Por que este homem se isolou da sociedade com seu cachorro por 25 anos

 

25 anos pode parecer tempo demais para se dedicar a um projeto – e conseguimos até imaginar que muita gente que está lendo esse post ainda não completou seu primeiro quarto de século – mas, quando se tem uma paixão, o tempo passa voando. Aos 67 anos, o artista americano Ra Paulette é a prova disso.

Ele ficou conhecido após passar 25 anos praticamente isolado da sociedade, na companhia de seu cachorro. Mas se engana quem pensa que ele ficou esse tempo inteiro sem se dedicar a nada: durante o período, Ra Paulette se manteve sempre em atividade esculpindo os arenitos em meio ao deserto, no México, para criar cavernas fantásticas, que são verdadeiras obras de arte.

Apesar de nunca ter estudado arquitetura, engenharia ou escultura, ele já esculpiu um total aproximado de 12 cavernas, grande parte delas a pedido de residentes da região. Recentemente, um documentarista descobriu o trabalho do artista e passou três anos acompanhando suas criações, o que deu origem ao documentário Cavedigger e alavancou o trabalho de Ra Paulette a outro patamar. Hoje, algumas de suas cavernas estão à venda por quase US$ 1 milhão.

Dá o play para conhecer sobre o trabalho do artista:

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Todas as fotos © Ra Paulette

Primeira floresta vertical da Ásia terá 3 mil plantas e capacidade de gerar 60 Kg de oxigênio por dia

Se não há espaço nas cidades para que as florestas se expandam na horizontal – se os prédios tomaram conta de todo local que deveria ser verde, vegetação, árvore, planta – então que cresçam para cima, e que os prédios sirvam de chão para que essas florestas possam “subir”. Esse é um dos principais trabalhos do arquiteto italiano Stefano Boeri: espalhar florestas verticais pelo mundo.

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Em 2018, Boeri irá levantar duas torres verdes em Nanjing, na China – país que especialmente precisa do verde para combater os altíssimos índices de poluição. As Nanjing Towers produziram 60kg de oxigênio diariamente do alto dos seus 200m e 100m respectivamente, cobertos mais de mil árvores e 2.500 plantas de 23 espécies locais diferentes.

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Um projeto da mesma natureza já está sendo realizado também para a cidade de Lausanne, na Suíça, e em Milão, na Itália, duas florestas verticais já foram construídas, a Bosco Verticale.

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O projeto em Lousanne, na Suíça...

O projeto em Lousanne, na Suíça…

...e o que já foi construído em Milão, na Itália.

…e o que já foi construído em Milão, na Itália.

As torres na Ásia terão ainda escritórios, museus, escolas de arquitetura sustentável, boates e até um enorme hotel. Em ambas as torres, varandas garantirão ao visitante vistas espetaculares das cidades. O mais importante, no entanto, é a regeneração da biodiversidade local, e a manutenção e retomada do verde nas cidades e em nossas vidas – pouco importa se na horizontal ou na vertical.

© fotos:reproução

Blog de estilo usa fotografia para registrar idosos super estilosos

O fotógrafo Ari Seth Cohen caminhava por Upper West Side, em Nova York, quando avistou uma senhora muito estilosa e pediu para fotografá-la. A musa inspiradora, que completava 93 anos no dia do registro, foi a primeira modelo do projeto que viria a se chamar Advanced Style.

Tudo começou com a estreita relação com sua avó, na cidade natal de San Diego, Califórnia. A partir daí Ari desenvolveu um verdadeiro fascínio pela terceira idade e, em seguida, pela sua visão de moda e estilo. O fotógrafo de 35 anos afirmou, em entrevista ao New York Times, que “Do ponto de vista fashion, eu acho eles mais interessantes, pois não querem impressionar ninguém”.

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O projeto teve seu primeiro livro publicado em 2012. Desde então outros dois foram impressos e, mais recentemente, um documentário foi produzido. Uma verdadeira homenagem às vidas e histórias das senhoras registradas e uma lembrança de como o mundo da moda insiste em ignorar a terceira idade em suas campanhas publicitárias ou matérias.

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Imagens © Ari Seth Cohen

Você precisa conhecer as grutas do Rio Secreto, um paraíso escondido no México

Com uma cultura e um passado incríveis, o México também é um país repleto de belezas naturais que prometem encantar aos viajantes. Uma destas belezas repousa quase escondida em Playa del Carmen, na Riviera Maia. São as grutas do Rio Secreto.

É lá que se esconde um dos milhares de cenotes que estão espalhados pelo México. São rios subterrâneos, geralmente localizados em grutas e que possuem uma beleza sem igual. Com estalagmites e estalactites, o cenote de Rio Secreto é, como o nome sugere, um delicioso segredo a ser descoberto.

Descoberto por espeleólogos (profissionais que estudam as cavernas) nos anos 90, o espaço faz parte de uma reserva natural que ainda permanece quase intocada. Para chegar até lá, é preciso contratar um tour cujos preços começam em US$ 79 por pessoa (crianças entre 4 e 12 anos pagam meia entrada). Além disso, só são permitidas 10 pessoas por vez no local.

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Para os maias, os cenotes eram sagrados e muitos deles eram utilizados em rituais de sacrifício por serem considerados como uma porta para o outro mundo. Estas eram também as principais fontes de água potável para as civilizações pré-hispânicas, o que fez com que muitas de suas grandes cidades, como a famosa Chiché Itzá, fossem construídas em torno de cenotes.

Todas as fotos © Río Secreto

A Capadócia, na Turquia, é tão incrível que as fotos parecem feitas no Photoshop

O cenário vulcânico que caracteriza a Capadócia, na Turquia, é tão lindo que parece irreal. E fica ainda mais impressionante quando é invadido por uma infinidade de balões, que contrastam com a as manchas que a luz do sol deixa no céu. Aqui, as pessoas vivem em abrigos de pedra incríveis, esculpidos pela natureza.

Esses “pilares” de pedra surgiram graças a erupção dos seus vulcões e da  lava que os encobriu. Depois, chega o inverno e a água e o gelo separam o vale em colinas. É de tirar o fôlego, como você pode averiguar nas imagens abaixo:

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Todas as fotos © Kristina Makeeva

Ela decidiu curar seu medo de altura com um pulo de parapente; esse foi o resultado

A romena Ramona Cuciuch sempre teve medo de altura. Até a sacada do prédio de quatro andares onde ela trabalhava era capaz de fazer seu coração acelerar. Ela se dispôs a enfrentar o pânico de um jeito extremo: saltando de parapente.

“Eu nem conseguiria abrir meus olhos, então qual seria o sentido?”, pensou quando a experiência foi sugerida. Mas a curiosidade falou mais alto e Ramona decidiu se arriscar. Dias depois de seu primeiro salto, ela ainda não conseguia parar de olhar cada fotografia tirada durante o voo, pensando que aquilo poderia ser o fim de sua fobia.

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“Voar sozinha quando você tem medo de altura é uma experiência engraçada”, conta. “Assim que seus pés deixam o solo seu cérebro começa um show”, segue o relato, dizendo que cantar uma música a ajudava a relaxar. Ela começou com I Will Survive, mas achou que Don’t Worry, Be Happy poderia funcionar melhor.

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Ramona diz que às vezes começava a cantar logo que saía de casa, e continuava enquanto arrumava o equipamento, durante o voo, na aterrissagem e até no caminho para casa! O nervosismo ainda tomava conta da maior parte do seu tempo no ar, mas “às vezes conseguia relaxar e curtir a vista. Era como se, mesmo que o mundo desaparecesse, a felicidade continuaria lá”.

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O primeiro salto de Ramona aconteceu no verão europeu de 2014. Mais de dois anos depois, ela continua com dificuldades para frequentar sacadas, mas segue saltando e garante que isso mudou sua vida.

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Todas as fotos © Ramona Cuciuch

Os Emirados Árabes Unidos estão planejando construir uma mini-cidade em Marte nos próximos 100 anos

Os sheiks dos Emirados Árabes Unidos transformaram áreas de deserto em cidades que parecem estar anos à frente do resto do mundo. A partir de 2017, eles têm um plano muito mais ambicioso: fazer o mesmo com Marte.

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Graças ao petróleo e aos investimentos milionários que ele atraiu para o país, os Emirados agora são um polo de ciência e tecnologia. O projeto anunciado pelo Sheik Mohammed bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente e primeiro-ministro, chama-se Marte 2117 e pretende inaugurar uma cidade em nosso vizinho nos próximos 100 anos.

Os EAU lançaram sua Agência Espacial em 2014, e no ano seguinte já anunciaram que lançariam sua primeira sonda a Marte até 2021. Desde a inauguração, o país já investiu 5,4 bilhões de dólares na agência, o equivalente a R$16,6 bilhões em cotações atuais.

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O objetivo do projeto é, além de concretizar o sonho da humanidade de chegar ao planeta vizinho, incentivar a formação de engenheiros e cientistas dos Emirados. Os governantes esperam ainda que os avanços tecnológicos feitos nas áreas de combustíveis, transporte, produção de alimentos e engenharia de materiais possam ser aplicados para melhorar a vida na Terra.

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A princípio, apenas especialistas nascidos nos Emirados Árabes Unidos farão parte do projeto, mas há a intenção de abrir espaço para a comunidade internacional participar. Parceria com as agências espaciais da França e Inglaterra estão encaminhadas.

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As imagens que ilustram a matéria foram divulgadas pela Agência de Comunicação de Dubai e mostram como os líderes do projeto imaginam a cidade em Marte.

Todas as imagens: Reprodução

5 lugares perfeitos para ver as estrelas pelo mundo

Nada como observar os pontos brilhantes que enfeitam o céu sem nenhuma interferência de luz por perto para atrapalhar, em paisagens de tirar o fôlego. Conheça aqui alguns dos melhores lugares onde você pode fazer isso!

1. Icehotel,  Suécia

O Icehotel promete desmistificar a ideia de que dormir na neve é desconfortável. Equipado com 20 suítes, um bar, uma galeria de arte, o hotel proporciona uma vista de tirar o fôlego do Brilho do Norte.

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2. The Starlight Room, Itália

Esta cabine cúbica, na Itália, oferece vistas estonteantes das montanhas de Dolomiti e propõe contato intenso com a natureza, sem distrações, já que é equipada apenas com uma cama e um aquecedor.

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3. Manta Underwater Room

Situado na ilha de Pemba, no Oceano Índico, o Manta Underwater Room não exibe apenas atributos para quem quer explorar o fundo do mar, mas também um incrível deque, perfeito para deitar e observar as estrelas!

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4. Lion Sands Game Reserve, África do Sul

Esse hotel na África do Sul, na reserva de Sabie Sand, oferece vistas deslumbrantes da natureza e a opção de dormir do lado de fora do quarto, acatada por hóspedes corajosos!

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5. PurePods, Nova Zelândia

Os bangalôs de vidro de Pure Pods, no interior da Nova Zelândia, proporcionam contato intenso com a natureza, a qualquer hora do dia!

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Todas as fotos: Reprodução

Artista faz “magia” com fotos encantadoras dos esquilos que passeiam no seu quintal

O sueco Geert Weggen começou há alguns anos a fotografar da janela de sua cozinha os esquilos que passeiam quase todos os dias ao redor de sua casa. E nunca mais parou.

Os roedores, em sua maioria selvagens são fonte de inspiração para Geert, que declara: “normalmente eu fico entediado depois de fazer algo por alguns anos, mas não com isso”. Esse trabalho já foi divulgado em 30 países e publicado em dois livros. “Eu tento trazer um pouco de magia, maravilha e felicidade com o meu trabalho, que é feito de fotos reais e não do Photoshop”.

E nós acreditamos que Geert alcançou o seu objetivo. Olha só:

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Estúdio a céu aberto

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Viagem

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Cabeça iluminada

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Jeito fácil de comer

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Vendedor de kiwi

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2 esquilos em 1

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Por aqui

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Companheiros de bar

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O fotógrafo

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Se mantendo aquecido

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Dança animada

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Nova viagem

Todas as imagens © Geert Weggen

Fotógrafo com paralisia do sono transforma seus piores pesadelos em imagens poderosas

Quem sofre cronicamente de paralisia do sono garante ser das piores sensações possíveis. Como um pesadelo acordado, a pessoa desperta e, no entanto, não é capaz de mover seu corpo – que permanece como em um estado alucinatório, feito vivesse pesadelos na vida real.

Nicolas Bruno é um fotógrafo de 22 anos que há sete sofre com esse distúrbio, que o levou à insônia e à depressão. “Era como se estivesse possuído por demônios”, ele diz. No lugar de se deixar levar pelos impulsos suicidas que tomavam conta dele ao redor das crises, ele decidiu transformar esse demônios em arte.

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A ideia surgiu quando um professor lhe sugeriu que transformasse o distúrbio em algo tangível – e nada melhor do que a arte para tal. Se antes das fotos as pessoas o consideravam um tanto maluco, depois do ensaio diversas pessoas sofrendo do mesmo mal lhe procuraram, para lhe agradecer. “Acho que minha pequena missão é espalhar palavras sobre essa condição”, ele diz.

O trabalho foi batizado de Between realms, ou ‘entre reinos’.

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Curiosamente, todas as pessoas vivem a paralisa do sono quando dormem – a diferença está justamente em vive-la quando já se está acordado, e a condição deveria estar suspensa. Essa pequena diferença é também literalmente a diferença entre a vida real e um pesadelo constante – assim como a arte pode ser a diferença entre doença e saúde. “Esse projeto me presenteou com um sentido de quem sou. Me deu a força para perseverar na vida, criar arte e me comunicar. Não sei onde estaria sem o projeto”, ele diz.

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Dormir vem deixando de ser um atalho para o pesadelo, para se tornar cada vez mais, na vida de Nicolas, um convite ao prazer e ao descanso, como melhor pode ser.

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Todas as fotos © Nicolas Bruno

‘Caçadores de eclipses’ planejam viagens ao redor do mundo em busca do fenômeno

Michael Zeiler não era um viajante aventureiro, até experienciar o seu primeiro eclipse solar. Desde então, ele tem viajado para os lugares mais remotos do mundo para apreciar “a mais linda visão da natureza”. Ele é o que chamamos de perseguidores de eclipse, e irá para qualquer lugar para ser envolvido pela sombra da lua, mesmo que por apenas alguns minutos.

Em agosto de 2017, o Great American Eclipse enviará sua sombra sobre todo o Estados Unidos. Michael e outros mil de outras partes do mundo viajarão para se posicionar no caminho do eclipse total. Eles farão grandes esforços para vivenciar meros dois minutos de escuridão durante o dia, quando a lua se moverá em frente ao sol.

Há um eclipse solar no mundo a cada dezoito meses, em média. E os chamados caçadores de eclipse planejam suas vidas em torno desses eventos, não importa onde eles aconteçam.

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Michael conta que existe uma comunidade de perseguidores de eclipse, e ele fez dúzias de amigos por esse interesse em comum. Há um grupo na internet, inclusive, onde membros do mundo todo se mantém em contato e fazem planos para o futuro. Ele encontra muitos deles durante cada visão. Uma delas foi o eclipse no estreito de Makassar, entre Bornéu e Sulawesi, na Indonésia, quando viajarem em um cruzeiro durante dezesseis dias para avistar o fenômeno.

A comunidade é composta por pessoas de diversos tipos de formações. Eles são astrônomos profissionais ou amadores, fotógrafos que esperam capturar o evento. Muitos caçadores de eclipse não estudaram astronomia ou fotografia, e estão apenas hipnotizados pela beleza dos eclipses. Michael é um deles.

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Ele tem um calendário onde todos os eclipses do século 21 estão sinalizados, seu “planejamento de férias da vida”, como costuma chamar. E conta que os eclipses que viu durante a vida o fizeram priorizar viagens, e não bens materiais.

O próximo vai ocorrer em 21 de agosto de 2017. A sombra vai encontrar a terra primeiro na costa de Oregon, para depois viajar por catorze países. Michael não vai viajar para ver apenas esse, mas também está fazendo planos para estar na Argentina em 2019, para quatro minutos de totalidade.

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Ele criou um site para te ajudar a se preparar para o eclipse desse ano. Existe importantes fatores de salvação a serem considerados, e também algumas dicas para garantir a experiência positiva. Saiba mais.

Fotos: reprodução