ao material genético Denisovo. O sequenciamento também permitiu afirmar que se trata de uma mulher, que morreu com ao menos 13 anos de idade.

Por um momento, os cientistas não sabiam dizer se Denny era propriamente filha de um membro de cada espécie, ou se seus pais faziam parte de uma população formada por híbridos entre Neandertais e Denisovos, mas, durante os estudos, eles tiveram a certeza de que ela era mesmo filha de um membro de cada linhagem.

Foto dos ossos: Thomas Higham/University of Oxford

Foto da caverna: Bence Viola/Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology/fonte:via

Embaixador alemão não consegue entender como brasileiros distorcem nazismo

O professor apontou ainda a falta de conhecimento histórico destes grupos. “Essa falsa polêmica demonstra que o ensino de história é profundamente falho no Brasil. Também mostra uma profunda manipulação dos fatos e um desprezo pela verdade entre alguns setores no Brasil”.

A necessidade de prestar os esclarecimentos devidos foi tão grande, que o Embaixador da Alemanha no Brasil teve que se pronunciar. Falando ao jornal O Globo, Georg Witschel, classificou como ‘besteira completa’ a ideia de que o nazismo não se relaciona com pensamentos extremamente conservadores.

“É uma besteira argumentar que o fascismo e o nazismo são movimentos da esquerda. Isso não é fundamentado, é um erro, é simplesmente uma besteira. Isso é um fato bem fundamentado na História. É um consenso entre os historiadores da Alemanha e do mundo que o nazismo foi um movimento de extrema direita”, salientou.

Segundo Witschel, a presença da palavra socialismo no nome do partido nazista (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães), foi uma estratégia usada para gerar apelo aos trabalhadores e setores mais pobres da população.

“Lembremos de quantos regimes brutais usam a palavra ‘democrata’ em seu nome”.

O vídeo publicado na página da diplomacia alemã não pretendia dialogar com a direita brasileira. Na verdade, o conteúdo foi postado por causa das manifestações de extrema direita ocorridas na Alemanha entre o final de agosto e o início de setembro na cidade de Chemnitz, no Leste do país. A marcha contou com a presença de grupos xenófobos, que perseguiram estrangeiros depois da morte de um alemão, supostamente assassinado em uma briga com dois imigrantes.

O embaixador reforçou a obrigação do Estado de “informar sobre o nazismo, para nunca mais deixar nada parecido acontecer na Alemanha ou no mundo. A História está bem viva na Alemanha, com um alto consenso”.  

Mesmo assim,  historiadores seguem sem entender a insistência de alguns brasileiros em dar uma ‘aula de história’ sobre nazismo aos alemães.

Foto: Reprodução/fonte:via

Encontraram uma fábrica de queijo com 7,2 mil anos na Croácia

Se já é uma tarefa um tanto complicada imaginar o que era a humanidade há mil anos, imagina então há 7,2 mil anos? Uma resposta nós já temos: eles já sabiam fabricar queijo! Arqueólogos fizeram esta descoberta a partir de peças de cerâmica encontradas em escavações, que datam do período neolítico na costa da Dalmácia – na Croácia.

Mais do que uma curiosidade, este dado transforma completamente a noção que tínhamos, de que os produtos lácteos fermentados tenham sido feitos apenas cinco séculos depois que o leite foi armazenado pela primeira vez.

Os potes de cerâmica encontrados não eram apenas usados para beber e comer, pois pequenos furos mostraram que eles funcionavam como peneiras no processo de fabricação do queijo. Dessa forma, a dieta da época era muito mais rica do que pensávamos, incluindo queijos e iogurtes.

Foi após um processo por radiocarbono feito nas sementes e ossos encontradas nos arredores que a equipe responsável descobriu se tratar de utensílios fabricados há pelo menos 7,2 mil anos: “Esta é a mais antiga evidência documentada de resíduos lipídicos para laticínios fermentados na região do Mediterrâneo, e entre os mais antigos documentados em qualquer lugar até hoje”, disseram os pesquisadores envolvidos.

Transformar leite em queijo representou um avanço imenso na história da humanidade, não somente por causa da fabricação destes artefatos, mas devido ao fato de que, com alimentos conservados, eles finalmente podiam viajar distâncias mais longas. Surpreendente, não é mesmo?

Foto 1: Sibenik City Museum

Fotos 2 e 3: Unsplash/fonte:via

A emocionante comemoração da abertura desta fronteira após 20 anos de guerra

A Eritreia é um pequeno país africano, que entre 1952 e 1993 fez parte da Etiópia. Desde que a independência foi declarada, as duas nações debateram sobre a localização da fronteira que divide os territórios, resultando inclusive em dois anos de guerra declarada, entre 1998 e 2000.

Os conflitos cessaram, mas tanto Etiópia quanto Eritreia continuam oficialmente em guerra uma com a outra. A animosidade, que resultou em ao menos 80 mil mortos no começo do século, também afetou a vida de amigos e familiares que foram praticamente proibidos de se ver, já que a fronteira entre os país ficou fechada por 20 anos.

Voos comerciais também estavam proibidos desde 1998, mas foram retomados em julho. Tudo porque Abiy Ahmed assumiu o cargo de primeiro-ministro em junho, declarando que reconheceria os limites do território da Eritreia que foram propostos em 2002. Ahmed também libertou milhares de presos políticos na Etiópia, além de prometer mais respeito aos direitos humanos e abertura para a atividade da imprensa.

Em setembro, a fronteira entre os dois países foi oficialmente reaberta, levando centenas ou milhares de pessoas a festejar correndo, cantando e abraçando os moradores do país vizinho.

Confira no vídeo da Associated Press:

Fotos via BBC/fonte:via

Historiador faz descoberta incrível ao analisar fotografia de templo grego de 1858

A curiosidade de um historiador proporcionou uma descoberta sem precedentes para a humanidade. O inglês Paul Cooper encontrou uma foto incrível do Templo do Olímpico de Zeus, na Grécia.

Paul desvendou um quebra-cabeça com a imagem das ruínas do templo, tirada por volta de 1858. Ele estava pesquisando sobre histórias esquecidas de ruínas ao redor do mundo para uma matéria do curso de PhD. Com isso, conseguiu montar uma linha do tempo mostrando como a construção se transformou ao longo dos séculos.

No caso do Templo Olímpico de Zeus, o que chamou a atenção do historiador foi um objeto estranho na parte superior da construção, “que diabos poderia ser aquilo?”, se questionou.

O interessante é que o objeto – que lembra muito uma pequena edícula, não pode ser visto como parte das ruínas nos dias de hoje. Chama a atenção o fato de que a construção pode ser vista em algumas fotografias históricas do século 19. Paul, então, se questionou sobre a possibilidade de pessoas terem vivido lá. “Como a edícula teria sido incluída em algumas fotos e excluída de outras?”

Para nossa alegria, Paul conseguiu desfazer o mistério e deu detalhes sobre a aventura em uma thread sensacional no Twitter. Segundo o historiador, o anexo realmente existiu. O inglês diz que pairava entre os cristãos a ideia de que morar na parte de cima de grandes construções os aproximariam de Deus. Inclusive, eles recebiam comida e água, entregues por meio de uma corda.

Após a independência da Grécia do Império Otomano, autoridades decidiram demolir a construção para reforçar conceitos de identidade nacional e valorizar o período helenístico.

“De qualquer forma, esta é a história de como eu não consegui cumprir minhas obrigações hoje. Eu vou escalar um pilar para pedir perdão”, encerrou.

Existia a crença de que viver no topo de prédios aproximaria os cristãos de Deus:

As pessoas recebiam alimentos, frutas e águas por meio de um sistema de cordas:

O anexo foi demolido para reforçar os significados da independência da Grécia:

Fotos: Reprodução/fonte:via