SĂ©rie de fotos vintage documenta os shorts que ditaram a moda masculina nos anos 70

Os anos 1970 foram um perĂ­odo confuso e turbulento em toda o planeta. Com o fim do sonho de um novo mundo da dĂ©cada anterior, e a falĂȘncia de diversos projetos ideolĂłgicos em ambos os lados do alto muro da guerra fria que nos dividia, uma coisa parecia ao menos unir homens e mulheres, ao menos no ocidente: o short. Fosse  o gĂȘnero, orientação sexual, polĂ­tica ou lugar de origem, todo mundo usou um shortinho naquela dĂ©cada.

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A questão que permanece é: que as mulheres vestiram seus shorts com elegùncia e charme, isso ninguém contesta, mas e os homens? Fizeram bem em abandona-los e cobrir suas pernas com bermudas largas, ou os anos 1970 e seus shorts curtos foram um auge na maneira de se vestir masculina?

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Tal resposta talvez seja necessariamente individual e enigmĂĄtica, mas a verdade Ă© que basta olhar pra tais fotos, para se ter certeza de que todos pareciam bastante felizes com suas pernas de fora.

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LOS ANGELES - DECEMBER 28: A woman and two men taking a break from roller skating on December 28, 1979 in Venice Beach, CA. (Photo by Waring Abbott/Getty Images)

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 Todas as fotos © Vintage Everyday fonte: via

Veja o que rolou na primeira Bienal de Arquitetura de Bambu

Em setembro do ano passado, a vila de Baoxi, localizada na província chinesa de Zhejiang, recebeu a primeira Bienal Internacional de Arquitetura de Bambu. O evento celebrava a importùncia do bambu como material de construção sustentåvel e reuniu 12 arquitetos de diversas partes do mundo. No local, eles projetaram 18 estruturas incríveis utilizando o material.

A pequena vila de Baoxi fica a 12 horas de distùncia de Xangai e recebeu a bienal de braços abertos. As estruturas projetadas durante o evento permaneceram na comunidade após o final de exposição. Elas passaram a ser utilizadas pelos moradores locais e deram um novo visual à aldeia.

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O fotógrafo Julien Lanoo capturou algumas imagens das estruturas. Elas servem como um lembrete de que é possível preservar formas e materiais tradicionais de construção. O local tem até mesmo recebido alguns viajantes curiosos para ver mais sobre a arquitetura criada por lå.

E as fotos de Julien mostram que a experiĂȘncia foi realmente fantĂĄstica.

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Todas as fotos © Julien Lanoo fonte: via

17 anos depois: o bebĂȘ que protagonizou a impactante imagem em que segurava a mĂŁo do mĂ©dico de dentro do Ăștero

No dia 19 de agosto de 1999, Samuel Alexander Armas ficou famoso mundialmente por protagonizar uma curiosa imagem. Sua pequenina mĂŁo de bebĂȘ aparece fora do Ăștero de sua mĂŁe segurando o dedo de um cirurgiĂŁo.

Naquele dia, um procedimento pioneiro estava sendo realizado por uma equipe mĂ©dica: uma intervenção cirĂșrgica em um bebĂȘ de apenas 21 semanas de gestação.

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Michael Clancy

Ainda dentro da barriga de sua mĂŁe, Samuel foi diagnosticado com espinha bĂ­fida, um problema congĂȘnito acarretado pela malformação da coluna espinhal e da coluna vertebral. A foto, tirada pelo fotĂłgrafo Michael Clancy, foi publicada pelo jornal USA Today e ganhou o apelido de “MĂŁo da Esperança”, repercutindo mundialmente.

Atualmente Samuel tem 17 anos e mora em Douglas County, no estado da Georgia, nos Estados Unidos. Ele usa aparelhos nas pernas e cadeira de rodas para auxiliå-lo com a locomoção, mas tem a vida de um adolescente comum.

Veja algumas fotos do adolescente:

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Reprodução

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Reprodução

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Fotos:Reprodução,fonte: via

A erva usada pela medicina chinesa hĂĄ 1700 anos que estĂĄ salvando pacientes com malĂĄria na Ăfrica

Ainda que a malĂĄria seja uma doença presente no mundo todo, 88% dos casos acontece no continente africano, e 90% dos casos fatais ocorrem tambĂ©m na regiĂŁo da África. Os tratamentos jĂĄ existentes e em desenvolvimento, porĂ©m, vĂȘm se mostrando eficientes, e o Ă­ndice de mortes pela doença caiu em dois terços entre os anos de 2000 e 2015 – nĂŁo sĂł pelos tratamentos mĂ©dicos, mas tambĂ©m por medidas preventivas, como o uso de redes tratadas com inseticidas para conter o mosquito, e o prĂłprio engajamento comunitĂĄrio em conter o mal.

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Junto de tais medidas, porém, um tratamento foi desenvolvido para quem jå foi infectado pela doença, que combina diversos remédios com a artemisinina, um componente químico encontrado na Artemisia annua, uma planta tradicional da ancestral medicina chinesa, também conhecida como Qinghao. O uso da planta vem se mostrando bastante eficiente em curar a doença e salvar diversas vidas.

Scrub the young, silvery green herb -Artemisia absinthium.

Em princĂ­pio, porĂ©m, a mĂĄ notĂ­cia que impediria que a combinação de drogas anti-malĂĄria com a artemisinina – conhecida como ACT – se torne a solução total contra a doença Ă© o alto custo para desenvolve-lo, e o fato de que certas ramificaçÔes da malĂĄria jĂĄ vĂȘm se mostrando resistentes ao remĂ©dio.

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Numa reviravolta espetacular, porĂ©m, 18 pacientes com casos extremos da doença – em que o ACT se mostrou ineficaz – foram tratados com folhas secas de Artemisia annua, e todos eles se curaram por completo – incluindo uma criança que se encontrava em coma. Os mĂ©dicos passaram a recomendar imediatamente que a planta se torne parte do tratamento, especialmente em quem o ACT jĂĄ nĂŁo mais traz efeitos.

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A Artemisia annua Ă© utilizada na China hĂĄ nada menos que 1700 anos, como tratamento para febres e outros males. Assim, conclui-se o que os chineses parecem jĂĄ saber literalmente hĂĄ milĂȘnios: que nĂŁo Ă© sĂł o quĂ­mico da artemisinina que possui poderes curativos na planta. HĂĄ muito mais o que podemos aprender nesses conhecimentos ancestrais do que podemos imaginar – assim como hĂĄ muitos remĂ©dios sem bula nem quĂ­micos industrializados espalhados pelo planeta do que temos conhecimento – ao menos aqui, no ocidente.

© fotos: reprodução;fonte: via

Essa sĂ©rie de fotos a P&B Ă© uma verdadeira viagem pelo JapĂŁo

O fotĂłgrafo Baris Ozturk, baseado na Suíça, Ă© um verdadeiro apaixonado pelo street style. Seus projetos pessoais envolvem suas viagens pelo mundo onde, muito atentamente, consegue captar a essĂȘncia das cidades por onde passa atravĂ©s das suas lentes.

Seu Ășltimo projeto sĂŁo fotografias de uma viagem que ele fez recentemente para TĂłquio. Fascinado pela cultura japonesa, Baris jĂĄ fez algumas viagens para a terra do sol nascente e, nessa Ășltima em especial, nos apresenta o cotidiano urbano japonĂȘs numa incrĂ­vel sĂ©rie em preto e branco.

Confira:

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Todas as fotos © Baris Ozturk fonte: via

Cientista PhD em Harvard supera pobreza, preconceito e acumula prĂȘmios na carreira

Filha de uma empregada domĂ©stica e de um profissional de curtume (que trabalha com o couro cru antes de enviĂĄ-lo para a indĂșstria e atacado), Joana D’Arc Felix nasceu em Franca (SP), em uma famĂ­lia de situação muito humilde.

Sem dinheiro para pagar creche e nem ter com quem deixĂĄ-la, sua mĂŁe passou a levĂĄ-la ao trabalho todos os dias. Para que ficasse quietinha enquanto ela fazia as tarefas da casa, lhe ensinou a ler com apenas 4 anos. Assim Joana passava seus dias lendo jornais e revistas.

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Esta habilidade chamou atenção da diretora do Sesi, amiga da patroa. Em visita à dona da casa, viu Joana com um jornal na mão e lhe perguntou se estava olhando as fotos. Quando a pequena começou a ler perfeitamente pediu que Joana fosse à escola.

Joana foi matriculada na primeira série de uma das turmas do Sesi e conseguiu acompanhar os colegas sem nenhuma dificuldade. O antigo colegial foi concluído quando ela tinha apenas 14 anos e inevitavelmente veio o desejo de ingressar em uma universidade.

Ela nĂŁo tinha dinheiro para fazer cursinho para entrar em uma universidade pĂșblica e nem para morar em outra cidade e fazer uma universidade pĂșblica caso passasse. Mesmo assim seguiu adiante.

Recebendo muito incentivo dos pais, dedicou-se a longas jornadas de estudo com o material emprestado do filho de uma professora. Foi aprovada nas disputadas Unicamp, USP e UNESP e escolheu Campinas (SP), a 330 quilĂŽmetros de casa.

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Nesta fase a situação ficou bastante apertada. O dinheiro que a família mandava mal dava para pagar o pensionato, Înibus e o almoço. O patrão do pai também ajudava, mas ainda assim Joana dormiu com fome muitas vezes.

A situação só melhorou a partir do segundo semestre quando começou a fazer a iniciação científica e passou a receber uma bolsa de R$ 300 mensais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) até o fim do curso. Cerca de R$ 100 ela mandava para os pais em Franca.

Com apenas 24 anos, ela tornou-se doutora em quĂ­mica industrial na Unicamp. Um dos artigos da cientista saiu no Journal of American Chemical Society, o que lhe rendeu um convite para fazer o pĂłs-doutorado na Universidade de Harvard, nos EUA.

Sua carreira seguia bastante promissora nos Estados Unidos, quando em outubro de 2002, a sĂșbita perda de sua irmĂŁ com apenas 35 anos e de seu pai com 1 mĂȘs de diferença, lhe trouxeram de volta ao Brasil para ajudar sua mĂŁe na criação dos sobrinhos.

Desde entĂŁo ela passou a atuar na Escola TĂ©cnica Estadual (ETEC) em Franca e desenvolve projetos de pesquisa que jĂĄ somam 56 prĂȘmios.

Os quatro sobrinhos de Joana decidiram seguir os passos da tia na carreira e ela acredita que incentivar o estudo seja sua verdadeira missĂŁo tanto com os jovens da famĂ­lia quanto com os alunos.

* Imagens: Divulgação ETEC,fonte: via

No adeus a Kid Vinil, a presença de seu cachorro Cosmo emociona a todos

Uma das figuras mais queridas da mĂșsica brasileira, o cantor e comunicador Kid Vinil faleceu na Ășltima sexta-feira de maio. As manifestaçÔes de lamento e saudades por sua morte foram diversas entre artistas, amigos e colegas de trabalho, mas o sĂ­mbolo do afeto que todos nutriam por Kid acabou sendo as imagens de seu cachorro, Cosmo, que tambĂ©m foi se despedir de seu amigo em seu velĂłrio.

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Acima, Kid Vinil entre seus discos; Cosmo no velĂłrio

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Kid foi uma das figuras importantes na afirmação do rock nacional da dĂ©cada de 1980, e apresentou programas na TV Cultura e na MTV. Dono de um conhecimento enciclopĂ©dico sobre o rock e mĂșsica de forma geral, muitas pessoas se referiam a Kid Vinil como um professor, uma espĂ©cie de “internet antes da internet”, capaz de tirar qualquer dĂșvida sobre mĂșsica quanto a rede sequer existia.

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A banda de Kid nos anos 1980, a Magazine

Nascido AntĂŽnio Carlos Senefonte, Kid Vinil foi vocalista da banda Magazine, que misturava pop com o punk e o new wave. A banda alcançou sucesso nacional com as mĂșsicas “Sou Boy” e “Tic-tic nervoso”, e acabou gravando uma versĂŁo de “Comeu”, de Caetano Veloso, que se tornaria tema de abertura da novela “A Gata Comeu”, em 1985. Depois da banda, Kid apresentou diversos programas de TV, lançou livros, trabalhou como DJ, e passou a participar de festas retrĂŽ lembrando a dĂ©cada de 1980.

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Cosmo, o cachorro de Kid, foi levado ao velĂłrio para se despedir de seu amigo humano, e se comportou de forma exemplar. Depois de ser levantado no colo para poder realmente dar seu adeus, deitou-se ao lado do caixĂŁo e por lĂĄ ficou, em guarda e como que passando alguns Ășltimos minutos possĂ­veis ao lado de seu humano. Kid e Cosmo eram muito prĂłximos, como as fotos evidenciam, e a cena emocionou ainda mais aos presentes. Kid Vinil tinha 62 anos.

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© fotos: Leo Franco/AgNews/ fonte: via

Cidade mostra como aproveitar uma estrada abandonada criando um parque cheio de plantas

Arquitetura sem uso pode encontrar nova vida de formas inesperadas. Em Nova York, um conjunto de trilhos de trem acima do solo foi transformado em um inovador parque linear chamado High Line e provou ser um paraĂ­so para turistas e residentes. Seul seguiu o exemplo com a recente abertura do Skygarden, uma estrada de 983 metros de comprimento, uma vez abandonada, e que foi convertida em uma linda passagem elevada.

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A estrutura de concreto anteriormente fria, ficou repleta de vida com plantas habilmente espalhadas ao longo da passarela. No total, são 24 mil plantas individuais de 228 espécies e subespécies.

“Nosso projeto oferece um dicionĂĄrio vivo de plantas que fazem parte do patrimĂŽnio natural da CorĂ©ia do Sul e sĂŁo agora existentes no centro da cidade“, disse Winy Maas, sĂłcio fundador da empresa que desenvolveu o projeto ao My Modern Met.

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“A ideia aqui Ă© conectar os habitantes da cidade com a natureza e ao mesmo tempo oferecer a oportunidade de experimentar essas vistas incrĂ­veis para a Seul HistĂłrica e Namdaemun Gate“, contou.

Embora o foco principal do parque seja suas plantas, também hå no local um componente comercial. Galerias, casas de chå, um teatro e restaurantes estão localizados ao longo da passarela e acessível através de seu caminho e uma série de rampas de acesso.

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Junto do verde, o viaduto também traz galerias, casas de chå, teatro e restaurantes, transformando um espaço antes abandonado em um local vivo e excitante, a ser novamente ocupado pelos moradores da cidade.

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* Imagens: Reprodução,fonte: via

Jovem americano ĂĄlbum de rap como TCC em Harvard – e a nota foi excelente

Os limites formais daquilo que costumĂĄvamos compreender como um trabalho acadĂȘmico estĂŁo cada vez mais sendo testados e expandidos – a fim de que a produção de pensamento crĂ­tico possa tambĂ©m se expandir. Ainda que tal processo venha se dando por todo o mundo, um aluno de Harvard chamado Obasi Shaw deu um passo um tanto inĂ©dito nessa direção ao, para se formar em uma das mais conceituadas universidades do mundo, entregar como sua tese final um disco de rap.

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Formado por 10 faixas e escrito e realizado por Shaw ao longo de um ano, o disco, batizado como Liminal Minds (algo como Mentes Liminares), recebeu a segunda maior nota do departamento de inglĂȘs nesse ano. Tratando da questĂŁo da identidade negra no paĂ­s, o projeto de Shaw Ă© o primeiro nesse formato na histĂłria da universidade.

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Inspirado no clåssico livro Canterbury Tales, de Geoffrey Chaucer, cada faixa do disco é escrita da perspectiva de um personagem diferente. O jovem de 20 anos jamais imaginou o formato de seu projeto seria aceito em uma instituição como Harvard.

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Segundo seu orientador, porĂ©m, o ĂĄlbum impressiona por seu valor acadĂȘmico e artĂ­stico. Parafraseando o poeta russo Vladimir Maiakovski, sem forma revolucionĂĄria nĂŁo hĂĄ pensamento revolucionĂĄrio.

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© fotos:reproução,fonte: via

FotĂłgrafa capta a beleza e a diversidade das folhas no outono

A fotógrafa alemã Carola Becker tinha uma mania quando criança: colecionar e secar as folhas que caem das årvores. No outono passado, ela decidiu levar essa brincadeira a sério e criou uma série que mostra toda a beleza e a diversidade da natureza usando para isso as folhas de diversas plantas.

Carola é responsåvel pela Sepia Fotografie e tem o håbito de fotografar desde que tinha apenas 10 anos. Seus assuntos preferidos são animais e a natureza, embora ela também clica outros temas.

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Na série de imagens em que registra folhas de outono, a fotógrafa cria verdadeiros mosaicos que mostram a textura e as imperfeiçÔes de cada folha. Com um close, ela permite que vejamos cada detalhe das plantas: suas veias, cores, manchas e a verdadeira beleza que hå na diversidade criada pela natureza.

O resultado Ă© inspirador:

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Todas as fotos © Carola Becker/Sepia Fotografie fonte: via