Há anos, esta loja da Ikea serve como abrigo para cães que vivem na rua dormirem

Nenhum ser vivo merece dormir sem um teto sobre sua cabeça, e para oferecer abrigo e proteção contra o frio aos cachorros de rua da cidade de Catania, uma filial italiana da IKEA já há anos abre suas portas para que os animais possam descansar e tirar uma soneca devidamente sob o conforto de quatro paredes. E a visita dos cães não acontece fora do horário comercial: são os próprios clientes quem mais postam fotos dos animais deitados entre móveis à venda na loja.

Além do abrigo, os cães recebem comida da loja e, claro, carinhos e mimos, dos funcionários e clientes dentro da IKEA. A relação com os animais é de tal forma amorosa que até um grupo de veterinários mantém os cachorros saudáveis, vacinados e remediados. No verão, o ar condicionado alivia o calor; no inverno, o calor da loja protege os bichanos do frio.

O destino dos animais de rua não é, em Catania, alterado somente pela proteção que a IKEA oferece: não é incomum que, além do amor que recebem dos clientes, alguns dos cachorros encontrem uma família e uma nova casa, através de adoções que os clientes realizam. Abrir as portas, oferecer comida e carinho, há de ser um exemplo para todo mundo.

© fotos: reprodução/fonte:via

Gato é abandonado com nós terríveis no pelo, mas ganha vida nova após uma boa tosa

Se algumas pessoas dedicam suas vidas para cuidar de animais desamparados, adotando gatos e cachorros que cruzam seus caminhos, outras são tão negligentes, que deixam um gato ter 4,5 quilos de puro nó nos pelos, impedindo até mesmo o seu caminhar. O gato – de 10 anos, foi deixado no abrigo Douglas County Animal Care & Services, em Nevada – EUA, por uma pessoa que ainda não foi reconhecida.

Liz Begovich – a supervisora do abrigo, disse que no início pensou se tratar de um cachorro, já que são menos cuidadosos e higiênicos do que os gatos, o que aumentou ainda mais o seu choque: Oh meu Deus, é um gato!’ Eu nunca vi um gato com esse tipo de condição, disse ao site The Dodo.

O gato recebeu o nome de Bob Marley por causa de seus dreadlocks e precisou ser sedado para que a equipe pudesse trabalhar em sua tosa, um pouco dolorida, devido ao emaranhado absurdo que possuía em seus pelos. A situação era tão extrema, que ele não conseguia se locomover e, acabou ficando com muitos quilos a mais do que é considerado saudável.

A boa notícia é que Bob foi adotado e agora está em boas mãos, porém o o próximo passo é encontrar seu antigo dono, que pode ser o homem que o deixou no abrigo, ou não. Por isso, toda a cidade de Gardnerville já está empenhada em identificar o homem que aparece nas câmeras de segurança do abrigo que salvou a vida de Bob. Sendo ele ou não, é difícil acreditar que uma pessoa possa fazer isso com um ser indefeso!

Nesta vila de cães resgatados os animais têm seus próprios chalés aconchegantes

Nem todos os abrigos de animais são repletos de canis. Neste aqui, os bichanos vivem em aconchegantes chalés em miniatura.

Trata-se do Luvable Dog Rescue, em Oregon, nos Estados Unidos.

Seis chalés podem ser encontrados em uma área de 55 acres. Segundo o Oddity Central, cada uma das construções possui dois quartos separados e todas as amenidades de uma casa convencional – que vão de móveis a uma televisão. As estrututas custam entre US$ 20 e US$ 30 mil.

Nestas casinhas, pit bulls podem viver tranquilamente. Para os criadores do abrigo, os chalés funcionam como um estágio para entender como será o comportamento dos animais em uma casa de verdade.

A vila é usada por cerca de 10 pit bulls ao mesmo tempo, com o limite de dois por cada chalé – cada um deles com seu próprio quarto. Quando não estão se divertindo em casa, eles podem passear pelas trilhas existentes na propriedade e interagir com outros animais sob supervisão de voluntários.

O abrigo também serve como lar para cerca de 30 outros cães que dormem em um grande canil. Pit bulls recebem tratamento especial graças à sua tendência ao estresse quando expostos ao ambiente do abrigo.

Além disso, os animais da raça costumam levar mais tempo até encontrar um lar devido ao estereótipo de que são animais agressivos. Enquanto cães menores são adotados em semanas, pit bulls podem demorar meses para encontrar um lar.

Queríamos oferecer a eles um ambiente que fosse tão confortável e semelhante a um lar quanto possível“, disse Liesl Wilhardt, fundador do abrigo, ao InsideEdition.

Confere só outras fotos da propriedade!

Fotos: Luvable Dog Rescue /fonte:via

A família que dedica sua vida a cuidar de mais de 3 mil cães abandonados

Em fevereiro do ano passado, Taiwan se tornou o primeiro país a banir a eutanásia como método de controle da população de cachorros de rua. As políticas públicas apostam na castração dos animais para reduzir a quantidade de cães abandonados. Mesmo assim, o país ainda conta com uma enorme população de animais se lar – e, no Mrs. Hsu’s Sanctuary, mais de 3 mil deles encontraram uma casa.

O espaço é um abrigo de animais familiar, aberto há cinco anos em Taiwan. No início, apenas poucos cachorros foram trazidos para o local, mas em pouco tempo ele se tornou o maior abrigo do país.

A maioria dos animais são encontrados nas ruas, muitos deles após serem resgatados em acidentes de trânsito. Nestes casos, o Mrs. Hsu’s Sanctuary conta com seu próprio veterinário, mas alguns cães em situação mais grave precisam ser tratados em um hospital nas redondezas. Um apoiador oferece cadeiras de rodas gratuitas àqueles que tiveram algum membro paralisado ou amputado.

Além dos 3.000 catioros, o abrigo conta ainda com uma sala especial para gatos resgatados. De acordo com o The Dodo, todo o trabalho é inteiramente custeado com a ajuda de voluntários e doações da comunidade local.

É ou não é um paraíso canino?

Fotos: Reprodução Facebook /fonte:via

Fotógrafa faz ensaio com cachorros resgatados da rua e mostra nova realidade deles

Penkta Koja trabalha em um abrigo para cachorros de rua e recebe novos hóspedes todos os dias. Esses cães vivem realidades vulneráveis, podendo estar perdidos, serem atropelados por um carro, deixados em uma floresta ou simplesmente não serem mais necessários na visão de seus tutores, que os abandonam na rua.

Por conta dos muitos anos que passam batalhando pela vida, os animais não conseguem se acalmar, o que faz com que eles tenham uma postura raivosa diante de humanos, deixando o resgate um pouco mais complicado, mas não impossível.

No abrigo onde Koja trabalha, os primeiros dias de um novo hóspede são sempre estressantes, especialmente pela expectativa de serem adotados por uma nova – e boa – família. Os cães só saem do abrigo nessas condições, não importando quanto tempo demore.

Penkta trabalha em parceria com a fotógrafa Ausra Kel. Ela resolveu selecionar uma série de cachorros que já não vivem mais no abrigo e criou um ensaio fotográfico cheio de esperança.

As fotos de Ausra mostram a nova realidade dos cães com suas novas famílias. A série tem animais que permaneceram de dias a anos no abrigo esperando serem adotados.

A ideia do ensaio é mostrar que os pets e seus tutores se enxergam como heróis e amigos. A rotina deles não é melhor que a de ninguém, apenas diferente, pois eles se veem de uma forma diferente.

 

Fotos: Ausra Kel/Divulgação/fonte:via

Neste abrigo de animais, ao invés de gaiolas os cães vivem em cabanas em plena natureza

Nem sempre um animal abandonado estar em um abrigo é garantia de um futuro melhor ou mesmo de vida. Muitos abrigos apresentam alto índice de mortalidade, ou condições insalubres para os animais, que acabam entrando em listas de eutanásia sem que precisassem de fato serem sacrificados. Foi para salvar os cachorros desses abrigos que o Luvable Dog Rescue foi criado.

Localizado no Oregon, nos EUA, o abrigo é realmente uma espécie de paraíso para os cães abandonados: no lugar de gaiolas ou prisões, os animais vivem em cabanas próprias, devidamente mobiliadas, com cuidados pensados especialmente para que não só sobrevivam, como vivam bem, e se sintam parte de uma família.

Ao redor das cabanas, um espaço de mais de 200 mil metros quadrados ao ar livre, para que os cachorros possam correr e brincar em plena natureza. A ideia é diminuir o trauma dos animais através de uma experiência realmente livre e especial – ou, como diz o nome do abrigo, uma vivência de amor.

O simpático cãozinho Picasso, que você já conheceu, hoje vive lá

© fotos: divulgação/fonte:via