Vídeo mostra as formas que um homem encontrou de cuidar da esposa com Alzheimer

Em um mundo contemporâneo, onde amores tornam-se descartáveis por motivos banais, imagine o quanto essa história é inspiradora: Bill e Glad são casados há 50 anos e, desde 2004, que a mulher sofre com a doença de Alzheimer.

Sabemos o quanto essa doença é cruel: imagine ter todo um passado com sua esposa apagado? Onde ela não lembra por vezes do seu nome e muito menos das coisas que viveram? Mas Bill sabe que o fato de Glad não lembrar do que eles viveram não invalida tudo, não significa que não aconteceu. E mais: Bill considera um privilégio cuidar de quem a vida lhe deu para amar. “Eu não considero um fardo ter que cuidar dela”, diz Bill no vídeo, que tem entre suas tarefas dar banho, escovar os dentes, dar comida, enfim, tudo.

Por Bill ter desenvolvido ao longo da vida o hábito de usar bicicleta para fazer praticamente tudo, ele mandou adaptar uma cadeira na frente da bike e, assim como fazia com seus filhos os levando na cestinha da frente, agora leva Glad para todos os lugares. É um amor que transborda e ultrapassa tudo, e nos ensina muito sobre a nossa postura com a vida.

Confira no vídeo abaixo:

Post por Razões para Acreditar. /fonte:via

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Beleza diversa: agência de modelos cria campanha que destaca marcas, cicatrizes e deficiências

A busca pela perfeição sempre foi responsável por atrocidades em nossos corpos e, isso é muito mais antigo do que você imagina. Desde a antiguidade, homens e mulheres fazem absurdos em nome da beleza, ao mesmo tempo em que se esforçam para esconder todo e qualquer ‘defeito’. Porém, são justamente nossas cicatrizes, ossos quebrados, marcas de nascença e qualquer outra coisa que nos tenha acontecido e deixado algum tipo de marca, que nos definem.

Foi com o intuito de fazer as pessoas amarem seus corpos, seja eles como forem, que a Specialist Talent Agency – Zebedee Management, uma agência de modelos baseada no Reino Unido criou a campanha #EveryBodyBeautiful (todos os corpos bonitos), explorando a percepção que temos em relação aos nossos corpos.

Inspirados em uma técnica milenar japonesa  – Kintsugi, que ao invés de tentar esconder as fraturas dos objetos de porcelana, enfatiza-as, tornando a peça até mais bonita do que quando foi concebida originalmente, a ideia da agência é partir do mesmo princípio, com as pessoas.

Esta é a única agência de modelos do Reino Unido que representa pessoas de todas as idades e com qualquer tipo de deficiência ou necessidade especial, porque elas são lindas do jeito que são!

Fotos: Zebedee Management /fonte:via

Lambidas de cachorros no rosto podem causar doenças?

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A ciência já provou que o amor que sentimos por nossos catíoros é exatamente o mesmo que temos pelos nossos filhos, mas será que algumas pessoas exageram ao tratá-los como verdadeiros humanos, permitindo que eles durmam em suas camas, compartilhem sua comida e lambam o seu rosto? De acordo com Manuel Sánchez Angulo – Professor de Microbiologia da Universidade Miguel Hernández de Elche, sim.

Existem outras maneiras de demonstrarmos carinho e afeição pelos nossos cães, que não seja com lambidas no rosto, já que eles não possuem consciência do que tocam com seus focinhos. Os cachorros costumam lamber o chão, outros cães e até mesmo fezes e, isso pode nos transmitir bactérias, vírus, fungos e parasitas que podem causar doenças.

Isso não quer dizer que precisamos parar de brincar com nossos animais, porém devemos manter certos padrões de higiene: “Que as lambidas nunca toquem na boca, nos olhos, no nariz ou em uma ferida”, explica Ignacio López-Goñi – autor do livro ‘Microbiota: los Microbios de tu Organismo’.

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O estudo mostra que, se o animal e o humano estiverem saudáveis, as lambidas não representam perigo à saúde, porém, é essencial que a família todas as vacinas em dia, principalmente as contra raiva e leptospirose com seus diferentes sorotipos, o parvovírus, a cinomose e a hepatite.

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Quando chegamos em casa e somos recebidos com festa e intensa demonstração de amor (que raramente recebemos dos humanos), não resistimos, certo? Mas não custa nada deixar seu cachorro longe das fezes de outros cães e lavar as mãos e o rosto depois de uns beijinhos, não é mesmo?

Fotos: Unsplash/fonte:via

Gato é abandonado com nós terríveis no pelo, mas ganha vida nova após uma boa tosa

Se algumas pessoas dedicam suas vidas para cuidar de animais desamparados, adotando gatos e cachorros que cruzam seus caminhos, outras são tão negligentes, que deixam um gato ter 4,5 quilos de puro nó nos pelos, impedindo até mesmo o seu caminhar. O gato – de 10 anos, foi deixado no abrigo Douglas County Animal Care & Services, em Nevada – EUA, por uma pessoa que ainda não foi reconhecida.

Liz Begovich – a supervisora do abrigo, disse que no início pensou se tratar de um cachorro, já que são menos cuidadosos e higiênicos do que os gatos, o que aumentou ainda mais o seu choque: Oh meu Deus, é um gato!’ Eu nunca vi um gato com esse tipo de condição, disse ao site The Dodo.

O gato recebeu o nome de Bob Marley por causa de seus dreadlocks e precisou ser sedado para que a equipe pudesse trabalhar em sua tosa, um pouco dolorida, devido ao emaranhado absurdo que possuía em seus pelos. A situação era tão extrema, que ele não conseguia se locomover e, acabou ficando com muitos quilos a mais do que é considerado saudável.

A boa notícia é que Bob foi adotado e agora está em boas mãos, porém o o próximo passo é encontrar seu antigo dono, que pode ser o homem que o deixou no abrigo, ou não. Por isso, toda a cidade de Gardnerville já está empenhada em identificar o homem que aparece nas câmeras de segurança do abrigo que salvou a vida de Bob. Sendo ele ou não, é difícil acreditar que uma pessoa possa fazer isso com um ser indefeso!

Reação de gorila ao encontrar pequeno ser na floresta nos inspira a ser ‘animais melhores’

A ONG Ape Action Africa se dedica à conservação de espécies de primatas ameaçados. Seus voluntários costumam chamar os gorilas de gigantes gentis, e uma história recente envolvendo Bobo, o macho dominante de seu bando, provou que o título é mais que merecido.

Bobo tem 24 anos e vive no santuário da Ape Action desde 1996, quando foi resgatado. Em uma patrulha de rotina, a pessoa responsável pela área dos gorilas se surpreendeu ao vê-lo brincando docemente com um pequeno galago, um primata diminuto e de olhos grandes que costuma ter hábitos noturnos.

Se já é difícil ver um galago se movimentando em plena luz do dia, flagrar a interação com o gorila é ainda mais improvável – mas ela foi registrada em fotos e vídeo.

O filhote de galago mostrou não sentir medo de Bobo, correndo por seu corpo antes de sair pulando pela grama, para logo voltar às mãos do amigo. Os gorilas do bando de Bobo ficaram curiosos e tentaram se aproximar, mas ele os repeliu, fazendo questão de manter o pequeno galago seguro em duas mãos antes de o levar para uma árvore próxima, de onde ele partiu correndo para o meio da floresta.


Fotos: Divulgação/Ape Action Africa /fonte:via

Pessoas rejeitadas pelas famílias por serem gays ganham ‘abraço de mãe’ de desconhecidos

Infelizmente ainda são muitos os homossexuais que não recebem apoio de seus amigos e familiares e, essa questão fica mais evidente em cidades como o Texas, berço da cultura country e terra dos cowboys. Mas, se depender de Jen Hatmaker – autora, palestrante, blogueira e apresentadora de televisão cristã americana, todo mundo tem direito de ganhar um acolhedor  e indispensável abraço de mãe.

A norte americana, que faz parte da Austin New Church, se juntou a sua congregação e decidiu oferecer abraços para quem estava na Austin Pride Week, a semana do orgulho LGBTQ+ da cidade. De fato não existe nada mais reconfortante do que receber um ‘abraço de mãe’ e a ideia por trás desta ação surgiu a partir da história de Sara Cunningham, uma mulher muito religiosa que demorou para aceitar a sexualidade do filho.

Percebendo quantos jovens passam pela mesma situação de seu filho, Sara decidiu criar um grupo de apoio no Facebook com a ajuda de seu marido e, juntos passaram a oferecer apoio a eles. Foi então que surgiu a ideia de se oferecer como ‘mãe postiça’ nos eventos de orgulho gay e seu “serviço” começou a ficar conhecido. Assim nasceu o ‘Free Mom Hugs’ (‘Abraços de Mãe de Graça’) – sua organização, que além de oferecer os deliciosos e acolhedores abraços, dá suporte e recursos para a comunidade  LGBTQ+, através de palestras e eventos.

Agora é Jen Hatmaker que se orgulha de ter levado sua igreja para participar da Austin Pride Parade, entretanto, esta não foi a primeira vez que a autora mostrou apoio à comunidade, já que, em uma entrevista em 2016, ela criticou o presidente Donald Trump e afirmou que casamentos LGBTQ+ deveriam ser sagrados.

Fotos: Jen Hatmaker /fonte:via

O emocionante reencontro de gato com sua humana após 13 anos de separação

Constatar que seu animal de estimação desapareceu é terrível. Aviso aos amigos, anúncios em jornais e distribuídos por postes e, hoje, nas redes sociais, nem sempre resultam em final feliz. Foi assim com a inglesa Janet Adamowicz, que vive em Harrogate.

Em 2005, sua gatinha Boo, então com quatro anos, desapareceu. Janet fez tudo o que era possível para encontrá-la, mas não teve sucesso. Depois de um ano de busca, desistiu e aceitou que o melhor a fazer era acreditar que Boo estava em um novo lar onde recebesse carinho e atenção.

Hoje, ela cuida de dois gatos, Ollie, que adotou em 2008, e Tessie, desde 2014. Ao receber a ligação de uma clínica veterinária que dizia estar com seu gato perdido, ela estranhou. “Os dois estão comigo”, disse, antes de ser surpreendida com a notícia de que estavam falando de Boo.

A gatinha foi encontrada Pocklington, cidade a mais de 60 km de onde Janet vive. Ao analisar os dados contidos em um microchip instalado no animal, os veterinários localizaram Janet e seu telefone de contato. Foram quase 13 anos separadas.

De acordo com Janet, ao rever Boo ficou nítido que a gata se lembrava dela. “Apesar de ter só cinco anos quando se perdeu, ela ainda se recorda de mim e tem sido minha sombra desde que voltou para casa”, disse.

Boo reconheceu a dona na hora, e em poucos minutos ela estava esfregando o rosto, pedindo carinho e miando”, contou uma das pessoas que trabalha na clínica. “Garantimos que não houve um olho seco em todo o prédio”, completou.

Janet contou que Boo sempre gostou de sair e passear, mas que voltava para casa todas as vezes. É impossível saber como ela foi parar em uma cidade a mais de 60 km de distância, mas os veterinários acreditam que ela viveu nas ruas esse tempo todo, procurando comida ou sendo alimentada por humanos. Apesar de estar um pouco desidratada, ela foi encontrada em boas condições de saúde e passa muito bem.

Fotos via SWNS /fonte:via