Penas, cauda e muitas cores: Há 161 milhões de anos, Terra teve dinossauro ‘arco-íris’

Muitos dos dinossauros que historicamente imaginávamos com uma pele grossa e escamosa eram, na verdade, coberto por penas. Nenhum, no entanto, com o estilo e a desenvoltura do Caihong juji. Descoberto recentemente fossilizado na China, uma análise realizada através de um microscópio eletrônico permitiu confirmar e reproduzir as incríveis e vibrantes cores das penas que, há 161 milhões de anos, cobriam o animal.

O apelido de “arco-íris” dado ao Caihong juji Não é, portanto, por acaso. Brilhantes e multicoloridas, sua penugem era em tonalidades de azul, verde e laranja, localizadas na região da cabeça, peito e da cauda. A descoberta foi realizada por pesquisadores da Universidade Normal de Shenyang.

Segundo tais pesquisadores, a confirmação das cores das penas só foi possível pois o fóssil ainda preservava células referentes justamente à pigmentação, chamadas melanosomas. O animal, do tamanho de um pato, provavelmente utilizava suas vibrantes cores para efeitos sociais e sexuais, em um efeito similar às penas de um beija-flor – seu nome, em Chinês, significa “arco-íris com grande penacho”.

 

© fotos/arte: divulgação/fonte:via

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Ancestral humano de 3,6 milhões de anos é revelado ao público

O crânio do Australopithecus prometheus, conhecido como “Pé Pequeno”, está em exibição agora.

A montagem do “Pé Pequeno”, o esqueleto hominídeo mais antigo já encontrado na África Austral, foi um esforço que demorou mais de 20 anos.Pela primeira vez, um esqueleto quase completo de 3,67 milhões de anos foi divulgado (em inglês) ao público.

Em 6 de dezembro, um fóssil de Australopithecus chamado “Pé Pequeno” foi exibido no Hominin Vault no Instituto de Estudos Evolutivos da Universidade do Witwatersrand em Joanesburgo, África do Sul. Os restos mortais foram limpos e reconstruídos para revelar um esqueleto que contém mais de 90 por cento de seus ossos intactos, exceto por partes de seus pés, pélvis e patelas (em inglês).

“Ele tem várias primeiras vezes,” Ron Clarke, um paleoantropólogo que contribuiu com a descoberta, conta a Eyewitness News.”É o primeiro esqueleto adulto completo, é o primeiro esqueleto que tem um braço completo, e uma perna completa em um indivíduo que pode ser comparado, e é o mais antigo na África Austral”.

Pé Pequeno foi investigado extensivamente desde que Clarke encontrou quatro de seus fragmentos de pé enquanto cavava uma caixa de ossos animais nas Grutas de Sterkfontein, na África do Sul, em 1994, e enviou outros pesquisadores para lá em julho de 1997 para procurar pistas. A partir disso, os pesquisadores trabalharam arduamente para escavar e preparar os fósseis para sua exibição atual.

Clarke, juntamente a outros especialistas internacionais, em breve, lançará mais de 25 artigos científicos sobre a pesquisa. Os resultados deverão ser publicados no próximo ano.

Esqueletos fossilizados são uma descoberta rara, e esqueletos completos são praticamente inéditos. Com sua datação de quase 4 milhões de anos, Pé Pequeno rivaliza com Lucy, que é o esqueleto mais conhecido, da África Oriental. Lucy tem cerca de 3,2 milhões de anos, está 40% completa e não tem a cabeça. “Esta é uma das mais notáveis descobertas fósseis feitas na história da pesquisa de origens humanas”, afirma Clarke em um comunicado para imprensa. “E é um privilégio revelar hoje a descoberta dessa importância”.

Fonte:via

Fotos incríveis mostram como era SP no início dos anos 1970

Já faz tempo que São Paulo é a maior cidade do país, e continua em intensa transformação. Visitar uma região da capital paulista onde você não pisava há cinco anos é garantia de se surpreender com as mudanças.

Agora imagine se ampliarmos isso para 40 anos. Há vários grupos e páginas na internet, especialmente no Facebook, em que os membros se dedicam a compartilhar fotografias antigas da cidade.

Um usuário do Awebic selecionou algumas fotografias da cidade datadas do começo dos anos 70. É possível observar as mudanças na arquitetura, no comércio, na moda e nos carros que circulavam pela capital. Confira:

Fotos: Reprodução/fonte:via

Mapa raro dá mais pistas de como funcionava a civilização asteca

Você conhece a história: em 1492, Cristóvão Colombro ‘descobriu’ a América, dando início ao processo de colonização europeia em nosso continente. A região do México era então dominada pelo Império Asteca, que, em 1521 se rendeu aos espanhóis.

Pouco se sabe sobre o início do processo de transição, quando ainda havia muitos nativos ocupando a região, mas já sob o poder do reino espanhol. Agora, um mapa datado de algum ano entre 1570 e 1595, que pode dar pistas sobre o assunto, foi disponibilizado na internet.

O arquivo passou a fazer parte do acervo da Biblioteca do Congresso dos EUA, e pode ser visto online aqui. Há menos de 100 documentos como esse, e poucos podem ser acessados pelo público dessa forma.

O mapa mostra como era a posse de terras e a genealogia de uma família que habitava a região central do México, cobrindo uma área que começa ao norte da Cidade do México e se estende por mais de 160 km, chegando até onde hoje fica Puebla.

A família é identificada como De Leon, tendo como origem um comandante chamado de Lorde-11 Quetzalecatzin, que governou a área até mais ou menos 1480. Ele é representado pela figura sentada num trono vestino roupa vermelha.

O mapa está escrito em náuatle, o idioma utilizado pelos astecas, e demonstra que a influência espanhola atuou para rebatizar os descendentes da família de Quetzalecatzin, justamente para De Leon. Alguns líderes indígenas foram rebatizados com nomes cristãos e ainda ganharam um título de nobreza: “don Alonso” e “don Matheo”, por exemplo.

O mapa deixa claro que as culturas asteca e hispânica estavam se mesclando, pois há símbolos para rios e estradas utilizados em outros materiais cartográficos dos indígenas, ao mesmo tempo em que se vê as localizações de igrejas e lugares batizados com nomes em espanhol.

Os desenhos no mapa são exemplo das técnicas artísticas dominadas pelos astecas, assim como suas cores: foram usados pigmentos e tinturas naturais, como Maya Azul, uma combinação de folhas da planta Índigo e argila, e Carmim, feita a partir de um inseto que vivia em cactos.

Para ver o mapa em detalhes, basta acessar sua página dentro do site da Biblioteca do Congresso dos EUA.

Com informações de John Hessler no blog da Biblioteca do Congresso dos EUA.

 

Fotos: Reprodução/Biblioteca do Congresso dos EUA/fonte:via

Fragmento de âmbar com sangue de dinossauro é encontrado e sabemos como isso pode acabar

Um pedaço de âmbar do período cretáceo foi encontrado em Myanmar, contendo uma antiga espécie de carrapato, e dentro dele, sangue de um dinossauro de 100 milhões de anos. Esse foi o ponto de partida para a clonagem e recriação de diversas espécie de dinossauros em vida e a construção de um imenso parque onde passaram a viver tais animais, nos anos 1990.

Ok, isso nunca aconteceu de fato, a não ser nas telas dos cinemas, mas o carrapato foi realmente encontrado em um âmbar, tal qual em Jurassic Park – mas podem descansar os ânimos: na vida real, nenhum dinossauro poderá ser trazido à vida.

O sangue contido no âmbar já foi completamente degradado desde que o dinossauro em questão foi mordido pelo carrapato capturado – 100 milhões de anos, afinal, é um bocado de tempo. O sangue foi exposto ao ar e já se oxidou, e nada além de uma boa história e pesquisas científicas sairão dessa descoberta.

Espanta, no entanto, diante do fato de que os carrapatos ainda estão por aqui, concluir que mesmo animais gigantescos e ferozes foram dizimados do planeta, enquanto os diminutos sugadores de sangue conseguiram sobreviver.

A sobrevivência dos carrapatos não é um bom mote para uma superprodução hollywoodiana, mas pode nos fazer perceber ao menos que tamanho definitivamente não é documento no que diz respeito à estadia e à permanência da humanidade no planeta.

© fotos: divulgação/fonte:via

Cientistas recriam rosto de rainha indígena que antecedeu os Incas

Alargadores de ouro nas orelhas, cabelo preto bem liso, um pouco grisalho, e feições fortes. É mais ou menos assim que cientistas imaginam que era a aparência de uma importante nobre do povo Wari, que viveu no Peru séculos antes do Império Inca. As informação são da National Geographic.

Trata-se daquela que ficou conhecida como Rainha de Huarmey, em referência ao local onde seu fóssil foi encontrado em 2012. Os arqueólogos acreditam que ela pertencia à elite dos Wari, pois seu esqueleto estava acompanhado por joias, frascos e ferramentas para tecelagem feitas de ouro.

A Rainha foi encontrada numa tumba onde se encontram mais 57 mulheres nobres, sendo quatro rainhas ou princesas. A Rainha de Huarmey tinha uma câmara só para ela, com os ornamentos de ouro para as orelhas, um machado de cobre e um cálice de prata.

O exame de seu esqueleto aponta que ela passou a maior parte da vida sentada, mas que, do tronco para cima, era bem ativa: acredita-se que ela era especialista na tecelagem, o que lhe conferia um status todo especial entre os Wari.

Isso porque roupas eram consideradas mais valiosas que ouro ou prata por antigas culturas andinas por causa do imenso trabalho que tecê-las requeria. Acredita-se que algumas delas levavam até três gerações para serem terminadas.

A reconstrução foi feita pelo arqueólogo Oscar Nilsson, especialista em obras do tipo, que decidiu trabalhar de forma bastante manual, em oposição às restaurações digitais que costumam ser feitas.

Ele usou uma impressora 3D para criar uma réplica do crânio da Rainha. Depois, usou dados que ajudam a estimar a espessura dos músculos faciais para recriar o rosto, com fotografias de indígenas que ainda vivem na região como base.

O trabalho de reconstrução levou 220 horas no total, de acordo com Nilsson, que, para recriar o penteado, usou cabelo verdadeiro de mulheres andinas vendido em um mercado de material para perucas – o cabelo original da Rainha foi encontrado ainda preservado.

“Trabalho com isso há 20 anos e já vi muitos projetos fascinantes”, conta o arqueólogo, “mas esse é mesmo algo diferente. Eu simplesmente não poderia dizer não”, completa, em entrevista à National Geographic.

 

Fotos: Oscar Nilsson

Com informações da National Geographic

Múmia de 3.500 anos é encontrada em um túmulo esquecido no Egito

Um túmulo egípcio descoberto na década de 1990 foi finalmente cuidadosamente escavado, revelando uma múmia enterrada com vários tesouros cerca de 3.500 anos atrás.

Na verdade, os arqueólogos analisaram dois túmulos na necrópole de Dra’ Abu el-Naga’ em Luxor, perto do Vale dos Reis. Somente um continha uma múmia.As tumbas datam da décima quinta dinastia (1549-1292 aC) e provavelmente pertenciam a importantes funcionários dos governos da época.

Kampp 161 e 150

Descobertos e numerados pela egipotologista alemã Friederike Kampp-Seyfried na década de 1990, Kampp 161 e Kampp 150 nunca tinham sido abertos. Agora, uma expedição oficial do Ministério das Antiguidades decidiu escavar os túmulos.

As tumbas não estão longe de outro lugar de repouso descoberto na mesma necrópole – o túmulo de Userhat, um juiz que viveu 3.000 anos atrás.

Período

Os bens e decorações das tumbas oferecem pistas sobre quando os corpos foram enterrados.

Kampp 161, com base nas pinturas da parede, gravuras e inscrições encontradas no seu interior, remonta ao final do reinado dos faraós Amenófis II e seu filho Tutmés IV, por volta de 1400 aC.

 

A arte retrata a cena de um homem dedicando flores e oferendas para o falecido e sua esposa, bem como uma cena que representa quatro filas de convidados. Os arqueólogos também encontraram máscaras funerárias, pernas de cadeira e partes de caixões.

Em Kampp 150, uma múmia envolvida em linho foi encontrada, bem como bens preciosos. Esse túmulo foi datado em torno do reinado do faraó Tutmés I por conta de um desenho do rei feito no teto de uma das câmaras do túmulo. O reinado começou em torno de 1506 aC, tornando esta sepultura cerca de um século mais antiga que o Kampp 161.

Quem foi a múmia?

Existem algumas pistas sobre quem poderia ter sido a múmia enterrada dentro de Kampp 150. O nome “Djehuty Mes” foi encontrado gravado em uma das paredes na entrada do túmulo.

Mas os nomes de um escriba chamado Maati e sua esposa Mehi também foram encontrados em 50 cones funerários – objetos misteriosos presentes em muitas tumbas egípcias – em uma das câmaras.

Em uma seção separada do túmulo, os arqueólogos também descobriram o lugar de descanso de uma mulher chamada Isis Nefret, possivelmente a mãe do dono da tumba. Isis Nefret foi enterrada com uma série de “ushabti” (um tipo de estatueta funerária egípcia) que a retratam na forma de Osíris.

A sepultura principal incluía 100 cones funerários, uma série de máscaras funerárias de madeira, uma coleção de 450 estátuas, uma pequena caixa em forma de caixão que provavelmente continha uma ushabti e vasos de argila.

Com base no que sabemos até agora e nos bens encontrados, é provável que a múmia fosse um alto funcionário na corte do faraó no momento de sua morte.

fonte;via:[ScienceAlert, MentalFloss]

Esse novo fóssil mostra a transição da vida na terra para vida aquática

A biologia já sabe há algum tempo que a

 

vida na Terra surgiu na água. Em algum momento, a evolução permitiu que os seres que viviam nos corpos d’água primitivos migrassem para a Terra e dominassem o planeta. Mas o contrário também aconteceu.

Animais que viviam na terra em algum momento se mudaram para os mares. Nós ainda não temos todas as respostas para as causas e os motivos disso, mas cientistas da Universidade Johns Hopkins e do Museu Americano de História Natural acabaram de encontrar pistas importantes ao pesquisar um fóssil de 155 milhões de anos.Segundo os pesquisadores, o réptil, chamado de Vadasaurus herzogi, possuía características aquáticas, incluindo uma cauda alongada e em forma de chicote e cabeça triangular, enquanto seus membros relativamente grandes o ligam a espécies terrestres.

O Vadasaurus, que é o termo latino para “lagarto caminhante”, foi descoberto em pedreiras de calcário perto de Solnhofen, na Alemanha, parte de um antigo mar raso, explorado há muito tempo por sua grande quantidade de achados fósseis.

“Características anatômicas e comportamentais de grupos modernos de seres vivos se acumularam por longos períodos de tempo. Os fósseis podem nos ensinar muito sobre essa história evolutiva, incluindo a ordem em que essas características evoluíram e seu papel adaptativo em um ambiente em mudança”, diz Gabriel Bever, pesquisador do Museu Americano de História Natural, em Nova York, onde o fóssil está localizado, e professor assistente de anatomia funcional e evolução na Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins.

“Sempre que podemos ter um fóssil como esse, que seja tão bem conservado e tão significativo na compreensão de uma grande transição ambiental, é muito importante”, completa Mark Norell, paleontólogo do museu. “É tão importante que podemos considerar o Vadasaurus como o Arqueopteryx dos rincocefálicos (répteis primitivos)”, acrescenta.

Ligações

De acordo com Bever, a pesquisa que eles estão fazendo pode ser acrescentada a uma lista de criaturas do mar cujos antepassados ​​eram vertebrados terrestres. Eles incluem baleias modernas, focas e cobras marinhas, e espécies antigas (e agora extintas) como os ichthyosaurus, mosasaurus e plesiosaurus.

 

Bever diz que o estudo oferece evidências de que o Vadasaurus pode ser ligado pela sua anatomia a um pequeno grupo de espécies marinhas chamadas pleurosauros, que há muito tempo pensavasse que tinham raízes terrestres. Os pleurossauros viveram durante o período jurássico, 185 a 150 milhões de anos atrás. As criaturas, semelhantes a enguias, tinham membros reduzidos que provavelmente eram usados como auxílio na direção em vez de propulsão na água. Até agora, fósseis de apenas três espécies antigas de pleurossauros foram descobertos.

 

Bever e Norell dizem que o Vadasaurus e os pleurosauros fazem parte de uma linhagem de répteis chamada Rhynchocephalia. Como acontecia nos pleurosaurios, o crânio do Vadasaurus possuía uma forma triangular, uma adaptação encontrada entre muitos animais aquáticos, como a maioria dos peixes, enguias e baleias. Um focinho alongado, comum entre os animais marinhos, apresentava dentes mais afastados do corpo.

 

Outra característica “aquática” do Vadasaurus estava na mordida. Ao examinar a forma e a estrutura do crânio do animal, os pesquisadores concluíram que a mordida do Vadasaurus provavelmente era um movimento rápido, feito lateralmente, em comparação com a mordida mais lenta e mais forte, típica de muitos animais terrestres.

Híbrido

Apesar de suas características aquáticas, o Vadasaurus manteve algumas características mais frequentemente encontradas entre os vertebrados terrestres. Por exemplo, ele possuía membros grandes em relação ao tamanho de seu corpo, algo comum em um réptil terrestre. Porém, assim como acontecia com os pleurossauros, os pesquisadores acreditam que eles não usavam seus membros para propulsão, mas sim para o direcionamento. O Vadasaurus pode ter nadado como uma cobra do mar moderna, movendo sua coluna vertebral com um movimento ondulante.

“Nossos dados indicam que Vadasaurus é um primo primitivo do pleurossauro”, diz Bever. Segundo ele, os dois répteis ancestrais estão intimamente relacionados com o moderno tuatara, um réptil que vive nas ilhas costeiras da Nova Zelândia e é a única espécie rincocefálica restante ainda viva.

“Nós não sabemos exatamente quanto tempo o Vadasaurus gastava em terra versus na água. Pode ser que o animal tenha desenvolvido suas adaptações aquáticas por algum outro motivo, e que essas mudanças simplesmente eram vantajosas para a vida na água”, diz Bever. Ele diz que mais detalhes sobre a história evolutiva do Vadasaurus exigirão mais dados e outros achados fósseis.

fonte:[via][[phys.org]

Restauração de estátua de 300 anos de Jesus descobre mensagem de 300 anos

Durante o manuseio de uma estátua de Jesus Cristo do século XVIII na Espanha, restauradores encontraram um bilhete escondido em seu “bumbum”.

A mensagem, escrita cuidadosamente a mão por um padre, remonta ao ano de 1777 e foi escondida na parte traseira da estátua para preservá-la como uma cápsula do tempo.

Conteúdo

A nota contém informações importantes sobre o período, incluindo detalhes sobre passatempos infantis, situação econômica, questões políticas e religiosas, pessoas famosas e outros tópicos.

Também nomeia o escultor da estátua e inclui dados locais que vão desde questões agrícolas até assuntos comunitários, destacando ainda doenças comuns e até nomes de toureiros populares da época.

O documento é assinado por Joaquin Minguez, sacerdote da catedral de Burgo de Osma na época.

 

A estátua de madeira é mantida na igreja de Santa Agueda, em Sotillo de la Ribera, na província espanhola de Burgos.

Cápsula do tempo

O documento de duas páginas, preenchidas em frente e verso, foi encontrado quando os trabalhadores da empresa Da Vinci Restauro removeram um pedaço de tecido usado para cobrir as partes de Cristo, o que expôs uma pequena lacuna.

O historiador local Efren Arroyo afirmou ao portal New York Post que a descoberta é incrível e única, pois não é comum encontrarmos documentos manuscritos escondidos dentro de tais estátuas.

De acordo com especialistas, todas essas referências indicam que a intenção de Joaquin Minguez era fazer uma das primeiras cápsulas do tempo, ou seja, uma mensagem de fato deixada para futuras gerações a descobrirem.

fonte:[via][NYPost]

Ela ganhou um presente de aniversário inesperado do pai falecido há 4 anos

A relação entre pai e filha pode ser repleta de ternura, como mostra o gesto de Michael William Sellers. Pai de quatro filhos, ele faleceu em 2013 de câncer de pâncreas, mas não sem antes deixar uma surpresa preparada para Bailey, sua filha mais nova.

Michael deixou arranjos de flores pré-pagos para serem entregues no aniversário da filha em todos os seus aniversários, até que ela completasse 21 anos. Este ano, essa data finalmente chegou e, com ela, o último presente.

A jovem compartilhou a surpresa através do Twitter, explicando a história. “Meu pai faleceu de câncer quando eu tinha 16 anos e antes de morrer ele deixou flores pré-pagas para que eu pudesse recebê-las todos os anos no meu aniversário. Bem, esse é o meu 21º aniversário e as últimas flores. Sinto muita saudade de você, papai!“, escreveu ela.

A mensagem, acompanhada de fotos retratando pai e filha e o presente recebido, foi retweetada por mais de 365 mil pessoas desde então. “Seja feliz e viva sua vida ao máximo. Eu ainda estarei com você em cada conquista, é só olhar para o lado e eu estarei lá“, diz um trecho da carta deixada por Michael.

Foto: Reprodução Twitter /fonte:via