Ela resolveu casar consigo mesma e as fotos da cerimônia são inspiradoras

Tem épocas em que parece que nunca iremos encontrar alguém especial na vida. Esse sentimento muitas vezes passa pela cabeça de quem está solteiro há algum tempo. Mas, se a sua autoestima for tão boa quanto a de Yasmin Eleby, então a melhor alternativa pode ser se casar com a pessoa mais especial da sua vida: você mesmo!

Segundo uma publicação do site The Plaid Zebra, Yasmin teria decidido que, caso não se casasse até os quarenta anos, ela iria casar-se consigo mesma. Foi exatamente o que aconteceu. Em seu 40º aniversário, ela fez uma cerimônia de casamento com direito a damas de honra e declaração de votos para se casar consigo mesma, em uma incrível demonstração de amor próprio. ♥

Embora casar-se consigo mesmo não seja reconhecido ainda em nenhum lugar do mundo, esta já é uma tendência entre muitas mulheres que buscam afirmar seu comprometimento com suas próprias vidas. E as mulheres são maioria entre os que optam por este tipo de comemoração – provavelmente graças a uma predisposição social a valorizar o casamento desde muito novas.

Mas afinal, quem precisa de alguém quando se tem amor próprio?

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Todas as fotos © Yasmin Eleby/Reprodução Facebook   fonte

Não estamos sabendo lidar com a fofura desse álbum de noivado de dois cachorros

Luna, uma cadelinha da raça Lulu da Pomerânia, e Sebastian, um bulldog francês, ficaram “noivos” no mês passado. E, claro, ganharam um ensaio romântico como todo casal que vai casar merece, além de uma conta no Instagram para celebrar seu amor canino.

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Tudo aconteceu graças a Emily Abril, proprietária dos catiorineos e também fotógrafa. Ela explicou que teve a ideia do ensaio inusitado após perceber o carinho de um cachorrinho com o outro. “Eu sempre achei que eles formaram um belo casal”, disse.

Agora, Emily conta que quer criar um segundo ensaio, simulando o casamento, com o objetivo de arrecadar dinheiro para uma ONG local que se dedica a cuidar de animais abandonados.

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Todas as fotos © Emily Abril fonte

O Dr. Doolittle da vida real, que oferece próteses para que os animais amputados vivam melhor

Angel Marie é um pônei especial. Ele perdeu uma das patas logo após nascer quando, acidentalmente, sua mãe pisou em cima dela. Desde então, precisou aprender a viver com apenas três patinhas.

Mas sua vida mudou após sua história chegar aos ouvidos de Derrick Campanha, um médico da Virgínia, EUA, também conhecido como Dr. Doolittle. Derrick, que começou sua carreira desenvolvendo prótese para humanos, hoje trabalha no hospital veterinário Animal Ortho Care, também na Virgínia, desenvolvendo próteses para animais.

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Ao longo dos 12 anos dedicados aos bichinhos de quatro patas, Derrick já criou mais de 25 mil próteses para diversos animais como elefantes, ovelhas, macacos, tartarugas e pandas. Ainda assim, ele diz que foi emocionante ver Angel Marie dando os primeiros passos: “Vê-lo andar é um sonho se tornando realidade. Um verdadeiro milagre!”, disse.

Imagens © Divulgação Fonte

Depois de ver esta poltrona de tricô gigante você não vai pensar em outra coisa

A designer Veega Tankun, de Londres, na Inglaterra, acabou de se formar na Universidade de Brighton. Mas apesar de ser novata, não se engane. Seu senso estético e seu talento já afloram nas produções da sua marca, a Veega Design.

O grande diferencial do seu escritório, especializado em mobiliário artesanal e acessórios, é a mistura de materiais inusitados e a utilização de técnicas antigas para criar objetos bonitos e confortáveis.

“O método tradicional nem sempre tem que significar velho e ultrapassado. O truque é renová-lo para que seja excitante novamente”, contou.

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É o caso da Needle Chair, uma aconchegante poltrona feita de madeira, tricô de malha e elástico, que chama a atenção pela suas cores e forma lúdica, convidando quem a vê a se sentar nela e relaxar. Para conferir mais criações dessa jovem designer, acompanhe seu site e suas redes sociais.

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Imagens © Veega Tankun fonte

O maravilhoso resort jamaicano onde roupas não são obrigatórias

Até agora, a nudez havia sido completamente esquecida dos paraísos de férias caribenhos. E foi para sanar essa lacuna que o Grand Lido Negril foi inaugurado na Jamaica, um resort onde trajes de banho são totalmente opcionais. A hospedagem marca a chegada de uma rara experiência naturista no Caribe: aqui mordomos cuidam de 26 suítes de alto luxo, com chuveiros duplos, varandas e terraços privativos com vista para o mar. A diferença é que você não precisa vestir um blazer para jantar no restaurante do hotel e sim portar apenas uma toalha.

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É proibido fotografar e avançar o sinal nas dependências do Grand Lido Negril, mesmo na piscina privativa do hotel  e na praia, onde hóspedes podem relaxar como vieram ao mundo.

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O resort é pé na areia e por razões estratégicas, fica longe dos hotéis familiares da região. De acordo com seu gerente geral, Cortney Miller, “as férias naturalistas tornaram-se ultrapassadas para muitos hóspedes nos últimos anos e por isso criamos uma experiência refinada como o Grand Lido. Para que eles não tenham que abrir mão de um resort moderno e luxuoso em ordem de desfrutar de férias livres de roupas”.

Fotos: reprodução Fonte

Você precisa fazer a trilha Transcarioca pelo menos uma vez na vida

No 11 de fevereiro de 2017 foi inaugurada a Trilha Transcarioca, percurso de 180 km de extensão que conecta a Barra de Guaratiba, na Zona Oeste, até o Pão de Açúcar, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

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Com 25 trechos, a trilha completa pode ser realizada em 12 dias. A trilha interliga seis unidades de conservação de proteção integral: Parque Natural Municipal de Grumari, Parque Estadual da Pedra Branca, Parque Nacional da Tijuca, Parque Natural Municipal da Catacumba, Parque Natural Municipal da Paisagem Carioca, Monumento Natural Municipal dos Morros do Pão de Açúcar e da Urca.

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A Trilha Transcarioca foi inicialmente idealizada por Pedro da Cunha e Menezes, em seu livro Transcarioca: todos os passos de um sonho (2000), respaldada em diversos exemplos bem sucedidos de trilhas de longo curso, tais como a Appalachian Trail (EUA), Huella Andina (Argentina), Hoerikwaggo Trail (África do Sul) e Te Araroa Trail (Nova Zelândia).

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* Todas as imagens: Instagram @trilhatranscarioca  Fonte

Conheça o ‘albergue’ indiano onde as pessoas vão para morrer

Para onde vai um indiano após a morte? Não, ele não vai para o paraíso como os ocidentais, mas realiza o Moksha, um conceito Hindu de libertação dos julgamentos e tribulações da vida. É quando abandona todos os prazeres materialistas e se torna uno com a sua consciência divina.

Embora a verdadeira libertação possa ser alcançada durante a vida, acredita-se que ao encontrar Moksha durante o leito de morte a alma do hinduísta fica livre para sempre do ciclo de vida e morte que o karma impulsiona.

Existem diversas formas de passar por esse processo. É muito comum mergulhar no Ganges para lavar os pecados, mas em cidades como Varanasi, inúmeros devotos recorrem aos sacerdotes atingir Moksha, hospedando-se em pousadas como  a Mukti Bhavan. 

Fundada em 1908, Mukti Bhawan é um lugar muito conhecido na cidade e recebe visitantes anualmente. A pitoresca casa de 12 quartos é gerenciada por  Bhairav Nath Shukla encarregado de rezar pela salvação dessas almas  há 44 anos. Conheça um pouco desse cenário curioso:

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Fotos: reprodução Fonte

Como um porquinho transformou a vida deste garoto autista

Sam era uma criança que se desenvolvia normalmente até que, por volta dos dois anos, sua mãe Jo Bailey, de 49 anos, começou a notar pequenas alterações em seu comportamento. De sociável e falante, o menino começou a perder suas habilidades linguísticas em poucas semanas. Algum tempo depois veio o diagnóstico de autismo.

Depois de buscar diversas maneiras de melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento do garoto, Jo descobriu que mini-porcos podiam ajudar pessoas com autismo. Com base nisso, ela levou o menino a uma fazenda de porcos em miniatura e percebeu o quanto ele se acalmava ao lado de Chester, um simpático porquinho ruivo.

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Sam tinha cinco anos na época e a família decidiu comprar o animal para acompanhar o menino. Quando descobriram que o porquinho não era nada micro, a amizade entre os dois já estava selada. Hoje Chester tem mais de 100 kg e se tornou companheiro inseparável de Sam.

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Segundo Jo contou ao Daily Mail, o porquinho fez com que a personalidade do menino voltasse a se desenvolver. Hoje, com 14 anos, ele aprendeu muito com o animal e já consegue pensar no que os outros podem sentir a partir do amor que sente por Chester. Sobre essa amizade incomum, Jo escreveu o livro Sam & Chester.

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Todas as fotos via  Fonte

Como presidiários estão ajudando a conter o grave sumiço das abelhas nos EUA

No início, era apenas um “hobby” do detento Charles Roark, que cumpre pena de 26 anos por assalto a mão armada e posse ilegal de armas na prisão de Airway Heights Corrections Center, em Washington.

Hoje, ele e outros 50 detentos de 7 prisões do estado estão envolvidos no projeto, desenvolvido em parceria com o Departamento de Correções de Estado. Todos eles passaram por um treinamento especial, e são responsáveis pelo cuidado e desenvolvimento de 30 colmeias, com 60 mil abelhas cada.

Os detentos criaram até o Clube da Abelha, onde fazem reuniões mensais para discutir diversas técnicas de apicultura. Para eles, o projeto se tornou uma maneira de aprender algo e desenvolvendo uma nova habilidade para ajudar na busca de um emprego quando cumprirem suas penas.

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Já para a sociedade norte-americana, o benefício é enorme, uma vez que as abelhas entraram para a lista das espécies ameaçadas de extinção em janeiro deste ano. Se o projeto fosse inserido em prisões de outros estados, estima-se que o impacto ambiental seria ainda maior.

Uma maneira inteligente de ensinar algo novo aos detentos, não só ocupando o tempo ocioso que passam na prisão mas também ajudando-os a se reinserir no mercado de trabalho, além de cuidar no meio-ambiente.

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Imagens © Huffington fonte Via

Castelinho “mal assombrado” do centro de São Paulo reabre após anos de abandono

Após quase 40 anos, o Castelinho da Rua Apa, que ficou famoso em São Paulo pela fama de ser mal assombrado, acaba de ser reaberto, e com um ótimo motivo: o imóvel foi restaurado pelo governo do Estado e vai virar sede da ONG Clube de Mães do Brasil.

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A instituição tem como objetivo atender pessoas em situação de rua e em vulnerabilidade social. Criada pela maranhense Maria Eulina Hilsenbeck, ex-moradora de rua, a ONG promove “a sustentabilidade, a reinserção social, a capacitação profissional , o empoderamento e a geração de renda”.

O Castelinho foi inaugurado em 1912. O projeto, elaborado por arquitetos franceses, era uma réplica de um castelo medieval, e fazia sucesso pelo estilo. As coisas mudaram a partir de 1937, quando um crime misterioso aconteceu lá dentro: os três moradores do local, uma mãe e seus dois filhos, foram encontrados mortos.

Castelinho na década de 30 (Foto: Reprodução)
Castelinho na década de 30 (Foto: Reprodução)

A investigação policial apontou que os irmãos e advogados Álvaro e Armando César dos Reis teriam discutido sobre os negócios da família e trocado tiros, vitimando também a mãe, Maria Cândida, que tentou apartar. A posição dos corpos levantou as possibilidades de que Álvaro tivesse matado os dois e depois se suicidado, ou mesmo que alguém tivesse assassinado os três e tentado encobrir o crime.

A polícia nunca chegou a uma conclusão definitiva, e a falta de herdeiros para o Castelinho fez com que ele ficasse abandonado por muitos anos, o que fez crescer a fama de que assombrações rondavam pelo prédio. Na década de 80, moradores de rua começaram a ocupar o imóvel, e desde 1997 a ONG Mães do Brasil passou a cuidar de um anexo do imóvel.

Antes da reforma

Antes da reforma

Agora, com o Castelinho reformado, o lugar poderá deixar a fama de mal-assombrado para trás, ficando marcado por um trabalho que tem como objetivo melhorar a vida de quem já não encontrava apoio algum.

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Fotos © Douglas Nascimento/São Paulo Antiga fonte