A Islândia vista de cima é ainda mais fantástica do que você imagina

Conhecer a Islândia é sonho de muita gente que deseja encontrar paisagens insólitas ou se deparar com uma sociedade extremamente avançada em todos os sentidos. Algumas fotografias já se tornaram icônicas para representar o país nórdico, como seus exóticos cavalos, as casinhas coloridas, a aurora boreal e a Blue Lagoon. Porém, o fotógrafo alemão Tom Hegen superou todas as expectativas ao fotografar a Islândia vista de cima.

A série recebeu o nome de “The River Veins” (as veias do rio) e, mostra uma Islândia que quase ninguém conhece, cheia de cores e texturas. Tom é especializado em fotografias aéreas e, faz de seu trabalho, uma maneira de nos apresentar um mundo diferente, sob uma nova perspectiva.

O fotógrafo conseguiu captar o exato momento em que as geleiras derretem e entram em contato com a areia negra de origem vulcânica, criando padrões na paisagem, que parece mais uma pintura. Ele brinca também com o observador, que nunca sabe a exata distância em que a foto foi tirada, porém, não deixa de se encantar nem por um segundo.

Fotos: Tom Hegen /fonte:via

Fogo e água: fotografias capturam a paixão que mora em cada um de nós

Graças à computação gráfica, podemos criar fotografias fantasiosas, com uma aura mágica e, completamente diferentes do que nossos olhos costumam enxergar. Foi exatamente isso que o fotógrafo espanhol Joan Carol, baseado em Girona – Espanha, fez ao unir suas duas maiores paixões para criar uma série fotográfica, que deixa qualquer um de queixo caído.

Apaixonado por fotografia e artes gráficas, com muita sensibilidade e criatividade ele criou uma série dramática, inspirada no poder da água e do fogo sobre nós. Misturando cores e texturas com perfeição, suas fotografias são inspiradoras, misteriosas e, dramáticas.

Através da manipulação digital, ora sutil, ora propositalmente exagerada, sua arte abre um questionamento, de que é preciso deixar que nossas emoções fluam, assim como a natureza e a água. Suas fotografias representam a paixão e, ele soube explorar este aspecto como ninguém.

Fotos: Joan Carol /fonte:via

Revolta da natureza: Foca pistola dá uma ‘polvada’ no rosto de canoísta

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Um homem estava navegando tranquilamente em seu caiaque, quando foi surpreendido por uma foca, que lhe deu uma bofetada pra ninguém botar defeito. Kyle Mulinder tomou um tapa de uma foca. Bizarro, não? Calma, que piora, porque a foca usou um polvo para ‘agredir’ o homem.

O vídeo foi feito na costa de Kaikoura, na Nova Zelândia. Ao lado do amigo Taiyo Masuda, Kyle estava testando a câmera GoPro HERO 7, quando booom, levou um tabefe da foca segurando um polvo.

“Nós estávamos navegando tranquilamente pelo oceano quando essa foca macho gigante apareceu destroçando um polvo”, disse Mulinder ao Yahoo 7 News.

A hipótese mais provável é que os canoístas estavam no lugar errado e na hora errada, pois a foca estava no meio de um embate com o polvo e quando emergiu deu de cara com o caiaque.

“Eu fiquei tipo, cara o que aconteceu? Foi estranho, porque tudo aconteceu muito rápido e eu consegui sentir as partes do polvo na minha cara”. Apesar de ter resistido bravamente, o polvo acabou sendo derrotado.

Fotos: Taiyo Masuda/Reprodução /fonte:via

Garota encontra espada pré-viking de 1,5 mil anos enquanto nadava em lago

A espada retirada da água

Uma garota de oito anos fez uma descoberta incrível. Saga Vanecek encontrou uma espada da era pré-Viking, que pode datar de cerca de 1,5 mil anos atrás. A menina estava nadando em um lago na Suécia quando se deparou com o objeto histórico.  

O achado foi facilitado pelo baixo nível da água do lago. O pai de Saga, Andy Vanecek, disse ter pensado que a filha tivesse encontrado um bastão ou um galho.

Escavações podem revelar outros itens antigos escondidos no fundo do lago — Foto: Jönköpings Läns Museum/BBC

Já os especialistas ficaram surpresos pela excelente conservação da espada e sua representação histórica. De início se pensava que o objeto poderia ter mil anos, mas pesquisadores do Jönköpings Läns Museum apostam em pelo menos 1,5 mil anos de história.

“Não é todo dia que você pisa em uma espada no lago!”, diz Mikael Nordström, que trabalha no museu.

Saga conta que “sentiu algo na água e levantei. Tinha uma alça e contei ao meu pai que parecia uma espada”.

Fotos: Jönköpings Läns Museum/Reprodução/fonte:via

Essas fotos submersas mais parecem pinturas barrocas

A artista Christy Lee Rogers nasceu em Kailua, no Havaí. A água sempre foi parte de sua vida e se tornou o meio ideal para perseguir uma obsessão: romper com as convenções da fotografia contemporânea.

Seus trabalhos chamam a atenção à primeira vista e são comparáveis aos de grandes pintores barrocos. As cores, formas e movimentos são cheias de energia, e Christy afirma que um de seus objetivos é combinar a exaltação do vigor humano à beleza da vulnerabilidade de nossas vidas.

Os ensaios da artista são realizados durante a noite, e os efeitos de luminosidade são criados brincando com a refração da luz através da água. “É perigoso às vezes, pois a água não perdoa. (…) Ela te move para onde quiser, e as roupas dançam em seu próprio ritmo”, afirma a fotógrafa.

“O que eu quero mais que qualquer outra coisa é expressar e inspirar esperança e liberdade, uma sensação de maravilha e tranquilidade, criar um espaço seguro para sonhar de forma selvagem, e, mais importante, instigar a ideia que ainda há coisas misteriosas e impossivelmente belas na Terra – não apenas em nossa imaginação”, declara.

Além das fotografias, que já foram expostos em galerias ao redor do mundo (incluindo em São Paulo), Christy também gosta de fazer vídeos mostrando um pouco do processo artístico.

Todas as fotos © Christy Lee Rogers /fonte:via

Corante azul pode ser a chave para aproveitar energia renovável no futuro

A busca por fontes de energia renovável são uma prioridade para vários cientistas pelo mundo. Um grupo de pesquisadores da Universidade de Buffalo, nos EUA, podem ter feito uma descoberta capaz de revolucionar o armazenamento de energia e também aliviar os impactos ambientais da indústria têxtil.

Fabricantes de tecidos usam muito azul de metileno como corante. O problema é que, em média, só 5% do produto é absorvido pelas roupas. O resto é dissolvido na água e acaba sendo descartado durante os processos de produção, podendo causar danos severos ao meio ambiente.

O que o estudo indica é que o azul de metileno tem propriedades elétricas que poderiam ser muito bem aproveitadas ao usar o composto na produção de baterias, em vez de simplesmente jogar fora a água em que ele é dissolvido.

De acordo com a pesquisa, as moléculas do azul de metileno mudam de forma – na verdade, reduzem – quando uma voltagem é aplicada ao material. Cada uma ganha dois prótons e dois elétrons, se tornando o que os cientistas chamam de leucometileno.

O que faz o azul de metileno ter potencial como componente de baterias é a reversibilidade desse processo. Grandes quantidades do composto podem ser transformadas em leucometileno usando fontes de energia como a solar, e então, à noite, seria possível reverter o processo, gerando energia novamente.

De acordo com Anjula Kosswattaarachchi, uma das cientistas por trás do projeto, o próximo passo é fazer testes com a água descartada pela indústria para conferir se os resultados são parecidos com os de laboratório.

Há muita pesquisa sendo feita para descobrir como remover esses compostos da água, mas sem sucesso em grande escala. O lado bom é que podemos ressignificar a água descartada e criar uma tecnologia de armazenamento de energia limpa”, disse.

Fotos via Pixabay (Creative Commons CC0) /fonte via

Ele retrata o amor entre casais debaixo d’água e o resultado é de tirar o fôlego

O amor existe mesmo nos cenários mais adversos, onde a pressão é alta e nos falta o ar. Amar até debaixo d’água é um paradigma de como o sentimento mais nobre e prazeroso pode resistir aos contextos mais difíceis – e literalmente isso que o fotógrafo Pierre Violle registra em seus ensaios subaquáticos: um casal se amando debaixo d’água.

Fotografando há 10 anos o amor em piscinas ou no oceano, Pierre garante que, dentre os mais incríveis cenários que já clicou, o mais espetacular são os cenotes da Riviera Maia, no México, onde vive.

“Cada casal que levo para a água é um novo desafio pra mim, pois tenho de me adaptar às suas capacidades e personalidades, e leva-los a realizar o que nem eles acreditavam que eram capazes”, ele diz, lembrando o que inevitavelmente o próprio amor nos propicia: irmos além do que pensamos ser nossas capacidades, até debaixo d’água.

© fotos: Pierre Violle /fonte:via