Após quase serem extintas, ariranhas reaparecem nos rios da Amazônia

Os esforços para proteger espécies ameaçadas de extinção ganharam a atenção do noticiário no fim do século XX, e, apesar de muitas delas terem sucumbido frente à ganância humana, há exemplos que nos ajudam a manter a fé em dias melhores na nossa relação com a natureza.

É o caso de um estudo recente que indica que as ariranhas, que chegaram as ser consideradas localmente extintas nos rios da Bacia Amazônica, estão voltando a habitar a região, após terem sua população quase que dizimada pela caça.

O estudo, liderado pela bióloga Natália Pimenta, nasceu graças à observação de índios baniwa, que há alguns anos têm observado o retorno das ñeewi, palavra que usam para se referir às ariranhas. Inicialmente, os índios, que vivem na Bacia do Içana, começaram a encontrar carcaças de peixes com marcas de mordidas de um bicho que eles não eram capazes de reconhecer. Com o passar do tempo, os sinais aumentaram, e muitos moradores chegaram a ver as ariranhas na região.

O animal não era registrado por lá desde os anos 1940, quando caçadores se espalhavam pela Amazônia para matar animais e vender suas peles. Alguns estudos indicam que mais de 23 milhões de animais, de diferentes espécies, foram mortos entre 1904 e 1969.

De acordo com Natália Pimenta em entrevista à BBC Brasil, as ariranhas eram encontradas em toda a América do Sul, da Venezuela ao sul da Argentina, mas a caça fez com que os animais ficassem restritos a poucas áreas, como o Pantanal e alguns rios amazônicos. Elas têm reaparecido também na Bolívia, na Colômbia e nas Guianas.

fonte:via

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Nova espécie de árvore é possivelmente o mais pesado organismo vivo descoberto em 2017


Uma nova espécie de árvore, nativa de uma pequena área de Mata Atlântica do Espírito Santo, pode ser o organismo vivo mais pesado descoberto em 2017. Conhecida localmente como jueirana-facão, ela pode chegar a 40 metros de altura e pesar até 62 toneladas.

A descoberta é da equipe liderada pelo britânico Gwilym Lewis, do centro para ciência Kew, do Royal Botanic Gardens, em parceria com sua colega Hannah Banks, o brasileiro Geovane Siqueira, da Reserva Natural Vale, e a canadense Anne Bruneau, da Universidade de Montreal.

A espécie recebeu o nome científico de Dinizia jueirana-facao G.P. Lewis & G.S. Siqueira e faz parte da família das leguminosas. Criticamente em Perigo de extinção, só foram encontrados 25 exemplares dela no mundo – o que explica como um organismo tão grande permaneceu desconhecido na literatura científica até hoje.

Todos os anos, são descritas 2 mil novas espécies de plantas e 10% destes estudos vêm do Kew. Porém, a maior parte dessas publicações são referentes a diferenças em níveis moleculares ou de reclassificação de espécies, que podem ter sido classificadas com o gênero errado, e não espécies ainda não nomeadas. “Se espécies gigantescas como essa estão sendo descritas como novas para a ciência no século 21, imagine quantos organismos menores ainda estão aguardando serem descobertos?”, escreve Lewis no blog do Kew.

Colaboração internacional

A Dinizia jueirana-facao foi coletada pela primeira vez em flor, há pouco mais de uma década, por Renato Jesus, então gerente de biodiversidade da Reserva Natural Vale. “Eu venho trabalhando com leguminosas por muitos anos, então Renato enviou um espécime para Kew para que eu analisasse, com a sugestão original de que a árvore talvez pertencesse ao gênero de legumes Parkia”. Aquela tinha sido a primeira vez, nos 27 anos de Jesus na reserva, que a árvore tinha florescido, então não era possível saber se o exemplar tinha chegado à maturidade ou tinha tempos de floração e frutificação não regulares ou anuais.

Logo ficou evidente que as flores analisadas em Kew não faziam parte do gênero Parkia e foi iniciado o processo de reunir mais dados. “No ano seguinte, as frutas foram enviadas do Brasil para Kew. Elas são grandes gotas lenhosas, com quase meio metro de comprimento, e se parecem muito com a bainha de couro de uma machete”. É nas frutas que o nome popular foi inspirado.

O DNA da planta foi, então, analisado por Anne Bruneau, em Montreal, que concluiu que a nova árvore tinha uma proximidade muito grande com a Dinizia excelsa Ducke (angelim-vermelho), largamente encontrada na Amazônia e que pode chegar a até 60 metros de altura. Especialista em pólen, Banks descobriu que os grãos produzidos pela nova espécie eram diferentes da sua irmã amazônica. Geovane Siqueira enviou, então, ainda mais materiais de pesquisa, como imagens e observações, tornando possível afirmar que eles haviam, de fato, descoberto uma nova espécie.

“Fornecer um nome científico a essa espécie magnífica irá garantir que possa ser registrada apropriadamente e ajudar a destacar o seu estado ameaçado”, afirma Lewis. Ele tem esperanças que a divulgação do estudo ajude a preservar a planta e o seu habitat.

O estudo foi descrito apenas na revista Kew Bulletin, publicada pelo próprio Royal Botanic Gardens.

fonte:[via][Kew Science, Phys.org]

Fóssil de floresta de 280 milhões de anos é descoberta na… Antártida

Um toco fossilizado de árvore de 280 milhões de anos ainda ligado às suas raízes na Antártida.
Você se lembra de aprender sobre o Gondwana nas aulas de geografia? Estamos falando de quando o planeta Terra era dividido em apenas dois supercontinentes, sendo que Gondwana incluía a maior parte dos continentes do hemisfério sul hoje.

Ou seja, a Antártida fazia parte deste supercontinente.E, cerca de 400 milhões a 14 milhões de anos atrás, era muito diferente: árvores floresciam perto do Polo Sul.

Um novo estudo de colaboração internacional descobriu, inclusive, fósseis detalhados de algumas dessas árvores, que podem nos ajudar a entender como o local se tornou o mundo gelado que conhecemos atualmente.

Mais quente e mais verde

Quando olhamos para a paisagem branca da Antártida, é difícil imaginar florestas exuberantes. Porém, a verdade é que a região possui um longo histórico de vida vegetal.

“A Antártida preserva uma história ecológica de biomas polares que varia em cerca de 400 milhões de anos, basicamente toda a história da evolução das plantas”, disse Erik Gulbranson, paleoecologista da Universidade de Wisconsin-Milwaukee, nos EUA.

No passado, o continente era muito mais verde e muito mais quente, embora as plantas que viviam nas baixas latitudes do sul tivessem que lidar com invernos de 24 horas de escuridão por dia, e verões durante os quais o sol nunca se punha, exatamente como é hoje.

Gulbranson e sua equipe querem estudar, em particular, um período de cerca de 252 milhões de anos atrás, durante a extinção em massa do Permiano-Triássico.

Ontem x hoje

Durante esse evento, quase 95% das espécies da Terra morreram. A extinção provavelmente foi conduzida por emissões maciças de gases de efeito estufa vindos da atividade de vulcões, que aumentaram as temperaturas do planeta para níveis extremos e causaram a acidificação dos oceanos.

Se isso parece familiar, é porque é. Essa situação do passado lembra, em partes, as mudanças climáticas contemporâneas, menos extremas, mas igualmente impulsionadas por gases de efeito estufa.

A descoberta

No ano passado, Gulbranson e sua equipe encontraram a floresta polar mais antiga registrada na região antártica. Eles ainda não dataram precisamente essa floresta, mas ela provavelmente floresceu há cerca de 280 milhões de anos, até que foi soterrada de repente em cinzas vulcânicas, que a preservaram até o nível celular.

As plantas estão tão bem conservadas que alguns dos blocos de construção de aminoácidos que compõem as proteínas das árvores ainda podem ser extraídos.

Gulbranson, um especialista em técnicas de geoquímica, afirmou ao portal Live Science que estudar esses blocos de construção químicos pode ajudar a esclarecer como as árvores lidavam com as estranhas condições de luz solar das latitudes do sul, bem como os fatores que permitiram que essas plantas prosperassem.

Que plantas eram estas?

Antes da extinção em massa, as florestas polares da Antártida eram dominadas por um tipo de árvore do gênero Glossopteris.

As Glossopteris dominavam toda a paisagem abaixo do paralelo 35 S – um círculo de latitude que atravessa duas massas terrestres, a ponta sul da América do Sul e a ponta sul da Austrália.

De acordo com Gulbranson, essas plantas gigantes tinham entre 20 a 40 metros de altura, com folhas largas e planas mais longas do que o antebraço de uma pessoa.

Próximos passos

Os pesquisadores vão retornar em breve à Antártida para realizar mais escavações em dois locais, que contêm fósseis de um período abrangente de antes a após a extinção do Permiano.

Neste período posterior, as florestas não desapareceram, e sim simplesmente mudaram. Glossopteris se extinguiu, mas uma nova mistura de árvores de folhas perenes e decíduas, incluindo parentes das árvores Ginkgo atuais, passou a embelezar a paisagem.

“O que estamos tentando pesquisar é o que causou exatamente essas transições. É isso que não sabemos muito bem”, disse Gulbranson.

A resposta provavelmente está nos afloramentos escarpados dos Montes Transantárticos, onde as florestas fósseis foram encontradas. Uma equipe que inclui membros dos Estados Unidos, Alemanha, Argentina, Itália e França vai acampar neste local por meses, realizando inúmeros passeios de helicóptero para os afloramentos, conforme o clima impiedoso da Antártida permitir.

fonte: [via] [LiveScience]

Africanos se unem para criar muro de árvores 8 mil km de comprimento e 15 km de largura

Enquanto alguns poderosos se elegem prometendo construir muros para separar povos e países (e nem de fato se mostram capazes de cumprir sua horrenda e inviável promessa) outros países decidem botar a mão na massa, e construir por uma boa causa um outro tipo de muro: um muro de árvores.

Onze países africanos se reuniram para construir uma enorme barreira verde, cruzando o continente de leste a oeste, a fim de amenizar os efeitos das mudanças climáticas.

O processo de plantio teve início em 2007, e a ideia é que o muro atinja 8 mil quilômetros de cumprimento e 15 quilômetros de largura – só no Senegal já são 11 milhões de árvores plantadas.

Faltam anos ainda para o muro realmente ficar pronto, mas uma parceria entre o Banco Mundial, a ONU e os Jardins Botânicos do Reino Unido começaram uma campanha pela arrecadação de fundos para que o plantio seja completado. O custo de toda a barreira é de cerca de 8 bilhões de dólares. Sudão, Niger, Mali e Mauritânia são alguns dos outros países envolvidos.

 

Lideranças locais, no entanto, garantem que, passados 10 anos do início do plantio, as diferenças já são sensíveis, e alguns processos de desertificação já começaram a ser revertidos. E mais: oportunidades de emprego, e até mesmo de vida, passaram a circular ao redor da muralha verde. Com a sombra e a umidade, há menor necessidade de água, e mais vida onde antes era seco – e eis um muro que não só realmente traz melhorias efetivas a todos, como, ao invés de separar, reúne as pessoas.

© fotos: divulgação/fonte:via

GALERIA DE FOTOGRAFIAS

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Fotos:Jellyfish

Caça ilegal pode colocar girafas em risco de extinção

Agência espacial da Índia lançou um novo lote espetacular de imagens feitas pelo MOM – a missão Mars Orbiter – primeira sonda da Índia enviada para o Planeta Vermelho e que conseguiu alcançar a órbita há quase um ano.

Recentemente, uma caçadora criou certo alvoroço nas redes sociais ao publicar uma foto ao lado de uma girafa morta, defendendo que havia matado um animal ‘muito perigoso’. Entretanto, sabemos que apesar das girafas terem condições de fazer grande estrago em seres humanos, os ataques são extremamente raros.

Na verdade, os humanos é que podem ser perigosos para esses animais. A Lista Vermelha da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN) não considera os seres humanos como potenciais ameaças às girafas quando leva em consideração a caça regulamentada. No entanto, é a versão ilegal desta caça, seja por alimento ou ‘troféus’, que coloca em risco esses animais. Isso porque essa modalidade acaba reduzindo o tamanho de áreas de conservação e causando colapsos populacionais.

foto:Frank Vassen
As girafas não são consideradas ameaçadas pela IUCN, mas nem tudo está tão bem para nossas amigas de pescoço comprido. Em 1999, o especialista em vida selvagem Rod East estimou que existiam 140 mil espécimes vivendo na África: hoje em dia, a estimativa caiu para 80 mil – de acordo com a Fundação de Conservação das Girafas. De acordo com uma publicação do portal ‘IFLScience’, essa queda veloz sugere que em breve esses animais podem estar risco de extinção.

Existem controvérsias em relação à moralidade das caças por diversão à girafas e outros animais. No entanto, mais importante do que esforços para banir esse tipo de prática, é necessário pelo menos regulamentar as caçadas, para que não percamos animais tão carismáticos e presentes na nossa vida – mesmo que muitos nunca tenham os visto pessoalmente.

cacatua-das-palmeiras

A cacatua-das-palmeiras (Probosciger aterrimus) é uma ave da família Cacatuidae nativa da Austrália, único membro do gênero monotípico Probosciger e da subfamília Microglossinae.