Não é foto! Artista usa dedo para criar paisagens hiper-realistas

Á primeira vista, as imagens que você vai ver nessa matéria parecem fotos de geleiras e icebergs flutuando nas águas tranquilas e congelantes. A verdade, porém, é um tanto mais interessante que isso: todas essas cenas, na realidade, se tratam de desenhos gigantescos, pintados à mão… ou melhor, pintados com as pontas dos dedos.

A criadora dessas paisagens impressionantes e hiper-realistas, aliás, é a artista americana Zaria Forman. Suas obras geralmente se estendem por uma parede inteira e o melhor de tudo é que ela não usa uma ferramentas de desenho sequer, apenas as palmas das mãos e os dedos, para borrar o pigmento pastel no papel.

Forman é uma artista com consciência ambiental, por isso são sempre abordados em seus trabalhos temas relacionados ao assunto, como os problemas que enfrentamos em termos de conservação da água, o derretimento do gelo polar e do aumento do nível do mar.

Em entrevista ao site Bored Panda, a artista foi questionada sobre o que inspira tanta perfeição em suas criações e o porquê da escolha de seus temas. E a resposta, com certeza, explica o que vemos em seus trabalhos: “eu simplesmente quero retratar a paisagem da forma mais honesta que eu puder, de uma forma que permita que os espectadores se sintam transportados para um local remoto que nunca teria a chance de conhecer.”

Conheça um pouco da criação dessa americana, com um talento inquestionável:

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Torre feita de bambu transforma umidade do ar em água potável.

Você já sabe que a água é cerca de 70% do corpo humano. E que a população mundial cresce ano após ano, aumentando a demanda por recursos naturais. E que os efeitos do aquecimento global vêm sendo percebidos em vários locais do planeta. Isso sem contar regiões onde a água sempre foi um bem escasso.

Dada essa equação, criar novas fontes de água doce é uma questão que está na ordem do dia. E o WarkaWater é prova viva daquele famoso provérbio que diz que “a necessidade é a mãe da invenção”. Criado pelo arquiteto italiano Arturo Vittori, o WarkaWater é uma torre que capta o vapor da atmosfera e o transforma em água potável. Mas se engana quem está imaginando altas cifras e tecnologia de ponta.

A torre é construída sobre uma base feita em bambu ou talos de junco. Na parte interna, é forrada por uma malha plástica. Fibras de nylon e polipropileno captam gotículas de orvalho e, ao escorrer, a água fica armazenada em uma bacia na parte inferior da torre. Completando o conjunto, uma coroa de pequenos espelhos ajuda a manter as aves distantes para evitar contaminações.

A estrutura mede cerca de 9 metros, pesa em torno de 90 quilos e é toda modular, não sendo necessários andaimes ou equipamentos elétricos para colocá-la de pé. A estimativa é de que consiga coletar até 100 litros de água por dia.

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Em 2015, um protótipo do WarkaWater será levado à Etiópia. Se por um lado a escala ainda é reduzida, o projeto serve de piloto para mais iniciativas inovadoras e sustentáveis assim.

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(“Furry Speedboat” by Marsel van Oosten)