Menino de 11 anos que sofria bullying faz sucesso – e dinheiro – dando conselhos no metrô de Nova York

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sentadas e pessoas em pé

A semana foi longa, você está cheio de problemas na cabeça e não sabe direito o que fazer? Os moradores de Nova York que respondem sim para a pergunta têm um conselheiro inusitado à disposição: Ciro Ortiz, um menino de 11 anos que, todos os domingos, monta uma barraquinha no metrô para oferecer conselhos.

AM-cf0ae4daf37593c112d4fecb64750ea6

A ideia surgiu enquanto ele assistia televisão num dia comum. “Acho que sou esperto o suficiente para dar bons conselhos”, pensou o garoto, que por vezes sofreu com brincadeiras pesadas de colegas de escola e não sente como se se encaixasse.

Cada sessão de 5 minutos de aconselhamento custa 2 dólares, e, num dia bom, ele chega a ganhar US$50 – acompanhado de seus pais, ele passa duas horas atendendo. Ele teve medo de virar motivo de riso antes da primeira vez, mas o sucesso instantâneo o surpreendeu.

AM-2195983baa64f61e21c3de8f31840561

Ciro contou que a maioria das pessoas que param para pedir conselhos tem problemas relacionados à vida amorosa, seja por não estarem felizes com seus parceiros ou por temerem jamais encontrar um. “Quando você veio ao mundo foi graças a alguém que te ama”, costuma dizer o menino.

AM-3003f74fbbf106bd48d38badb187a422

O garoto também já montou a barraquinha em ruas da cidade, sempre chamando a atenção de quem passa. Ele conta que a maioria dos seus colegas de escola não entendem por que ele faz isso, mas isso não o afeta. E, como se não bastasse, ele utiliza o dinheiro arrecadado para garantir o lanche de outros alunos que não conseguem pagar pela comida.

AM-1f0b7d7c746cfeb6a7f967dcac4a375d

Todas as fotos © Ciro Ortiz

A história desta senhora de 65 anos que frequenta sala de aula com crianças de seis anos vai te emocionar

A imagem pode conter: 21 pessoas, pessoas em pé e área interna

As vezes as pessoas perdem oportunidades de realizar sonhos e deixam de fazer coisas importantes por acreditarem estar ‘muito velhas’. A verdade, no entanto, é que não existe um limite de idade para fazer o que temos vontade. Um ótimo exemplo disso é Juscelina Maria Cruz Madalena, a Dona Nena, de Foz do Iguaçu, PR.

Aos 65 anos ela cursa o 1º ano do ensino fundamental ao lado de 22 crianças que tem entre seis e sete anos de idade na Escola Municipal Monteiro Lobato. Na infância ela foi proibida de estudar pelo pai, que precisava da ajuda dela na lavoura, e depois pelo marido, mas ela nunca desistiu do sonho de aprender a ler e escrever.

01nena

Já separada e tendo o apoio dos filhos, ela finalmente tomou coragem e começou a frequentar a escola.

02-nena

A história de Dona Nena viralizou após ser publicada na página do Facebook ‘Que História é Essa?’ pela jornalista Izabelle Ferrari. Ela soube do fato através de seu primo João Vitor, de seis anos, que é colega da idosa na escola. Sua curiosidade a fez querer conhecer Dona Nena e foi o que fez.

03-nena

O resultado do encontro com Dona Nena foi narrado no post que teve mais de 28 mil curtidas e centenas de comentários de pessoas que se emocionaram com o relato.

04-nena

Leia o post divulgado nas redes sociais na íntegra:

“- “João…” – eu, falando com meu priminho de seis anos.
– “Ã?”
– “É verdade que você tem uma coleguinha de 65 anos na sala de aula?”
– “Sim” – ele está no 1º ano do ensino fundamental.
– “Ah, é?”
– “É a dona Nena.”
– “E como ela é?”
– “Velha.”
– “Humm… e o que ela fica fazendo na sala?”
– “Escrevendo o que a professora põe no quadro.”
– “E por que será que ela faz isso, João?”
– “Ela quer saber ler.”
Quando uma história dessas chega ao meu ouvido soa como provocação.
Fui conhecer a dona Nena.
Escola Municipal Monteiro Lobato. Bairro Porto Belo, Foz do Iguaçu. 1º ano do ensino fundamental ou primário, como preferir. Dona Nena está sentada na última carteira. Ao redor dela 22 alunos com idades entre seis e sete anos. Ela: 65.
– “Posso falar um pouquinho com a senhora?” – perguntei.
– “Claro, minha filha!”
Negra, lenço colorido na cabeça, sorriso a cada meio minuto…
– “Por que a senhora está vindo pra escola?”
– “É que quando eu era criança, meu pai não me deixou estudar, né? Só trabalhar na lavoura. Nós chorava, mas ele dizia que menina muié não precisava estudar, não. E a minha mãe dizia que estudar servia só pra escrever cartinha pros namorados.”
Cresceu analfabeta. De letras e números. Quando casou, o marido também não permitiu que ela estudasse.
– “Comecei a estudar no Mobral, escondido dele,” ela contou. “Um dia ele foi fuçar na minha bolsa e viu meu caderno e meu lápis. Perguntou se eu estava estudando. Eu disse que tava sim. Sabe o que ele fez? Pegou meu caderno e rasgou todinho!”
Ela largou os estudos de vez.
Aos 65 anos, dona Nena (separada há 20 anos) tem dois filhos. Um formado.
Veio deles o apoio.
– “Procurei a escola municipal do bairro onde eu moro. Falei com a secretária: ‘Rose, não tem algum estudinho pra mim aí, não?”
Rose ficou surpresa. Achou que dona Nena não iria aguentar estudar de dia com as crianças.
Mas a candidata a estudante primária, de 65 anos, não desistiu. Foi falar com a diretora.
– “Ela disse que se eu quisesse vir, podia vir, mas ela não acreditou que eu viria mesmo…”
Quando dona Nena apareceu no portão, pronta pra estudar, foi um choro só!
– “Elas ficaram emocionadas. Choravam e me abraçavam! Diziam que se todos fossem como eu, nosso país estaria bem!”
O Conselho Escolar – formado por pais, alunos, professores e funcionários – aprovou. A diretora Lídia Prieve e a coordenadora Miria Zwirtes acompanham tudo de perto e a professora, Iracy da Costa Passos, que tem a mesma idade de dona Nena, se sente desafiada.
– “A diferença” – explica a professora – “é que pra criança você fala uma vez e ela aprende. A pessoa de idade você tem que repetir cinco, seis vezes. O entendimento é mais difícil. Mas isso não atrapalha o andamento da aula. Pelo contrário. Eu vou lá na carteira da dona Nena e explico baixinho pra ela, mas as crianças não se aguentam: levantam e vão lá me ajudar. Aí, acabam aprendendo duas vezes!”
A coleguinha, Yannely, de seis anos, conta como faz:
– “Eu falo as letras que ela vai escrever. Ela aprende quase fácil, porque às vezes ela erra um pouco a letra.”
E “ái” da dona Nena se ela falta.
– “As crianças vão lá em casa me buscar! kkkk”. E completa: “sonho em ser uma professora, ser uma enfermagem… Eu quero ler pra mim abrir mais uma atividade. Nunca é tarde. N-U-N-C-A É T-A-R-D-E! Eu fico pensando assim: meu Deus, agora tá na minha vez!”

* Todas as fotos: Izabelle Ferrari

Série de fotos mostra como era a vida na Síria antes da guerra

Diariamente somos bombardeados com notícias sobre os mais de 4 milhões de refugiados sírios e sua situação precária em diversos campos de refugiados pelo mundo. Mas, ao ver essa situação, dificilmente paramos para refletir sobre como a Síria chegou a esse estado. Tudo começou com a seca que assolou o país entre os anos de 2006 e 2011 e fez com que muitas famílias que viviam no campo perdessem suas fazendas e acabassem se mudando para a cidade em busca de trabalho.

A situação só se agravava quando 15 adolescentes resolveram expressar o momento que o país vivia pintando um slogan revolucionário em uma parede de escola: “O povo quer derrubar o regime!“. Os jovens foram presos e torturados como punição e, com isso, as manifestações contra o governo só tomaram mais força, em março de 2011. Os protestos pacíficos foram combatidos com armas de fogo pelas forças de segurança do estado – e o problema só crescia, com centenas de milhares de manifestantes pedindo a renúncia do presidente Assad.

4

Foto © Dick Simon 

Nesse cenário, havia ainda diversos agravantes que vão muito além da política interna Síria e se tornaram responsáveis pela morte de mais de 220 mil pessoas desde o início da guerra, além de deixar 12,8 milhões de pessoas no interior do país com a necessidade urgente de assistência humanitária.

Mas, apesar disso, pouca gente sabe que a Síria já foi um destino turístico bastante procurado por pessoas de diversas nacionalidades, graças a seus 3 mil sítios arqueológicos. Para se ter uma ideia, em 2011, o turismo foi responsável por 5% do PIB da região e gerou cerca de 270 mil postos de trabalho.

Quer ver como era visitar o país antes da guerra? As imagens abaixo mostram um pouco dessa experiência:

1

Foto via

2

Foto © Kim Schoonen

3

5

6

7

Fotos © Dick Simon 

8

9

Fotos © Ricardo Fernandez

10

11

Fotos © Nicolas Mirguet

12

13

14

15

Fotos © Ricardo Fernandez

16

Foto © Nicolas Mirguet

17

18

19

Fotos © Ricardo Fernandez

20

Foto © Nicolas Mirguet

Clare Hollingworth: a jornalista que deu o furo da Segunda Guerra e faleceu mês semana, aos 105 anos

A imagem pode conter: 2 pessoas, óculos

A maioria de nós jamais ouviu falar em Clare Hollingworth, e isso diz muito sobre nossa memória e o mundo. Correspondente de guerra, tendo coberto mais de 8 conflitos durante suas muitas décadas de carreira como repórter, Clare não só foi uma pioneira em um mercado até hoje bastante dominado pela presença masculina, como é também detentora de possivelmente o maior furo (quando um jornal publica antes dos demais uma notícia importante) de todo o século 20: foi ela a primeira a reportar que a Segunda Guerra Mundial havia começado, em 1939. Mês passado Clare faleceu, aos 105 anos, como uma heroína do jornalismo e da afirmação feminina.

Clare8

Clare tinha 27 anos e trabalhava para o jornal Daily Telegraph, da Inglaterra, quando, enquanto cruzava a fronteira entre a Alemanha e a Polônia dirigindo um carro da diplomacia britânica, viu centenas de tanques, carros blindados e canhões alemães rumando à Polônia, preparados para o combate. Começava a anexação da Polônia à Alemanha e, com isso, a Segunda Guerra Mundial.

Clare3

Ela ainda aguardou por três dias em Katowice, cidade polonesa perto da fronteira, até telefonar para a embaixada britânica em Varsóvia para informar que a guerra havia começado. Foi preciso que a repórter colocasse o telefone para fora da janela, a fim de que fosse escutado o som da artilharia e do avanço alemão, para que enfim acreditassem nela. A manchete (que informou o próprio governo polonês de que o país estava em guerra) dizia: “1000 tanques aglomerados na fronteira polonesa. 10 divisões prontas para ataque veloz.”

Clare7

Ao longo de sua carreira, Clare noticiou os horrores da Guerra do Vietnã, Argélia, Oriente Médio, Índia, Paquistão e da revolução cultural na China. Quando deu seu maior (e primeiro) furo jornalístico, anunciando o início da segunda grande guerra, ela trabalhava no jornal há apenas uma semana.

Clare1

Clare2

Seu 105º aniversário foi comemorado no último mês de outubro, e a notícia de seu falecimento foi dada através de uma página no Facebook em sua homenagem.

Clare4

“Estamos tristes por anunciar que depois de uma carreira ilustre, que abarca um século de notícias, a célebre correspondente de guerra Clare Hollingworth morreu esta noite em Hong Kong”, informou o post.

Clare5

O machismo fez do mero desejo de trabalhar de tantas mulheres um gesto corajoso e pioneiro, e foi justo essa coragem que, no caso de Clare, não só salvou a vida de milhares de pessoas, como a tornou um nome iluminado na história de sua profissão.

Clare6

Clare9

© fotos: Facebook

Comerciantes de Istambul abrem as portas para animais desabrigados após tempestade de neve

A imagem pode conter: gato e área interna

Uma severa neve vem castigando Istambul, na Turquia, durante o inverno do Hemisfério Norte. Em algumas noites chegaram a cair cerca de 65 cm de neve em diversas partes da cidade, causando todo o tipo de transtornos: de voos cancelados a pessoas sofrendo com as baixas temperaturas. Porém, com as adversidades surgem também as boas notícias.

Alguns comerciantes da cidade decidiram fazer o que estivesse ao seu alcance para evitar que cães e gatos que vivem nas ruas sofressem com a neve. Para isso, eles abriram as portas de suas lojas permitindo que os animais se mantivessem protegidos dentro delas, conforme informa o Bored Panda.

animais1

Além disso, diversas pessoas têm deixado pedaços de papelão, cobertores e comidas para os animais que estão sendo abrigados por um shopping local. Com isso, espera-se que os bichanos se mantenham aquecidos e seguros durante as tempestades de neve que assolam a cidade.

animais2

Um  dos comerciantes de Istambul, Selçuk Bayal, chegou a transformar sua loja em uma espécie de abrigo temporário para gatos, segundo conta o The Dodo. Ao ser criticado por alguns clientes quanto à iniciativa, ele não teve dúvidas sobre a posição a tomar: colocou uma placa na vitrine avisando que pessoas que estavam incomodadas com os gatos não eram bem-vindas no estabelecimento.

animais4

animais3

animais5

animais7

animais6

Fotos via

Médico opera brinquedo para que criança se sinta mais tranquila

A imagem pode conter: 1 pessoa, comida

Com uma mão o médico faz os pontos necessários para fechar um ferimento, com a outra pressiona o corpo do paciente para que nem um pouco de enchimento fique de fora. Nesta mesa de operação, quem está sendo atendido não é uma pessoa, mas um bichinho de pelúcia que pertence a outro paciente.

medico2

A história ganhou destaque após o Hospital Infantil de Wisconsin compartilhar a foto do Doutor Groth cuidando de Mike Wazowski, personagem de Monstros S.A. Segundo a instituição, médicos, enfermeiros e outros funcionários do local fazem de tudo para que as crianças se sintam confortáveis e seguras, e tratar os brinquedos é uma estratégia frequente – No Facebook, outros pais publicaram imagens do tipo.

Em entrevista, Dr. Groth contou que o garotinho Ryan Jasen levou o brinquedo para a sala de operação. Observando que o boneco estava bastante gasto, o médico teve certeza que se tratava do seu favorito, e aproveitou a ocasião para consertar um rasgo.

monsters-inc-1

O pai de Ryan, Tony, contou que, quando o filho despertou do efeito anestésico, logo viu Mike enfaixado e percebeu que os dois estavam numa situação parecida, amenizando suas reclamações. Tanto o garoto quanto seu brinquedo já receberam alta e seguem se recuperando em casa.

15726231_10208164911857494_5634940052265243878_n

15781659_10211850433040497_5565445078094445598_n

screen-shot-01-11-17-at-03-17-pm

15741284_10211337109845527_339813778166986079_n

Imagens: Reprodução/Facebook

Documentário mostra como é difícil ser mulher no Egito

Em países conservadores como o Egito, as mulheres são discriminadas e não possuem os mesmos direitos dos homens. O tráfico de mulheres e casamentos forçados são comuns na região, além de agressões, abusos sexuais e até mesmo mutilações genitais.
Para quem vive no Ocidente é difícil compreender o que significa ser mulher em um país árabe. Para sentir na pele a realidade da vida das egípcias, as duas documentaristas Tinne Van Loon e Collette Ghunim fizeram uma filmagem: ligaram a câmera e foram passear por uma ponte no Cairo, um dos lugares mais intimidantes para uma mulher andar sozinha.
Note que, no vídeo, todos os homens, sem exceção, olham fixamente para as mulheres, como se fossem verdadeiros objetos sexuais, gerando a sensação de incômodo, constrangimento e vergonha em todas aquelas que passam. Mesmo usando burcas, véus e andando praticamente cobertas dos pés a cabeça, o medo e a sensação de insegurança fazem parte da vida das mulheres no Egito.
Para relatar esta triste realidade, Tinne e Collette conseguiram arrecadar o valor necessário através da plataforma Kickstarter e assim criar o documentário “The People’s Girls“.
Confira os vídeos abaixo:
PeoplesGirls
PeoplesGirls0
PeoplesGirl1
PeoplesGirl2
PeoplesGirl3
PeoplesGirls4
 Todas as imagens: Reprodução Vimeo
Abaixo as documentaristas belga Tinne Van Loon e a norte-americana de origem árabe Collette Ghunim: 
PeoplesGirls5
Foto via Kickstarter

O complicado e doloroso resgate de uma bicicleta presa na cerca elétrica: assista

De alguma maneira estes ciclistas conseguiram enrolar a bicicleta em uma cerca elétrica. Como tudo está molhado até mesmo o pneu e os galhos de madeira conduzem a corrente.

Nunca vi ninguém tão alegre tomando choques de cerca de 10 mil volts:

 

Pais decidem fazer ensaio tocante com seus filhos gêmeos sabendo que não teriam muito mais tempo

A imagem pode conter: 2 pessoas, bebê

Lyndsay e Matthew Brentlinger, de Ohio, nos Estados Unidos, estavam tentando ter filhos havia dois anos quando seu sonho finalmente se tornou realidade em 17 de dezembro de 2016, dia em que nasceram os gêmeos William e Reagan.

Infelizmente, William nasceu com várias anormalidades e apenas o lado direito de seu coração estava funcionando. Em sua 23ª semana de gestação, os Brentlingers foram informados de que o menino nasceria morto, mas ele sobreviveu ao nascimento e permaneceu com sua nova família por 11 dias antes de falecer.

“Aqueles 11 dias foram os mais felizes da minha vida”, afirmou Matthew.

gemeos-1

Para aproveitar ao máximo seu curto tempo juntos, um amigo da família entrou em contato com a fotógrafa Lindsey Brown que fez uma série de fotos de William e sua irmã gêmea pouco antes do Natal.

“As imagens são apenas lembranças. William não está mais conosco, mas viverá eternamente nestas lindas fotos ao lado de seus pais e da irmã gêmea”, comentou a profissional em seu site.

Veja as imagens:

gemeos-2

gemeos-3

gemeos-4

gemeos-5

gemeos-6

gemeos-7

gemeos-8

gemeos-9

Todas as fotos © Lindsey Brown

Em presídio no Acre, curso oferece diploma em horticultura orgânica para os detentos

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, planta e atividades ao ar livre

Se há um caminho possível para que as prisões brasileiras deixem de ser somente um depositário de seres humanos para se tornarem possíveis centros de ressocialização e reinserção na sociedade, esse caminho é através do trabalho e da educação. Pois a Unidade Prisional de Senador Guiomard, no Acre criou uma parceria com o Instituto Dom Moacyr para colocar justamente essas ideias em prática – e os resultados começam a aparecer.

acre1

Uma turma de 18 detentos da Unidade Prisional acaba de receber a certificação no curso de Horticultor Urbano. O curso teve 60 horas de duração, com estudos teóricos e práticos, realizados na própria horta da penitenciária, e foi executado pela Escola da Floresta Roberval Cardoso. A formação emocionou e trouxe esperanças para os detentos.

acre2

Alguns dos formandos declararam que essa era uma maneira de sentir que a sociedade se importa com eles. Outros agradeceram a oportunidade, e garantiram que não só seguiriam trabalhando na horta do presídio, como que levariam o conhecimento adquirido para a vida após o fim de suas penas, para voltarem ao mercado de trabalho. É o conhecimento, afinal, que nos permite sonhar mais longe e, ao mesmo tempo, nos oferece os meios para alcançar esse sonho.

© fotos: reprodução

Oslo vai banir carros no centro da cidade permanentemente

Depois de Madrid proibir a circulação de carros no centro da cidade, Oslo, capital da Noruega, decidiu seguir o mesmo exemplo. A medida visa diminuir a poluição e a proibição deverá valer de forma permanente, entrando em vigor a partir de 2019.
Até a implementação, o município pretende construir ao menos 60 quilômetros de ciclovias e aumentar o investimento em transporte público. Dessa forma, a região terá o acesso voltado para pedestres e ciclistas e o governo acredita que a medida deverá impulsionar o comércio e o turismo local.
Em casos especiais, os carros ainda poderão circular na região, como quando houver necessidade de transportar pessoas portadoras de deficiência e para abastecer estabelecimentos comerciais, nos horários determinados para carga e descarga. A cidade conta com cerca de 600 mil habitantes e quase 350 mil carros – que deverão ficar bem longe do centro nos próximos anos.
Foto: iStock.

Artista transforma espaços abandonados em misteriosos mundos de fantasia

A imagem pode conter: 1 pessoa, em pé e área interna

A americana Karen Jerzyk começou a fotografar retratos em 2009, depois de ter passado anos dedicando seu tempo a fotografar estritamente a cena musical como concertos, capas de álbuns e bandas.

Por falta de grana ela foi forçada a ser criativa e usar o mundo à sua volta como cenário. “Através de uma busca na internet achei a foto de um teatro em um asilo abandonado e imediatamente me apaixonei. Eu não tinha ideia de que existiam lugares como aquele”, contou em seu site.

Então ela se tornou especialista em encontrar e fotografar ‘lugares legais’. No entanto sentia que algo estava faltando. “Visualmente, minhas fotos foram ok, mas eu nunca estava realmente orgulhosa ou satisfeita com elas. Para mim, parecia que algo não estava bom”, disse.

Em 2011, seu pai faleceu inesperadamente e ela ficou desolada, pois como filha única era muito apegada a ele. Inexplicavelmente, este momento foi o verdadeiro nascimento de sua carreira de fotografia.

“De repente, minhas fotos exibiam emoção, histórias, propósito e uma bonita sensação de consternação, que era um espelho direto de como eu me sentia no interior. Despejei todos os meus sentimentos e lutas no meu trabalho. Aprendi a controlar como eu me sentia e finalmente aprendi a fazer a conexão entre imagens e emoção”.

Veja seu trabalho:

karen-1

karen-2

karen-3

karen-4

karen-5

karen-6

karen-7

karen-8

karen-9

karen-10

Todas as fotos © Karen Jerzyk

Estas são algumas das fotos antigas mais fofas que você já viu

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, filho, área interna e atividades ao ar livre

Quando olhamos para fotos antigas, é comum pensar que o mundo não era tão legal assim antigamente. Isso porque a maioria das fotografias parece retratar cenas de guerra, fome ou problemas sociais. Mesmo assim, embora em menor número, algumas imagens antigas também falavam sobre as pequenas felicidades diárias.

É o caso dessas imagens incríveis e repletas de inocência compiladas pelo site gringo Bored Panda. São todas situações banais, mas que prometem arrancar um sorriso do seu rosto.

fotos1

Em 1955, esse menino ainda não sabia que estava prestes a ganhar um cachorrinho. Foto via

fotos2

Esse casal não conseguia parar de rir enquanto tentava tirar uma selfie por volta de 1890. Foto via

fotos3

Essa menininha tocando uma música para seu cachorro. Foto via

fotos4

A felicidade desta menininha francesa com seu gato, em 1959. Foto via

fotos5

O Sargento Frank Praytor aparece nessa foto alimentando um gatinho órfão adotado por ele durante a Guerra da Coreia, em 1963. Foto © Martin Riley

fotos6

Um menino órfão austríaco após ganhar sapatos novos durante a Segunda Guerra Mundial. Foto via

fotos7

Uma foto que dispensa legendas. ❤ Foto © National Geographic

fotos8

Soldados russos dormindo com um cachorrinho durante a Segunda Guerra Mundial. Foto © Georgy Lipskerov

fotos9

Estes patinhos sendo usados como parte de um tratamento médico, em 1956. Foto © Francis Miller/Getty Images.

fotos10

A pequena Carrie Fisher assistindo à apresentação de sua mãe Debbie Reynolds, em 1963. Foto © Wireimage