Gato é abandonado com nós terríveis no pelo, mas ganha vida nova após uma boa tosa

Se algumas pessoas dedicam suas vidas para cuidar de animais desamparados, adotando gatos e cachorros que cruzam seus caminhos, outras são tão negligentes, que deixam um gato ter 4,5 quilos de puro nó nos pelos, impedindo até mesmo o seu caminhar. O gato – de 10 anos, foi deixado no abrigo Douglas County Animal Care & Services, em Nevada – EUA, por uma pessoa que ainda não foi reconhecida.

Liz Begovich – a supervisora do abrigo, disse que no início pensou se tratar de um cachorro, já que são menos cuidadosos e higiênicos do que os gatos, o que aumentou ainda mais o seu choque: Oh meu Deus, é um gato!’ Eu nunca vi um gato com esse tipo de condição, disse ao site The Dodo.

O gato recebeu o nome de Bob Marley por causa de seus dreadlocks e precisou ser sedado para que a equipe pudesse trabalhar em sua tosa, um pouco dolorida, devido ao emaranhado absurdo que possuía em seus pelos. A situação era tão extrema, que ele não conseguia se locomover e, acabou ficando com muitos quilos a mais do que é considerado saudável.

A boa notícia é que Bob foi adotado e agora está em boas mãos, porém o o próximo passo é encontrar seu antigo dono, que pode ser o homem que o deixou no abrigo, ou não. Por isso, toda a cidade de Gardnerville já está empenhada em identificar o homem que aparece nas câmeras de segurança do abrigo que salvou a vida de Bob. Sendo ele ou não, é difícil acreditar que uma pessoa possa fazer isso com um ser indefeso!

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Bruno, o gato obeso, está em busca de um lar pra chamar de seu

Um gato muito descolado para viver sem um lar. Não que os outros não sejam, mas as peculiaridades de Bruno o transforma em uma figura irresistível. Instalado em um abrigo em Chicago, o felino até foi adotado por uma família, mas infelizmente não se deu bem com as crianças.

Bruno é um gato russo azul e atualmente sofre com obesidade. Talvez por causa de suas habilidades sedutoras na hora de pedir comida. Esperto, o bichano consegue se equilibrar em duas patas.

O felino pesa 11 quilos, quando o normal para gatos de sua raça e idade fica entre 3 e 4 quilos. Bruno também é um gato polydactyl. Isto é, ele nasceu com mais dedos nas patas do que o normal.

Mesmo com toda essa fofurice, Bruno não é um grande fã de longos abraços. Aliás, caso você tente, ele vai fazer de tudo para espantá-lo. Inclusive fingir que está mordendo. Mas não se preocupe, ele é um gato de família e gosta de brincar com os donos.

Com a divulgação de sua história, Bruno recebeu uma enxurrada de pedidos de adoção vindos de localidades variadas, como Austrália, País de Gales e Canadá.

Foto: Reprodução/fonte:via

Eles adotaram um gato de 14 kg e registram a luta dele com a balança

Mike Wilson e Megan Hanneman são um casal norte-americano dono de uma empresa de mobília de parede para gatos brincarem dentro de casa. Seus dois gatos costumavam testar os equipamentos desenvolvidos pelo casal, e o sucesso do trabalho os fez concluir que era hora de adotar um terceiro animal. Quando foram até o abrigo, o acaso os surpreendeu, e Mike e Megan rapidamente entenderam que teriam uma nova amorosa tarefa pela frente, ao se apaixonarem pelo gato Bronson, um “gigante gentil”, como se refeririam no post original, que aos três anos de idade pesa 14 quilos.

Inicialmente a ideia do casal era levar Bronson para casa, a fim de ajuda-lo a perder o peso extra e cuidar de sua saúde. A doçura e o carinho do gato, no entanto, fizeram com que Bronson se tornasse um querido membro da família em questão de instantes, e levaram Mike e Megan a realmente criarem um plano para que o gato mudasse sua dieta e começasse seus exercícios.

Como gatos não podem perder peso muito rápido, ou acabam por desenvolver uma doença no fígado, o trabalho precisa ser realizado lentamente, com paciência e perseverança.

Por enquanto Bronson ainda não pode testar as divertidas mobílias de parede que o casal desenvolve, mas ele já está em uma calculada dieta de 375 calorias por dia, com uma série de exercícios em sua rotina.

Brinquedos, subir e descer escadas, e caminhar atrás dos potes de comida e água – que seus donos mudam de lugar constantemente para que ele tenha que se exercitar – são a malhação do gato, que já perdeu quase 1 quilo.

Como não poderia deixar de ser, o charme e a desenvoltura de Bronson fizeram dele um sucesso em seu perfil no instagram, com mais de 25 mil seguidores acompanhando esse blogueiro felino fitness em seu caminho rumo a uma vida saudável.

© fotos: instagram/divulgação/fonte:via

Casal adota 5 filhos para que os irmãos não se separem

Dentre os muitos temores que podem acometer crianças e adolescentes vivendo em orfanatos, à espera de uma família que lhes possam acolher, uma preocupação permanece muitas vezes esquecida: que, ao ser adotado, acabe separado de seus irmãos ou irmãs, especialmente quando estes também vivem no orfanato. Era o caso de Maria Vitória, Pedro Henrique, Miguel, Gabriel e Vitor, cinco irmãos que por um ano moraram no orfanato Rebecca Jenkins, em Cidade Ocidental, nos arredores do Distrito Federal. Depois de maus tratos e abandonos por parte da mãe biológica, os irmãos foram enviados ao orfanato pelo conselho tutelar – e, apesar do sonho da adoção, o medo de acabarem separados era igualmente grande.

Foi quando entraram em cena o casal Veranilda de Oliveira Guimarães e Adalberto Franco Guimarães – ele, um ferramenteiro aposentado; ela, uma gestora social que justamente já trabalhava no abrigo para onde as crianças foram enviadas. Depois que deu errado uma tentativa de que os cinco irmãos fossem morar com um tio – e das tantas vezes que, ao voltarem ao abrigo, as crianças corriam à Veranilda para lhe abraçar e pedir que não fossem separados – ela e Adalberto decidiu que essa era sua missão pessoal, e entrou com pedido de adoção dos cinco, juntos, de uma só vez.

Para que tal árdua tarefa fosse possível, algumas adaptações na vida do casal – que já possuía dois filhos biológicos adultos – foram necessárias: além de trocarem seus dois carros por um carro maior, de 8 lugares, Veranilda e Adalberto mudaram de casa, para oferecer mais conforto aos novos filhos.

Ainda falta alguns passos burocráticos para que as crianças carreguem orgulhosos o sobrenome “Guimarães”, mas tal detalhe não altera em nada a verdade que se confirmou – de que Veranilda e Adalberto são, agora, simples e novamente uma mãe e um pai.

© fotos: arquivo pessoal/divulgação/fonte:via

Padre ‘adota’ bebê com Down abandonado: ‘Obrigado pelo presente de aniversário’

O aniversário de 51 anos do padre peruano Omar Sánchez Portillo sempre será lembrado por ele por um motivo especial: seu encontro com o pequeno Ismael, um bebê de dois meses com síndrome de down que foi abandonado pela mãe, mas tem sido cuidado pelo padre e seus assistentes.

A história foi publicada pelo site Aciprensa, que entrou em contato com o padre. Omar relatou que a mãe de Ismael tem 17 anos, e abandonou o filho no hospital. Foi aí que o Associação das Bem-Aventuranças, fundada pelo padre, foi acionada para acolher o menino, e ele tratou de ir pessoalmente até Cusco para resgata-lo.

“Jesus, obrigado pelo presente de aniversário! Jesus nunca deixa de me surpreender. Bem-vindo Ismael! Trazer você de Cusco foi uma grande aventura, a primeira de muitas que vamos viver juntas. Cromossomo do amor, síndrome de Down”, escreveu Omar no Facebook.

“Cerca de 98% das pessoas que acolhemos têm algum tipo de deficiência, capacidade diferente ou doença psiquiátrica ou física”, explica o Sacerdote sobre a Associação, que depende de doações para se manter.

“Eles são uma riqueza para o mundo em todos os sentidos da palavra. Por exemplo, as crianças com síndrome de Down, eu sempre digo, têm um cromossomo adicional, que é o amor”, conclui o Padre, que, além de amoroso, tem um quê de poeta.

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Fotos: Reprodução/Omar Sánchez Portillo/fonte:via

Presídios de Tremembé ganharão canis. Detento que cuidar de cães e gatos terá pena reduzida

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Dois presídios de Tremembé, em São Paulo, começarão a receber cães e gatos abandonados para ajudar na superlotação do Centro de Controle de Zoonoses de Taubaté, local que abriga cerca de 500 animais. A partir de maio, em obras que devem durar quatro meses, dez detentos serão responsáveis pela construção dos canis no Centro de Progressão Penitenciária (CPP) Dr. Edgar Magalhães Noronha, o chamado Pemano, e no P1.

As estruturas terão capacidade para 200 animais e os detentos serão capacitados para técnicas de banho, tosa e adestramento. O trabalho será utilizado para diminuição da pena.

A iniciativa partiu da juíza Sueli Zeraik, da 1ª Vara de Execuções Criminais (VEC) de Taubaté. Segundo ela, o contato do preso com os animais é responsável por criar afeto, carinho e a reaproximação com as pessoas.

A expectativa é que com os canis o número de adoções aumente, pois os animais que vão para os presídios ficarão disponíveis para adoção pelos familiares dos presos e pela população. O acesso ao canil não será através dos presídios.

Imagens: Reprodução/fonte:via

“A família transafetiva existe”, pastora trans adota menino especial e menina transexual

Manifestações de afeto como a que você vai ler a seguir deixam ainda mais desconcertados os defensores de uma ideia de família mais do que ultrapassada.

A boa notícia foi dada pelo jornalista Neto Lucon e fala sobre o caso envolvendo uma pastora transgênero que adotou um garoto com necessidades especiais e uma garota trans. As duas crianças vão fazer parte agora da família que Alexya Salvador, de 36 anos, mantém há oito anos com Roberto Salvador Junior.

A vontade de ter crianças sempre esteve no radar, porém o casal resolveu se preparar sete anos para encarar os desafios de criar outro ser humano. Prontos para assumir tal responsabilidade e dar sobretudo amor, os dois encontraram o primeiro filho, Gabriel, em um abrigo de Mairiporã, onde tiveram que enfrentar o espanto de alguns funcionários surpresos pela opção por uma pessoa com necessidades especiais.

“Nossa, tanta criança saudável, você vai escolher justo o que é doentinho? Vai escolher o doente?”, disse uma das funcionárias.

Pastora da Igreja da Comunidade Metropolitana, Alexya Salvador pode ter se tornado a primeira transexual a desfrutar a licença-maternidade e do direito de ser mãe. A conquista ganhou ainda mais força com a chegada de Ana Maria.

“Mainha, tenho uma coisa para te contar. Eu não sou um menino, eu sou uma menina. A senhora vai me amar mesmo assim?”, dizia com receio a jovem pernambucana com medo de que o fato de ser trans impedisse a consumação do fato. O que evidentemente não aconteceu.

Ciente do preconceito existente em um país como Brasil, figurando em segundo lugar na lista de assassinatos de pessoas trans e travestis, Alexya se agarra na potência do desejo de ser mãe para mudar tal realidade.

“Nasci para ser mãe. Além de ter nascido para ser filha, esposa, pastora, vou ser a primeira reverenda trans da América Latina, eu nasci para ser mãe. Quero encorajar todas as pessoas transgêneras que desejam ser pai ou mãe. É possível sim. A família transafetiva existe.”