Menina de 9 anos vende cupcakes para comprar comida para pessoas em situação de rua

Resolver em definitivo os grandes problemas do mundo é sem dúvida uma tarefa árdua e complexa, mas muita coisa pode ser feita para amenizar o sofrimento alheio de forma mais simples e direta – e tal lição a respeito do mundo adulto muitas vezes vem justamente dos pequenos. É o que nos ensina BentLee Martinez, uma criança de 9 anos de idade que dedica seu tempo livre a fazer e vender cupcakes – o dinheiro que junta, no entanto, não é para si, mas sim para ajudar as pessoas em situação de rua de sua região.

Moradora do estado de Idaho, nos EUA, BentLee percebeu que não só devia como podia ajudar outras pessoas quando, voltando de uma viagem com sua família, percebeu um grupo de desabrigados no meio do deserto. A desoladora cena de seres humanos como ela recorrendo ao lixo para se alimentar fez a mãe de BentLee convocar os filhos a ajudarem aquelas pessoas. O primeiro gesto foi comprar 50 cheeseburgueres e distribuir entre o grupo, mas a centelha do altruísmo permaneceu acesa em BentLee, que passou a se perguntar o que poderia fazer na sua cidade.

A barraca de cupcakes originalmente seria para que ela juntasse dinheiro para uma viagem à Disney, mas a necessidade dos desfavorecidos passou a falar mais alto, e a pequena passou a trabalhar para ajudar o maior número de pessoas possível. Desde então BentLee já arrecadou mais de 2 mil dólares. Agora, semanalmente ela e sua mãe preparam pacotes de cuidados para adultos e crianças e distribuem itens como água, roupas, artigos de toalete e primeiros socorros.

A empreitada de BentLee conta também com doações, tanto para os pacotes quanto para a própria confecção dos cupcakes, que são vendidos na frente de sua casa. O compromisso da garotinha é tanto que ela possui uma página no Facebook para arrecadar dinheiro para sua campanha. “Eu tento lhes oferecer esperança e amor”, ela diz. Sua mãe garante que a iniciativa mudou a vida de sua filha – que, com isso, vem também mudando a vida de muita gente que tanto precisa.

© fotos:  acervo pessoal/fonte:via

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Ela provou que dinheiro pode comprar felicidade ao ganhar – e doar – R$ 2,9 mil vitalícios por semana

Dizem por aí que dinheiro não compra felicidade, mas, se depender de Rachel Lapierre, a máxima terá de ser adaptada: ela tem se sentido muito feliz a cada semana ao receber – e abrir mão de – um prêmio de mil dólares canadenses.

Tudo começou em 2013, quando Rachel jogou na loteria e teve a incrível sorte de ganhar o prêmio de C$1000 (cerca de R$2900) por semana, garantidos pelo resto de seus dias. O que fazer com o dinheiro? Mudar para uma casa enorme, comprar coisas que sempre sonhou, fazer a melhor viagem da vida? Nada disso: ela criou uma instituição de caridade.

A Le Book Humanitaire paga pela educação de crianças carentes de Quebec, distribui alimentos, roupas e brinquedos a outras instituições, além de oferecer serviços telefônicos para ajudar pessoas que se consideram em necessidade e de organizar viagens humanitárias para levar assistência a outros lugares do mundo.

Dinheiro é dinheiro. Quando você nasce, não tem nenhum, e quando vai embora, não leva nada além de memórias. Você se vai com o que fez durante a vida”, afirma Rachel. “Acho que a felicidade vem do coração. É legal ter um carro ou casa novos, pode ser bem divertido, mas você não precisa disso para ser feliz”, completa.

Hoje com 55 anos, Rachel Lapierre dedicou boa parte da vida a ajudar o próximo. Em 1982, ela, que era modelo, ganhou o concurso Miss Quebec e viajou pelo Canadá. Pouco depois, decidiu deixar o estilo de vida para trás e começou a trabalhar como voluntária em diferentes organizações, além de ter se tornado enfermeira para cumprir com o desejo de ajudar as pessoas.

O desejo de fundar a própria ONG sempre existiu, e foi possibilitado graças ao prêmio da loteria, já que Rachel pôde largar o emprego como enfermeira e se dedicar totalmente à instituição, que exigiu um investimento inicial de 70 mil dólares canadenses e conta com 10 voluntários que trabalham em período integral.

Fotos: Divulgação/Le Book Humanitaire /fonte:via

Ele usou a arte para sair da depressão e o resultado ficou emocionante

A depressão é uma doença séria e precisamos ficar muito atentos para ajudar quem está nesta situação. Cada um tem uma forma de se recuperar, por conta própria ou com ajuda. Sief Hamza é um talentoso artista que vive na cidade do Cairo, no Egito. Há um ano e meio ele estava com depressão até que começou a desenhar.

“No começo era simples para mim. Comecei a colocar todos os meus pensamentos e sentimentos na pintura”. Foi uma forma confortante que Sief encontrou para sair da escuridão. “Tem muitas formas de fazer isso, a minha foi pela arte. Espero que todos se sensibilizem”, disse.

Veja o trabalho:

 

Arte: Sief Hamza/fonte:via