“A família transafetiva existe”, pastora trans adota menino especial e menina transexual

Manifestações de afeto como a que você vai ler a seguir deixam ainda mais desconcertados os defensores de uma ideia de família mais do que ultrapassada.

A boa notícia foi dada pelo jornalista Neto Lucon e fala sobre o caso envolvendo uma pastora transgênero que adotou um garoto com necessidades especiais e uma garota trans. As duas crianças vão fazer parte agora da família que Alexya Salvador, de 36 anos, mantém há oito anos com Roberto Salvador Junior.

A vontade de ter crianças sempre esteve no radar, porém o casal resolveu se preparar sete anos para encarar os desafios de criar outro ser humano. Prontos para assumir tal responsabilidade e dar sobretudo amor, os dois encontraram o primeiro filho, Gabriel, em um abrigo de Mairiporã, onde tiveram que enfrentar o espanto de alguns funcionários surpresos pela opção por uma pessoa com necessidades especiais.

“Nossa, tanta criança saudável, você vai escolher justo o que é doentinho? Vai escolher o doente?”, disse uma das funcionárias.

Pastora da Igreja da Comunidade Metropolitana, Alexya Salvador pode ter se tornado a primeira transexual a desfrutar a licença-maternidade e do direito de ser mãe. A conquista ganhou ainda mais força com a chegada de Ana Maria.

“Mainha, tenho uma coisa para te contar. Eu não sou um menino, eu sou uma menina. A senhora vai me amar mesmo assim?”, dizia com receio a jovem pernambucana com medo de que o fato de ser trans impedisse a consumação do fato. O que evidentemente não aconteceu.

Ciente do preconceito existente em um país como Brasil, figurando em segundo lugar na lista de assassinatos de pessoas trans e travestis, Alexya se agarra na potência do desejo de ser mãe para mudar tal realidade.

“Nasci para ser mãe. Além de ter nascido para ser filha, esposa, pastora, vou ser a primeira reverenda trans da América Latina, eu nasci para ser mãe. Quero encorajar todas as pessoas transgêneras que desejam ser pai ou mãe. É possível sim. A família transafetiva existe.”

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O antes e depois desta Husky vai te encher de alegria

A incrível história de Hope (esperança em tradução do inglês), cachorro da raça Husky, deixou muita gente com lágrimas nos olhos. Isso pois seu dono, Rico, que encontrou a cadela em condições degradantes, compartilhou recentemente uma foto surpreendente de sua recuperação.

Rico se deparou com o animal ainda filhote e muito machucado e tão magro que era possível ver seus ossos aparecendo sob a fina camada de pele. Mesmo ciente do pouco tempo de vida restante para a jovem cadela, Rico Soegiarto, de 26 anos, resolveu apostar no poder do afeto e do cuidado para recuperá-la.

A experiência foi um sucesso absoluto e cada conquista da cadela era compartilhada nas redes. A última imagem publicada no Facebook foi a mais comovente. Em postagem com mais de 61 mil compartilhamentos, é possível ver Hope totalmente diferente do momento do resgate. Com os grandes olhos azuis saltados e com o pelo brilhante, a mascote aparece feliz da vida na companhia do melhor amigo.

O caso de Rico e Hope é um alento para Bali, uma ilha da província da Indonésia, mas que apesar das belezas naturais, enfrenta grandes dificuldades em conter o avanço do número de cães de rua.

“É algo do coração, de sentimentos. Eu a encontrei quando estava voltando para casa do trabalho, ela estava abandonada no meio da rua”, relembrou Rico dando um grande exemplo de solidariedade.

Foto: Reprodução/Facebook/fonte:via

Pai solo adota quatro crianças com deficiência para que tenham uma vida melhor

Desde jovem o britânico Benjamin Carpenter sentia o desejo de ser pai e cuidar muito bem de seus filhos. Mas, por ser gay, ele sabia que teria de achar uma alternativa à paternidade tradicional, e já aos 21 anos se cadastrou no programa de adoções do Reino Unido.

Foram 4 anos tentando provar que seu desejo era verdadeiro e que ele poderia ser um bom pai, mesmo sendo gay e sozinho, até que em 2010 a Justiça finalmente o autorizou a adotar Jack, então com 2 anos.

Ben sabia que o garoto estava tendo uma infância difícil, mas só descobriu que ele era autista e sofria de Transtorno Obsessivo Compulsivo quando o processo de adoção se completou.

A questão não foi problema algum, pelo contrário: Ben sentiu que cuidar de crianças com deficiência e que foram deixadas pelos pais biológicos era sua vocação.

Dois anos depois, ele conheceu Ruby, então com 3 anos de idade. Portadora de Síndrome de Pierre Robin, com problemas de visão, escoliose e uma doença congênita que a impede de mexer os braços e mãos com precisão, a garota foi a segunda adotada por Ben.

Em seguida chegou Lily, meia-irmã de Ruby e um ano mais nova. Ela é surda e motivou Ben a aprender linguagem de sinais para se comunicar com a filha, além de ter ensinado a técnica para as outras duas crianças.

Joseph foi o quarto e, por enquanto, último filho adotivo de Ben. O garoto chegou até a família com um ano de idade, após ser deixado pelos pais biológicos quando eles descobriram que ele tinha Síndrome de Down. Ele também tem colostomia e precisa usar uma bolsa par armazenar as fezes, necessitando de atenção praticamente 24 horas por dia.

“Todos meus filhos têm uma atitude do tipo ‘E daí que tenho uma deficiência?’”, conta Ben, que vive com os quatro em uma fazenda na companhia de coelhos, galinhas, gansos, patos e pavões.

“Nossa vida é completa. Eles estão completos comigo e eu com eles”, conta o orgulhoso pai, que chegou a ser apontado Pai Adotivo do Ano por uma entidade britânica de apoio à adoção.

Além de cuidar das crianças, Ben também ensina linguagem de sinais em escolas da região de Huddersfield, onde eles vivem. Além disso, ele se dedica a participar de encontros com pais que buscam a adoção para ajuda-los a planejar e lidar com o processo.

“Muitos deles têm em mente o que chamo de Adoção Angelina Jolie ou Madonna, em que tudo é perfeito”. Ben gosta de explicar sobre as crianças com mais de 4 anos ou com necessidades especiais, que têm dificuldade para encontrar famílias por não ‘se encaixarem nos moldes’.

“O que faço é mostrar fotos da minha família e contar minha história – os pontos positivos e os negativos -, para acabar com essa noção de ‘normal’. Para mim, é uma questão de fazer as pessoas pensarem fora da caixa”, completa.

 

Fotos: Arquivo pessoal/Benjamin Carpenter/fonte:[via]

Pessoas estão devolvendo gatos pretos a abrigos por eles ‘não ficarem bem em fotos’

Um centro de adoção de gatos na cidade de Bristol, Inglaterra, afirmou que, pela primeira vez na vida, está com apenas felinos pretos esperando por um novo tutor. Isso porque eles teoricamente não ficam bem em fotos.

As informações são do Daily Mail.

São 40 gatos ao todo sob os cuidados do abrigo. Christine Bayka, fundadora do centro, disse que, dessa vez, não é por conta da má fama que eles possuem em tradicionais e injustas teorias relacionadas com sorte, mas por um motivo ainda mais banal.

Eles estão sendo rejeitados porque são mais difíceis de se fotografar, exigindo mais cuidados com a luz e ângulo da foto. Em selfies, por exemplo, eles normalmente ficam mais escurecidos do que o natural.

Christine tem 67 anos e inaugurou o The Moggery há 21 anos. Segundo ela, a situação agora é a pior que já viu. “Agora todos querem fazer selfies e colocar no Facebook. É uma forma muito narcisista de utilizar as redes sociais”, disse ela.

“Acontece o tempo todo. Eu vou fazendo as perguntas de um questionário e pergunto se a pessoa é flexível sobre cor e ouço ‘sim, desde que não seja preto’”.

Para ele, de todas as dificuldades que teve com gatos pretos, essa tem sido a mais difícil de superar. “Nesses mais de 20 anos, definitivamente ficou mais difícil com as selfies”, afirmou.

O abrigo Last Chance Animal Rescue Centre, em New Romney, também na Inglaterra, reafirmou essa questão e disse que as pessoas sempre escolhem o gato preto por último pois querem pets que tenham “melhor aparência” no Facebook.

“Sempre tivemos muitas dificuldades com os gatos pretos”, disse Amy Buckle. “Mesmo quando temos apenas gatos pretos, assim que aparece um alaranjado, já era. As pessoas esquecem dos gatos pretos”.

A ideia de que gatos pretos não ficam bem em fotos também é bastante deturpada, como podemos ver nesses cliques aqui:

 

Fotos: Pixabay / fonte:via

Viajante encontra filhotes abandonados no deserto e decide levá-los numa jornada sem volta

Jordan Kahana, de 30 anos, sempre foi apaixonado por cachorros e estava prestes a adotar um quando seu escritório fechou para as festas de fim de ano. Ele planejou então uma viagem de carro pelos Estados Unidos.

Quando estava dirigindo por uma estrada mais afastada no deserto do Arizona, o viajante encontrou dois pequenos filhotes de cachorro abandonados. Sem pensar, ele levou os cães ao veterinário e, assim que os cãezinhos tiveram a forte desidratação curada, Jordan os adotou.

Isso tudo aconteceu em dezembro de 2016 e, daquele dia em diante, o trio tem sido uma equipe inseparável, viajando juntos pelos Estados Unidos. Jordan deu aos filhotes os nomes Sedona e Zeus e já viajou com os dois por mais de 48 mil km, passando por 35 estados do país.

Desde então, ele compartilha os momentos mais lindos e memoráveis de suas jornadas no Instagram e no YouTube e é claro por que as pessoas estão amando o “esquadrão da aventura”.

Dê uma olhada em algumas das imagens dessa linda história:

 

Fotos – Jordan Kahana | @jordankahana: fonte:via

Criador da academia de box do Glicério morre e deixa cinco cães que precisam de um lar

Para a maioria dos paulistanos, a academia de boxe improvisada debaixo do Viaduto do Glicério pode até passar desapercebida, mas para muitas pessoas em situação de rua, aquele espaço faz muita diferença. O lugar foi criado por João Batista dos Santos, o JB, e ele próprio um dia teve sua vida modificada por causa de um lugar como aquele.

Bisneto de escravos, ele nasceu em um quilombo em Minas Gerais e veio morar em São Paulo ainda criança. Perdeu a mãe muito cedo e teve que aprender a se virar, mas logo se envolveu no mundo do crime – o que lhe rendeu 12 anos de prisão.

Em outubro de 1992, no terrível massacre do Carandiru, quando 111 presos foram mortos pela Polícia Militar, JB estava lá e sobreviveu. Depois da experiência, saiu do encarceramento e passou a morar nas ruas do Glicério. Até se deparar com o projeto do Mestre Garrido que ensina boxe para pessoas que vivem na rua. Uma nova vida estava começando.

Ali, ao lado de outras pessoas determinadas, JB aprendeu a lutar e decidiu passar seus conhecimentos adiante abrindo sua própria academia embaixo do Viaduto do Glicério, lugar que também se tornou seu lar.

Além do boxe, o pugilista possuía outra grande paixão: os cães. Os cinco criados por ele – Ariel, Olímpia, Apache, Kong e Nuvem – eram seus filhos. Ele os mimava, tirava fotos ao lado do quinteto, fazia carinho e arrumava doações para alimentá-los bem.

Infelizmente a vida é cheia de reviravoltas e, em 2016, JB foi surpreendido com um câncer que evoluiu rapidamente. No começo de dezembro de 2017, com apenas 49 anos, ele se foi.

Os cinco cãezinhos ficaram sem rumo sem o seu humano e continuaram aguardando que ele voltasse. Ariel, a mãe da matilha, foi a que ficou mais desolada e ficava deitada no ringue o tempo todo, isolada.

Os amigos de JB olhavam os animais do lado de fora da academia, pois, por conta da ausência do tutor, os cães começaram a ficar irritados e agressivos uns com os outros.

Então, ativista Elis Pedroso, do Projeto Mãos que Acolhem Bichos foi chamada para recolhê-los, pois eles estavam no local há mais de uma semana sem comida. A veterinária Lilian Piéri de Almeida, da Clínica Latmia e Cia aplicou vacinas em todos.

No momento os peludos estão muitíssimos bem tratados no Zoo Lógica, em Piedade, São Paulo, e na ONG Vira lata, mas precisam de pessoas amorosas para adotá-los.

Olhe para essas carinhas aí abaixo e resista se for capaz!

Esta é Ariel de 4 anos. Ela primeiro se faz de tímida… Finge um certo desinteresse…

Em seguida ela continua fazendo um jogo duro. Olhando de ladinho… Fazendo a egípcia, meu béin…

Daí, quando você menos espera: PÃNNNN!! Ela te joga ‘O’ olhar e então já é tarde demais e é amor na certa! Liga e adota essa delícia: 11 98926-7906

Este é Kong, ele tem dois anos e é um charme…

Ele sabe que é bonitão.

E usa sua beleza para conseguir petiscos, carinhos e atenção. Não tem vergonha de admitir… Liga e adota essa delícia: 11 98926-7906

Nuvem, de dois anos, não veio a este mundo a passeio.

Pois bastam poucos segundos olhando para esta princesinha para que qualquer um se apaixone perdidamente…

Duvida? Dá uma olhada para esta foto aí. Liga e adota essa delícia: 11 98926-7906

Olímpia, tem 3 anos e é uma branquinha de lindíssimos olhos verdes

Ela possui nome e, muitas vezes, até porte de realeza, mas, na verdade…

Olímpia é mesmo uma cachorrinha plebeia que gosta de correr livre num gramado e se divertir numa família lindona que a trate com amor. Liga e adota essa delícia: 11 98926-7906

Apache, de dois anos, é maroto, o danadão…

Veja esse sorrisinho sendo formado, meio de cantinho de boca… Olhando assim você já fica gamado no catiorríneo…

Agora olha isso aí! Ninguém guenta isso daí! Ele está SORRINDO! E A GENTE FICA COMO? A GENTE LIGA AGOOOOOOOOOOOOOORA 11 98926-7906

Para adotar os catiorríneios, ligue para Elis Pedroso: 11 98926-7906

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

A maravilhosa dupla de cão e gato que adora levar seus humanos de estimação para viajar

Cynthia Bennett e seu namorado adotaram o cão Henry no início de 2014. Ele tinha apenas 14 semanas de idade, mas já cinco vezes maior do que os outros filhotes da mesma idade. Quando ela o encontrou em uma feira de adoção, ele simplesmente subiu em seu colo, virou sua barriga para cima e deitou sua cabeça sobre seu braço. Foi quando ela soube que ele era único.

A maravilhosa dupla de cão e gato que adora levar seus humanos de estimação para viajar

Apaixonada por caminhadas, ela logo o levou em suas aventuras: “Eu acho que só o tínhamos a três dias quando o levamos para a nossa primeira caminhada”, disse Bennett ao The Dodo. “Ele encontrou a rocha mais íngreme e mais alta e correu até o topo dela para olhar para baixo.”, contou.

A maravilhosa dupla de cão e gato que adora levar seus humanos de estimação para viajar

Alguns meses atrás, o casal decidiu que gostaria de ter outro animal de estimação na família. Cynthia realmente queria adotar um gatinho e, depois de cinco meses de buscas em abrigos, finalmente encontraram uma mistura de gatinha siamesa que foi batizada Baloo.

Eles apresentaram a gatinha ao cachorro e os dois simplesmente se apaixonaram – tudo o que Baloo queria se aconchegar com ele.

A maravilhosa dupla de cão e gato que adora levar seus humanos de estimação para viajar

Não demorou muito para que Baloo começasse suas primeiras viagens junto com a família. “Eu recebo muitas perguntas sobre como nós fazemos isso, mas eles adoram. Se eu coloco a coleira em Henry, Baloo começa a gritar na porta“.

Veja fotos:

A maravilhosa dupla de cão e gato que adora levar seus humanos de estimação para viajar  A maravilhosa dupla de cão e gato que adora levar seus humanos de estimação para viajar
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Imagens: Reprodução/fonte;via