Gato gordo e fofo invade as obras mais famosas da história com muita atitude

A artista Svetlana Petrova transforma seu gato ruivo, Zarathustra, em muso inspirador e coloca o adorável felino gordo em algumas das obras mais conhecidas da história da arte. O bichano invade as pinturas para acrescentar sua própria dose de beleza, dando novo significado a elas.

Na explicação de Petrova sobre sua arte de gato, ela deu um giro divertido em como seu trabalho é feito. Ela apresenta como se Zarathustra fosse o verdadeiro gênio artístico que possui uma incrível capacidade de melhorar as pinturas. “Eu sou apenas uma assistente humilde de Sua Majestade Peluda”, ela diz, “que gentilmente me permite usar todas as minhas habilidades de pintura, fotografia e Photoshop para inserir suas preciosas imagens em obras-primas de renomados artistas do passado”.

Juntos, Petrova e Zaratustra “revisitaram” mais de 150 pinturas e as compilaram em um livro intitulado “Arte do Gato Gordo: Obras-primas famosas melhoradas por um gato ruivo com atitude”, disponível na Amazon.

Arte: Svetlana Petrova /fonte:via

Mais de 7 mil obras de Eduard Munch, de ‘O Grito’, estão disponíveis para download gratuito

Você provavelmente já conhece o quadro mais famoso de Eduard Munch, chamado de ‘O Grito’.

Agora, os interessados na arte do moço poderão conhecer mais de 7 mil obras criadas por ele.

As obras foram disponibilizadas para download gratuito pelo Museu Munch de Oslo (Munchmuseet), na Noruega.

Como as imagens são de domínio público, elas também podem ser usadas para qualquer fim – ou seja, dá para fazer um poster para colocar no quarto sem culpa ou mesmo transformá-las em gifs divertidos.

O projeto de digitalização das obras do artista levou cerca de três anos para ser concluído. O resultado foi um Catálogo Raisonné – nome dado ao catálogo que reúne todas as obras conhecidas de um artista.

De acordo com o Follow The Colours, cerca de 90% das obras digitalizadas pertencem ao museu, embora o conjunto conte também com trabalhos de colecionadores. As criações foram realizadas entre os anos de 1873 a 1943 e abarcam todas as fases da vida do artista.

Confira o catálogo completo clicando aqui.

Imagens: Eduard Munch/Domínio Público/fonte:via

Pôster reúne e categoriza TODAS as pinturas a óleo já criadas por Van Gogh em um gráfico

Ao longo dos 37 turbulentos anos de sua vida, apesar das idas e vindas de sua delicada saúde mental, o pintor holandês Vincent Van Gogh criou prolificamente, produzindo das duas mil obras de arte e se tornando (lamentavelmente somente após tirar a própria vida) um dos mais importantes artistas em todos os tempos. Dentre flores, campos, mulheres, homens e autorretratos, quase 900 destas obras foram suas incríveis pinturas a óleo – que agora podem ser admiradas todas reunidas em um só quadro: uma gráfico completo, como uma tabela organizando por categorias, temas e universos, ligando-os entre caraterísticas comuns, tais pinturas.

Intitulado “Taxonomia Visual de Van Gogh”, o quadro divide a obra entre categorias como “natureza morta”, ‘paisagens”, “flores”, “cenários sociais”, “campos e jardins” e outras subcategorias.

A empreitada para realizar o pôster é da empresa Curious Charts, ou “tabelas curiosas” que, como nome diz, cria incríveis pôsteres com tabelas cobrindo os temas mais diversos.

Dentre os muitos desafios de realizar a tabela com as pinturas do pós-impressionista holandês, a maior questão era mesmo o tamanho para abrigar a imensa quantidade de obras.

O pôster, de cerca de 60 cm por 90 cm, traz não só todas as pinturas a óleo que Van Gogh realizou, como o nome e o ano em que foram pintadas – além das “famílias”, categorias e subcategorias que definem e ligam cada trabalho e entre si.

A incrível “Taxonomia Visual de Van Gogh” está sendo financiada por crowdfunding, através de uma campanha no Kickstarter, que já superou com folga sua meta e ainda vai até dia 14 de junho.

https://www.kickstarter.com/projects/1457045090/the-complete-paintings-of-van-gogh-poster/widget/video.html

© fotos: divulgação/fonte:via

As pinturas desta artista japonesa são mais realistas que qualquer fotografia

O hiper-realismo das pinturas da artista japonesa Kei Mieno é de tal forma perfeito que, mesmo quando observamos detalhes aproximados de seus trabalhos, é difícil crer não se tratar de uma fotografia. Recentemente, Mieno compartilhou a imagem de uma mulher deitada em um rio – e quando a internet descobriu se tratar não de uma foto em alta definição, mas sim de uma pintura, a rede foi à loucura – e os compartilhamentos vieram aos milhares em questão de instantes.

A celeuma é justa: ainda que o estilo hiper-realista de pintura costumeiramente e por motivos evidentes alcance sucesso na internet, é raro encontrar um artista tão talentoso e com resultados tão impressionantes quanto Mieno. A pintora de 33 anos, nascida em Hiroshima, é capaz de detalhar com tamanha irretocável perfeição suas pinturas que as imagens chegam a provocar confusão em quem as vê.

Luzes, sombras, cabelos, tecidos, tudo é perfeito nos quadros de Mieno – que já vêm expondo por todo o Japão e, nas horas vagas, quando não está pintando ou dando aulas de pintura, ela faz o óbvio: fotografa, reproduzindo a realidade que vê em suas fotos quase com tanta precisão quanto em seus quadros.

fotos:Kei Mieno/fonte:via

Conheça o pintor que cria suas obras dentro do oceano

O mar não é apenas inspiração para o artista Peter Matthews. Ele faz parte da obra.

Sua carreira começou a adquirir um novo rumo após uma experiência em que quase se afogou enquanto surfava no México em 2007, segundo contou à BBC. Após conseguir chegar à praia em segurança, Peter teve uma epifania e percebeu que gostaria de criar suas obras em conjunto com a natureza, como faz até hoje.

Ao criar desenhos e pinturas, o artista deixa que a água os modifique. Normalmente, Peter entra no mar pela manhã e só sai à noite, sempre acompanhado de suas obras. Ao dormir, ele deixa algumas peças em uma piscina natural, para que os elementos da natureza continuem agindo sobre elas.

Estou interessado em trabalhar diretamente com os elementos místicos, dimensões e verdades que moldam e informam nossa experiência e entendimento de quem somos e onde nós estamos no universo“, descreve o artista em seu site.

Alguns de seus quadros estão sendo vendidos por milhares de libras pela Galeria Saatchi, em Londres.

Parte do processo de criação de Peter foi registrada através do documentário In Search of The Sublime, que pode ser visto abaixo.

 

Fotos: Peter Matthews /fonte:via

Lee Godie, a artista em situação de rua que transformou pontos de ônibus em ateliê

A biografia de Lee Godie (1908-1994), uma das artistas mais prolíficas de Chicago, é rodeada de mistérios: ela não gostava de compartilhar muito sobre sua vida, fosse com repórteres, fosse com seus amigos.

Ao que se sabe, ela começou a se dedicar à arte em 1968, com 60 anos de idade. Apesar de ter uma quantidade de dinheiro razoável guardada, segundo contavam alguns amigos, ela preferia viver nas ruas de Chicago, por gostar da vida ao ar livre. Só se hospedava em pequenos hotéis quanto as temperaturas eram baixas demais para suportar.

Sua trajetória artística começou nas cabines fotográficas colocadas em pontos de ônibus da cidade. Godie tirava autorretratos e os pintava, usando batons e ervas de saquinhos de chá. Com o passar do tempo, começou a pintar a si mesma, a transeuntes que observava nas ruas e, após ficar conhecida, até socialites de Chicago.

Ao que tudo indica, ela gostaria de ter sido cantora quando jovem, mas seu primeiro marido não permitiu. Já idosa, Godie viu uma das quatro filhas falecer, e decidiu então se dedicar integralmente à arte.

Ela mesma vendia as imagens nas ruas, cantando e dançando para atrair a clientela. E não aceitava vender para qualquer um: se não fosse com a cara de possíveis compradores, simplesmente se recusava a fazer negócio. Ela era, afinal, uma artista absolutamente livre.

 

 

Imagens © Lee Godie/fonte:[via]

Ela sofreu um infarto e começou a fazer pinturas que vão bugar sua mente

A artista canadense Alex Garant, natural do Quebec, viveu uma história que mudou completamente o curso de sua vida. Ela faz faculdade de arte, mas o mundo corporativo e as obrigações do dia-a-dia a fizeram se afastar da carreira. Foi quando, em 2012, com 30 anos, ela sofreu um infarto. “Enquanto caminhava dentro do hospital, sabia que precisava focar minha vida na arte”, disse em depoimento publicado no Bored Panda.

Esta tragédia fez com que Alex compreendesse que a única coisa que tem valor real é o tempo que temos no planeta. “Eu precisava trabalhar com a minha arte, trabalhar com o meu legado e, mais do que nunca, precisava expressar esta nova energia através das imagens”, conta.

Depois de semanas de repouso na cama, ela finalmente fez uma imersão em seu estúdio, focando em um novo corpo de trabalhos que representassem seu renascimento. Alex passou a criar retratos totalmente analógicos com ilusão de ótica. “Era uma técnica que experimentei na escola de arte, mas nunca abracei completamente – até agora”. Ela se comprometeu com o estilo, criando uma marca registrada que lhe rendeu o título informal de “rainha dos olhos múltiplos”.

Desde então, a artista nunca parou de explorar novas formas de trazer imagens vibrantes para seus retratos. Elementos duplicados, formas sobrepostas e características faciais multiplicadas estão sempre presentes em suas obras. “Eu tento manter meu trabalho elegante e clássico, mas minha parte preferida é quando as pessoas veem as pinturas pela primeira vez, especialmente nas paredes de uma galeria”, conta. Algumas pessoas sentem tontura, outras nauseas, algumas ficam perturbadas e outras cativadas.

Para Alex, a única coisa que importa é que realmente sintam algo quando olharem para suas obras. Os quadros devem criar uma perturbação, trazer uma experiência diferente de apenas olhar uma obra linda. “Eu espero que as pessoas vejam meu legado como a artista que fez as pessoas pararem e olharem de uma forma diferente para a arte. Estranhamento é bom, o esquisito é belo, a inquietude é cativante”.

Alex Garant estudou no Quebec e já teve seu trabalho exposto em museus por todo o mundo. Hoje vive em Toronto, no Canada.

Conheça mais sobre seu trabalho nas imagens abaixo e pelo site oficial.

 

Reprodução/Alex Garant/fonte:via