Ex-vendedora de trufas fica milionária com negócio de lancheiras saudáveis

Visão empreendedora foi tudo o que a ex-vendedora de trufas e assistente social Larissa Souza precisou para construir um negócio milionário.

Sua trajetória no mundo dos negócios começou quando ela ainda revendia cosméticos e conheceu uma menina que fazia trufas para vender. Logo, trocou a área da beleza pela de alimentação e passou a revender os doces.

Anos depois, com duas filhas, Larissa dividia seu tempo entre as meninas e dois empregos, em Rondônia. Entre um trabalho e outro, passava em casa para preparar o lanche das crianças e, assim, permitir que elas tivessem uma alimentação balanceada.

Além da falta de tempo, ela esbarrava na falta de opções de lanches saudáveis. Foi quando decidiu conversar com outros pais para saber como eles faziam. A surpresa foi perceber que grande parte das famílias enviava lanches industrializados para seus filhos – mas Larissa estava disposta a mudar isso.

Três meses depois, ela pedia demissão de seu emprego para lançar a empresa Snack Saudável. As lancheiras das crianças eram produzidas por ela e entregues durante o intervalo da escola, sempre frescas. Embora embalados, os lanches fugiam do industrializado e traziam alimentos como frutas, sucos naturais e até bolos caseiros ou sanduíches.

Em uma semana, o negócio já havia acumulado seus primeiros 60 clientes – e o primeiro mês contou com 1.400 lanches vendidos. Após o primeiro ano de atuação, surgiu a oportunidade de expandir o modelo e transformá-lo em uma franquia.

Hoje, a Snack Saudável já conta com 29 lojas em nove estados brasileiros. O faturamento em 2017 bateu a casa de R$ 1 milhão, com um total de 70 mil lanches produzidos, mostrando que é possível sim impactar positivamente a vida das crianças e ainda lucrar com isso.

Fotos: reprodução/fonte:via

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Americano descobre que seu peso de porta é na verdade um meteorito, e ele vale US$ 100.000

Um americano de Michigan descobriu recentemente que a rocha de 10 quilos que serviu como peso de porta durante décadas em sua fazenda é na verdade um meteorito que vale mais de US$ 100.000 (no câmbio atual, cerca de R$ 383 mil).

De acordo com um comunicado de imprensa da Universidade Central Michigan (EUA), o homem, que pediu para permanecer anônimo, obteve o meteorito em 1988, quando comprou uma fazenda em Edmore, no estado americano.

Quando o proprietário o levou para conhecer o galpão, o homem lhe perguntou sobre a grande rocha estranha que mantinha a porta aberta.

“Um meteorito”, disse o fazendeiro com naturalidade. Ele prosseguiu contando que na década de 1930 ele e seu pai viram a rocha cair à noite em sua propriedade, fazendo um barulho muito forte. De manhã, encontraram a cratera e a escavaram, retirando o meteorito ainda estava quente de dentro dela.

Presente valioso

O agricultor disse ao homem que, como a rocha era parte da propriedade, ele poderia ficar com ela.

Décadas depois, o americano decidiu levar a rocha para a geóloga Mona Sirbescu, da Universidade Central Michigan, inspecioná-la. A pesquisadora analisou a rocha com raios-X no início deste ano.

Sua composição, 88% de ferro e 12% de níquel, provou que se tratava mesmo de um meteorito. Um exame posterior do Instituto Smithsonian verificou a conclusão.

Uma vez que meteoritos valem de 50 centavos a 50 dólares por grama, dependendo da raridade dos elementos que contêm, o preço estimado da rocha de 10 kg do americano de Michigan é de US$ 10 por grama.

Tanto o Smithsonian quanto um outro museu de Maine estão pensando em comprar o meteorito.

Improvável

Essa história maluca significa que você também deve levar sua coleção de rochas antigas para ser verificada? Quem sabe há um meteorito potencialmente valioso entre elas.

Só que provavelmente não – Sirbescu explica que quase todas as pedras que as pessoas lhe trazem para inspeção não vieram do espaço.

fonte:via [Gizmodo]

Garotinha encontra espada de 1.500 anos em um lago sueco

Uma garota de oito anos encontrou sem querer uma espada de 1.500 anos no lago Vidöstern, na Suécia.

Saga estava com seu pai Andy Vanecek passeando na cidade de Småland, quando sentiu algo duro e metálico na água.

A menina puxou o objeto misterioso do lago e descobriu que tinha uma alça, uma bainha e uma lâmina longa e enferrujada.

Saga pensou que se tratava de uma espada viking, mas uma análise do museu de história local revelou que o objeto era muito mais antigo.

O que sabemos

“Presume-se que a espada tenha cerca de 1.500 anos de idade”, disse Mikael Nordström, chefe de arqueologia, conservação e preservação do Museu do Condado de Jönköping, na Suécia.

Segundo Nordström, ela parece ter sido forjada no século V ou VI, enquanto a era viking começou por volta do final do século VIII.

O objeto tem cerca de 85 centímetros de comprimento e foi encontrado envolto em uma bainha feita de couro e madeira. Está notavelmente bem preservado para um pedaço de metal que presumivelmente passou mais de mil anos em um lago.

Investigações

Por enquanto, sabe-se muito pouco sobre a espada. Os pesquisadores não têm ideia de como chegou lá.

“Quando vasculhamos [lago] há algumas semanas, encontramos outro objeto pré-histórico; um broche de aproximadamente o mesmo período que a espada, o que significa – não sabemos ainda – que talvez seja um lugar de sacrifício”, sugeriu Nordström.

Uma terceira expedição ao lago produziu apenas uma moeda do século XVIII. Até agora, nenhum outro artefato pré-viking.

Quaisquer que sejam os segredos da “espada no lago”, não devemos descobri-los tão já. De acordo com o jornal The Local, Saga generosamente doou o objeto ao Museu do Condado de Jönköping, onde os especialistas trabalharão para conservá-lo por cerca de um ano antes de finalmente colocá-lo em exposição.

A investigação da área do lago Vidöstern continua.

fonte:via [LiveScience]

Conheça a arte em 2 dimensões do artista que transforma tudo o que vê em desenho

Apesar do mundo estar cada vez mais tecnológico e a arte receber novos estímulos a cada segundo, não podemos esquecer que para praticamente tudo que existe, antes existiu um esboço 2D, simples e preto e branco. O artista Joshua Vides não somente valoriza este tipo simples de arte, como tem se dedicado a modificar diversos objetos em esboços em preto e branco em apenas 2 dimensões.

Ele já transformou tênis, banheiros químicos, metrôs, placas de rua e, até mesmo um carro. A ideia é, justamente trazer à vida os conceitos, não somente o produto final. Um verdadeiro enaltecimento àquela primeira ideia que surge em nossa mente, antes que ela seja moldada e adaptada diversas vezes.

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Para se inspirar em suas criações, o artista diz que o segredo é andar com seu material o tempo inteiro, pois uma ideia pode surgir tão de repente, como ir embora. Uma maneira de valorizar nossa criatividade, que tantas vezes deixamos esquecida. Seu trabalho tem feito tanto sucesso que ele já fechou parcerias com marcas de peso, como Nike, Campbell’s e Herschel.

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Fotos: Joshua Vides /fonte:via

Fotógrafo explora as cores do pôr do sol de Milão em fotos tiradas com smartphone

Quando o cenário favorece e as habilidades do fotógrafo colaboram, não é preciso um grande equipamento para registrar fotos maravilhosas.

É o que nos mostra o fotógrafo Davide Sasso, que decidiu registrar as cores do pôr do sol de Milão usando apenas seu smartphone.

Para este projeto eu usei um Samsung Galaxy S7. Obviamente, a proposta principal de um smartphone não é fotografar, mas eu acho que a tecnologia atual está tão avançada que é possível tirar fotos respeitáveis mesmo que apenas com um smartphone“, escreveu ele ao site Bored Panda.

Davide é italiano e uma rápida olhada em seu Instagram já mostra uma grande habilidade em registrar as luzes de diferentes horas do dia. Através da rede social, ele compartilha seus cliques mais recentes com seus cerca de 7 mil seguidores.

Para o fotógrafo, um dos principais benefícios de usar o smartphone é saber que o aparelho está sempre consigo. Assim, ele não perde a chance de registrar uma boa foto quando o momento oportuno aparece.

Vem se apaixonar por alguns dos cliques maravilhosos de Davide!

Foto: Davide Sasso fonte:via

Artista espalha provocativas esculturas urbanas feitas com manequins

A arte urbana é uma das formas de expressão mais incríveis que existem, pois além de tudo é democrática. Ninguém precisa pagar entrada para ver um grande mural de grafite, uma poesia no muro ou, qualquer outra forma de arte que esteja nas ruas de uma cidade. Neste contexto, o artista norte americano, Mark Jenkins é especialista em espalhar sua arte pelas cidades do mundo inteiro.

Com diversas instalações, em cidades como Rio de Janeiro, Barcelona, Londres e Washington, ele utiliza manequins e os posiciona em lugares estratégicos, como telhados, latas de lixo ou até mesmo sentados em algum lugar público. Uma arte completamente inesperada, que faz qualquer cidade ficar mais interessante.

Muitas vezes, ele utiliza materiais encontrados no lixo, como o plástico. Coincidentemente (ou não!) tudo começou em uma viagem ao Rio de Janeiro, quando usou os lixões da cidade maravilhosa como fonte de pesquisa e, sobretudo de material.

Sua última série, em que mistura manequins humanizados com instalações de plástico, recebeu o nome de “Glazed Paradise”. Eu não sei você, mas eu gostaria muito de cruzar com uma destas instalações de Mark em meu caminho!

Fotos: Mark Jenkins /fonte:via

Sorte é poder ver a aurora boreal em um iglu de vidro na Finlândia

A natureza é perfeita e capaz de nos oferecer verdadeiros espetáculos, mas talvez o fenômeno que mais nos encanta, seja a aurora boreal. Pela raridade, beleza ou dificuldade em observar o céu ficar verde, observar a aurora boreal é sonho de 9 entre 10 mortais. O fenômeno só acontece na Escandinávia, Alasca, Canadá, Groenlândia e Rússia ,e a novidade é que, se antes somente os corajosos podiam ter esse gostinho, agora já existem diversas hospedagens confortáveis para quem quer ter uma noite inesquecível.

Na Lapônia finlandesa, um dos locais onde a probabilidade de observar o fenômeno é grande – talvez a maior, é possível entrar em contato com a aurora boreal, do conforto da sua cama. Este fantástico hotel, onde os quartos são confortáveis iglus com tetos de vidro, fica nas margens do Lago Ranuanjärvi, em um cenário que mais parece filme de fantasia.

As cabines do Arctic Fox Igloos possuem quarto, cozinha completa, banheiro privativo e sauna, mas o ponto forte é sua localização e chance de ver a aurora boreal, deitado na cama ou tomando um vinho, sem precisar se aventurar no frio alucinante do lado de fora. Para ter uma experiência completa, o hotel também oferece passeios de trenó e safáris na neve. Ficou com vontade? Nós também!

Fotos: Arctic Fox Igloos /fonte:via